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BELO HORIZONTE/MG - O Minas Tênis Clube anunciou na terça-feira (26) que afastou por tempo indeterminado o jogador Maurício Souza por uma postagem nas redes sociais com “manifestações intolerantes”.

“O Minas Tênis Clube reforça que não aceita e não aceitará manifestações intolerantes, racistas, preconceituosas e homofóbicas, e que intensificará campanhas internas em prol da diversidade, respeito e união, por serem causas importantes e alinhadas com os valores institucionais”, diz a nota publicada pela equipe mineira.

Logo após o posicionamento do Minas Tênis Clube, o atleta publicou em seu perfil no Twitter um pedido de desculpas: “Pessoal, após conversar com meus familiares, colegas e diretoria do clube, pensei muito sobre as últimas publicações que eu fiz no meu perfil. Estou vindo a público pedir desculpas a todos a quem desrespeitei ou ofendi, esta não foi minha intenção”.

O anúncio do Minas Tênis ocorreu após dois dos patrocinadores da equipe, a Fiat e a Gerdau, pressionarem por uma punição ao jogador pela postagem com conteúdo homofóbico. A postagem do jogador teve uma grande repercussão negativa nas redes sociais.

 

 

Por Agência Brasil

COLÔMBIA - O Brasil perdeu a liderança do ranking mundial de seleções no vôlei feminino para os Estados Unidos na atualização desta segunda-feira (20). Apesar da conquista do 22º título sul-americano no último domingo (19), a derrota por 3 sets a 1 para a Colômbia, na última rodada do torneio continental, impactou a pontuação brasileira, devido ao algoritmo que leva em conta o placar do jogo, o peso da competição e a força do adversário.

Conforme os critérios adotados pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB, na sigla em inglês) desde fevereiro de 2020, o algoritmo calcula probabilidades de resultados em cada jogo com base no histórico das equipes e a situação no ranking. Um triunfo sobre a Colômbia não daria muitos pontos ao Brasil, nem custaria tantos às rivais. O resultado oposto, porém, rendeu uma pontuação alta às colombianas e um desconto também elevado às brasileiras, que caíram para 366 pontos, contra 379 das norte-americanas, campeãs olímpicas em Tóquio (Japão).

COLÔMBIA - A seleção brasileira feminina de vôlei garantiu a classificação para o mundial da modalidade (que acontece em 2022 na Holanda e na Polônia) após derrotar o Chile por 3 sets a 0, parciais de 25/11, 25/19 e 25/14, na terceira rodada do Campeonato Sul-Americano, realizado em Barrancabermeja.

Nas rodadas anteriores a equipe comandada pelo técnico Zé Roberto Guimarães superou o Peru por 3 sets a 0, parciais de 25/17, 25/23 e 25/18, e bateu a Argentina por 3 sets a 1, parciais de 23/25, 25/13, 25/14 e 25/16.

COLÔMBIA - O Brasil manteve 100% de aproveitamento no Campeonato Sul-Americano de vôlei feminino após superar a Argentina por 3 sets a 1, parciais de 23/25, 25/13, 25/14 e 25/16, em Barrancabermeja.

Este foi o segundo compromisso da equipe comandada pelo técnico Zé Roberto Guimarães na competição, após superar o Peru por 3 sets a 0, parciais de 25/17, 25/23 e 25/18, na estreia da competição. O Chile é o próximo desafio do Brasil, na sexta-feira (17) a partir das 19h30 (horário de Brasília).

COLÔMBIA - A seleção brasileira feminina de vôlei derrotou o Peru por 3 sets a 0, parciais de 25/17, 25/23 e 25/18, na noite de quarta-feira (15) na estreia do Campeonato Sul-Americano realizado em Barrancabermeja.

A próxima partida da equipe comandada pelo técnico Zé Roberto Guimarães será disputada na noite desta quinta-feira (16) contra a Argentina. O torneio também conta com as seleções do Chile e da Colômbia.

BRASÍLIA/DF - Após perder a medalha de bronze para os argentinos na Olimpíada de Tóquio 2020, a seleção brasileira de vôlei masculino sentiu um gostinho de revanche na final do Campeonato Sul-Americano 2021. Na partida final realizada em Brasília no domingo (5), o Brasil venceu a Argentina por 3 sets a 1, com parciais de 25/17, 24/26, 25/18 e 25/18, e conquistou o 33º título da competição.

Em votação realizada no site da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), o líbero Maique foi escolhido pelo público como o melhor jogador da final e ficou com o Troféu VivaVôlei.

“Sou muito elétrico até no dia a dia e tento colocar essa minha alegria dentro de quadra para contagiar o time. A renovação é sempre importante e estou muito feliz com esse título. A sensação de estar na seleção e representar o nosso país é indescritível. Quero agradecer a toda comissão técnica, aos jogadores e aos torcedores por todo o apoio”, comemorou Maique em entrevista ao site da CBV.

O levantador Bruninho foi eleito o melhor jogador do Sul-Americano. Ele falou sobre a conquista, já pensando no bom início do ciclo olímpico para Paris 2024.

“Sabemos da responsabilidade que é vestir a camisa da seleção brasileira e nos dedicamos muito para isso buscando vencer sempre que é possível. Foi uma conquista muito importante para dar moral aos mais jovens como o Vaccari e o Adriano que foram muito bem. Começamos um novo ciclo com o pé direito. O Brasil entra sempre para vencer e quando conquistamos esse objetivo é muito bom”, disse Bruninho.

O Campeonato Sul-Americano contou com as seleções do Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e Peru. Ao chegar à final, brasileiros e argentinos garantiram vagas no Mundial de 2022, na Rússia.

 

 

*Por Agência Brasil

RIO DE JANEIRO/RJ - A temporada 2021/22 das Superligas de Vôlei masculina e feminina terão 24 clubes participantes, confirmados pela Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), na terça-feira (10). A competição masculina terá início em 23 de outubro, e a feminina começará três dias depois.

De acordo com a CBV, os clubes confirmados para a próxima edição da Superliga cumpriram requisitos básicos, como o fair play financeiro - não gastar mais do que a arrecadação - e o pagamento da taxa de inscrição.

Na disputa masculina, a maioria dos times são da região Sudeste, com exeção de Brasília Vôlei-DF, Goiás Vôlei-GO e Apan Eleva Educacoin-SC. O torneio reunirá também os atuais bicampeão Taubaté-SP o vice Minas Tênis Clube-MG, além de Azulim Gabarito Uberlândia-MG, Montes Claros América Vôlei-MG, Sada Cruzeiro-MG, Sesi-SP, Vedacit Vôlei Guarulhos-SP, Vôlei Renata-SP e Farma Conde Vôlei (SP).

Na Superliga feminina, a atual equipe bicampeã Minas Tênis Clube-MG e a vice Dentil/Praia Clube-MG competirão com os times Brasília Vôle-DF, Curitiba Vôlei-PR, Pinheiros-SP, Fluminense-RJ, Itambé/Minas-MG, Osasco São Cristóvão Saúde-SP, Country Club Valinhos-SP, Unilife-Maringá-PR, Barueri Volleyball Club-SP, Sesc RJ Flamengo-RJ e Sesi Vôlei Bauru-SP.

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Caso algum time desista da competição, a CBV convidará clubes conforme a classificação na Superliga B, como prevê o regulamento da competição.

 

 

*Por: AGÊNCIA BRASIL

JAPÃO - Atual campeã e finalista das últimas quatro edições, a seleção brasileira masculina de vôlei ficou sem medalha nos Jogos de Tóquio. A medalha de bronze ficou com a Argentina, que venceu o Brasil por 3 sets a 2, com parciais de 25/23, 20/25, 20/25, 27/17 e 15/13, na decisão de terceiro e quarto lugares, na madrugada deste sábado, 7.

Os argentinos celebraram com enorme euforia a conquista, apenas a segunda medalha de sua história (a outra foi um bronze nos Jogos de Seul-1988). Facundo Conte foi o maior pontuador da partida, com 21 bolas no chão. Do lado brasileiro, Wallace marcou 17 pontos.

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A última vez que a seleção brasileira de vôlei havia ficado fora do pódio e também de uma final olímpica foi em Sidney-2000. Na ocasião, caiu nas quartas de final justamente para a Argentina, quarta colocada.

 

 

*Por: VEJA.com

TÓQUIO - A seleção brasileira feminina de vôlei se impôs e garantiu vaga na final dos Jogos de Tóquio ao superar a Coreia do Sul na manhã desta sexta-feira, 6, na Ariake Arena, na capital japonesa. Dominante durante toda a partida, a equipe do técnico José Roberto Guimarães venceu com tranquilidade por 3 sets a 0, parciais de 25/16, 25/16 e 25/16.

A decisão será contra os Estados Unidos, no domingo, à 1h30. A exemplo das brasileiras, as americanas também superaram com relativa facilidade a Sérvia mais cedo.

Essa foi a sétima vitória do país em uma campanha, até aqui, impecável na competição. Se não chegaram entre as principais favoritas, as brasileiras se credenciaram ao longo dos Jogos.

A equipe terminou a primeira fase na liderança do Grupo A. Se a masculina acabou sucumbindo na semifinal, em virada histórica sofrida para o Comitê Olímpico Russo, a feminina demonstra consistência sólida para sonhar com um novo ouro.

Foi justamente com Guimarães que a seleção conquistou a medalha dourada em Londres-12. Após o ouro quatro anos antes, em Pequim-08, essa é a chance de consagração definitiva depois de cair no Rio-16 ainda nas quartas de final para a China.

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A seleção ainda superou um baque horas antes da partida com a “suspensão provisória por potencial violação de regra antidopagem” da oposta Tandara Caixeta. De acordo com o jornal O Globo, o uso de um remédio para controle menstrual é suspeito de ter causado o problema. Ainda de acordo com a publicação, o uso do medicamento teria sido autorizado pela Confederação Brasileira de Vôlei (CBV).

 

 

*Por: VEJA.com

JAPÃO - A seleção brasileira de vôlei masculino deu adeus ao sonho do ouro olímpico nos Jogos de Tóquio (Japão). Os brasileiros foram derrotados de virada na madrugada desta quinta-feira (5) para o Comitê Olímpico Russo (ROC, na sigla em inglês) por 3 sets a 1, com parciais de 18/25, 25/21, 26/24 e 25/23. A partida foi realizada na Arena de Ariake, na capital Tóquio.

Desde os Jogos Olímpicos de Sidney (2000) o Brasil não fica de fora de uma final da competição. À época, o país foi eliminado nas quartas de final em confronto com a Argentina. Depois disso, foram quatro decisões consecutivas, tendo levado duas medalhas de ouro (Atenas 2004 e Rio 2016) e duas de prata (Pequim 2008 e Londres 2012).

Apesar de não avançar à final, o levantador Bruninho diz que o time tem que se manter firme para buscar a medalha de bronze.

"Por mais difícil que seja, temos que apagar isso [a derrota de virada para a Rússia]. O bronze conta muito pra gente. Sabemos o quanto a gente merece, quanto a gente trabalha, se dedica. Então, vamos entrar com a faca nos dentes como se fosse o ouro. Não temos tempo para lamentar", disse Bruninho, campeão olímpico na Rio 2016, em depoimento ao Comitê Olímpico do Brasil (COB).

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A luta pelo bronze será à 1h30 (horário de Brasília) deste sábado (7). O adversário será o perdedor do confronto entre França e Argentina, às 9h desta quinta (5).

 

 

 

Por Rafael Monteiro - Repórter da Rádio Nacional

*AGÊNCIA BRASIL

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