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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - O Grêmio São-carlense empatou em 1 a 1 com o Falcon/SE pelo segundo jogo da Copa São Paulo de Futebol Júnior 2022, na tarde desta 5ª feira (06), no estádio Luís Augusto de Oliveira, o Luisão, em São Carlos.

O Falcon abriu o placar aos 26 minutos do segundo tempo. O empate do Grêmio São-carlense ocorreu 10min depois com Mateus Ferreira.

No último jogo da primeira fase, o São-carlense enfrentará o América-MG. A partida será no próximo domingo (09), às 19h15min.

SALVADOR/BA - Sergio Moro (Podemos), ex-juiz e pré-candidato à Presidência da República, desembarcou na quinta-feira (6) na Paraíba, onde inicia um périplo pelos estados brasileiros com o objetivo de articular palanques e buscar aliados para a sua campanha neste ano.

Moro terá no seu entorno um grupo de parlamentares que se elegeu para Câmara dos Deputados e Senado em 2018 na onda bolsonarista, mas romperam ou se afastaram o presidente Jair Bolsonaro (PL) ao longo da atual legislatura.

O objetivo da visita é iniciar um diálogo com setores da centro-direita e da direita que apoiaram o presidente em 2018, mas estão arrependidos e buscam uma nova alternativa para a eleição presidencial deste ano.

"Tudo isso faz parte de uma construção que está sendo feita com muito diálogo. Moro é uma pessoa equilibrada, inteligente e que tem um norte do que busca para o Brasil", afirma o deputado federal Julian Lemos (PSL), que foi coordenador da campanha de Bolsonaro no Nordeste em 2018.

Lemos rompeu com Bolsonaro há dois anos e tem uma relação de rusgas com os filhos do presidente. Nesta quarta-feira (5) trocou farpas com o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) em uma rede social.

À reportagem ele disse que Bolsonaro se revelou "a maior fraude eleitoral" da história política do país: "Ele decidiu negar tudo que falou e demonstrou ser uma pessoa incompetente para governar a nação".

Sergio Moro cumprirá agendas até sábado (8) nas cidades de João Pessoa, Cabedelo e Campina Grande, três cidades onde Bolsonaro saiu vitorioso nas urnas em 2018.

Ele dará entrevistas para redes de rádio e de televisão locais, participará de encontros com políticos da região. Em Campina Grande, cidade nordestina que historicamente impõe derrotas ao PT, ele terá um encontro com 160 empresários, parte deles antigos apoiadores de Bolsonaro.

O primeiro compromisso em João Pessoa foi uma entrevista à rádio "98 FM Correio". O ex-juiz reiterou o discurso de construção de uma alternativa a Lula e Bolsonaro. E classificou como "muito ruim" o governo Bolsonaro, do qual fez parte como ministro da Justiça e Segurança Pública.

"É um governo que não entregou o que prometeu. Prometeu combate a corrupção, o que você tem foi proteção à família [do presidente]. Prometeu crescimento econômico, o que você tem é estagnação. Prometeu que o PT não voltaria. Foi Bolsonaro que ressuscitou Lula e o PT. Se fosse um governo melhor, não haveria discussão sobre Lula e o PT", disse.

Antes, ao desembarcar no aeroporto de João Pessoa, foi hostilizado por manifestantes que o chamaram de "juiz ladrão", "traíra" e gritaram o nome de Bolsonaro.

A expectativa é que o ex-juiz visite outros estados do Nordeste nos próximos meses com o objetivo de ganhar musculatura em uma região onde o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem grande capilaridade e o presidente Jair Bolsonaro tem alta rejeição.

Apesar das investidas na região, Moro enfrenta dificuldades para firmar palanques competitivos no Nordeste. ​

Na Bahia, por exemplo, a Podemos faz parte da base aliada do governador Rui Costa (PT) e deve apoiar o senador Jaques Wagner (PT) para o governo do estado.

A União Brasil, partido que surgirá da fusão entre PSL e DEM, negocia nacionalmente uma possível aliança com Moro. Mas na Bahia, o pré-candidato do partido ao Governo da Bahia, ACM Neto, quer distância da disputa nacional e evitará subir no mesmo palanque de um candidato que se opõe frontalmente ao ex-presidente Lula.

A principal aliada de Moro no estado é a deputada federal Dayane Pimentel (PSL), que também fez parte da tropa de choque de Bolsonaro no Nordeste em 2018.

No Ceará, há conversas em curso com o deputado federal Capitão Wagner (Pros), um dos poucos candidatos que teve apoio público do presidente Jair Bolsonaro na campanha municipal de 2020, quando concorreu à Prefeitura de Fortaleza.

Wagner negocia sua migração para a União Brasil, mas enfrenta resistências de setores do DEM cearense que são ligados ao governador Camilo Santana (PT) e ao presidenciável Ciro Gomes (PDT).

Dirigentes do DEM afirmam que uma possível candidatura de Capitão Wagner ao governo não empolga e que a legenda está focada em ampliar a sua bancada de deputados federais no estado.

Outra opção seria lançar a candidatura ao governo do estado do senador Eduardo Girão (Podemos), outro eleito na onda bolsonarista.

Em meio de mandato no Senado, o senador poderia concorrer ao governo sem sobressaltos, mas teria dificuldade de montar um palanque amplo, já que enfrenta resistências até mesmo entre opositores do governador Camilo Santana.

O problema é semelhante no Rio Grande do Norte, onde o principal aliado de Moro é o senador Styvenson Valentim (Podemos), neófito que foi eleito na onda antipolítica de 2018.

Policial militar, ele era coordenador das blitze da Lei Seca e ganhou popularidade com vídeos nas redes sociais. Foi eleito para o Senado derrotando políticos tradicionais como o ex-senador Garibaldi Alves (MDB) e costuma posar para fotos com uma palmatória de madeira onde está escrito "peia na corrupção".

Apesar de ter um eleitorado fiel, o senador tem dificuldade no diálogo até mesmo entre opositores da governadora Fátima Bezerra (PT), que disputará a reeleição.

Aliados de Moro no Nordeste, contudo, minimizam as dificuldades na formação de palanques: "Sergio Moro é um homem de conversa. Eu diria até que ele está mais adiantado do Bolsonaro estava em sua pré-campanha em 2018", afirma o deputado Julian Lemos.

 

 

JOÃO PEDRO PITOMBO / FOLHA

SÃO CARLOS/SP - Em mais uma tentativa de conter urgentemente a covid-19 e suas variantes, as viagens em cruzeiros estão suspensas até 21 de janeiro. A determinação partiu da Associação Brasileira de Navios de Cruzeiros (CLIA).

A decisão foi baseada logo após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) indicar a urgência em interromper a temporada de cruzeiros devido aos surtos de Covid-19 em navios.

O nosso país não conta com legislação específica sobre viagens de cruzeiro. Desta forma, o que existe é um contrato consumerista realizado entre as partes que conta com o respaldo do Código de Defesa do Consumidor.

Saliento que o Código de Defesa do Consumidor em seu artigo 35 estabelece que, em caso de cancelamentos, o consumidor pode obter crédito junto à empresa que contratou o serviço, aceitar outro produto ou prestação de serviço equivalente ou ter a devolução do dinheiro, com direito a restituição de quantia antecipada e monetariamente atualizada.

No caso de o consumidor optar pelo ressarcimento do dinheiro, a devolução deve ser integral e imediata.

O primeiro passo do Consumidor é entrar em contato com as empresas responsáveis pelos cruzeiros para saber as condições de cancelamento. Anote o número de protocolo, nome do atendente e todas as informações que forem repassadas.

Algumas empresas estão informando que os hóspedes irão receber uma carta de crédito para um futuro cruzeiro no valor total do pacote pago originalmente, além do reembolso do crédito a bordo.

Outras, oferecem um voucher de crédito no valor pago pelo cruzeiro a ser utilizado até 31 de dezembro de 2022 para embarques até 30 de junho de 2023. A empresa também oferece o reembolso dos pagamentos. Está claro que existem variações entre as empresas e por isso o consumidor deve se atentar exclusivamente em seu pacote turístico. Preste muita atenção nas regras.

Dica Importante!

Já sabemos que o consumidor deve ser ressarcido. As empresas devem devolver o valor pago imediatamente e não podem realizar qualquer tipo de desconto ou abatimentos.

Se o consumidor optar pela obtenção do crédito, a empresa deverá gerar a possibilidade de troca pela prestação de um serviço equivalente, ou seja, a empresa não poderá oferecer uma opção inferior a já contratada pelo passageiro, com a suposta alegação de aumento de tarifas ou taxas.

Segundo as empresas de cruzeiro, a intenção é de voltarem com as operações após o dia 21 de janeiro. Os passageiros que quiserem cancelar a viagem após essa data devem ficar atentos porque pode ter multa.

É importante ainda destacar que no caso de não ocorrer o adiamento desta data, os passageiros que cancelarem viagem após o período determinado, seguirão as regras contratuais acordadas com a empresa no momento da compra. Por isso, é importante ficar atento, pois no contrato pode haver cláusulas que estipulam multas para o cancelamento e valores que não serão ressarcidos.

No período compreendido de agosto de 2020 até o dia 31 de dezembro de 2021, as empresas de turismo e de navios de cruzeiro estavam protegidas por uma lei que flexibilizava regras de ressarcimento em caso de cancelamento de viagem por parte das companhias na pandemia.

A legislação previa que as próprias empresas de viagem podiam decidir se iriam oferecer aos passageiros a remarcação dos serviços ou o crédito para uso ou abatimento na compra de outras viagens.

Desde 1º de janeiro deste ano voltou a valer o que está previsto no Código de Defesa do Consumidor e os passageiros podem decidir por remarcação, crédito ou reembolso dos valores pagos.

Por hoje é só! Siga as recomendações médicas e sanitárias, use máscara e álcool em gel.

 

 

*Dr. Joner Nery é advogado inscrito na OAB/SP sob o n° 263.064, pós-graduado em Direito e Processo do Trabalho e Especialista em Direito do Consumidor, ex-diretor do Procon São Carlos/SP e ex-representante dos Procons da Região Central do Estado de São Paulo, membro da Comissão Permanente de Defesa do Consumidor da OAB/SP. 

O CEO do VW Group, Herbert Diess, fez o anúncio no Twitter ao lado de um esboço digital do próximo monovolume elétrico.

 

DETROIT - Desde que a Volkswagen revelou o conceito Microbus, uma Kombi do século 21, no Salão Automóvel de Detroit 2001, o mundo tem esperado pela chegada de uma versão moderna do modelo.

Mais de duas décadas e três veículos conceituais movidos a bateria depois, finalmente temos uma data de lançamento para o sucessor espiritual da Kombi, a ID. Buzz. A Volkswagen anunciou oficialmente que a versão de produção do ID. Buzz - ainda não está claro se esse será o seu nome - será revelada ao mundo no dia 9 de março de 2022.

O anúncio foi feito via Twitter pelo CEO do Grupo VW, Herbert Diess, que compartilhou um esboço digital da minivan elétrica. O vídeo foi acompanhado pela mensagem "A lenda retorna em 09/03/2022", levando muitos pessoas a perguntarem a Diess no tweet se ele se referia a 9 de março ou 3 de setembro (devido à variação utilizada em cada país).

O CEO do VW Group, Herbert Diess, fez o anúncio no Twitter ao lado de um esboço digital do próximo monovolume elétrico. Desde que a Volkswagen revelou o conceito Microbus, uma Kombi do século 21, no Salão Automóvel de Detroit 2001, o mundo tem esperado pela chegada de uma versão moderna do modelo. Mais de duas décadas e três veículos conceituais movidos a bateria depois, finalmente temos uma data de lançamento para o sucessor espiritual da Kombi, a ID. Buzz. A Volkswagen anunciou oficialmente que a versão de produção do ID. Buzz - ainda não está claro se esse será o seu nome - será revelada ao mundo no dia 9 de março de 2022. O anúncio foi feito via Twitter pelo CEO do Grupo VW, Herbert Diess, que compartilhou um esboço digital da minivan elétrica. O vídeo foi acompanhado pela mensagem "A lenda retorna em 09/03/2022", levando muitos pessoas a perguntarem a Diess no tweet se ele se referia a 9 de março ou 3 de setembro (devido à variação utilizada em cada país).

O executivo respondeu e confirmou o dia 9 de março de 2022 como a data de revelação da identificação. Buzz. Curiosamente, a conta corporativa do VW Group no Twitter publicou mais tarde o mesmo vídeo, mas com o formato europeu de data.

Confusão de datas à parte, a nova Kombi é esperada há muito tempo, pelo menos desde 2017, quando o conceito foi revelado em Detroit. É bastante surpreendente o quanto o modelo de produção vai se assemelhar ao veículo conceito, dado que mais de quatro anos os separam, mas é uma surpresa agradável. Não estamos fazendo essa afirmação com base no esboço animado acima, mas em um teaser recente que mostrou isso. A carroceira final da produção da nova Kombi (ou ID. Buzz) foi mostrada totalmente envolto em camuflagem colorida.

Lembre-se, o modelo de produção ganhou puxadores de porta regulares e espelhos laterais no processo, bem como faróis para se enquadrar nas leis atuais, mas o visual geral é bastante reminiscente do estudo de design de 2017 retratado abaixo.

A versão de produção do ID. Buzz é baseada na arquitetura MEB do Grupo VW e provavelmente receberá o maior conjunto de baterias disponível para a plataforma do veículo elétrico, com uma capacidade de 111 kWh.

O veículo conceito também tinha um pack de 111 kWh e dois motores eléctricos com uma potência total de 275 kW (368 cv). O alcance foi estimado em 600 km (372 milhas) no ciclo de testes do NEDC.

De acordo com um relatório da Automotive News de julho de 2021, a VW está planejando uma versão de passageiros e carga para a Europa e outra versão de passageiros para os Estados Unidos.

A versão americana será construída na fábrica da VW em Chattanooga exclusivamente como um modelo de base longa, conforme a mesma fonte (os modelos Euro serão feitos em Hanôver, Alemanha). O lançamento no mercado para a Europa está previsto para o terceiro trimestre de 2022, com entregas do modelo americano a seguir em 2023.

 

 

Dan Mihalascu / InsideEVs

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