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Redação

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 Jornalista/Radialista

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BRASÍLIA/DF - O plenário da Câmara dos Deputados aprovou na terça-feira (16) a medida provisória que recria o Ministério do Trabalho e Previdência. Todos os destaques apresentados pelos parlamentares foram rejeitados e o texto segue para análise do Senado.

Criado em 1930, o Ministério do Trabalho havia sido incorporado ao Ministério da Economia, criado pelo presidente Jair Bolsonaro no início de sua gestão. A medida que recria a pasta está em vigor desde que foi editada pelo presidente Jair Bolsonaro, em julho.

Para o relator da medida, deputado José Nelto (Podemos-GO), a extinção da pasta causou problemas na gestão do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

"Quando acontece um acidente, o auxílio-doença também leva seis meses, até um ano e meio, nesse novo INSS do Ministro Paulo Guedes. Não há gente para trabalhar no INSS! E com a pandemia ficou pior ainda”, disse Nelto. "Foi lamentável quando o governo acabou com o Ministério do Trabalho e da Previdência! Hoje está um verdadeiro sacrilégio e sacrifício para quem precisa do INSS no nosso país", afirmou.

Nelto incluiu no texto a possibilidade de que o ministro da pasta, atualmente comandada por Onyx Lorenzoni, possa definir as hipóteses de substituição de exame pericial presencial por exame remoto, assim como as condições e as limitações para sua realização.

O texto de Nelto também inclui o Domicílio Eletrônico Trabalhista para permitir ao Ministério do Trabalho notificar o empregador, por comunicação eletrônica, sobre atos administrativos, ações fiscais, intimações e avisos em geral. A proposta dispensa a publicação em Diário Oficial e o envio de notificação pelos Correios.

 

Turismo

Em outro dispositivo, a proposta aprovada transfere a Secretaria Especial de Cultura do Ministério da Cidadania para a pasta do Turismo.

 

 

Por Heloisa Cristaldo - Repórter da Agência Brasil

CHILE - O Senado do Chile rejeitou nesta terça-feira um processo de impeachment contra o presidente Sebastián Piñera por suspeitas de irregularidades na compra e venda de uma empresa de mineração, reveladas pela investigação jornalística conhecida como "Pandora Papers".

O impeachment foi rejeitado por pelo menos 14 dos 43 senadores, além de ao menos uma abstenção. A oposição precisava de 29 votos a favor para remover o presidente, que agora deverá terminar seu segundo mandato em março do próximo ano.

A decisão do Senado foi tomada cinco dias antes das eleições presidenciais, nas quais Piñera não irá concorrer.

O impeachment de Piñera havia sido aprovado na semana passada na Câmara dos Deputados.

 

 

Por Agência Reuters

ASSUNÇÃO - O Corinthians garantiu a classificação para a final da Libertadores Feminina após golear o Nacional (Uruguai) por 8 a 0, na noite desta terça-feira (16) no estádio Manuel Ferreira, em Assunção (Paraguai).

O adversário do Timão na grande decisão, no próximo domingo (21) em Montevidéu (Uruguai), será o Independiente Santa Fe (Colômbia), que superou a Ferroviária, na última segunda-feira (15) na outra semifinal.

A vitória do Corinthians foi construída com gols de Giovana Campiolo, Diany, Vic Albuquerque, Gabi Portilho, Jheniffer, Adriana (de pênalti), Juliete e Grazi.

Porém, a partida não ficou marcada apenas pela vitória elástica da equipe paulista, mas pela denúncia das atletas do time brasileiro de que a jogadora Adriana foi vítima de injúria racial.

Após a partida, o Corinthians soltou a seguinte nota sobre o caso: “O Sport Club Corinthians Paulista tomou conhecimento do relato das atletas do futebol feminino a respeito de injúria racial ocorrida na semifinal da Libertadores, a qual repudia veementemente. O clube se solidariza com Adriana e as demais jogadoras e, de imediato, presta a elas todo o apoio necessário. A delegação feminina contará com todo suporte jurídico cabível para a apuração necessária e a punição contundente desse ato inaceitável. Atenciosamente, Sport Club Corinthians Paulista”.

 

 

Por Agência Brasil

SAN JUAN - Em um jogo muito disputado, com lances muito ríspidos, Brasil e Argentina empataram em 0 a 0, na terça-feira (16) no estádio Bicentenário, na cidade argentina de San Juan, pela 14ª rodada das Eliminatórias para a Copa de 2022 (Catar).

Com o resultado a seleção brasileira permanece na liderança da classificação da competição, agora com 35 pontos, enquanto o time do craque argentino Lionel Messi é o vice-líder com 29 pontos.

Sem poder contar com Neymar, que ficou de fora do Superclássico após sentir dores no adutor da coxa esquerda no treino da última segunda-feira (15), o técnico Tite apostou em uma formação que privilegiou muito as jogadas pelas extremas, em especial com Vinícius Júnior (que entrou no lugar do camisa 10) e de Raphinha. E foi justamente dos pés dos pontas que saíram as melhores jogadas do Brasil.

Porém, o placar permaneceu inalterado até o intervalo de um jogo muito disputado, às vezes até violento, como na cotovelada de Otamendi em cima de Rapinha aos 33 minutos. Este lance deixou o brasileiro com o rosto sangrando, enquanto o argentino não recebeu qualquer punição.

A etapa final teve uma dinâmica muito parecida, muita luta e poucas oportunidades claras. O lance mais perigoso do Brasil surgiu quando Fred aproveitou um rebote para bater da entrada da área e acertar o travessão aos 14 minutos. Porém, a jogada mais bonita veio aos 19 minutos, quando Vinícius Júnior dominou na ponta esquerda, bem perto da linha de fundo, e deu uma carretilha para se livrar de Molina e tocar para Lucas Paquetá, que tentou a jogada com Matheus Cunha, que mandou a bola para fora.

Do lado da Argentina a melhor jogada veio já aos 44 minutos, quando Messi recebeu na intermediária, se livrou de Fred e bateu com força de esquerda para defesa do goleiro Alisson.

Após o empate com a Argentina, o Brasil volta a entrar em campo apenas em 2022, no dia 27 de janeiro contra o Equador, novamente pelas Eliminatórias.

 

 

Por Agência Brasil

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