BRASÍLIA/DF - As provas do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) serão aplicadas no domingo (23) em todos os estados e no Distrito Federal. Os candidatos podem consultar os locais de prova no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo exame.
O Encceja é um exame gratuito, destinado a jovens e adultos que não concluíram os estudos na idade apropriada para cada nível de ensino. Os resultados do exame podem ser utilizados nos processos de certificação de conclusão do ensino fundamental e do ensino médio.
As provas serão aplicadas nos turnos da manhã e da tarde do domingo.
Pela manhã, os portões abrem às 8h e fecham às 8h45, no horário de Brasília. As provas começam às 9h e terminam às 13h.
Já na parte da tarde, os portões serão abertos às 14h30 e fechados às 15h15. A aplicação se inicia às 15h30 e vai até as 20h30.
Para o ensino fundamental, haverá quatro provas objetivas que avaliarão conhecimentos em: ciências, matemática, língua portuguesa, língua estrangeira moderna, artes, educação física e redação, redação, inglês, espanhol, artes e educação física, história, geografia, filosofia e sociologia.
Já o ensino médio cobrará temas de química, física e biologia, matemática, língua portuguesa com redação, inglês, espanhol, artes e educação física, história, geografia, filosofia e sociologia.
AGÊNCIA BRASIL
BRASÍLIA/DF - A área urbana no Brasil cresceu 12,27% no período de 2019 a 2022. Nesse intervalo, o país ganhou 5.954,99 quilômetros quadrados (km²) de malha urbanizada, isto é, uma área praticamente do tamanho do Distrito Federal (5.760 km²).
Os dados de 2022 são os mais recentes disponíveis e revelam que o país tinha 53.925 quilômetros quadrados de área urbanizada, o que representa apenas 0,6% de todo o território brasileiro. É como se toda a área urbanizada do país ocupasse o tamanho da Paraíba (56,5 km²).
Os dados fazem parte do levantamento Áreas Urbanizadas do Brasil, divulgado nesta terça-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O instituto chegou às informações com base em interpretação de imagens de satélite. Por questões de metodologia, a única comparação possível é com os dados de 2019.
A analista da pesquisa, Andressa Rosas de Menezes, ressalta que o estudo não apresenta dados sobre número de população nas áreas mapeadas nem crescimento vertical das áreas.
“A gente olha telhados, a gente vê de cima. Então essa pesquisa não traz nenhuma informação de verticalização”, diz.
Veja como o IBGE detalha a extensão urbana do país:
Outra classificação feita pelo instituto é relacionada à densidade das áreas urbanizadas:
A analista da pesquisa aponta que os objetivos do estudo são mapear e medir as formas urbanas e a sua distribuição em todo o território nacional, de forma a acompanhar a evolução do fenômeno urbano.
“Isso possibilita retratar e projetar a distribuição da urbanização, fornecendo dados essenciais para o planejamento urbano para a implementação de políticas públicas e impactando análise de questões como mobilidade, habitação e sustentabilidade”, destaca.
O levantamento identificou a concentração da ocupação urbana em municípios costeiros. Essas cidades ocupam 5,02% do território do país, mas representam 19,5% de toda a área urbanizada.
No outro extremo, a Amazônia Legal (abrange os estados de Rondônia, do Acre, Amazonas, de Roraima, Pará, Amapá, Tocantins, de Mato Grosso e a maior parte do Maranhão) ocupa 59,11% da área do país, mas apenas 14,27% da extensão urbanizada.
“Podemos notar uma forte concentração da urbanização no litoral brasileiro”, assinala Andressa Rosas.
Ela completa a análise destacando que, na faixa de fronteira e no interior do país, a ocupação é “mais rarefeita”. Ela acrescenta que a urbanização acompanha os principais eixos rodoviários do país.
O IBGE revelou também que metade da área urbanizada (50,35%) está em cinco estados: São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Bahia.
Apesar de não constar na lista das maiores áreas, o Distrito Federal figura como unidade da Federação com maior proporção de área urbanizada: 11,5% de seu território. De acordo com a analista, isso acontece por causa da “extensão diminuta do território e pelo planejamento coordenado para a urbanização e integração do interior brasileiro”. Na outra ponta, Amazonas tem apenas 0,05% de superfície urbanizada.
Ao classificar as cidades pelo tamanho de área urbana, a pesquisa mostra que, das dez maiores extensões, apenas a última, Campinas, no interior paulista, não é capital.
| Cidades com maiores superfícies urbanizadas | Área |
| 1. São Paulo | 922,41 km² |
| 2. Brasília | 662,54 km² |
| 3. Rio de Janeiro | 644,36 km² |
| 4. Curitiba | 338,41 km² |
| 5. Goiânia | 312,71 km² |
| 6. Manaus | 287,18 km² |
| 7. Belo Horizonte | 279,09 km² |
| 8. Fortaleza | 254,91 km² |
| 9. Campo Grande | 254,29 km² |
| 10. Campinas (SP) | 253,56 km² |
O instituto calculou também quais cidades têm maior proporção de área urbanizada. Em todo o país, 20 municípios têm mais de 60% do território ocupado pela urbanização, sendo 11 no estado de São Paulo:
| Cidades com maiores proporções de superfícies urbanizadas | Área urbanizada |
| 1. São Caetano do Sul (SP) | 100% |
| 2. São João de Meriti (RJ) | 99,99% |
| 3. Olinda (PE) | 96,36% |
| 4. Carapicuíba (SP) | 94,29% |
| 5. Osasco (SP) | 93,38% |
| 6. Taboão da Serra (SP) | 91,44% |
| 7. Diadema (SP) | 89,63% |
| 8. Belo Horizonte | 84,23% |
| 9. Jandira (SP) | 82,61% |
| 10. Poá (SP) | 82,51% |
| 11. Fortaleza | 81,61% |
| 12. Belford Roxo (RJ) | 79,66% |
| 13. Curitiba | 77,81% |
| 14. Mauá (SP) | 69,99% |
| 15. Barueri (SP) | 66,30% |
| 16. Recife | 66,02% |
| 17. Hortolândia (SP) | 62,44% |
| 18. Ferraz de Vasconcelos (SP) | 61,28% |
| 19. São Paulo | 60,64% |
| 20. Natal | 60,34% |
Para Andressa Rosas, as áreas urbanizadas do Brasil apresentam dinâmicas heterogêneas que demandam “respostas integradas por meio do monitoramento geoespacial, além de indicadores socioambientais, no sentido de orientar políticas públicas de ordenamento territorial”.
AGÊNCIA BRASIL
BRASÍLIA/DF - O Brasil registrou queda de 30% nas mortes por malária em 2025. Os óbitos passaram de 56 em 2024 para 39 no ano passado. Além disso, os casos da forma mais grave da doença caíram 30,7%.
Os 118.037 registros da doença contraídos no território nacional no mesmo período representam um recuo de 15% em relação a 2024 e são o menor número desde 1978.
“Chegamos à menor taxa de casos de malária dos últimos 47 anos na nossa história”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, nesta segunda-feira (17), após participar do 61º Congresso da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (MedTrop), em Brasília.
Os números resultam do início da oferta da tafenoquina no Sistema Único de Saúde (SUS), usado em dose única desde 2024 para prevenir novas manifestações da malária, como também, com a ampliação do diagnóstico, além da oferta de testes e tratamento adequado.
A tafenoquina, considerada pelo ministério como um dos principais avanços nos tratamentos disponíveis no SUS, foi incorporada em 2023 para pacientes adultos com 16 anos ou mais e peso de 35 quilos ou mais. O medicamento usado em dose única tem ação prolongada e ajuda a evitar que a doença volte a se manifestar.
Até junho de 2026, a tafenoquina foi incluída no tratamento de mais de 33,7 mil pessoas. Entre os pacientes, 3.920 dos tratamentos foram registrados em Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs).
“[Em 2025] tivemos redução de mais de 40% de redução em terra indígena, mais de 40% de malária em áreas de assentamento rural e em assentamentos na região amazônica brasileira, que é uma das maiores em incidência de casos de malária. O Brasil passa a ser o primeiro país do mundo a incorporar a tafenoquina, que é uma nova medicação para o tratamento da malária”, informou o ministro.
Conforme os dados do Ministério da Saúde, no Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Yanomami 1.515 pessoas receberam tratamento com o medicamento. Segundo o Ministério da Saúde, entre março e junho de 2026, as recaídas de malária caíram 61,9% em relação ao mesmo período de 2025.
Entre janeiro e julho, os casos da doença diminuíram 55%, passando de 17 mil para 7,6 mil, na comparação com o mesmo período do ano anterior.
Segundo o ministro, o território Yanomami foi a primeira área indígena em que foi aplicado o medicamento no tratamento contra a malária.
“Conseguimos felizmente interromper o verdadeiro genocídio que acontecia no povo Yanomami. Tivemos redução de mais de 50% nos casos de malária no território Yanomami e mais de 70% nos óbitos por malária. Isso não só com as ações combinadas contra a malária, mas com a recuperação nutricional daquele povo”, disse Padilha.
A tafenoquina também está disponível em uma formulação destinada a crianças a partir de 2 anos e com peso mínimo de 10 quilos, desde março de 2026. Até junho, 1.446 crianças e adolescentes receberam este tratamento no país.
Padilha disse ainda que também está havendo um reforço de vacinação contra o sarampo em todo o Brasil após o registro de 38 casos importados da doença identificados em São Paulo, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Tocantins. “Nesse momento temos reforçado a vacinação de sarampo em todo o Brasil”, comentou.
“Não à toa em 2024, o Brasil recuperou o certificado de país livre de sarampo. Em 2025, mesmo com os 38 casos importados, por causa da vacinação não perdemos o certificado [o certificado de país livre de sarampo]”, relatou.
Conforme o ministro, em 2019 o Brasil perdeu o certificado por falta de ações de controle da doença que resultaram em casos de sarampo em Guarulhos, São Bernardo e São Paulo. A capital, segundo ele, chegou a ter 20 mil registros naquele momento. Nessas cidades, a faixa vacinal foi ampliada.
“Em São Paulo, Guarulhos e São Bernardo estamos vacinando todos a partir de 6 meses a 59 anos independente se foram vacinados ou não ou de checar a carteira de vacinação. Já ultrapassamos 70 mil pessoas vacinadas na cidade de São Paulo”, afirmou.
Padilha informou que os casos importados de sarampo nas três cidades tinham cepas que circularam nos Estados Unidos e no Canadá. “O continente americano desde 2025 vem tendo uma explosão de casos na América do Norte. Os Estados Unidos, Canadá e México são responsáveis por mais de 75% dos casos no continente americano”, concluiu.
AGÊNCIA BRASIL
Estrutura permitirá atendimento com mais segurança e dignidade, além de fortalecer ações de identificação, vacinação e controle populacional.
ARARAQUARA/SP - Em uma visita ao complexo da GCM na segunda-feira (17), o prefeito Dr. Lapena conheceu as instalações da futura clínica veterinária da Subsecretaria do Bem-Estar Animal. O espaço será destinado ao atendimento de animais comunitários de Araraquara.
Durante a inspeção, o prefeito foi acompanhado pelo secretário do Meio Ambiente, Cel. Alexandre dos Santos, que pôde explicar quais são os planos de ampliação do Bem-Estar Animal para este ano.
A unidade terá 60 metros quadrados. Contará com três ambulatórios, sala de espera, três banheiros e ambientes climatizados. A previsão é de que o consultório comece a funcionar em setembro.
Hoje, fiscais e veterinários realizam parte dos atendimentos nas ruas, sob sol ou chuva e, muitas vezes, durante a noite. A nova estrutura dará melhores condições de trabalho às equipes e mais conforto aos animais.
O consultório fará o atendimento inicial e procedimentos de menor complexidade. Casos que exigirem cirurgias ou intervenções avançadas serão encaminhados para serviços terceirizados. O espaço também deverá apoiar o serviço de plantão em situações de emergência.
A unidade poderá receber ainda campanhas de vacinação contra a raiva, em parceria com a Zoonoses. O local fica na avenida Bento de Abreu, 1.172, onde funcionam várias secretárias, em uma área de fácil acesso para a população.
A nova estrutura também será integrada ao programa SED — Captura, Esteriliza e Devolve. Animais comunitários poderão ser encaminhados ao consultório para identificação e acompanhamento.
Outra novidade será a implantação de coleiras refletivas com QR Code. O dispositivo permitirá consultar informações do animal e terá a identificação oficial da Prefeitura, além da indicação de venda proibida.
A coleira também terá uma função de segurança. Por ser refletiva, ajudará motoristas, ciclistas e pedestres a reconhecerem, especialmente à noite, que aquele cão pertence à comunidade e é acompanhado pelo poder público.
Araraquara possui cerca de 2 mil animais comunitários identificados por microchip. Como o chip é interno, porém, não pode ser reconhecido visualmente. A coleira será uma forma simples de tornar essa identificação visível.
A proposta reúne cuidado, organização e segurança. É uma nova etapa para que animais que vivem nas ruas, mas pertencem à vida das comunidades, recebam atenção e respeito.
IBATÉ/SP - A Polícia Militar e a Guarda Civil Municipal de Ibaté realizaram, durante o último final de semana, operações conjuntas com foco na fiscalização de motocicletas e veículos envolvidos em condutas irregulares que incomodam a população e podem colocar em risco a segurança de motoristas, motociclistas e pedestres.
As ações aconteceram em locais e horários variados, com atenção especial para situações como manobras perigosas, circulação em velocidade incompatível com a via e utilização de motocicletas com escapamentos com descarga livre, entre outras irregularidades.
Durante as operações, diversos veículos e seus respectivos condutores foram fiscalizados. Como resultado, cinco motocicletas e dois automóveis foram recolhidos, além da lavratura de 16 autuações.
Segundo o secretário adjunto de Segurança Pública e Defesa Social e autoridade municipal de Trânsito, Tenente Marco Aurélio Ferreira, as operações têm papel importante tanto na fiscalização quanto na prevenção de acidentes e na melhoria da segurança da população.
“Esse tipo de operação, além de gerar forte impacto na segurança pública dos locais onde ocorre, pela presença policial ostensiva, coíbe a prática de infrações que geram risco de vida aos que as praticam, aos demais condutores e pedestres. Também inibe aquelas condutas que provocam barulhos excessivos e incomodam a população como um todo”, destacou Marco Aurélio.
Ação rápida da equipe permitiu localizar o veículo e restituí-lo ao proprietário poucas horas após o furto
BROTAS/SP - A Polícia Militar recuperou, na noite desta terça-feira (18), uma motocicleta furtada e realizou a prisão em flagrante de um homem no bairro Lagoa Dourada, em Brotas.
A equipe da 2ª Companhia do 37º BPM/I foi acionada pelo Comando de Força Patrulha para atender a ocorrência. No endereço indicado, a vítima informou aos policiais que havia saído de sua residência por volta das 19h e, ao retornar, aproximadamente às 22h, percebeu que sua motocicleta Honda CG, de placa DTG-6D61, havia sido retirada do quintal.
Durante a verificação, a vítima também constatou o desaparecimento de R$ 100,00 em dinheiro que estava guardado dentro da residência.
As informações obtidas no local indicaram que um indivíduo teria saído com a motocicleta. Com base nas características e nas informações levantadas, a equipe intensificou as diligências e localizou o veículo nas proximidades da residência, sendo abordado o suspeito que estava em sua posse.
Nada de ilícito foi encontrado durante a busca pessoal. Diante dos elementos reunidos e da localização do bem subtraído, os policiais deram voz de prisão ao indivíduo, que foi informado de seus direitos constitucionais. Não houve necessidade do emprego de algemas.
O suspeito e a motocicleta foram encaminhados ao Plantão Policial de Rio Claro. Após analisar os fatos apresentados, o delegado ratificou a prisão em flagrante pelo furto e determinou a restituição da motocicleta ao proprietário.
RIBEIRÃO PRETO/SP - A Banda Eva escolheu o RP Folia, em Ribeirão Preto, para lançar sua nova música de trabalho, uma das apostas para o Carnaval de 2027. A novidade chega ao público no dia 26 de setembro, durante a 4ª edição da micareta, que marcará também o último show de Felipe Pezzoni na cidade à frente do grupo.
Ainda em produção, a canção terá outros detalhes revelados mais próximo de seu lançamento e ganha um significado especial por estrear em Ribeirão Preto. Foi na cidade que Pezzoni fez sua primeira micareta como vocalista da Banda Eva, em 2013, criando uma conexão entre o início de sua passagem pelo grupo e sua participação no RP Folia deste ano.
“Vamos levar para o trio tudo o que vivemos ao longo de quase 14 anos, com um repertório especial, além de apresentar a música que será a aposta para meu último Carnaval à frente do Eva”, adianta Pezzoni.
Com mais de 45 anos de história, a Banda Eva ajudou a consolidar o axé e a popularizar as micaretas pelo país. Felipe Pezzoni assumiu os vocais em 2013 e completa quase 14 anos à frente do grupo. O cantor se despedirá do grupo após o Carnaval 2027.
Para Cristiano Rezende, um dos organizadores do RP Folia, a presença da Banda Eva ganha um significado ainda maior nesta edição. “Muita gente cresceu ouvindo essas músicas e viveu micaretas que ficaram na memória. Receber o Felipe e seus companheiros em uma fase tão simbólica dessa caminhada torna este ano muito especial também para nós”, afirma.
Além da Banda Eva, a 4ª edição do RP Folia terá shows de Durval Lelys e Tomate. O evento integra o circuito do Folianópolis e acontece no dia 26 de setembro, no Estádio Palma Travassos, em Ribeirão Preto, com expectativa de reunir mais de 7 mil foliões de diferentes partes do Brasil. Os ingressos estão disponíveis na plataforma Blueticket e na Bodytech do Shopping Iguatemi Ribeirão Preto.
Programe-se
RP Folia 2026
Data : 26 de setembro
Local : estádio Palma Travassos
Ingressos : www.blueticket.com.br/evento/40708?c=bio e Bodytech do Shopping Iguatemi Ribeirão Preto
Atrações : Durval Lelys, Banda Eva e Tomate
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