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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Todos os cupons arrecadados serão revertidos para ajudar o hospital

 

SÃO CARLOS/SP - A Santa Casa de São Carlos lança a campanha Nota Fiscal Paulista Solidária. Todo valor arrecadado com os cupons fiscais será revertido para ajudar nas despesas de insumo para os pacientes, manutenção das alas e outras melhorias de que o hospital necessita.

Para doar, basta depositar o cupom fiscal, emitido após a compra, em uma das urnas que estão nos pontos de arrecadação. Vale reforçar que o cupom não deve conter o número do CPF, pois a doação será automaticamente direcionada para a Santa Casa a cada seis meses.  

A Supervisora da Central de Captação de Recursos da Santa Casa, Naiara Gomes, destacou a importância da campanha para a Instituição. “Essa parceria com os estabelecimentos é fundamental. O comerciante interessado em participar da campanha não vai ter nenhum custo ou trabalho, apenas a bondade de deixar a urna na loja e orientar os funcionários a darem a opção ao cliente de fazer a doação do cupom para o hospital. Com a pandemia, os gastos do hospital aumentaram. Por isso, qualquer quantia faz uma grande diferença nos custos das despesas diárias. Essa doação nos ajuda a oferecer cada vez mais um atendimento de qualidade aos pacientes”, afirma Naiara.

Diversos estabelecimentos comerciais da cidade já aderiram à campanha. Os interessados em se tornar um ponto de coleta, podem ligar para a Central de Captação de Recursos da Santa Casa e solicitar uma urna. A coleta será feita pela equipe do hospital.

 

SERVIÇO:

CENTRAL DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS DA SANTA CASA

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO:

DE SEGUNDA A SEXTA-FEIRA, DAS 8H ÀS 17H

MAIS INFORMAÇÕES PELO TELEFONE: (16) 3509-1270 – FALAR COM NAIARA

 

CONFIRA OS ESTABELECIMENTOS PARTICIPANTES:

AUTO ZONE – AUTOPEÇAS: Av. Getúlio Vargas, 111 – Vila Lutfalla

LÍQUIDO SÃO CARLOS: Rua José Bonifácio, 1849

TIM CALÇADOS: Av. Sallum, 909 – Vila Prado

MOUSSE CAKE E VALISERE: Iguatemi São Carlos

TELHA NORTE; PITICAS; B&F; GIRAFFAS; PARMEGGIO; SABORES; PETZ; CACAU SHOW; BARBARELLA; NATURA; UP FITNESS; DR. SHAPE; MADE; PADARIA B.LEM; CASE 7 SCREEN; PÉCOLÉ; THE LIONE; KIDSTOK; ADORE L´ESSENZA; MC DONALD´S E JOY SELLERS: Passeio São Carlos

SÃO CARLOS/SP - Uma ocorrência por roubo foi registrada na noite desta última 3ª feira (08), no Plantão Policial, em São Carlos.

Segundo consta, a vítima seguia pela Rua Vânia Silva de Oliveira, no bairro Cidade Aracy, região sul, quando dois sujeitos em uma moto na cor amarela e sem placa abordou a vítima, roubando mercadorias que estavam no interior veículo. Já as mercadorias que estavam no baú não foram levadas pelos marginais.

Após o assalto os criminosos tomaram rumo sentido bairros Antenor Garcia e Zavaglia.

A Polícia investiga o caso.

SÃO PAULO/SP - Uma pesquisa feita pelo Procon-SP mostrou que a diferença de preços dos itens da lista de material escolar podem ter diferenças de até 173,58%. Os preços foram coletados entre os dias 17 e 19 de novembro.

Entre os 80 itens pesquisados estão apontador, borracha, caderno, canetas esferográfica e hidrográfica, colas em bastão e líquida, giz de cera, lápis preto e colorido, lapiseira, marca-texto, massa de modelar, papel sulfite, refil para fichário, régua, tesoura escolar e tinta para pintura a dedo.

Por conta da pandemia e da necessidade de isolamento social, neste ano a pesquisa foi feita em sites e não em estabelecimentos físicos como nos anos anteriores. Os sites pesquisados foram: Lojas Americanas, Magazine Luiza, Lepok, Papelaria Universitária, Gimba, Livrarias Curitiba e Kalunga.

De acordo com o Procon-SP, antes de comprar o material escolar, o ideal é que se verifique quais itens da lista o consumidor já tem em casa e se estão em condições de uso e também trocar livros didáticos com outros alunos.

Outra ideia é fazer compras coletivas, já que algumas lojas oferecem descontos interessantes para compras em quantidade. É recomendado ainda verificar o custo do frete nas compras pela internet, que muitas vezes podem encarecer o valor final da compra.

O Procon-SP alerta ainda que as escolas não podem colocar na lista nem exigir a compra de material escolar de uso coletivo, como materiais de escritório, de higiene ou limpeza. 

Para consultar a lista de materiais e preços pesquisados acesse aqui.

 

 

*Por Flávia Albuquerque - Repórter da Agência Brasil

BRASÍLIA/DF - O Senado aprovou ontem (8) a Medida Provisória (MP) que institui o programa Casa Verde e Amarela. A MP foi editada em 25 de agosto e o programa é uma reformulação do Minha Casa Minha Vida, com foco na regularização fundiária e na redução da taxa de juros. O governo quer aumentar o acesso dos cidadãos ao financiamento da casa própria. O texto vai à sanção do presidente Jair Bolsonaro.

O Casa Verde Amarela é voltado para famílias de áreas urbanas e rurais com renda mensal de até R$ 7 mil. A meta é atender 1,6 milhão de famílias de baixa renda com financiamento habitacional até 2024, um incremento de 350 mil residências em relação ao que se conseguiria atender com os parâmetros atuais. Isso será possível em função de negociações com o Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que subsidia o programa, e com a Caixa Econômica Federal, que é o agente financeiro.

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Regional, as Regiões Norte e Nordeste serão contempladas com a redução nas taxas em até 0,5 ponto percentual para famílias com renda de até R$ 2 mil mensais e 0,25 ponto para quem ganha entre R$ 2 mil e R$ 2,6 mil. Nessas localidades, os juros poderão chegar a 4,25% ao ano e, nas demais regiões, a 4,5% ao ano.

Um dos objetivos do Casa Verde Amarela também é aperfeiçoar pontos do programa habitacional anterior. Além da redução dos juros, haverá atenção na qualidade dos imóveis construídos no âmbito do programa. Para isso, o texto aprovado garante a conservação das unidades mesmo após a entrega. “O empreendedor permanecerá responsável pela manutenção e conservação das edificações, evitando-se, assim, sua deterioração após a entrega das chaves”, disse o relator, Márcio Bittar (MDB-AC).

Bittar, no entanto, reconheceu os avanços sociais conquistados pela população mais vulnerável com o Minha Casa, Minha Vida, lançado em 2009. Ao mesmo tempo, ele entende que o novo programa é um passo além para promoção de moradias dignas. “Não negamos a importância dos programas implementados até aqui. A produção de unidades foi, de fato, importante para que muitas famílias tivessem condições de adquirir um imóvel próprio, mas, como já destacado, não foi nem será suficiente para promover moradia com dignidade”, ressaltou.

 

 

*Por Marcelo Brandão - Repórter da Agência Brasil

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