Conheça a importância de manter seus exames em dia e saiba as doenças que pode evitar apenas com eles, pois não são percebidas nem ao menos por médicos a olho nu.
SÃO PAULO/SP - Os maus hábitos alimentares e o sedentarismo levam ao sobrepeso e à obesidade, mas mais do que isso, esses problemas ocasionam doenças tão piores quanto eles próprios.
Porém, diferentemente da obesidade, que é algo perceptível a olho nu, algumas dessas doenças são tão perigosas que podem levar ao óbito se não tratadas logo no início, mas só são percebidas através de exames de rotina.
Por isso, preparamos esse post com as principais doenças silenciosas que são detectadas apenas por exames de rotina.
Saiba quais são elas e como evitá-las para também evitar os maus que elas ocasionam. Assim, qualidade de vida será um dos seus bens maiores, como deve ser!
Essa doença é o resultado do aumento de glicose no sangue e uma das suas causas é a dificuldade na secreção de insulina, o hormônio que absorve a glicose para ela ser aproveitada pelo organismo.
Quando isso não acontece, há uma “sobra” de glicose (hiperglicemia), o que chamamos de diabetes.
Pessoas acima do peso são as mais propensas a essa doença. Segundo o Centro de Obesidade e Diabetes, o sobrepeso e a obesidade são as principais causas que levam a ela, pois a gordura é um fator que gera a resistência da produção de insulina.
Já a hipertensão, ou pressão alta, é o aumento de pressão nos vasos sanguíneos. O motivo? O consumo em excesso de gordura saturada e sódio (industrializados, frituras, etc), somados ao sedentarismo.
Mais uma vez, as pessoas obesas ou com sobrepeso são as mais prejudicadas. De acordo com o Instituto de pesquisa National Institute of Diabetes and Digestive and Kidney Diseases (NIDDK), os dados são alarmantes:
Os hipertensos com peso normal somam 17,5%, enquanto nos obesos o número aumenta para 35,3%, e 23,9% em pessoas com sobrepeso.
A hipertensão é uma doença do coração, assim como a doença coronariana, arterial periférica, cardíaca reumática, entre outras, têm a mesma característica de atingirem pessoas obesas, mas também não exclui outros grupos, como os sedentários, por exemplo.
Apneia do sono e asma são as principais doenças causadas por maus hábitos, principalmente os alimentares.
O excesso de gordura no tronco e pescoço dificultam a respiração e pode causar o fechamento da faringe. Além disso, uma das causas pelas quais ocorre processo de inflamação que resulta do estreitamento dos brônquios é o nível de colesterol alto.
O colesterol é um componente essencial do nosso corpo e encontra-se no sangue, porém, há o bom (HDL) e o ruim (LDL).
Mais uma vez, a má alimentação e a falta de atividades físicas aumentem o LDL, e consequentemente, as chantes de infartos e derrames.
Infelizmente, tudo ocorre de forma repentina, sem que o paciente tenha chances de se precaver, pois o corpo não dá sinais da subida do colesterol, o que só pode ser visto através de exames.
Muito se fala sobre os problemas em relação à alimentação desequilibrada, mas você sabia que a má postura e o jeito de dormir e de se sentar e traumas de repetição, por exemplo, também causam disfunções? Além disso, o sedentarismo também entra nessa lista!
A hérnia de disco, lombalgia, lordose são os problemas na coluna mais comuns com essas causas.
Outro mau hábito que leva à doença, é a falta de consumo de água. O cálculo renal, mais conhecido como pedra do rim, são “pedras” (sólidos minerais) cristalizados instalados nos rins ou bexiga.
Nesses órgãos, eles passam pelas vias urinárias e causam muita dor, além de outras complicações.
Todas as doenças citadas acima, se desenvolvem de forma praticamente silenciosa. O nosso organismo não dá um grande sinal quando estamos com altos níveis de colesterol, glicose, pressão alta, etc.
Ele só emite alertas quando essas complicações estão tão eminentes, a ponto de despontarem em um infarto, por exemplo.
Por isso, os exames de rotina são tão importantes, pois são eles os responsáveis por indicar o que não podemos perceber no dia a dia.
Antes que o pior aconteça, os exames nos ajudam a tratar dos problemas antes que causem adversidades ainda maiores.
Quanto antes eles são tratados, menores são as chances de resultar em complicações que podem levar até mesmo ao óbito.
Segundo o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (2019), a hipertensão é uma das doenças que mais mata no Brasil. Enquanto o colesterol alto, é o fator de risco para as doenças cardiovasculares e seus acidentes de morte súbita.
De acordo com a Federação Nacional de Diabetes, essa doença foi responsável pela morte de 6,7 milhões de pessoas ao redor do mundo apenas em 2021.
Se acompanhadas de perto e descobertas em estágios iniciais, todas elas são revertidas com o tratamento adequado, e a taxa de complicações e mortalidade diminuem drasticamente.
E somente exames de rotina são capazes de detectá-las, mas afinal…
Os exames de rotina mais comuns e fundamentais são:
hemograma - avalia os elementos do sangue e aspectos da saúde pelo como a anemia e outras enfermidades;
colesterol e glicemia - muito importante, pois como citamos, elas podem ser fatais e são silenciosas;
dosagem de hormônios da tireoide - detectam disfunções da tireoide, glândula fundamental para o funcionamento de funções vitais do corpo;
exame de urina e fezes - outro exame básico pedido pelos médicos, pois fornece dados sobre o estado geral da saúde;
pressão arterial - esse exame, de tão importante, é feito em qualquer consulta, de qualquer finalidade médica. Ele mede a pressão e constata se está alta, baixa ou normal.
Pessoas saudáveis: a cada 2 anos
Pessoas com fatores de risco (idosos, obesos, fumantes, sedentários, entre outros): 1 vez por ano
Pessoas que já têm essas doenças (hipertensão, diabetes, etc): a cada 6 meses.
Os exames de rotina podem ser feitos em postos públicos de saúde ou em clínicas particulares. Eles não precisam de razões específicas para serem feitos, basta pedi-los ao médico responsável.
Geralmente, em consultas de várias especialidades médicas, quando o profissional detecta certas características no paciente, ele as encaminha a realização desses exames.
Mas não espere com que os sinais apareçam de forma aparente, principalmente se fizer parte dos fatores de risco.
Os exames em pessoas com sobrepeso, por exemplo, podem evitar que isso ocasione doenças. Porém, intervenções como o balão gástrico são ainda melhores, pois tratam da obesidade em si, o que é ainda mais eficiente.
SÃO CARLOS/SP - São Carlos registrou mais um óbito por COVID-19 nesta terça-feira (31/05), totalizando 595 mortes pela doença no município. O óbito foi de um homem de 88 anos, internado em hospital público desde 27/05. O paciente tinha recebido duas doses da vacina contra a COVID-19.
Foram registrados nesta terça-feira (31/05) mais 310 exames positivos e 384 negativos para COVID-19.
Nenhum paciente com COVID-19 está neste momento em leito de estabilização das UPAS.
“A colonoscopia tem potencial para evitar o câncer no intestino, pois possibilita retirar pólipos que podem evoluir para câncer.”
SÃO CARLOS/SP - Após receber a informação de que mais de 600 pessoas aguardam a realização do exame capaz de diagnosticar o segundo tipo de câncer mais comum em homens e mulheres, atrás apenas, respectivamente, de câncer de próstata e mama, o vereador Elton Carvalho (Republicanos) protocolou um requerimento solicitando informações sobre os procedimentos de colonoscopia realizados na rede municipal de saúde.
"O exame de colonoscopia é um dos principais aliados para o diagnóstico precoce de doenças de cólon e reto. Além de ser um exame que pode evitar o câncer colorretal, pois, por meio dele, é possível retirar pólipos que poderiam evoluir para câncer" disse o parlamentar.
TAMBAÚ/SP - A Coordenadoria Municipal de Saúde, através da UAC - Unidade de Avaliação e Controle informa que o AME de São João da Boa Vista está realizando exames de MAMOGRAFIA para mulheres de 50 a 69 anos de idade!
O Programa Mulheres de Peito foi criado em 2014 pela Secretaria de Estado de São Paulo, com o objetivo de conscientizar as mulheres sobre a importância da realização do exame de mamografia para rastreamento e tratamento precoces do câncer de mama. A mamografia de rastreamento deve passar a fazer parte da rotina da vida das mulheres na faixa etária dos 50 aos 69 anos a casa 2 anos.
SÃO PAULO/SP - Um novo estudo publicado recentemente pela Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) indicou que, com a pandemia, o número de mamografias realizadas no Brasil foi 42% menor em 2020, comparado ao ano anterior.
Os dados confirmam o alerta de que a paralisação dos serviços de saúde em determinadas áreas e o medo das pacientes de frequentar os centros médicos durante o isolamento ocasionaria uma diminuição brusca na procura e realização de exames de prevenção e, consequentemente, no tratamento do câncer de mama.
A pesquisa, realizada com base nos dados disponibilizados pelo DATASUS, que contabiliza os procedimentos de mamografia realizados pelos serviços públicos de saúde brasileiros, mostrou que, em números absolutos, somente em 2020 foram contabilizados cerca de 800 mil exames a menos nas redes públicas de saúde. Neste caso, dados de instituições privadas não foram incluídos.
Considerando a taxa de detecção da mamografia digital, isso pode significar que cerca de 4 mil casos de câncer de mama não foram diagnosticados de abril, quando os números de procedimentos começaram a cair, até o final de 2020.
Quando apresentados os índices isolados de cada estado, Rondônia, no Norte do país, se mostrou o mais afetado, com uma queda de 67% dos exames de mamografia no referente ano.
Mesmo com o retorno dos laboratórios e hospitais que realizam o procedimento, a quantidade de mulheres que já colocaram seus exames em dia ainda é baixa e a recuperação dos níveis que se tinha antes da pandemia ainda é uma realidade distante.
Além dos números baixos, o estudo também apontou que dentre as mulheres que já realizaram o exame, houve um aumento daquelas que apresentam nódulos palpáveis e que realizam a mamografia para fins diagnósticos. Em 2019, o índice era de 7%. Em 2020, passou para 7,9%.
Solicitações de TC do tórax aumentam 192% durante a pandemia da Covid-19, chegando a crescer mais de 1800% no Pará e mais de 1303% no Ceará
SÃO PAULO/SP - A pandemia da Covid-19 exigiu o isolamento social em massa, colocando a população de diversos países em quarentena e levando o sistema de saúde ao máximo em diferentes locais, no Brasil e no exterior.
No meio desse cenário, os exames radiológicos desempenharam um papel fundamental para o entendimento da nova patologia e também para diagnóstico e acompanhamento de pacientes.
A suspeita de que a pandemia resultou em um aumento na procura por exames radiológicos foi confirmada com a realização de um estudo científico específico sobre o tema.
A pesquisa “Aumento da demanda por TC de tórax devido ao COVID-19 no Brasil” publicada na Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical contou com a participação de pesquisadores da Universidade Federal do Espírito Santo e da The Masters School (EUA) e também com médicos da Telelaudo.
Para realização da pesquisa foi feito um levantamento do número de solicitações de tomografia computadorizada de tórax pelos hospitais dos estados brasileiros de janeiro a junho de 2019 e 2020.
Verificou-se que em 94 hospitais e centros de diagnóstico, divididos em 14 estados do País, que são atendidos pela Telelaudo houve um aumento geral de 192% nas solicitações de TC do tórax na comparação de 2020 em relação a 2019.
Outro dado relevante da pesquisa é o aumento de mais de 1.000% nas solicitações desse exame. No Pará houve um aumento de 1613% em maio e 1853% em junho, indo de 60 para 1172 exames.
No Ceará o aumento de 1303% foi identificado em junho, indo de 31 para 435 exames de TC do tórax no mês.
Os estados que mais apresentaram alta na solicitação desse exame radiológico estão no Norte (Amazonas e Pará) e Nordeste (Ceará, Pernambuco e Sergipe).
Uma das explicações encontradas pelos pesquisadores é que o sistema de saúde chegou a uma situação mais crítica nesses estados, com mais casos da Covid-19 do que a capacidade de atendimento regular era capaz de suportar.
Mesmo em estados que têm uma infraestrutura com maior capacidade de atendimento, como São Paulo, houve crescimento significativo nas solicitações da TC do tórax, como 251% e 175% em abril e maio, respectivamente, meses de aumento de casos da Covid-19 no estado.
Verificou-se que a tomografia computadorizada do tórax auxiliou no diagnóstico de pacientes, com o reconhecimento de novos casos de COVID-19, o que contribui para a contenção e controle da pandemia.
Os autores afirmam, no entanto, a importância de outras medidas para conter o avanço da Covid-19 no Brasil, destacando que, no mês de agosto, o País foi o segundo no mundo em números de casos e óbitos.
Já no início da pandemia da Covid-19 verificou-se a importância da regulamentação e bom funcionamento da prestação de serviços médicos à distância para facilitar o isolamento social e conter o avanço do coronavírus.
Nesse cenário, a telemedicina foi permitida em caráter emergencial, mas a telerradiologia já estava em pleno funcionamento há anos, o que garantiu uma rápida capacidade de atender o aumento da demanda por exames radiológicos.
Na telerradiologia, exames realizados no hospital ou clínica diagnóstica são enviados, por um sistema próprio via internet, para uma empresa de telerradiologia parceira que faz a distribuição das solicitações entre os profissionais ativos.
O radiologista avalia o exame de imagem e dados complementares enviados pelo hospital solicitante e faz a emissão do laudo. O laudo é enviado pelo mesmo sistema via internet, podendo ficar disponível em questão de horas.
Esse modo de operação da telerradiologia garantiu maior acesso aos serviços especializados de saúde mesmo em locais com uma infraestrutura reduzida ou com menor disponibilidade de profissionais qualificados no mercado de trabalho.
Por conta disso, a telerradiologia é vista como um serviço que aumenta a democratização do acesso de qualidade aos serviços de saúde.
Os exames radiológicos passaram por muitas modernizações nos últimos anos, como a radiologia digital, que reduz a exposição dos pacientes à radiação ao mesmo tempo em que melhora a qualidade da imagem capturada.
Com isso, os laudos médicos podem ser emitidos em menos tempo, com um elevado grau de acertos e maior especialização, o que é essencial para identificar alterações sutis.
Portanto, a medicina à distância, seja com a telemedicina ou mesmo a telerradiologia, tem gerado importantes contribuições no combate à pandemia da Covid-19 e suporte médico de qualidade aos pacientes.
Nova funcionalidade teve início nesta semana e vai agilizar o acesso a imagens e laudos dos exames
SÃO CARLOS/SP - Na última segunda-feira, dia 23 de novembro, os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) de São Carlos e região podem acessar, via celular ou por computador conectado à Internet, os resultados de exames de imagem realizados no Hospital Universitário da Universidade Federal de São Carlos (HU-UFSCar/Ebserh). A medida agiliza a entrega dos resultados e o paciente não precisará mais se deslocar até o Hospital para retirar os exames.
Com a implantação do PACS/RIS - softwares que controlam e distribuem as imagens radiológicas e as informações de pacientes - imagens e laudos de exames como tomografia, ultrassonografia, ecocardiografia, endoscopia e radiografia serão acessados por QR-Code ou no site do HU-UFSCar, podendo ser consultados a qualquer tempo pelo paciente. Já o médico que solicitou o exame terá acesso ao resultado apenas quando o paciente lhe der permissão. Essa restrição de acesso aos resultados está em consonância com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), vigente desde agosto de 2020. As informações clínicas do paciente estão entre os dados sensíveis previstos pela LGPD e seu armazenamento é de responsabilidade do Hospital, e apenas o próprio paciente pode fornecer os seus resultados a terceiros.
Para Valéria Gabassa, Gerente de Atenção à Saúde do HU-UFSCar, além do armazenamento seguro dos dados, a implantação do PACS/RIS resultará em diversos benefícios. "Agilidade no acesso aos resultados e diagnóstico de saúde dos pacientes; redução do custo com transporte dos resultados de exames entre o Hospital e as unidades básicas de saúde; redução do risco de perda ou extravio dos resultados. O paciente não precisará mais se deslocar até o HU para buscar exames de imagem e haverá economia de recursos do Hospital que não precisará imprimir exames ou ter espaço físico para guardá-los. Além disso, os processos assistenciais mais eficientes contribuem com o ambiente e com o sistema de saúde público, satisfazendo pacientes e sociedade", enumera Gabassa. Atualmente, o HU realiza 2.730 exames de imagem por mês.
Esse novo formato de entrega dos resultados é válido para os exames solicitados a partir de hoje, 23 de novembro. Pacientes que não têm acesso a celular ou a computador com Internet poderão solicitar as imagens dos exames no HU, que serão entregues gravadas em DVD.
Implantação e capacitação
Os profissionais do HU foram capacitadas para trabalharem internamente com o novo sistema de emissão dos resultados dos exames de imagem. Além disso, o Hospital realizou encontros online com profissionais de todas as unidades de saúde e gestores de saúde do município de São Carlos, para capacitação sobre a nova ferramenta.
Somente 12% puderam fazer o teste rápido de farmácia e 3% o teste CPR.
SÃO CARLOS/SP - O Brasil já passou 4 milhões de casos de infecções por coronavírus, porém, sua taxa de recuperados é maior do que a taxa mundial, segundo a Universidade de Johns Hopkins. Porém, mesmo com a alta taxa de recuperação, a população continua assustada com o número de casos, e também com a impossibilidade de realizar um teste para Covid. Pois, os testes são reservados para as pessoas que apresentam sintomas.
O Trocando Fraldas em seu mais recente estudo, constatou que pelo menos metade das brasileiras gostariam de fazer um teste para covid. Porém, 74% delas não têm condições de pagar por ele. E por esse motivo, 82% das entrevistadas ainda não realizou um teste para coronavírus. Somente 12% fizeram o teste rápido, e 3% o teste CPR.
O estudo também constatou que o principal motivo que faz com que 74% das participantes queiram fazer o teste é a curiosidade de saber se já tiveram ou têm coronavírus. O segundo motivo é realmente pela suspeita de ter o vírus, com 14% das entrevistadas.
Os dados estaduais demonstram que, Rio Grande do Norte e Pará são os estados com os maiores percentuais de pessoas que gostariam de fazer um teste, com 68% e 64% respectivamente. No Rio de Janeiro, 52% da população gostaria de poder fazer. Já em São Paulo pelo menos metade da população gostaria de realizar o teste. E o Mato Grosso é o estado com o menor percentual, mas mesmo assim, 41% da população gostaria de fazer um teste.
BRASÍLIA/DF - Os planos de saúde estão obrigados, a partir de hoje (14), a cobrir exames para detecção do novo coronavírus (SARS-CoV-2), que provoca a covid-19. A decisão, tomada ontem pela diretoria colegiada da Agência Nacional de Saúde Suplementar, prevê a cobertura para a pesquisa de anticorpos IgC ou anticorpos totais e foi publicada hoje no Diário Oficial da União.
Os exames poderão ser feitos nos pacientes com síndrome gripal ou síndrome respiratória aguda grave (SRAG) a partir do oitavo dia do início dos sintomas e também para crianças ou adolescentes com quadro suspeito de síndrome multissistêmica inflamatória pós-infecção pelo novo coronavírus.
Os planos de saúde, no entanto, não estão obrigados a cobrir os testes nos seguintes casos: RT-PCR prévio positivo para Sars-Cov-2; pacientes que já tenham realizado o teste sorológico, com resultado positivo; pacientes que tenham realizado o teste sorológico, com resultado negativo, há menos de uma semana; para testes rápidos; pacientes cuja prescrição tem finalidade de screening, retorno ao trabalho, pré-operatório, controle de cura ou contato próximo/domiciliar com caso confirmado; e para verificação de imunidade pós vacinal.
*Por Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil
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