Jornalista/Radialista
IBATÉ/SP - Cinema ao ar livre, pipoca, diversão em família, tudo de graça, com sustentabilidade, ciências e tecnologia. O encanto do CineSolarzinho, a versão destinada ao público infantil do primeiro cinema itinerante movido a energia solar do Brasil, poderá ser vivenciado em Ibaté, neste sábado (12/04), à partir das 18h30, na Praça do Centro Cultural do Jardim Cruzado, com atividades para as crianças de todas as idades.
Na telona serão exibidos curtas-metragens ambientais e a animação O Reino dos Elfos. A entrada é livre, não precisa de ingresso, os filmes contam com recursos de acessibilidade e tem distribuição de pipoca.
A 1ª edição do CineSolarzinho é viabilizada pelo ProAC (Programa de Ação Cultural), com patrocínio do Grupo CPFL Energia, que tem a State Grid como acionista majoritária, e apoio do Instituto CPFL e Prefeitura Municipal de Ibaté, por meio da Secretaria Adjunta de Cultura e Turismo, e é realizada pela Brazucah Produções e Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas.
“O Cinesolarzinho, projeto pensado especialmente para o público infantil, é essencial para a democratização da produção audiovisual no Brasil, considerando que apenas 9% das cidades brasileiras possuem salas de cinema.
O cinema opera através de um furgão: uma estação móvel de ciências, arte, tecnologia, sustentabilidade e cultura de paz, que é o protagonista responsável pela magia do CineSolarzinho. O veículo é adaptado com as placas fotovoltaicas no teto e carrega todo o cinema: as cadeiras e banquetas, os sistemas de conversão de energia e armazenamento, de som e projeção, incluindo a tela. Suas luzes coloridas, a decoração de material reciclado e os objetos com princípios de magnetismo e eletricidade (laser e bola de plasma) ensinam, de forma lúdica, como a luz do sol se transforma em energia elétrica.
O Circuito CPFL 2025 está sendo realizado no estado de São Paulo. As sessões de cinema também contam com filmes que aproximam o Brasil da interessante e milenar cultura chinesa.
“As atividades do CineSolarzinho, apoiado por nós por meio da frente Circuito CPFL, democratiza o acesso à cultura para as nossas comunidades. Além de poder vivenciar a alegria que as telonas proporcionam, a iniciativa também desperta a consciência para um desenvolvimento mais sustentável ao disponibilizar oficinas de educação ambiental para as crianças e jovens ali presentes”, destaca Daniela Ortolani Pagotto, head do Instituto CPFL.
SÃO CARLOS/SP - Quem resiste a uma bisnaguinha de fubá, quentinha e macia, saindo do forno? Realmente é praticamente impossível resistir não é mesmo? Confira essa receita deliciosa que o canal Gordices da Teka nos apresenta, e faça, você não tem noção do quanto é bom essa delícia!
Como fazer bisnaguinha de fubá
Para fazer bisnaguinha de fubá iremos precisar de farinha de trigo, fubá mimoso, água ou leite, açúcar, manteiga ou margarina, fermento biológico seco, sal e 1 ovo. Primeiramente vamos misturar numa tigela o leite, o açúcar e o fermento biológico. Em seguida iremos adicionar os demais ingredientes seguindo a sequência de adição, misturar bem até amassar com as mãos e obter uma massa homogênea que não grude nas mãos. Vamos deixar descansar por 30-40 minutos, modelar as bisnaguinhas seguindo as instruções, descansar por 30 minutos e assar por aproximadamente 30 minutos a 180 graus. Iremos retirar do forno e desfrutar dessa gostosura!
Ingredientes da receita de bisnaguinha de fubá
Modo de preparo
ANDRÉ HOLMO - RECEITA TODA HORA
Conceito Sandbox testa projetos inovadores sem barreiras burocráticas
SÃO CARLOS/SP - A Câmara Municipal de São Carlos recebeu um projeto inovador do vereador Leandro Guerreiro que propõe a criação do Sandbox Municipal de Inovação. A iniciativa visa transformar a cidade em um ambiente mais dinâmico para o desenvolvimento de soluções tecnológicas, permitindo que empresas, startups e instituições de pesquisa testem novas ideias sob um regime regulatório diferenciado. “A inovação não pode ser sufocada pela burocracia”, salientou.
O conceito de Sandbox regulatório tem sido adotado em diversas cidades brasileiras, como São Paulo, São José dos Campos, Curitiba e Rio de Janeiro, com resultados bastante expressivos e positivos. A ideia é oferecer um espaço onde soluções inovadoras possam ser desenvolvidas e testadas sem as tradicionais barreiras burocráticas, mas sempre sob a supervisão do Poder Público.
Segundo análise do vereador de legenda liberal, essa proposta busca fomentar a modernização dos serviços municipais e incentivar a economia local. “Nosso intuito é transformar a capital da tecnologia em um polo de inovação, permitindo que a tecnologia melhore a vida das pessoas e traga mais eficiência ao setor público e privado”, justificou o parlamentar.
De acordo com o texto do projeto, o Sandbox Municipal de Inovação será aberto a diferentes perfis de participantes, incluindo: startups e empresas com propostas inovadoras; instituições de ensino e pesquisa que queiram testar novos modelos e tecnologias; organizações da sociedade civil interessadas no desenvolvimento de soluções para o município e órgãos da administração pública municipal que poderão experimentar novos processos e ferramentas para melhorar a eficiência dos serviços prestados à população.
Além disso, o projeto prevê a possibilidade de parcerias com instituições estaduais e federais, permitindo uma troca de conhecimento mais ampla e um suporte técnico bastante qualificado para os participantes.
Os interessados em integrar o Sandbox Municipal de Inovação deverão atender a uma série de requisitos para garantir que a experimentação seja produzida com responsabilidade e segurança.
Entre as exigências, estão: apresentação de um projeto detalhado, com objetivos claros, metodologia, impactos esperados e indicadores de sucesso; comprovação da viabilidade técnica e financeira da proposta; comprometimento com as normas municipais, garantindo que as inovações sigam padrões legais e éticos, e observância das normas de proteção de dados pessoais, conforme estabelece a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Devendo também considerar que os projetos não poderão gerar custos diretos ao orçamento municipal, a menos que haja despesas administrativas essenciais à gestão do programa.
Para garantir que as experimentações ocorram dentro de um ambiente seguro e produtivo, a supervisão do Sandbox Municipal de Inovação será realizada por um órgão designado pelo Poder Executivo, que terá as funções de avaliar e aprovar os projetos submetidos, monitorar a execução e os impactos das inovações, garantir a segurança jurídica e regulatória das iniciativas e produzir relatórios periódicos sobre os resultados obtidos.
Aliás, o Executivo poderá instituir um comitê técnico consultivo, formado por representantes do setor público, empresas privadas e especialistas em inovação, para auxiliar na análise e acompanhamento das iniciativas.
Caso o projeto seja aprovado na Câmara, a Prefeitura terá um prazo de 120 dias para regulamentar a iniciativa, estabelecendo diretrizes detalhadas sobre seu funcionamento. Entre os pontos que ainda precisam ser definidos estão questões como propriedade intelectual, compartilhamento de dados e critérios para o encerramento dos projetos.
Segundo o parlamentar, a criação desse novo conceito inovador será um marco para São Carlos, impulsionando a cidade em um cenário de transformação, permitindo assim, que novas tecnologias sejam aplicadas de forma concreta na melhoria dos serviços públicos e privados. “Precisamos criar um ambiente propício para o desenvolvimento de ideias que façam a diferença”, observou.
Agora, o projeto segue para análise das comissões internas antes de ser levado à votação no plenário da Câmara Municipal. Se aprovado, o município poderá se tornar uma referência na implementação de políticas de fomento à inovação no Brasil.
Psicóloga da Hapvida explica o impacto da mentira e quando o hábito se torna um transtorno
SÃO PAULO/SP - Compartilhar histórias inusitadas, criar situações fantasiosas e pregar peças nos amigos é um hábito comum. No entanto, mentir vai muito além das brincadeiras pode ter impactos profundos na saúde mental e física, podendo estar associado a transtornos psicológicos. Segundo a psicóloga da Hapvida, Irenilza Moura, existem diversas razões que levam alguém a mentir, desde a busca por aprovação social até traumas emocionais.
A mentira pode ser motivada por vários fatores como: evitar conflitos, proteger-se de uma situação embaraçosa ou buscar aceitação em algum grupo. “Muitas pessoas mentem por um desejo de aprovação social, porque percebem que estão fora de um contexto e querem se encaixar”, explica Irenilza.
Outro fator relevante são os padrões de comportamento aprendidos. “Crianças que crescem em ambientes onde a mentira é frequente podem adotá-la como um hábito natural na vida adulta. Há também aspectos evolutivos envolvidos: algumas pessoas começam com pequenas mentiras e, com o tempo, desenvolvem o hábito de enganar de maneira sistemática”, sinaliza a psicóloga.
A mentira afeta tanto quem a conta quanto quem é enganado. Para quem mente, o estresse e a ansiedade se tornam comuns, pois a pessoa vive em estado de alerta, com medo de ser descoberta. Isso pode gerar sentimento de culpa e vergonha, além de impactar a autoestima. “Pessoas que mentem frequentemente têm dificuldade em estabelecer relações autênticas e saudáveis, o que pode levar ao isolamento social”, aponta.
Já para quem é vítima de uma mentira, as consequências podem ser igualmente prejudiciais. A perda da confiança, a insegurança e o desenvolvimento de transtornos como ansiedade e depressão são efeitos comuns. Em casos mais graves, a desconfiança gerada por experiências passadas pode prejudicar relacionamentos futuros, resultando em dificuldades emocionais duradouras.
Mentir pode até ser um hábito socialmente aceitável em algumas situações, mas quando se torna compulsivo e incontrolável, pode indicar um transtorno psicológico. A mitomania, ou pseudologia fantástica, é uma condição na qual a pessoa mente de maneira recorrente e sem necessidade, muitas vezes acreditando nas próprias invenções. De acordo com a psicóloga da Hapvida, a condição pode ocorrer isoladamente ou estar associada a transtornos, como o de personalidade antissocial, o histriônico e o narcisista ou à síndrome de Munchausen (quando alguém finge estar doente para chamar atenção). O principal sinal de alerta é quando a pessoa continua mentindo mesmo diante de consequências negativas, prejudicando sua vida pessoal, profissional e social.
Impacto além da saúde mental
A mentira não afeta apenas a nossa mente, mas também o corpo. Quando um indivíduo mente, o sistema nervoso entra em estado de alerta, aumentando a produção de níveis de cortisol, considerado o hormônio do estresse. Esse efeito pode levar o aumento da frequência cardíaca, pressão arterial, tensão muscular e até problemas digestivos. “Mentir constantemente pode gerar impactos físicos significativos, pois o corpo reage a esse estado de tensão contínua”, afirma Irenilza. Assim, além dos prejuízos emocionais, a mentira pode contribuir para o desenvolvimento de problemas de saúde a longo prazo.
Para aqueles que sentem dificuldade em controlar a compulsão por mentir, o primeiro passo é reconhecer o problema. Para a psicóloga o autoconhecimento é essencial para entender os gatilhos emocionais que levam à mentira e buscar maneiras mais saudáveis de se expressar. Ela destaca que o apoio emocional de pessoas de confiança pode ser fundamental nesse processo. Além disso, buscar ajuda profissional, como terapia psicológica, pode auxiliar na identificação e no tratamento das causas subjacentes da compulsão pela mentira.
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