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Radio Sanca Web TV - Quarta, 21 Janeiro 2026

EUA - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira (21) que não quer usar a força para tomar a Groenlândia, mas começar negociações imediatas para ter a posse do território autônomo que a Dinamarca diz que não está à venda.

Ele fez a afirmação no seu esperado discurso no Fórum Econômico Mundial em Davos (Suíça). Ele comentava sua investida sobre a ilha ártica, que novamente chamou de um ativo indispensável parar a segurança dos EUA em caso de um conflito com a Rússia ou a China. "Qualquer guerra seria travada lá", disse.

"Tudo o que eu peço é um pedaço de gelo. É bem menos do que recebemos ao longo dos anos. Nós demos à Otan muito, e não recebemos nada de volta", disse Trump sobre a Otan, aliança militar ocidental criada pelos EUA em 1949, da qual a Dinamarca é membro fundador.

O republicano lembrou que os EUA ocuparam a ilha quando os nazistas tomaram a Dinamarca, em 1940, devolvendo o território a Copenhague ao fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945. "Foi estúpido", disse Trump, dizendo que "a Dinamarca foi ingrata".

Em 1946, a Casa Branca tentou comprar a ilha, mas a proposta foi rejeitada pelos europeus. "Só queremos esse pedaço de gelo. Se vocês aceitarem, vamos gostar. Se não, vamos nos lembrar", afirmou, depois de negar que a ação vise minar a Otan.

 

 

por Folhapress

Publicado em Política

SÃO PAULO/SP - Muito mais do que um lançamento musical, a Violada BeD se consolidou como um dos projetos mais fortes e autênticos da trajetória de Bruninho & Davi. Criada para traduzir a essência da dupla, a label vem ganhando cada vez mais espaço pelo Brasil e encerrou 2025, além de abrir 2026, com shows marcantes e grande resposta do público.

Lançado no final de outubro de 2025, o EP “Violada BeD – Ao Vivo em Jundiaí”, com quatro faixas, nasceu dentro desse movimento e representa a energia levada aos palcos em cada edição da label. O projeto carrega a atmosfera intimista, vibrante e verdadeira que se tornou a marca registrada da Violada, aproximando ainda mais a dupla dos fãs.

O sucesso da label ficou evidente nos shows realizados no fim de 2025, com destaque para a edição especial de Natal, em dezembro, que movimentou o Varanda Estaiada, uma das maiores casas de shows de São Paulo. Na sequência, o projeto também passou por Itajaí, em Santa Catarina, celebrando o encerramento do ano em clima de festa, conexão e muita música boa.

Já em 2026, Bruninho & Davi abriram o ano com a agenda de verão em grande estilo, levando a Violada para Ilhabela, no Sea Club, e depois para um dos destinos mais paradisíacos do Brasil: Fernando de Noronha. No Noronhar, considerado o melhor pós-Réveillon do país, os artistas apostaram em muita energia boa e conquistaram novos públicos, reforçando a força do projeto também no início do ano.

“A Violada representa muito a nossa história. É onde a gente consegue ser exatamente quem somos no palco, cantando músicas que fazem parte da nossa vida e sentindo o público muito perto. Ver esse projeto crescer, viajar e ser tão bem recebido é especial demais”, comenta Bruninho.

Para Davi, a label vai além do formato de show: “A Violada nasceu do desejo de criar uma experiência. Cada edição tem uma energia única, e o público faz parte disso. Encerrar um ano tão intenso e começar outro já com a Violada rodando é a prova de que estamos no caminho certo”.

Além de celebrar uma fase positiva, a dupla já projeta novas edições da Violada ao longo de 2026, levando o projeto para diferentes cidades do país. A label segue como um dos pilares da carreira de Bruninho & Davi, unindo repertório, identidade e uma conexão genuína com o público.

O EP “Violada BeD – Ao Vivo em Jundiaí” está disponível em todas as plataformas digitais e soma números expressivos. A querida “Depois de Você”, faixa foco do projeto, já é considerada um sucesso, com mais de 14 milhões de streams. O projeto reforça o potencial da label dos cantores e marca o início de um ano espetacular para Bruninho & Davi.

Publicado em Pop & Arte

SÃO PAULO/SP - São Paulo registrou queda de 4,17% no preço da cesta básica de alimentos no segundo semestre de 2025, saindo de R$ 865,9 em julho para R$ 845,95 em dezembro – valor R$ 19,95 menor ao fim do ano. O balanço das 27 capitais foi divulgado nesta terça-feira, 20 de janeiro, pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O resultado coloca São Paulo como a terceira cidade com maior redução no custo da cesta básica em todo o Sudeste no período.
 

O levantamento integra a Análise Mensal da Pesquisa Nacional de Preço da Cesta Básica de Alimentos, realizada pela Conab e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Firmada oficialmente em 20 de agosto do ano passado, a parceria entre os órgãos passou a acompanhar os preços em todas as 27 capitais brasileiras.
 

ITENS ESSENCIAIS – Em São Paulo, a redução foi puxada principalmente pela queda expressiva nos preços de itens essenciais. O tomate apresentou recuo de 27,80%, seguido pela batata (-21,26%) e pelo arroz (-16,97%). Também tiveram diminuição relevante os preços do óleo (-13,75%) e da farinha (-11,57%).
 

Esses resultados contribuíram diretamente para aliviar o orçamento das famílias paulistanas, especialmente aquelas em situação de maior vulnerabilidade social, para as quais a alimentação representa parcela significativa da renda mensal.
 

 POLÍTICA AGRÍCOLA E ABASTECIMENTO – De acordo com o presidente da Conab, Edegar Pretto, a queda generalizada no preço da cesta básica em todas as capitais reflete os efeitos positivos da política agrícola do Governo do Brasil. “Essa queda generalizada é fruto dos investimentos que o Governo do Brasil vem fazendo no setor agropecuário brasileiro, aumentando a produção de alimentos para o consumo interno nacional”, afirmou.
 

Segundo Pretto, os Planos Safra — tanto o empresarial quanto o da Agricultura Familiar — vêm registrando valores recordes, com ampliação do crédito e juros subsidiados. “O efeito é a maior safra da série histórica, o que se traduz em mais comida disponível e preços mais acessíveis para a população”, destacou.

 


Redução do preço no período chegou a -9,08%, em Boa Vista (RR), por exemplo

 

CAPITAIS – Campeã em queda de preço entre as capitais, Boa Vista (RR) teve redução de 9,08% no valor da cesta básica de alimentos, no acumulado dos últimos seis meses do ano passado, com o preço passando de R$ 712,83 em julho, para R$ 652,14 em dezembro – valor R$ 60,69 menor no fim no ano. Logo atrás ficou Manaus (AM), com diminuição de 8,12% no preço, saindo de R$ 674,78 para R$ 620,42, ou seja, custo R$ 54,36 a menos no último mês do ano. Fechando o ranking, Fortaleza (CE) ocupa o terceiro lugar, com queda de 7,90%, com cestas que custavam R$ 738,09 em julho e chegaram a R$ 677 em dezembro – R$ 61,09 mais baratas. Na ponta contrária da tabela, estão Belo Horizonte (MG), Macapá (AP) e Campo Grande (MS) com quedas de 1,56%, 2,10% e 2,16%, respectivamente, no agrupado do período.
 

REGIÕES – Boa Vista lidera o cenário no Norte, assim como Fortaleza no Nordeste do país. Já no Centro-Oeste, Brasília é a recordista em declínio de preço da cesta, com variação de -7,65% nos últimos seis meses de 2025. No Sul, a capital mais bem colocada é Florianópolis, que teve redução de -7,67% no valor do conjunto de produtos. Por fim, Vitória (ES) é a capital vencedora no Sudeste do país, com redução de -7,05% no preço da cesta básica de alimentos no compilado das pesquisas da última metade do ano passado.
 

PARCERIA – A coleta de preços de alimentos básicos foi ampliada de 17 para 27 capitais brasileiras, resultado da parceria entre a Conab e o Dieese. A iniciativa reforça a Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional e a Política Nacional de Abastecimento Alimentar. Os primeiros resultados da Análise Mensal da Pesquisa Nacional de Preço da Cesta Básica de Alimentos com todas as capitais começaram a ser divulgados em agosto de 2025.

 

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República 

Publicado em Economia

Investimento federal superior a R$ 2 milhões moderniza estrutura, fortalece urgência e consolida unidade como referência regional

 

ARARAQUARA/SP - A Prefeitura de Araraquara entregou oficialmente, na manhã de terça-feira (20), as obras de reforma e ampliação da Unidade de Pronto Atendimento Amélia Bernardini Cultrale, a UPA Central. A solenidade ocorreu na área externa da UPA, na Vila Velosa, e reuniu autoridades municipais, estaduais e federais, além de vereadores, secretários e representantes da área da saúde.

A intervenção integra um pacote de 24 obras voltadas ao fortalecimento da rede pública de saúde do município, viabilizadas com recursos do Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde. O investimento de 2.882.265,98 resultou em uma requalificação completa da unidade, tanto do ponto de vista estrutural quanto funcional.

Entre as principais melhorias estão a criação de uma nova área de emergência, com abrigo adequado para a parada de ambulâncias, e a ampliação da observação pediátrica, que agora conta também com espaço específico para isolamento. A antiga sala de emergência foi convertida em sala de medicação, enquanto as áreas de espera, tanto para adultos quanto para crianças, foram ampliadas. No espaço externo, foram construídos um novo setor administrativo e um edifício destinado à equipe do Samu. Além disso, toda a unidade passou por troca de acabamentos, pintura interna e externa e substituição completa da cobertura.

A mesa de honra foi composta pela assessora da FunGota, responsável pela UPA Central, Gislaine Guimarães, anfitriã do evento; pela superintendente estadual do Ministério da Saúde em São Paulo, Cláudia Maria Afonso de Castro, que representou o ministro Alexandre Padilha; pelo prefeito de Araraquara, Dr. Lapena; pelo vereador Marcão da Saúde; pelo Presidente da Câmara Municipal, Rafael de Angeli; pela deputada estadual Thainara Faria; pela vice-prefeita e secretária municipal de Desenvolvimento Social, Meire Laurindo; pela secretária municipal de Saúde, Emanuelle Laurenti; pela diretora executiva da FunGota, Graziele Farias de Almeida; pelo secretário municipal de Obras e Serviços Públicos, Valter Rozatto, o “Laxixa”; pelo responsável pela empresa executora da obra, Ramon Aguilera, Fabiano Alonso; pelo ex-prefeito e ex-deputado Marcelo Barbieri; e por Joaquim Eduardo Macieira, representando a família da homenageada que dá nome à unidade.

Em sua fala, Cláudia Maria Afonso de Castro destacou o papel da cooperação entre os entes federativos para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde. 
“A saúde pública no Brasil se constrói de forma tripartite, com a atuação integrada dos governos federal, estadual e municipal. Quando essa parceria funciona, quem ganha é a população. A entrega desta UPA revitalizada é um exemplo concreto de como o investimento público bem direcionado se traduz em cuidado, dignidade e acesso”, afirmou, completando o discurso em nome do ministro Alexandre Padilha ao reforçar o compromisso do Ministério da Saúde com a ampliação e qualificação da rede de urgência e emergência no país.

O prefeito Dr. Lapena ressaltou o caráter coletivo da conquista e fez questão de reconhecer o trabalho desenvolvido ao longo de diferentes gestões. 
“Essa obra não começou agora e não pertence a um único governo. Ela é resultado do esforço contínuo de servidores, técnicos, gestores e do apoio do Governo Federal em diferentes momentos. Hoje entregamos à cidade uma UPA mais moderna, segura e preparada, reafirmando nosso compromisso com a vida e com o atendimento humanizado”, declarou.

Com capacidade para atender cerca de 15 mil pacientes por mês, a UPA Central dispõe de equipe assistencial multidisciplinar, formada por médicos clínicos, pediatras, ortopedista e emergencista, além de enfermeiros, técnicos de enfermagem, assistente social e profissionais das áreas administrativa, de apoio, transporte e limpeza. A unidade também oferece atendimento odontológico de segunda a sexta-feira, das 18h à meia-noite, e em regime de plantão 24 horas aos finais de semana e feriados.

Referência regional, a UPA Central é especializada no atendimento a acidentes com animais peçonhentos, contemplando pacientes de todas as faixas etárias. Com a conclusão das obras, a unidade passa a operar com melhores condições de trabalho para os profissionais e mais conforto e segurança para os usuários, reforçando seu papel estratégico na rede de saúde de Araraquara e da região.

Publicado em Araraquara

IBATÉ/SP - Uma movimentação considerada fora do padrão chamou a atenção da Guarda Municipal durante patrulhamento noturno no Jardim Cruzado, em Ibaté. O episódio foi registrado às 22h40 desta segunda-feira (20), na Rua Borborema.

Segundo a Guarda, um homem que caminhava pela via portando uma bolsa e uma pochete demonstrou nervosismo ao avistar a viatura e saiu em disparada. Durante a fuga, ele arremessou uma sacola em uma caixa de papelão próxima a um carro estacionado e tomou rumo desconhecido.

Apesar das buscas realizadas na sequência, o suspeito não foi encontrado. No entanto, ao retornar ao ponto onde a sacola havia sido descartada, os agentes localizaram drogas e dinheiro.

No interior do invólucro havia porções de maconha, cocaína e “ice”, além de R$ 343,75 em espécie, valor que, segundo a corporação, pode estar relacionado à venda de entorpecentes.

O material apreendido foi apresentado no Plantão Policial para as providências legais. O caso segue sob apuração, e o autor ainda não foi identificado.

Publicado em Ibaté

BRASÍLIA/DF - O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, afirmou, nesta quarta-feira (25), que o fim da escala de seis dias de trabalho por um de folga (6x1) no Brasil deve levar ao aumento da produtividade da economia do país. Em entrevista ao programa Bom dia, Ministro, do Canal Gov, ele defendeu a redução de jornada para os trabalhadores e deu exemplos de empresas que já adotaram novos regimes de trabalho.

Segundo Boulos, um estudo da Fundação Getulio Vargas, em 2024, envolvendo 19 empresas que reduziram a jornada de trabalho apontou aumento de receita de 72% delas e de cumprimento de prazos em 44%. “Estão reduzindo mesmo sem a legislação”, destacou.

“E por que aumenta a produtividade? Com seis dias de trabalho, um de descanso - e às vezes esse um, principalmente para as mulheres, é para fazer serviço de cuidado em casa - quando essa pessoa chega ao trabalho, ela já está cansada. Quando esse trabalhador ou trabalhadora está mais descansado, o resultado é que ele vai trabalhar melhor. Então, o que a gente sustenta é baseado em dados”, afirmou.

O ministro contou ainda que a empresa Microsoft, no Japão, adotou a escala 4 por 3 e teve aumentou de 40% na produtividade individual do trabalhador. Boulos também deu exemplo de outros países.

“A Islândia em 2023 reduziu para 35 horas [semanais], com jornada 4 por 3. Sabe o que aconteceu? A economia da Islândia cresceu 5% e a produtividade do trabalho aumentou 1,5%. Nos Estados Unidos, houve uma redução média de 35 minutos de trabalho por dia nos últimos três anos. Não foi uma lei, isso aconteceu pela própria dinâmica do mercado e aumentou em média 2% da produtividade”, disse.

Segundo Boulos, a baixa produtividade da economia é um dos argumentos de quem é contra a mudança na escala de trabalho.

“Se a produtividade é baixa e você não quer deixar um tempo para o trabalhador fazer um curso de qualificação, como é que vai aumentar a produtividade?”, questionou.

“Aliás, uma parte importante de uma produtividade menor que a média no Brasil não é responsabilidade do trabalhador, é do setor privado que não investe em inovação e tecnologia. Quase todo o investimento em inovação, tecnologia e pesquisa no Brasil é do setor público. O setor privado brasileiro é um dos que menos investe, proporcionalmente aos países no mesmo patamar”, argumentou.

A proposta defendida pelo governo é a redução das atuais 44 horas semanais de trabalho para 40 horas semanais, sem redução de salário, em um regime de, no máximo, cinco dias de trabalho por dois de folga (6x1). A medida deve incluir ainda um período de transição e compensações para micro e pequenas empresas.

“Essa é a proposta que está sendo desenhada para todos os setores da economia no Brasil, por uma questão de dignidade dos trabalhadores”, disse Boulos, destacando que há um avanço na discussão com o Congresso para que o tema seja votado ainda neste semestre.

Em fevereiro do ano passado, foi protocolada na Câmara dos Deputados a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 8/2025 que acaba com a escala 6x1. A PEC estabelece a jornada de trabalho de, no máximo, 36 horas semanais e 4 dias de trabalho por semana, mas há outras propostas no Congresso que tratam da redução de jornada.

Juros

O projeto sofre resistência de setores empresariais que também alegam que a medida levaria ao aumento dos custos operacionais das empresas com a contratação de mais trabalhadores. Para Boulos, há um super dimensionamento do custo da redução de escala de trabalho, mas que para os pequenos será discutido um modelo de adaptação.

O ministro da Secretaria-Geral criticou os juros altos no Brasil e afirmou que isso pressiona mais o setor produtivo.

“Muitas vezes, esses pequenos negócios estão endividados por essa taxa de juro escorchante [abusiva], de agiotagem, que a gente tem no Brasil”, afirmou.

Uns dos instrumentos para controlar a inflação é a taxa básica de juros (a Selic), definida atualmente em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.

Mesmo com o recuo dos preços, a Selic está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. Após chegar a 10,5% ao ano em maio de 2024, a taxa começou a ser elevada em setembro de 2024. A Selic chegou a 15% ao ano na reunião de junho do ano passado, sendo mantida nesse nível desde então.

“Já passou da hora de reduzir essa taxa de juros, porque 15% de juros nenhum trabalhador aguenta e nenhum empresário aguenta. Como é que você vai aumentar o investimento? Como é que você vai arrumar capital de giro com esse custo do dinheiro? Não tem o menor cabimento. Então, parte do problema que vai aliviar os pequenos, os médios e, nesse caso, até os grandes empresários do Brasil é a redução da taxa de juros escorchante e injustificável”, argumentou.

A próxima reunião do Copom ocorre em 27 e 28 de janeiro. Em comunicado, na última reunião em dezembro, o colegiado não deu pistas de quando deve começar a cortar os juros. O BC informou que o cenário atual está marcado por grande incerteza, que exige cautela na política monetária, e que a estratégia da instituição é manter a Selic neste patamar por bastante tempo.

 

AGÊNCIA BRASIL

Publicado em Política

EUA - O assassinato de Christine Banfield, ocorrido em fevereiro de 2023, está no centro de um julgamento que expôs detalhes íntimos e perturbadores da relação entre os acusados. A brasileira Juliana Peres Magalhães e o ex-agente do FBI Brendan Banfield são acusados de planejar a morte da esposa dele para manterem um relacionamento amoroso. Nesta semana, durante o julgamento na Virgínia, nos Estados Unidos, promotores apresentaram novas provas, incluindo fotos publicadas pela própria Juliana nas redes sociais antes do crime.

As imagens mostram Juliana e Brendan em momentos de intimidade, como registros em uma banheira, aparentemente nus. Em uma das fotos, datada de 30 de dezembro de 2022, a brasileira cobre o rosto do amante com um emoji e escreve na legenda: “Aí gente, tô muito cu****. Apaixonadinha desde julho do ano passado”. Em outro registro semelhante, também feito em uma banheira, o rosto de Brendan aparece claramente. Não foi informado se as duas imagens foram feitas no mesmo dia.

 

 

por Notícias ao Minuto

Publicado em Policial

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