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Redação

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Autores foram flagrados em imóvel, fracionando e embalando entorpecentes

 

PONTAL/SP - A Polícia Militar prendeu três homens, entre 30 e 34 anos, por tráfico de drogas, na última segunda-feira (3), em Pontal, na região de Sertãozinho – interior do Estado.

Uma equipe do 43° Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPM/I) realizava patrulhamento quando um popular informou ter sentido forte odor de entorpecentes vindo de um imóvel, na Vila São Pedro.

Os PMs imediatamente foram até o local e também sentiram cheiro de drogas. Eles foram recebidos por um dos suspeitos que, ao ser questionado, disse que estava usando maconha no interior da casa e permitiu a entrada da equipe para vistoria.

Dentro da residência, os militares flagraram outros dois homens fracionando e embalando grande quantidade de substâncias ilícitas. Ao todo, foram apreendidos mais de seis quilos de drogas entre maconha e cocaína, além de outras substâncias. Também foram recolhidos cinco rolos de plástico filme, 100 eppendorfs vazios, dois pacotes de saco de lixo, duas balanças e três celulares.

Exames periciais foram solicitados e o trio preso em flagrante por tráfico de entorpecentes. A ocorrência foi registrada na Delegacia Sede da cidade e posteriormente os autores foram encaminhados à Cadeia Pública de Pradópolis para permanecerem à disposição da Justiça.

SÃO CARLOS/SP - O primeiro homicídio do ano em São Carlos ocorreu na Rua Eleuterio Malerba, no prolongamento do Jardim Medeiros, na noite de ontem, 06.

Segundo consta, o 190 foi acionado e imediatamente viaturas foram ao local, onde encontraram José Ricardo dos Santos, 46 anos, com perfurações em várias partes do corpo.

O SAMU foi acionado onde rapidamente chegou e levou à vítima à UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da Vila Prado, mas infelizmente José não aguentou aos ferimentos e morreu.

A Polícia ao conversar com populares que estavam no local dos fatos recolheram informações e começaram as buscas na região. Dois homens foram abordados, I.M.C de 32 anos, e Styvisson Oliveira de Castro, de 39 anos.

Ao serem questionados se sabiam do caso, I.M.C disse que Styvisson era o autor do crime e que apenas observou, nas proximidades o objeto que perfurou José foi encontrado pela Polícia.

Diante dos fatos, a dupla foi conduzida à Central de Polícia Judiciária, onde Styvisson foi autuado em flagrante e recolhido à cadeia pública de São Carlos.

O indivíduo estava foragido, pois teve o beneficio da ‘saidinha de natal’ e não havia retornado para o presídio de Itirapina.

IBATÉ/SP - A Prefeitura de Ibaté, através da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos, está realizando a manutenção da iluminação de locais que sofreram furtos de cabos de energia elétrica na cidade, nos últimos meses. 

Infelizmente, essa prática criminosa reflete diretamente na interrupção do fornecimento da iluminação pública nos diferentes pontos da cidade e, o que é pior ainda, quem arca com as reposições dos fios elétricos e de todo o material à ser reposto, é a própria Municipalidade, ou seja, com os recursos recebidos de impostos pagos por cada cidadão, que poderia estar sendo investido em outras melhorias.

Além da substituição dos materiais furtados, o trabalho consiste na reposição de lâmpadas queimadas e/ou quebradas, nos reparos de braços, troca de reatores e outros serviços necessários para a manutenção.

Os serviços já foram realizados em inúmeros pontos, entre eles, na Pirâmide Mata do Alemão; na Pista de Saúde/Ciclovia do Distrito Industrial, local este que tem sido o maior alvo de furtos; no trevo de acesso ao Jardim Cruzado; nas Praças do Jardim Menzani, São Cristóvão, Jardim Mariana, bem como, no Campo de Areia e Playground da Pista de Motocross do Jardim Mariana, entre outros locais. 

Everaldo Trevisan, um dos responsáveis pela execução dos serviços, ressalta que os trabalhos estão sendo realizados conforme o cronograma de prioridades. “Infelizmente, alguns pontos sofrem furtos do cabeamento de cobre com muita frequência”, relatou. “Necessitamos o apoio da população, que pode ajudar com informações e denúncias às autoridades, possibilitando identificar e encontrar os possíveis receptadores/financiadores de cabos de cobre”, completou. 

Nem mesmo concretando as caixas de passagens foi o suficiente para evitar o furto da fiação elétrica. “Era uma medida para dificultar a retirada desses cabos, porém, no prolongamento do Distrito, chegaram a furtar com conduíte e tudo”, conta Everaldo.

A Guarda Civil e a Fiscalização Municipal de Ibaté, com o apoio das polícias Militar e Civil, tem intensificado a fiscalização de locais que estariam receptando esses materiais, chegando a lacrar alguns deles por falta de Alvará de Funcionamento. “Importante que todos nos ajudem, denunciando”, solicitou o comandante da GCM, Vitor Reis.

Everaldo fez questão de lembrar que a manutenção da iluminação dos postes localizados em vias públicas continua sendo da Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL), e orienta a população solicitar reparos, quando necessário pelo número de telefone da Central de Atendimento: 0800 010 10 10. “A Prefeitura executa as demandas da iluminação de praças e prédios públicos e a CPFL continua sendo a responsável pelos serviços de troca de lâmpadas nos postes”, finalizou.

SÃO PAULO/SP - A garrafa verde da Heineken é inconfundível para os fãs da bebida no Brasil, em que a maioria das cervejarias trabalha com o vidro marrom. Mas o que confere à marca sua identidade se tornou um desafio para a distribuição no País, onde a empresa enfrenta dificuldades para encontrar as garrafas, segundo fonte do setor hoteleiro ouvida pela DINHEIRO. O grupo foi alertado pela Heineken sobre o problema, que está afetando as entregas da cerveja. Neste início de ano, bares e restaurantes da rede presidida pelo executivo que conversou com a reportagem receberam os pedidos em latas de cerveja, substitutas das garrafas e long necks. Procurada, a Heineken não quis comentar e alegou estar em período de silêncio.

© Fornecido por IstoÉ Dinheiro 

O cenário é fruto do aumento de consumo e da mudança de hábitos, que impulsionou uma demanda não prevista por algumas empresas, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Vidro (Abividro). A entidade afirma em nota que todos os contratos foram cumpridos e somente as compras não programadas sofrem com a escassez. “A dinâmica da produção de vidro é inelástica. Trabalhamos somente com o que é antecipado pelos pedidos”, disse Lucien Belmonte, presidente da associação. A alta do dólar é outro agravante, uma vez que, embora pequena, a parcela de empresas que importam embalagens em vidro também não consegue migrar para o mercado nacional pela falta de oferta.

A situação deve se restabelecer até o fim de 2023, com a expansão de 30% da capacidade produtiva na indústria. A francesa Verallia, da divisão de embalagens da Saint-Gobain, está investindo R$ 500 milhões em um novo forno na fábrica de Campo Bom (RS), enquanto a Owens Illinois, maior fabricante do mundo, investirá cerca de R$ 1 bilhão em duas novas plantas no Brasil.

Dolf van den Brink, CEO global da Heineken, deve vir ao País neste início do ano para acompanhar a saga das garrafas verdes. No mercado, a solução foi verticalizar. A Ambev, maior concorrente da holandesa, fará um aporte de R$ 870 milhões para construir sua segunda fábrica de embalagens de vidro. Mas a nova planta, no Paraná, só deve entrar em operação em 2025, seguindo a estratégia da companhia de, até lá, trabalhar apenas com embalagens retornáveis ou feitas de materiais reciclados.

Com investimento médio de US$ 100 milhões, uma planta produtiva tem capacidade para fabricação de 350 toneladas de vidro por dia. Considerando o modelo da long neck, essa produção representaria em torno de 2 milhões de garrafas por dia. Na avaliação de Belmonte, a movimentação será suficiente para desafogar a indústria no próximo ano. Em 2022, as empresas devem seguir alertas ao risco de escassez.

Nada de novo No verão de retomada da economia, bares e restaurantes voltaram a lotar. A Abrasel, entidade do setor, indica que a demanda deste fim de ano esteve 3% abaixo frente 2019, o que já é um avanço significativo para uma das atividades mais impactadas na pandemia. O consumo da cerveja também subiu: 8% nos últimos dois anos, pelos dados do Euromonitor.

A mudança vem do aumento das buscas por long neck e cervejas artesanais, associadas ao hábito de beber em casa. Apesar do momento relativamente positivo, não foi apenas a cerveja responsável pela escassez de garrafas. O que mais sobrecarregou a indústria foi o mercado de vinhos, cujo consumo dobrou nesse período.

Percival Maricato, diretor da Abrasel, explica que não é a primeira vez que a distribuição é afetada, embora o fenômeno não prejudique as vendas no setor. “Embalagens substitutas suprem esse consumo em bares e restaurantes”, disse. Para a Heineken, no entanto, o abastecimento da emblemática garrafa verde garante a presença da marca em um mercado disputado como o brasileiro. Por isso, a saga se torna crucial para as cervejarias.

 

 

Beatriz Pacheco / ISTOÉ DINHEIRO

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