fbpx

Acesse sua conta de usuário

Nome de usuário *
Senha *
Lembrar de mim
Redação

Redação

 Jornalista/Radialista

URL do site: https://www.radiosanca.com.br/equipe/ivan-lucas E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

A ação, realizada pela Polícia Militar, resultou na aplicação de multas que somaram aproximadamente R$ 1 milhão

 

ARARAQUARA/SP - A Polícia Militar deteve um homem, de 36 anos, e uma mulher, de 23, que foram surpreendidos transportando 119 animais da fauna silvestre. O flagrante aconteceu, na última terça-feira (7), na Rodovia Washington Luís, no município de Araraquara.

Uma equipe do 4º Batalhão de Polícia Ambiental (BPAmb) estava em patrulhamento, durante a Operação Abate, quando foi acionada pelo plantão policial da cidade, que relatou uma apreensão de animais silvestres realizada pelo policiamento rodoviário.

Os militares estavam próximo ao km 273, no sentido sul da via, quando abordaram um, VW/Gol e, durante vistoria veicular, localizaram um papagaio verdadeiro, 73 Canários-da-terra-verdadeiro, sete pássaros preto, oito Corrupião, 18 Araras-canindé, cinco Araras-maracanã e seis Tucanos-toco.

Além das aves, ainda foi encontrado um Quati. Todos os animais, muitos ameaçados de extinção, foram encontrados em situação de maus tratos, sendo transportados de maneira inadequada. O veículo foi apreendido e depositado no pelotão da Polícia Ambiental.

Após análise veterinária, 80 aves foram libertadas no habitat natural; 33 foram destinadas Associação Protetora de Animais Silvestres (APASS), município de Assis; e seis ficaram aos cuidados da clínica, pois estavam altamente debilitados e permaneceram em tratamento intensivo.

Foram elaborados Autos de Infração Ambiental (AIAs), conforme resolução da Secretaria da Infraestrutura e Meio Ambiente (Sima), e os responsáveis autuados por pelo transporte dos animais da fauna silvestre e por maus-tratos, com multas que somaram R$ 497.500 para cada.

BRASÍLIA/DF - O Governo de São Paulo vai entrar com um pedido no Supremo Tribunal Federal (STF) na sexta-feira, 10, para que viajantes estrangeiros só possam entrar no Brasil se apresentarem o passaporte da vacina. O presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, são contra a exigência de comprovante de imunização contra a covid-19 para o ingresso no País.

Na quinta-feira, 9, Bolsonaro xingou o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), após o tucano anunciar a adoção do passaporte da vacina no Estado a partir de 15 de dezembro caso o governo federal não tomasse a medida antes dessa data. A pressão de especialistas pela exigência do comprovante de imunização aumentou com o surgimento da variante ômicron do coronavírus, no final de novembro. A nova cepa é altamente contagiosa, mas ainda não se sabe ao certo se poderia ser resistente às vacinas disponíveis.

"São Paulo é o principal destino dos voos domésticos e internacionais do Brasil, com os três aeroportos mais movimentados do país: Cumbica, Viracopos e Congonhas. O Estado recebe um terço dos voos caseiros e dois terços do total de voos internacionais do Brasil. Também conta com o maior porto da América da Latina", informa a nota divulgada pelo governo Doria.

Segundo o documento, a Procuradoria Geral do Estado (PGE) vai solicitar a inclusão do pedido de São Paulo em uma ação da Rede Sustentabilidade, sobre o mesmo tema, que já está em andamento no STF. O governo Doria afirma também que o pedido segue orientação dos especialistas do Comitê Científico da Covid-19 no Estado.

"Somada a exigência da comprovação de vacinação vinculada ao passaporte, o Comitê Científico do Estado considera fundamental a obrigatoriedade da apresentação de teste PCR negativo válido por 48 horas ou teste antígeno negativo válido por 24 horas", relata o documento do governo paulista.

 

Quarentena adiada

Nesta sexta-feira, o Governo Federal decidiu adiar em uma semana a entrada em vigor de medidas de restrição para os viajantes que chegam ao País. Valeria a partir de amanhã uma portaria que exige o cumprimento de uma quarentena de cinco dias para estrangeiros não vacinados.

SÃO PAULO/SP - O valor a ser pago no IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores)  de 2022 nos veículos registrados no estado de São Paulo sofrerá um reajuste de pelo menos 30% mais alto, se comparado aos valores de 2021.

Em setembro de 2020 o valor do IPVA já começou a sofrer uma modificação com relação ao cálculo final definido para 2021. Em setembro desse ano não foi diferente.

Segundo informações do IPC (Índice de Preços ao Consumidor) de setembro de 2020 a setembro de 2021 o preço dos veículos subiu em 26,8% e teve uma alta de 31,05% nos automóveis usados.

O valor do imposto propriamente dito é calculado a partir dos valores venais que são compilados com a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica). Na próxima semana já será divulgado o calendário com o valor dos pagamentos, pela Secretaria da Fazenda do Governo Estadual.

Os valores para veículos novos e usados acaba sendo o mesmo na alíquota do IPVA, nos veículos 0 km o cálculo tem como base o valor da nota fiscal de compra. Nos veículos usados o valor considerado é o do mercado medido pela tabela Fipe.

A pergunta que fica é: Por que o valor do IPVA sofrerá esse reajuste e ficará ainda mais caro?

Para entendermos é necessário ter em mente que um compilado de fatores interfere nesse assunto e na decisão final.

Durante o ano tivemos algumas paralisações, falta de componentes eletrônicos e a falta de matéria prima que prejudicou e desvalorizou vários setores, além de aumentar seu preço. Muitos valores dispararam e, com a desvalorização do real, isso se torna um fator negativo, principalmente porque o dólar está custando cada vez mais.

CANADÁ - O Canadá ameaçou na sexta-feira (10) impor tarifas sobre produtos norte-americanos, bem como suspender partes de um acordo comercial histórico, se Washington continuar com sua proposta de favorecer os carros elétricos feitos nos Estados Unidos com mão de obra sindicalizada.

Em uma carta aos senadores americanos, a vice-primeira-ministra canadense, Chrystia Freeland, escreveu que Ottawa está  "profundamente preocupada" com a proposta de alívio fiscal do presidente Joe Biden para veículos elétricos como parte de seu projeto "Build Back Better", que violaria o acordo comercial entre Estados Unidos, México e Canadá.

A redução de impostos proposta é equivalente a 34% da tarifa sobre veículos elétricos montados no Canadá, disse Freeland, e aplicá-la é "uma ameaça significativa para a indústria automobilística canadense e é uma revogação do acordo do USMCA", em referência ao acordo comercial entre os três países da América do Norte.

A proposta, incluída no pacote de US$ 1,75 trilhão do presidente Joe Biden pendente no Congresso, favorece a produção americana ao oferecer uma vantagem tributária maior para veículos elétricos (VEs) produzidos por mão de obra sindicalizada, bem como a eliminação progressiva de VEs importados após cinco anos.

México e Canadá argumentam que isso ameaça a cadeia de suprimentos integrada na América do Norte, viabilizada pelo USCMA, acordo firmado em 2020 após longas negociações.

Fabricantes de automóveis não sindicalizados, liderados por Toyota e Tesla, também estão resistindo à proposta de Biden, chamando-a de endosso ao sindicato United Auto Workers, o que poderia retardar a transição para os carros elétricos.

Se a medida for aprovada, Freeland afirmou que o Canadá, por sua vez, deverá impor novas tarifas retaliatórias à indústria automobilística dos Estados Unidos e a outros setores econômicos.

Nosso Facebook

Calendário de Notícias

« Abril 2026 »
Seg. Ter Qua Qui Sex Sáb. Dom
    1 2 3 4 5
6 7 8 9 10 11 12
13 14 15 16 17 18 19
20 21 22 23 24 25 26
27 28 29 30      
Aviso de Privacidade

Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.