Ação integra as medidas de prevenção a incêndios e conservação ambiental; Horto Florestal também receberá a operação a partir do dia 11
ARARAQUARA/SP - O Corpo de Bombeiros, em parceria com a Prefeitura de Araraquara, por meio da Defesa Civil e da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, dará início à queima prescrita no Parque Pinheirinho na próxima segunda-feira (3), a partir das 8h. O procedimento será realizado no entorno da pista de skate e do Centro de Esterilização de Animais, com previsão de duração de três a quatro dias.
No dia 11 de agosto, a ação será executada na Estação Experimental de Araraquara, conhecida como Horto Florestal. A operação acontecerá na área localizada entre as ruas Vereador Mario Ananias e José Barbieri Neto, na Chácara Flora, e também terá duração conforme a necessidade dos trabalhos.
A queima prescrita, também conhecida como queima controlada, é uma técnica de manejo do fogo utilizada para reduzir o risco de incêndios florestais, conservar ecossistemas e contribuir para a preservação da fauna e da flora. A atividade é previamente planejada, monitorada e conduzida por equipes especializadas e segue os protocolos de segurança que garantem o controle da operação.
A técnica reduz o material vegetal seco que serve de combustível para o fogo, diminui a probabilidade de incêndios de grandes proporções e protege áreas de vegetação nativa e de preservação permanente.
As áreas escolhidas para a realização da queima apresentam histórico de ocorrências de incêndios florestais.
Durante a atividade, a população não deve acionar o Corpo de Bombeiros ao identificar fumaça nas áreas onde será feito o manejo do fogo, pois as equipes já estarão nos locais.
Os órgãos envolvidos destacam que a realização da queima prescrita está sujeita às condições climáticas. Em caso de chuva, ventos fortes ou outras situações que comprometam a segurança da operação, a atividade poderá ser cancelada ou adiada.
A ação também conta com o apoio da Fundação Florestal, da Via Paulista e do grupo Pame-AR (Plano de Auxílio Mútuo em Emergência de Araraquara e Região).
SÃO PAULO/SP - Rodriguinho revisita a própria história em mais um lançamento do projeto audiovisual "Tô Te Filmando em Alto Mar". Desta vez, o cantor apresenta uma nova versão de "Pare de Falar Tanta Besteira", composição assinada por ele em parceria com Thiaguinho, que retorna ao repertório em uma releitura inédita e carregada de significado.
A faixa ganha um toque ainda mais especial com a participação de Gaab, que divide os vocais com o pai em um encontro que evidencia a sintonia musical entre os dois. A parceria entre pai e filho, reforça a proposta do audiovisual de celebrar diferentes momentos da trajetória de Rodriguinho, revisitando canções marcantes e criando novas conexões por meio da música.
A faixa "Pare de Falar Tanta Besteira" representa um reencontro de Rodriguinho com uma obra de sua própria autoria. A nova interpretação preserva a essência da composição, ao mesmo tempo em que ganha novos contornos na atmosfera intimista do projeto, gravado em alto-mar.
"Esse projeto tem me dado a oportunidade de revisitar músicas que fazem parte da minha história. Poder cantar essa composição novamente e ainda dividir esse momento com o Gaab tornou tudo ainda mais especial", destaca Rodriguinho.
Gravado em um cenário paradisíaco, "Tô Te Filmando em Alto Mar" vem sendo revelado ao público por meio de lançamentos sequenciais que unem sucessos, regravações e encontros musicais.
Confira o clipe: https://www.youtube.com/watch?
SÃO CARLOS/SP - O docente e pesquisador do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP), Prof. Dr. Antonio Carlos Hernandes, foi eleito presidente da diretoria da Academia de Ciências do Estado de São Paulo (ACIESP) para o próximo triênio, substituindo, no cargo, o Prof. Dr. Adriano Defini Andricopulo.
A ACIESP é uma das mais importantes entidades científicas do Brasil. Fundada em 8 de outubro de 1974, esta Academia é uma associação independente, não governamental e sem fins econômicos, criada para promover o desenvolvimento da ciência, da tecnologia e da educação no Estado de São Paulo, tendo como sua principal missão reunir cientistas de reconhecida excelência para atingir os seguintes objetivos:
*Promoção do avanço da ciência e da inovação;
*Defesa da liberdade da pesquisa científica e do ensino;
*Contribuição para a formulação de políticas públicas baseadas em evidências;
*Estimular a educação científica e a divulgação do conhecimento;
*E fortalecimento do papel da ciência no desenvolvimento econômico, social e ambiental de São Paulo e do Brasil.
Satisfação em poder contribuir com a ACIESP
Sabendo-se que o cargo representa uma enorme responsabilidade, principalmente com o compromisso de fortalecer a Academia, promover a ciência, estimular o diálogo com a sociedade e defender o conhecimento científico, o novo presidente da ACIESP considera que é uma satisfação muito grande poder contribuir com Academia e avançar ainda mais naquilo que já foi feito até agora. “Nosso objetivo é fazer com que a ACIESP ganhe ainda mais visibilidade e que possa acolher, cada vez mais, pesquisadores que possam contribuir para a ciência do Estado de São Paulo. Temos algumas ideias de projetos a serem executados para os próximos três anos, só que primeiro existe a necessidade de se fazer uma discussão com a nova diretoria e com o conselho, assim que assumirem, para que possamos fazer uma ampla divulgação. Fico muito feliz em poder estar contribuindo com a Academia e, obviamente, representar o Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP)”, salientou o novo presidente da ACIESP.
Em sua mensagem, o presidente cessante, Prof. Dr. Adriano Defini Andricopulo, considerou. “Gostaria de dar os parabéns ao colega, Prof. Antonio Carlos Hernandes, do IFSC/USP, que acaba de ser eleito presidente da Academia de Ciências do Estado de São Paulo (ACIESP) para o triênio 2026-2029, bem como a todos os integrantes da nova Diretoria e do novo Conselho Diretor. Podemos observar que temos uma equipe de excelência que reúne experiência, liderança e compromisso com a ciência. Desejo a esta nova gestão pleno êxito na missão de fortalecer ainda mais a ACIESP, ampliar a sua presença institucional e contribuir para o avanço da ciência, da tecnologia e da educação em São Paulo e no Brasil”.
A ACIESP congrega mais de 250 cientistas de diversas áreas do conhecimento, vinculados às principais universidades e centros de pesquisa do estado, como USP, Unicamp, Unesp, Instituto Butantan, IPEN, Embrapa e outras instituições de excelência. Os membros são eleitos pelos próprios acadêmicos, em reconhecimento às suas contribuições científicas, havendo duas categorias principais: Membros Titulares, de caráter permanente, e Membros Afiliados, destinados a pesquisadores mais jovens por período determinado.
Composição da Diretoria e do Conselho Diretor da ACIESP para o triênio 2026–2029.
Diretoria
*Presidente: Antonio Carlos Hernandes ;
*Vice-Presidente: Vanderlan da Silva Bolzani ;
*Diretor-Executivo: Paulo Cezar Vieira ;
*Diretora-Financeira: Maria Fátima das Graças Fernandes da Silva ;
Conselho Diretor
*Ciências Matemáticas: Flavio Ulhoa Coelho (Titular);
*Ciências Físicas: Antonio Martins Figueiredo Neto (Titular);
* Ciências Químicas: Norberto Peporine Lopes (Titular) e Maurício da Silva Baptista (Suplente);
*Ciências da Terra: Paulo Artaxo (Titular) e Alexander Turra (Suplente);
*Ciências Biomédicas: Carlos Frederico Martins Menck (Titular) e Antonio Jose Lapa (Suplente);
*Ciências da Saúde: Josué de Moraes (Titular);
*Ciências Agrárias: Maria Lucia Carneiro Vieira (Titular);
*Ciências da Engenharia: Isolda Costa (Titular) e José Antonio Eiras (Suplente);
*Ciências Humanas e Sociais: Pedro Luiz Valls Pereira (Titular);
*Ex-presidente: Adriano Defini Andricopulo (Titular) - Nos termos do Estatuto Social da ACIESP, o ex-presidente Adriano Defini Andricopulo passa a integrar o Conselho Diretor na qualidade de membro nato.
Ao longo de sua história, a ACIESP foi presidida por cientistas de grande prestígio nacional e internacional, como Crodowaldo Pavan, Sérgio Mascarenhas, Oscar Sala, Walter Colli, José Eduardo Krieger, Vanderlan Bolzani e Adriano Andricopulo, entre outros.
O Prof. Dr. Antonio Carlos Hernandes é Professor Titular do Instituto Física de São Carlos, da Universidade de São Paulo. Doutor em Física pela Universidade de São Paulo (1993), com estágio na Universitá di Genova, Itália. Membro titular da Academia de Ciências do Estado de São Paulo (ACIESP). É um dos fundadores da Sociedade Brasileira de Pesquisa em Materiais (SBPMat) e da Associação Brasileira de Crescimento de Cristais. Desenvolve pesquisa na área de Física dos Materiais, Ciência dos Materiais e em Ensino e Divulgação Científica. Foi Diretor do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP) no período de 2010-2014, Pró-Reitor de Graduação da USP, no período de 2014-2018 e Vice-Reitor da Universidade de São Paulo, no período de 2018-2022.
Índice Mensal de Inflação dos Alimentos do IEMB-Acirp mostra queda média de 3,8% no custo da cesta básica
RIBEIRÃO PRETO/SP - O custo da cesta básica em Ribeirão Preto caiu, em média, 3,8% no mês de julho em relação ao mês anterior, de acordo com levantamento mensal da Associação Comercial e Industrial da cidade (Acirp). Este é o primeiro recuo no ano e foi sentido em todas as regiões, chegando -6,76% na Zona Norte da cidade.
O Índice Mensal de Inflação dos Alimentos, elaborado pelo Instituto de Economia Maurílio Biagi (IEMB-Acirp), é feito presencialmente em 11 hipermercados e 5 padarias distribuídos pelas seis regiões municipais. Em julho, a coleta foi feita no dia 20, indicando um kit básico de alimentos com custo médio de R$ 828,90 para o consumidor.
A análise do IEMB-Acirp aponta que, em julho, o recuo no custo da cesta básica foi puxado principalmente por itens frescos, indicando recomposição parcial do poder de compra das famílias no período. Os relatórios completos do Índice Mensal de Inflação dos Alimentos do IEMB-Acirp estão disponíveis em: www.acirp.com.br/noticias
Variação regional
A análise por regiões aponta diferenças relevantes nos preços praticados no município, sendo que todas as áreas pesquisadas tiveram recuos no preço médio em julho. A região Central, apesar de apresentar o maior custo médio da cesta (R$ 898,90), teve variação de -1,96% no mês. A Oeste manteve o menor valor médio (R$ 762,86) e apresentou variação de -4,17%. Nas demais regiões, o valor médio foi de R$ 790,07 na Norte (-6,76%), R$ 865,75 na Leste (-2,89%) e R$ 851,23 na Sul (-3,15%), reforçando a heterogeneidade espacial dos preços dos alimentos em Ribeirão Preto.
Itens com redução
Em julho, os principais destaques de variação de baixa de preços observados no mês foram do tomate (-23,8%) e da batata inglesa (-18,1%).
Após período de altas, os dois itens recuaram com o aumento da oferta, associado ao avanço das safras e à melhora da produtividade nas regiões produtoras. No caso da batata, a demanda mais fraca durante as férias escolares pode ter reforçado a queda, ainda que como fator secundário.
Na contramão
A farinha de trigo (+9,1%) e o pão francês (+13,2%) tiveram aumentos que atenuaram parcialmente o recuo do custo total da cesta no mês.
O trigo permaneceu pressionado pela baixa disponibilidade para venda imediata, pela retenção de estoques por parte dos produtores e pela necessidade de reposição dos moinhos. Essa pressão se estendeu ao pão francês, cujo custo acompanha de perto o da farinha.
Pesos no orçamento
As carnes permaneceram como o principal componente do orçamento alimentar, respondendo por 42,80% do dispêndio total da cesta. Em seguida, destacaram-se frutas e legumes (25,04%), farináceos (18,90%), laticínios (6,29%), leguminosas (4,57%), cereais (1,66%) e óleos (0,75%).
Impacto sobre a renda
No que se refere ao poder de compra, considerando o salário-mínimo bruto vigente de R$ 1.621,00 e o desconto de 7,50% referente à Previdência Social, o salário-mínimo líquido foi estimado em R$ 1.499,43. Nessas condições, um trabalhador de média idade comprometeu cerca de 55,28% da renda mensal apenas com gastos alimentares em julho.
Para adquirir a cesta básica, foram necessárias aproximadamente 121,62 horas de trabalho, o que representa redução de 4,75 horas em relação a junho, indicando recomposição parcial do poder de compra no período.
Metodologia
A cesta básica do IEMB-Acirp é composta tendo por referência as quantidades definidas no Decreto-Lei nº 399/1938, sem alteração dos itens ou das quantidades ao longo da série histórica. A composição dos grupos alimentares observa também as diretrizes do Decreto nº 11.936, de 5 de março de 2024, e dialoga com os padrões de consumo alimentar identificados na Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF/IBGE), exclusivamente para fins de enquadramento conceitual.
Sobre o Instituto
O IEMB-Acirp foi criado em 1954, no aniversário de 50 anos da associação, com objetivo de reunir e divulgar estatísticas do município e da região.
BAURU/SP - O Centro TEA Paulista é um equipamento público voltado ao atendimento de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), seus familiares e cuidadores. A unidade também oferece apoio a profissionais e gestores públicos, com serviços voltados à orientação, qualificação e encaminhamento para a rede de atendimento.
A unidade instalada em junho na cidade de Bauru é disponibilizada para atender os moradores dos 39 municípios da região administrativa e reúne, em um único local, atendimento especializado para pessoas com autismo e o Centro de Cidadania da Pessoa com Deficiência.
O Centro TEA Paulista atende pessoas com Transtorno do Espectro Autista de todas as idades, além de familiares e cuidadores que buscam orientação sobre diagnóstico, direitos, serviços públicos e formas de acompanhamento.
O equipamento também desenvolve ações voltadas à capacitação de profissionais das áreas de saúde, educação, assistência social e demais setores envolvidos no atendimento às pessoas com TEA.
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Entre os serviços disponíveis estão:
A unidade também conta com estrutura adaptada para diferentes necessidades, incluindo:
No mesmo endereço funciona o Centro de Cidadania da Pessoa com Deficiência, que presta orientações sobre benefícios, programas públicos, direitos e acesso à rede de atendimento.
As orientações sobre agendamento, documentação necessária e encaminhamento são realizadas diretamente pela equipe do Centro TEA Paulista em Bauru.
BRASÍLIA/DF - A urna eletrônica faz parte da democracia brasileira há três décadas. Desde que foi utilizado pela primeira vez, nas eleições municipais de 1996, o equipamento revolucionou a forma de votar no país ao tornar o processo eleitoral mais ágil, transparente e seguro. Em 2026, quando a urna eletrônica completa 30 anos, a tecnologia desenvolvida pela Justiça Eleitoral segue como referência por reunir diferentes mecanismos que permitem fiscalizar e auditar todas as etapas da eleição, da preparação das urnas à totalização dos votos, conforme dita a Resolução TSE nº 23.673/2021, alterada pela Resolução nº 23.758/2026, que dispõe sobre os procedimentos de fiscalização e auditoria do sistema eletrônico de votação.
Entre os procedimentos, está a abertura do código-fonte dos sistemas desenvolvidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um ano antes das eleições. Esse código-fonte é um conjunto de instruções que define o funcionamento dos programas utilizados em todas as etapas do processo eleitoral. Os sistemas podem ser analisados por representantes de partidos políticos e federações, Ministério Público, Polícia Federal, universidades, entidades fiscalizadoras e especialistas credenciados.
Essa etapa integra o Ciclo de Transparência Democrática — Eleições 2026, iniciado em outubro de 2025, quando os códigos-fonte foram disponibilizados para inspeção. O material permanecerá acessível até setembro, mês que antecede o pleito. Na ocasião da abertura do código-fonte, a então presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, reforçou a confiança no processo eleitoral em todas suas etapas. “Nós temos 40 possibilidades de fiscalização e de auditoria dos sistemas eleitorais antes, durante e após as eleições. Isso tudo porque a democracia tem como princípio fundamental a confiança. E esta Justiça Eleitoral tem se mostrado, permanentemente, uma das instituições de maior confiança da cidadania brasileira.”
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Somente no mês passado, os códigos-fontes dos sistemas das Eleições 2026 foram inspecionados por representantes do Senado Federal, da Sociedade Brasileira de Computação e da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Em maio, o União Brasil foi o primeiro partido a inspecionar os códigos-fontes do pleito deste ano.
De acordo com o TSE, a abertura dos códigos-fonte é prevista na legislação eleitoral desde 2002. A partir de 2021, o período de fiscalização, que era de seis meses, foi ampliado para um ano antes das eleições, o que aumentou o tempo disponível para análise pelas entidades fiscalizadoras listadas no artigo 6º da Resolução TSE nº 23.673/2021.
Teste da Urna
Além da inspeção dos programas, a Justiça Eleitoral realiza o Teste Público de Segurança dos Sistema Eleitorais (Teste da Urna), iniciativa que convida especialistas em tecnologia a contribuir para o aperfeiçoamento da tecnologia empregada no processo de votação e apuração dos resultados. Qualquer brasileira ou brasileiro maior de 18 anos pode participar mediante a apresentação de um plano de teste.
A primeira etapa do Teste da Urna ocorreu em dezembro de 2025, na sede do TSE, em Brasília. No Teste de Confirmação, concluído em maio, ficou constatado que nenhum dos achados fragilizou a integridade do voto. Desde a primeira edição, realizada em 2009, não foi encontrado nada capaz de comprometer o sigilo da votação ou resultado das eleições. O procedimento é regulamentado pela Resolução nº 23.444/2015.
Carga e lacração dos sistemas
Antes de serem enviadas aos locais de votação, as urnas eletrônicas passam ainda pela cerimônia de assinatura digital e lacração dos sistemas eleitorais, ocasião em que os programas são apresentados às entidades fiscalizadoras, e, após apresentação e conferência, assinados e lacrados.
Desenvolvida nos cartórios eleitorais, a cerimônia pública consiste na inserção, por meio de mídias, dos sistemas eleitorais e dos dados de eleitoras, eleitores, candidatas e candidatos nas máquinas. O trabalho também inclui o teste de funcionamento dos equipamentos, que têm todas as portas de acesso físico lacradas com selos especiais produzidos pela Casa da Moeda.
Durante o procedimento, são gerados hashes — resumos digitais que funcionam como uma impressão do sistema. Caso qualquer alteração seja realizada nos programas, esse código muda automaticamente, permitindo detectar imediatamente qualquer tentativa de modificação. Dessa forma, as entidades fiscalizadoras podem verificar se o sistema instalado na urna é exatamente o mesmo aprovado pela Justiça Eleitoral.
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Fiscalização contínua
A fiscalização das eleições não termina quando a votação começa. A segurança do pleito é construída em etapas contínuas e auditáveis do início ao fim. No dia do pleito, a Justiça Eleitoral realiza ainda o Teste de Integridade das Urnas Eletrônicas e o Teste de Integridade com Biometria. As auditorias ocorrem paralelamente à eleição e simulam uma votação para comprovar a segurança das máquinas.
Previstos na Resolução nº 23.673/2021, os testes são abertos ao público e têm o objetivo de mostrar que o programa da urna eletrônica registra corretamente o voto dos eleitores. A diferença do teste padrão para a auditoria com biometria é que na análise com identificação biométrica são eleitores voluntários que liberaram as urnas com a sua impressão digital.
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Outra auditoria realizada no dia da votação é o Teste de Autenticidade dos Sistemas Eleitorais. Diferentemente do Teste de Integridade, que consiste em uma espécie de batimento para verificar se o voto marcado na cédula de papel é o mesmo contabilizado pela urna eletrônica, a verificação de autenticidade serve para atestar que os programas inseridos nas máquinas são os mesmos assinados e lacrados pelo TSE. A inspeção de autenticidade é pública e ocorre em urnas instaladas em seções eleitorais, tanto no 1º turno como em eventual 2º turno.
No dia da votação, antes da emissão da zerésima pela urna, são feitas as seguintes inspeções: exame do extrato de carga, para verificar que se trata da urna da seção eleitoral escolhida ou sorteada; rompimento do lacre do compartimento da mídia de resultado; retirada da mídia de resultado inserida na máquina; e verificação das assinaturas e dos resumos digitais pelo programa do TSE ou por programas de verificação de interessados na fiscalização.
Zerésima, RDV, BU
No dia da eleição, outro mecanismo de conferência da urna é a emissão da zerésima, documento impresso na presença de mesários e fiscais partidários que comprova que a urna está devidamente configurada e sem qualquer voto computado. Durante a votação, cada escolha do eleitor é armazenada no Registro Digital do Voto (RDV), que registra exatamente aquilo que foi digitado na urna, sem identificar o eleitor e sem qualquer processamento ou informação adicional.
Ao encerramento da votação, é gerado o Boletim de Urna (BU), documento que detalha o resultado da seção eleitoral, incluindo os votos destinados a cada candidata ou candidato, os votos em branco, os nulos e os votos de legenda. Uma via do documento é afixada na porta da seção eleitoral, enquanto as demais são entregues aos representantes dos partidos políticos, permitindo que qualquer cidadã, cidadão ou legenda realize uma totalização própria e confronte os dados com o resultado oficial divulgado na página Resultados pelo TSE.
SÃO PAULOS/SP - Os preços dos combustíveis voltaram a cair em quase todo o país em julho, consolidando o terceiro mês seguido de recuo para o diesel e a gasolina após o pico de abril, no início das tensões no Oriente Médio, informa o Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), calculado com base em abastecimentos em 21 mil postos credenciados.
No comparativo mensal, o etanol liderou as quedas, com recuo de 2,30% e preço médio nacional de R$ 4,25.
O diesel comum e o diesel S-10 também recuaram e fecharam julho a R$ 6,83, queda de 2,15%, e R$ 7,10, baixa de 1,66%, respectivamente.
A gasolina teve queda mais leve, de 0,59%, e foi vendida, em média, a R$ 6,76 por litro, segundo o IPTL.
A Edenred avalia que o impacto das tensões geopolíticas na cotação do petróleo “não é imediato” no Brasil e atribui o cenário favorável no mês ao aumento da oferta no mercado interno.
“Seguimos acompanhando de perto a dinâmica dos combustíveis e os impactos da retomada das tensões geopolíticas no Oriente Médio. Contudo, esse impacto não é imediato e leva tempo para chegar ao consumidor brasileiro. Por enquanto, o mês de julho consolidou um cenário favorável de queda, impulsionado, no mercado interno, pela oferta recorde da safra de cana-de-açúcar e pelo avanço da produção de etanol de milho, fatores que reforçam o alívio no bolso dos motoristas”, disse, em nota, o diretor de Unidades de Negócio da Edenred Mobilidade, Vinicios Fernandes.
Regionalmente, o Norte manteve os maiores preços médios. O diesel comum fechou o mês com média de R$ 7,57; o diesel S-10, a R$ 7,56; a gasolina, a R$ 7,26; e o etanol, a R$ 5,29.
O Sul registrou os menores valores para o diesel comum, a R$ 6,24; o diesel S-10, a R$ 6,57; e a gasolina, a R$ 6,49. O etanol foi mais vantajoso no Sudeste, a R$ 4,12, e no Centro-Oeste, a R$ 4,14.
Entre os estados, Roraima teve as maiores médias em todos os combustíveis, enquanto São Paulo registrou o menor preço do etanol, a R$ 3,93, e o Rio Grande do Sul, as menores médias do diesel S-10, a R$ 6,36, e da gasolina, a R$ 6,33, segundo o IPTL.
por Estadao Conteudo
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