Jornalista/Radialista
ITÁLIA - A Ferrari anunciou que retornará à elite das corridas de resistência com um hipercarro em 2023, oportunidade na qual buscará uma vitória nas 24 Horas de Le Mans pela primeira vez em 50 anos.
Great news from Maranello: @FerrariRaces has confirmed that it will enter the @FIAWEC's new Hypercar category from 2023.
— WEC (@FIAWEC) February 24, 2021
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A escuderia italiana correu na principal categoria de Le Mans pela última vez em 1973, e suas rivais entre as grandes montadoras incluirão Toyota, Peugeot, Porsche e Audi.
A categoria hipercarro substitui a LMP1 nas corridas de resistência.
A Ferrari venceu em Le Mans nove vezes, mas nenhuma depois de 1965, quando disputou uma batalha lendária com a Ford no circuito de Sarthe, no oeste da França. Mais recentemente, a marca teve sucesso na modalidade GT, vencendo a categoria GTE Pro em 2019.
“Com o novo programa do hipercarro de Le Mans, a Ferrari volta a afirmar seu compromisso e determinação esportivos de ser uma protagonista nos grandes eventos globais de automobilismo”, disse o presidente da Ferrari, John Elkann, em um comunicado.
Os nomes do carro e dos pilotos da escuderia italiana ainda não foram anunciados.
A Ferrari vem buscando outras atividades para as quais redirecionar seu pessoal agora que o teto de orçamento da Fórmula 1 entra em vigor, o que fez com que a equipe mais antiga e bem-sucedida da modalidade tivesse que cortar gastos.
Parte do pessoal técnico já foi transferido para trabalhar com a equipe Haas F1, que usa motores Ferrari e tem uma parceria próxima com Maranello.
A Ferrari também tem uma academia de pilotos próspera, e as corridas de resistência são outra arena para eles adquirirem experiência.
*Por Alan Baldwin / REUTERS
SYDNEY - O Facebook Inc encerrou um blecaute de uma semana de notícias australianas em seu popular site de mídia social na sexta-feira e anunciou acordos comerciais preliminares com três pequenas editoras locais.
As medidas refletiram o alívio das tensões entre a empresa norte-americana e o governo australiano, um dia depois que o parlamento do país aprovou uma lei obrigando o Google e a Alphabet Inc a pagar empresas de mídia locais pelo uso de conteúdo em suas plataformas.
A nova lei torna a Austrália a primeira nação onde um árbitro do governo pode definir o preço que o Facebook e o Google pagam à mídia nacional para mostrar seu conteúdo se as negociações privadas falharem. O Canadá e outros países demonstraram interesse em replicar as reformas da Austrália.
“Os gigantes globais da tecnologia estão mudando o mundo, mas não podemos deixá-los comandar o mundo”, disse o primeiro-ministro australiano Scott Morrison na sexta-feira, acrescentando que a Big Tech deve prestar contas aos governos soberanos.
O Facebook, cuja proibição de 8 dias na mídia australiana chamou a atenção global, disse que assinou acordos de parceria com a Schwartz Media, Solstice Media e Private Media. O trio possui um mix de publicações, incluindo jornais semanais, revistas online e periódicos especializados.
O Facebook não divulgou os detalhes financeiros dos acordos, que entrarão em vigor em 60 dias se um acordo completo for assinado.
“Esses acordos trarão uma nova vaga de jornalismo premium, incluindo algum conteúdo anteriormente pago, para o Facebook”, disse a empresa de mídia social em um comunicado.
Os acordos não vinculativos acalmam alguns temores de que as pequenas editoras australianas sejam deixadas de fora dos acordos de participação nos lucros com o Facebook e o Google.
“Nunca foi mais importante do que agora ter uma pluralidade de vozes na imprensa australiana”, disse Rebecca Costello, diretora-executiva da Schwartz Media.
O Facebook fechou na terça-feira um acordo semelhante com a Seven West Media, dona de uma rede de televisão aberta e o principal jornal metropolitano da cidade de Perth.
A Australian Broadcasting Corp disse que também está em negociações com o Facebook.
O diretor-gerente do Google Austrália, Mel Silva, disse em um comunicado publicado na sexta-feira que a empresa encontrou um “caminho construtivo para apoiar o jornalismo”.
Ela agradeceu aos usuários australianos do mecanismo de pesquisa por “ter paciência enquanto enviamos mensagens sobre esse assunto”.
O Facebook e o Google ameaçaram por meses retirar os principais serviços da Austrália se as leis de mídia, que alguns participantes do setor afirmam ser mais sobre como apoiar a mídia local em dificuldades, entrassem em vigor.
Enquanto o Google fechava acordos com várias editoras, incluindo a News Corp, à medida que a legislação chegava ao parlamento, o Facebook tomou a medida mais drástica de bloquear todo o conteúdo de notícias na Austrália.
Essa postura levou a emendas às leis, incluindo dar ao governo o poder de isentar o Facebook ou o Google da arbitragem obrigatória, e o Facebook na sexta-feira começou a restaurar os sites de notícias australianos.
Reportagem de Renju Jose e Jonathan Barrett
EUA - O International Airlines Group (IAG), proprietário da Iberia e da British Airways, entre outras companhias aéreas, informou nesta sexta-feira que registro um prejuízo de 6,9 bilhões de euros (8,4 bilhões de dólares) em 2020 devido à crise do setor provocada pela pandemia de coronavírus.
As grandes perdas contrastam com o lucro de 1,7 bilhão de euros (quase 2 bilhões de dólares) em 2019, indicou o IAG, ao explicar que o desempenho refletiu "o grave impacto que a covid-19 teve em nosso negócio".
As perdas incluem gastos excepcionais vinculados a "posições de cobertura de preços do petróleo e taxas cambiais" que não foram os esperados no ano passado, levando em consideração a queda inesperada do combustível, a retirada da frota de velhas aeronaves e gastos de reestruturação, afirma um comunicado.
Com as restrições de voos domésticos e internacionais, o IAG teve que reduzir no ano passado sua capacidade de passageiros em 33% na comparação com 2019. A empresa prevê uma capacidade de apenas 20% no primeiro trimestre de 2021, sempre em comparação com 2019.
"Adotamos medidas para preservar nossa liquidez e reduzir nossos custos", afirmou o diretor geral do grupo, Luis Gallego.
O IAG anunciou cortes no quadro de funcionários no ano passado para reduzir custos, apesar do sistema de desemprego técnico do governo que compensa os salários em até 80%, até 2.500 libras esterlinas.
"As medidas de reestruturação foram traduzidas no corte de 10.000 postos de trabalho na British Airways - 25% dos funcionários - e 500 na Aer Lingus, que em sua maioria deixaram o grupo até dezembro", afirma o grupo em um comunicado.
Também nesta sexta-feira, a companhia aérea de baixo custo Norwegian Air Shuttle informou que registrou prejuízo de € 2,2 bilhões (US$ 2,65 bilhões) devido à pandemia covid-19 e uma forte depreciação de ativos.
A Norwegian Air, atualmente sob a proteção das leis de falência irlandesa e norueguesa, era a terceira companhia de baixo custo europeia antes da crise provocada pela pandemia.
De uma frota "pré-covid" de 140 aviões, apenas seis aeronaves continuaram voando nos últimos meses. A empresa reduziu o quadro de funcionário de mais de 10.000 para 600 pessoas.
*Por: AFP
BRASÍLIA/DF - O presidente Jair Bolsonaro disse, nesta última quinta-feira (25), que o auxílio emergencial volta a ser pago com quatro parcelas de R$ 250, a partir de março. As informações são do UOL.
Bolsonaro disse que o ministro da Economia, Paulo Guedes, está definindo os detalhes da proposta com os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG).
O presidente disse que a dívida do País está “no limite”, mas que espera que a economia melhore com o pagamento do auxílio. Bolsonaro ainda disse que a intenção é melhorar o Bolsa Família.
*Por: ISTOÉ
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