fbpx

Acesse sua conta de usuário

Nome de usuário *
Senha *
Lembrar de mim
Radio Sanca Web TV - Domingo, 07 Outubro 2018

São Paulo/SP - O governador de São Paulo e candidato à reeleição, Márcio França (PSB), afirmou neste domingo (7) que, ao contrário de sua vice, a coronel Eliane Nikoluk (PR), não apoiaria Jair Bolsonaro (PSL) no segundo turno nem votaria nele.

Nikoluk, vice de Márcio França, admitiu voto em Bolsonaro “para fazer frente ao PT”.

O governador fez as afirmações em uma rede social, em resposta a seguidores que o interpelavam sobre sua posição.

“Ele [Bolsonaro] não terá meu apoio nem meu voto. Olhe meu passado. Sou fundador do PSB meu único partido na vivida inteira”, escreveu França.

Publicado em Arquivados

São Paulo/SP - O candidato do PSDB ao governo de São Paulo, João Doria, que disputará o segundo turno com Márcio França (PSB), declarou neste domingo (7) apoio ao deputado federal Jair Bolsonaro no segundo turno da eleição presidencial.

"Afirmo o meu apoio a Jair Bolsonaro na disputa do segundo turno das eleições presidenciais, pelo motivo de o PT estar representado pelo fantoche Fernando Haddad", afirmou o tucano durante discurso nesta noite na capital paulista.

Com 99,84% das urnas apuradas, Doria liderava a disputa com 6.397.891 votos, seguido por Márcio França (PSB), que tinha 4.341.991 votos e também avançou ao segundo turno, que acontece em 28 de outubro. O empresário Paulo Skaf, do MDB, ficou fora do segundo turno ao receber 4.253.667 votos.

Doria cumprimentou todos os adversários da disputa estadual e destacou sua liderança na votação no interior, na região metropolitana e na capital paulista. Na sequência, ele já abriu o confronto com seu adversário no segundo turno.

"Quero dizer ao Márcio França que ele vai enfrentar no segundo turno um guerreiro", afirmou. "Quero dizer ao Márcio França que a mesma índole que me motivou a sair do setor privado e vir para a vida pública para combater o PT, o petismo, o esquerdismo e as vigarices que fizeram contra a pátria brasileira, contra os brasileiros, quero dizer que a mesma índole e a mesma força e mesma determinação terei para enfrentar e vencer o Márcio frança no segundo turno", continuou.

 

*Por: Diego Junqueira, do R7

Publicado em Arquivados

São Paulo/SP - O mapa do Brasil ficou novamente dividido em dois na apuração do primeiro turno das eleições presidenciais de 2018. De um lado, Jair Bolsonaro, o primeiro colocado, venceu em 17 Estados - em todos das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste e na maior parte da região Norte. De outro, Fernando Haddad, em segundo lugar, liderou em 8 dos 9 Estados do Nordeste e no Pará, no Norte.

O único Estado do país que ficou fora dessa polarização foi o Ceará, onde Ciro Gomes ficou em primeiro lugar.

Esta é a quarta eleição presidencial seguida em que o mapa do Brasil fica dividido entre duas cores. Até 2002, a maioria dos Estados votava de forma semelhante.

Já a partir de 2006, quando o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva disputou a reeleição, as regiões passaram a votar de forma diferente. Naquele ano, o PT liderou em todo o Nordeste, parte da região Norte, Minas Gerais e Rio de Janeiro, entre outros. Já o PSDB esteve à frente em São Paulo, no Centro-Oeste e em parte do Sul e do Norte. Em linhas gerais, esse padrão se manteve até 2014.

A principal diferença neste ano foi a substituição do PSDB pelo PSL, partido ao qual Jair Bolsonaro se filiou em março. A segunda mudança mais importante foi a redução da área de influência do PT. Nas eleições de 2014, o partido venceu em 15 Estados; em 2010, em 18. Nesta, foram apenas 9 Estados.

A BBC News Brasil mostra abaixo alguns gráficos que ajudam a entender o peso de cada região do país na votação dos candidatos a presidente neste primeiro turno.

Mapa da apuração do primeiro turno, mostrando quem venceu em cada Estado: Bolsonaro em verde, Haddad em vermelho, Ciro em amarelo

© BBC  Mapa da apuração do primeiro turno, mostrando quem venceu em cada Estado: Bolsonaro em verde, Haddad em vermelho, Ciro em amarelo

 

1) De onde vieram os votos dos três primeiros colocados

A grande maioria dos votos de Jair Bolsonaro, 68%, teve origem no Sul e Sudeste. São 10 pontos percentuais a mais do que o peso dessas regiões no eleitorado brasileiro - ou seja, 58% dos eleitores do país vêm dessas duas regiões.

Já o desempenho do candidato no Nordeste foi baixo. Ali, o militar reformado conquistou 15% dos seus votos, quando a região representa 27% do eleitorado.

No caso de Haddad, o cenário é o oposto. De todos os votos no candidato, 46% foram no Nordeste. É mais do que o petista obteve nas regiões Sul e Sudeste juntas, 38%.

No caso de Ciro Gomes, de cada 100 votos que o candidato recebeu, 41 vieram do Sudeste e 36 do Nordeste. As demais regiões tiveram pouco peso na sua votação.

O gráfico abaixo mostra o percentual de votos dos três primeiros colocados no primeiro turno, decomposto por região. A primeira barra mostra os 46% de Jair Bolsonaro; a segunda, os 29% de Fernando Haddad; e a terceira, os 12,5% de Ciro Gomes.

Repare que, no caso de Bolsonaro, a faixa azul (Sudeste) é a mais representativa. Para Haddad, a faixa vermelha (Nordeste) é a maior. Note também que, apesar de Bolsonaro ter ido pior no Nordeste que em outras regiões, ainda assim obteve mais votos nordestinos que Ciro Gomes.

Gráfico mostra a decomposição da votação de Bolsonaro, Haddad e Ciro por região do Brasil

© BBC  Gráfico mostra a decomposição da votação de Bolsonaro, Haddad e Ciro por região do Brasil

 

2) O número de votos que cada região deu para os três primeiros colocados

Outra forma de olhar para os números é pela quantidade de votos totais que cada região deu para cada candidato. A vantagem desse tipo de abordagem é que é mais fácil perceber o tamanho e o peso do eleitorado de cada região. O gráfico abaixo está dividido pelas cinco regiões. Cada cor representa um candidato e a altura de cada barra indica o total de votos.

O que mais chama a atenção é a votação de Bolsonaro no Sudeste, região que tem o maior número de eleitores do país. A distância do ex-capitão do Exército para Fernando Haddad no Sudeste é tão grande (15 milhões de votos a mais) que chega a superar a votação total do petista no Nordeste (14,5 milhões de votos).

Já a vantagem de Bolsonaro em relação a Haddad no Sul (cerca de 620 mil votos) é próxima à vantagem de Haddad em relação a Bolsonaro no Nordeste (em torno de 700 mil votos).

Na região Norte, por sua vez, a disputa entre Bolsonaro e Haddad foi mais acirrada.

Gráfico mostra quantos votos cada região do país deu para Bolsonaro, Haddad e Ciro

© BBC  Gráfico mostra quantos votos cada região do país deu para Bolsonaro, Haddad e Ciro

 

3) O resultado da votação em cada região do Brasil

O resultado do primeiro turno foi 46% para Jair Bolsonaro, 29,3% para Fernando Haddad e 12,5% para Ciro Gomes. Veja abaixo qual foi a proporção para cada região do Brasil.

- Centro-Oeste: 58% Bolsonaro, 21% Haddad, 10% Ciro.

- Nordeste: 26% Bolsonaro, 51% Haddad, 17% Ciro.

- Norte: 43% Bolsonaro, 37% Haddad, 9% Ciro.

- Sudeste: 53% Bolsonaro, 19% Haddad, 12% Ciro.

- Sul: 57% Bolsonaro, 20% Haddad, 9% Ciro.

- Exterior: 59% Bolsonaro, 10% Haddad, 14% Ciro.

Gráfico mostra a votação dos três primeiros colocados por região do país nas eleições 2018

© BBC  Gráfico mostra a votação dos três primeiros colocados por região do país nas eleições 2018

 

*Por: BBC NEWS

 

 

Publicado em Arquivados

São Paulo/SP — A corrida eleitoral para governador de São Paulo surpreendeu com a disparada de Márcio França (PSB) para disputar o cargo com o ex-prefeito João Doria (PSDB).

Após o encerramento da apuração, as urnas mostram que o pessebista conquistou 21,48% dos votos válidos. Na liderança, está o tucano com 31,77%.

A disputa foi acirrada, e decidida com mais de 99% das urnas apuradas, entre o atual governador de SP e o ex-presidente da Fiesp, Paulo Skaf (MDB), que ficou com 21,13%.

A diferença, em números absolutos, entre os candidatos foi pouco maior do que de 700 mil votos.

 

*Por: Clara Cerioni/EXAME.com

Publicado em Arquivados

Brasília/DF - Por volta das 20h50, com 95,57% das urnas apuradas, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) confirmou que Bolsonaro (PSL), 63 anos, e Haddad (PT), 55 anos, disputarão o 2º turno das eleições presidenciais.

O resultado parcial das urnas indica o militar com 46,70% dos votos, já confirmado como o mais votado. Em 2º lugar, garantido no 2º turno, está o petista com 28,37%.

Ciro Gomes (PDT) teve um desempenho melhor nas urnas do que apontavam as pesquisas, mas não o suficiente para alcançar a 2ª posição. Ficou com 12,52% dos votos válidos. Em 4º lugar ficou Geraldo Alckmin (PSDB) com 4,83%. Eis os resultados com 95,75% das urnas apuradas:

© Fornecido por Poder360 Jornalismo e Comunicação S/S LTDA.

O resultado das urnas confirma a tendência indicada pelas pesquisas de intenção de voto divulgadas nos últimos dias (veja no agregador de pesquisas do Poder360). Os candidatos de PSL e PT cresceram na última semana e se destacaram dos adversários.

Essa configuração quebra a polarização PT-PSDB que se consolidou em 1994 e se repetiu em todas as eleições presidenciais até a última, em 2014.

Bolsonaro liderou todas as pesquisas desde que a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva foi barrada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Com uma campanha centrada nas redes sociais e sem a estrutura tradicional dos maiores partidos, o militar ganhou força e abasteceu esperanças, inclusive, de vencer no 1º turno.

Fernando Haddad começou a campanha desconhecido da maior parte do eleitorado. Foi oficializado candidato à Presidência em 11 de setembro. Em menos de 1 mês, incorporou parte dos votos cativos de Lula e se consolidou em 2º lugar. Eis a curva de evolução dos candidatos nas pesquisas até a véspera da eleição:

© Fornecido por Poder360 Jornalismo e Comunicação S/S LTDA.

Geraldo Alckmin (PSDB) decepcionou. Dono da maior coligação, com 9 partidos, e do maior tempo de TV, não conseguiu decolar em nenhum momento da campanha. Sem sucesso, viu aliados se debandarem para o lado de Jair Bolsonaro, inclusive o PP gaúcho, de sua vice, Ana Amélia.

No fim, foi derrotado em seu próprio Estado, São Paulo, que já governou por 4 mandatos.

Candidatos nanicos

No bloco de candidatos que ficaram abaixo de 3% dos votos, o destaque foi João Amoêdo do partido Novo, que participa da sua 1ª eleição presidencial. O candidato superou em votos o MDB de Henrique Meirelles, candidato que mais gastou na campanha, o senador Alvaro Dias (Podemos) e a ex-ministra Marina Silva (Rede).

A candidata da Rede Sustentabilidade, que concorreu pela 3ª vez à Presidência foi a grande decepção. Teve seu pior desempenho, com 1% dos votos válidos –uma fração dos 21,32% que teve em 2014, quando foi candidata pelo PSB, e dos 19,33% em 2010, quando ainda era filiada ao PV.

A tendência de queda já aparecia nas últimas pesquisas. A candidata chegou a ter 16% das intenções de voto no começo do ano, mas a falta de estrutura partidária e 1 discurso que não colou junto ao eleitorado levaram à derrocada nas urnas.

À frente de Marina ainda ficou o candidato Cabo Daciolo (Patriota), que ganhou notoriedade por sua participação nos debates na TV aberta e por ter passado a maior parte da campanha em retiro em 1 monte no Rio de Janeiro.

 

*Por: PODER 360

*Foto Capa: Fábio Wilson Dias

Publicado em Arquivados

Nosso Facebook

Calendário de Notícias

« Outubro 2018 »
Seg. Ter Qua Qui Sex Sáb. Dom
1 2 3 4 5 6 7
8 9 10 11 12 13 14
15 16 17 18 19 20 21
22 23 24 25 26 27 28
29 30 31        
Aviso de Privacidade

Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.