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Redação

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 Jornalista/Radialista

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INGLATERRA - Uma onda de casos da variante Ômicron do coronavírus não levou a um aumento nas hospitalizações de idosos, como era esperado, apesar de haver mais casos nessa faixa etária, disseram os consultores científicos do governo do Reino Unido na quinta-feira (20).

“O aumento de hospitalizações, que é previsto após o aumento observado nos casos em idosos, não foi visto até agora”, disse a ata da reunião do Grupo Consultivo Científico para Emergências (SAGE) em 13 de janeiro.

“Isto pode ser devido a níveis mais altos de proteção contra a hospitalização, a uma diminuição mais lenta da proteção vacinal ou ao impacto de comportamentos de precaução entre os mais vulneráveis e aqueles ao seu redor”, afirmaram.

SÃO CARLOS/SP - Um homem de 38 anos, foi detido por Guardas Municipais na Praça da Independência, em São Carlos. O sujeito é acusado de tráfico de drogas.

O Centro de Controle Operacional da Guarda Municipal informando da presença de tráfico e uma briga naquela região. Rapidamente uma viatura se deslocou e a abordagem do suspeito foi realizada. L.A.D.S, de 22 anos, ao ser revistado foi encontrado 22 pedras de crack e R$ 28,00 em dinheiro.

SÃO CARLOS/SPOs alunos de todo Brasil já estão se preparando para a volta as aulas e com isso, a preparação com o transporte escolar é uma outra preocupação. No artigo de hoje, trago importantes informações para quem procura  transporte escolar do ensino infantil ao universitário. 

Muitas vezes a preocupação com escolha da escola, matrícula e material,  a contratação ou renovação com transporte escolar acaba ficando por último e como sabemos, toda vez que deixamos para a última hora para resolver questões que exigem atenção, a chance de termos problemas aumenta significativamente.

Levando em conta que os pais e responsáveis não possuem condições de levar e trazer as crianças/adolescentes/jovens nas escolas/universidades, elaborei baseado nos itens exigidos por lei, uma lista  de critérios para serem observados antes da contratação do transporte:

1- Os itens de segurança básicos precisam ser observados, além de confirmar a legalidade da empresa que está fornecendo o serviço.

O veículo e o motorista que prestam serviço de transporte escolar devem ser credenciados na Prefeitura, sendo que o veículo recebe um selo que deve ser colocado no canto superior direito do pára-brisa.

Os pais devem conferir a existência do selo e se ele está atualizado. O selo deve ser do ano atual, no caso 2019;

2- O veículo deve satisfazer as exigências determinadas pelo Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (DETRAN-SP), que emite uma "placa de aluguel " vermelha por exemplo;

3- É importante verificar se o motorista tem carteira de habilitação profissional tipo "D" ou "E", diferente das convencionais e deve apresentar certificado do curso de treinamento para transporte convencional para crianças e de Crianças com Deficiência e Mobilidade Reduzida (Decreto 48.603 de 9 de agosto de 2007);

4- Na dúvida se o condutor e o veículo estão autorizados a operar, verifique com a prefeitura de sua cidade, geralmente a Secretaria de Trânsito do Município é a responsável;

5- O transporte escolar pode ser feito por autônomos, empresas ou escolas (no sistema de auto-gestão). Caso a escola possua transporte próprio ou mantenha convênio com algum motorista ou empresa, este deve ser optativo, ou seja, a escolha da melhor opção é dos pais, não podendo a instituição vincular matrícula escolar com transporte escolar;

6- Antes da contratação, pesquise e busque informações sobre a prestadora de serviços do transporte escolar com outras pessoas que já tenham utilizado o serviço, nos cadastros dos órgãos e defesa do consumidor e no Sindicato ou Cooperativa de Transportadores Escolares;

7- Verifique no caso de transporte de crianças, se  além do motorista do veículo,  existirá um assistente para auxiliar na recepção dos alunos e para resguardar a segurança dos mesmos, verificando o uso do cinto de segurança e mantendo os alunos sentados enquanto o veículo está em movimento;

8- Observe as condições de higiene, se existe a disponibilidade de álcool em gel para os alunos higienizarem as mãos, se todos estão usando máscara, bem como o conforto e segurança do veículo;

9- Certifique-se da presença de um cinto de segurança para cada ocupante e do limite de abertura das janelas.

Lembro que de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, as janelas desse tipo de transporte não devem abrir mais do que 15 (quinze) centímetros;

Tecnologia desenvolvida por pesquisador da UFSCar otimiza uso já feito por agricultores para diminuir custos

 

SÃO CARLOS/SP - Não é de hoje que agricultores brasileiros usam óleos vegetais - inclusive óleo de soja comprado no supermercado - em motores de tratores e máquinas agrícolas, substituindo o diesel derivado do petróleo, insumo que representa parte significativa dos custos desses produtores. No entanto, a solução não é recomendada pelos especialistas, porque resíduos gerados na combustão do óleo vegetal, dentre outros fatores, danificam esses motores construídos para uso do diesel.
Agora, um motor modificado e correspondente adequação de combustível desenvolvidos por pesquisador do Departamento de Engenharia Mecânica (DEMec) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) podem significar a viabilidade dessa alternativa. O motor, alimentado por óleo de soja aquecido e etanol altamente hidratado - etanol misturado com água -, representaria não só a possibilidade de autossuficiência do produtor rural, mas também uma alternativa ambientalmente mais adequada, por ser de fonte renovável e, também, pela reabsorção de gás carbônico gerado na combustão pela safra seguinte, via fotossíntese.
A tecnologia está inserida em um programa de pesquisa que busca também outras alternativas bioenergéticas para substituição dos combustíveis fósseis, como, por exemplo, a produção de querosene de aviação renovável. Liderada por Márcio Turra de Ávila, docente no DEMec, a pesquisa que resultou no motor movido a óleo de soja foi desenvolvida durante seu estágio de pós-doutorado na Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da Universidade de São Paulo (USP).
Uma das possibilidades de substituição do diesel derivado do petróleo é o biodiesel. No entanto, seu processo de produção também tem alto custo. Os óleos vegetais, apesar de mais baratos, apresentam dificuldades técnicas derivadas de sua viscosidade que, na solução desenvolvida pelo pesquisador da UFSCar, foi abaixada pelo aquecimento a partir da rejeição de calor pelo motor. Essa modificação, associada ao uso do etanol misturado com água, resultou, nos testes realizados, em eficiência semelhante à do motor movido a diesel de petróleo, com bom nível de combustão e redução na emissão de quase todos os poluentes.
A tecnologia foi patenteada, e ainda serão necessários os testes em campo, com máquinas em operação por alguns milhares de horas, para comprovação da sua plena viabilidade. No entanto, nos últimos anos, flutuações no mercado internacional associadas às intempéries climáticas e, principalmente, à pandemia, elevaram muito o preço do óleo de soja no Brasil, afastando possíveis parceiros para a realização desses testes. "Além da questão ambiental, da economia e da questão estratégica de dominarmos a produção de energia no próprio país, há também um aspecto social importante, pelos empregos gerados na cadeia agrícola. Por isso, seguimos confiantes no valor da tecnologia", afirma Ávila.

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