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Redação

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 Jornalista/Radialista

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 Shopping oferece diversidade de opções que garante a animação durante o período de recesso

 

São Carlos/SP – O recesso escolar é um período muito aguardado pelos estudantes que anseiam por dias de descanso e diversão. Pensando nisso, para trazer mais animação, sem esquecer os cuidados que o momento exige, o Iguatemi São Carlos preparou opções repletas de sabor e alegria, além de muita cultura.

Para promover a leitura, até o dia 14/2, a feira Amigos do Livro permanece na Praça de Eventos do centro de compras. Há cinco anos no mercado, o evento traz uma variedade de quinhentos títulos, entre publicações infantis, infanto-juvenis e adultas, com preços a partir de R$ 10. “Temos, entre as opções, livros sensoriais para bebês, brinquedos educativos e cartilhas, além de especializados em caligrafia e matemática para quem já deseja se preparar para o ano letivo”, conta Rodrigo Seloto, proprietário da marca parceira da editora Ciranda Cultural.

Também ideal para as famílias, já que algumas atrações permitem a participação dos adultos, o Parks & Games está com o Carregue e Ganhe, no qual recargas acima de R$ 70 ganham bônus exclusivos. Outra aposta do parque é o “Piquenique de Férias”, evento que será realizado dia 28/1 com a duração de duas horas, onde os participantes recebem lanches e brindes especiais. Para garantir preços promocionais, basta efetuar a compra do convite antecipado.

Já para quem optar por um bom filme, o Cine Araújo traz títulos como a Turma da Mônica, Homem Aranha: Sem Volta para Casa e Sing 2, que seguem em cartaz. E para a hora da refeição, o McDonald’s oferece um combo saboroso: o Méqui Box, opção que contém uma McOferta média e um McLanche Feliz, agradando diversas idades.

            Muitas outras operações fazem parte das possibilidades de viver momentos felizes em um passeio divertido ao Iguatemi São Carlos. Fini, Stop&Go, Giraffas, Burger King, Ri Happy, entre outras, estão com produtos e programações especiais. E para garantir a segurança de todos, o centro de compras adota as medidas sanitárias recomendadas pelos órgãos responsáveis.

Para mais informações, acesse o site do shopping www.iguatemisaocarlos.com.br ou siga o empreendimento nas redes sociais @iguatemisaocarlos.

SÃO CARLOS/SP - A vereadora Cidinha do Oncológico se reuniu na tarde de quarta-feira (19) com João Muller, secretário municipal de Obras, e Mário Pelissari, Samuel Fernandes e Artur Cotrim, da equipe de engenharia para discutir e cobrar a respeito das obras a serem realizadas no CEME (Centro Municipal de Especialidades Médicas).

Desde 2017, a parlamentar solicita reformas urgentes no CEME, devido aos diversos problemas estruturais no prédio, infiltrações, calhas comprometidas, e diversos outros empecilhos que impedem um atendimento de qualidade para a população de São Carlos.

UFSCar oferece curso de aperfeiçoamento para gerência de obras. Inscrições estão abertas

 

A indústria da construção civil, de extrema importância para a economia de qualquer país, consome grande parte dos recursos naturais do planeta e também gera uma quantidade enorme de resíduos. Considerando essa realidade, especialistas têm apontado a necessidade de melhorias de gestão na cadeia produtiva do setor. Dentre os desafios, estão aprimorar o nível de precisão dos orçamentos, otimizar o uso de recursos, reciclar os resíduos e controlar a produtividade da mão de obra.
Porém, de acordo o professor Itamar Lorenzon, do Departamento de Engenharia Civil (DECiv) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), poucos profissionais estão preparados para lidar com essas mudanças e todos os níveis de planejamento de uma obra. "Apesar de ser um conteúdo obrigatório para os cursos na área de Construção Civil, a maioria deles não oferece informações sobre os níveis de planejamento, nem aulas práticas com programas gerenciadores de projetos", afirma o docente.
Segundo Lorenzon, o controle da produção - saber se a obra está no ritmo esperado, se os recursos estão sendo otimizados, se a mão de obra tem uma produtividade adequada - é um dos aspectos menos trabalhados nos cursos de graduação da área. "O controle é fundamental para quem quer fazer uma gestão plena. Com a medição do desempenho, você consegue estabelecer metas e objetivos a serem atingidos, comparar com obras de referência e economizar recursos", aponta o professor da UFSCar.
Também de acordo com ele, a gestão da qualidade é uma estratégia antiga, utilizada por várias indústrias, mas ainda incipiente na maioria das construtoras. Para Lorenzon, todo profissional da construção civil precisa saber determinar quanto uma obra vai custar, como obter custos unitários e os preços dos insumos que serão contemplados no orçamento. "Nesse contexto, as empresas do setor estão demandando, cada vez mais, profissionais que entendam de planejamento, orçamento, produtividade e sustentabilidade", diz o docente.
Para capacitar esses profissionais, desde 2013, a UFSCar oferece curso de aperfeiçoamento em Gestão de Obras, promovido pelo Departamento de Engenharia Civil (DECiv) da Instituição, na modalidade de ensino a distância. "A capacitação foi idealizada para atender a demanda do mercado por profissionais mais bem preparados na condução de empreendimentos da construção civil. Ensinamos as principais estratégias utilizadas no mercado, bem como as boas práticas existentes, abordando produtividade no uso dos recursos físicos, orçamento, planejamento e controle, qualidade e resíduos, dentre outros assuntos, e isso traz um diferencial significativo para o profissional", garante o professor, que coordena a pós-graduação.

BRASÍLIA/DF – Ao lançar ontem sua pré-candidatura à Presidência, o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) fez um discurso incisivo contra os principais adversários e prometeu, se eleito, eliminar o teto de gastos públicos, revisar a reforma trabalhista e taxar grandes fortunas, além de tributar lucros e dividendos. Dirigindo-se à plateia como “minhas irmãs e meus irmãos”, Ciro também reiterou a proposta de acabar com o instrumento da reeleição no País.

Isolado e sem alianças partidárias encaminhadas até o momento, o PDT promoveu o ato político para impulsionar a campanha de Ciro, em Brasília, e dissipar rumores de que ele desistirá da disputa. A cerimônia contou com a presença do marqueteiro João Santana, que antes trabalhou em campanhas do PT.

“Quero ser o presidente da rebeldia e da esperança”, afirmou Ciro, numa referência a seu novo slogan, produzido por Santana. “Estão pensando o quê? Isso é para valer!”, disse ele, em recado para deputados do partido que até hoje o pressionam a renunciar, caso não consiga crescer nas pesquisas de intenção de voto. O PDT evocou ali a imagem de Leonel Brizola e se referiu aos 100 anos que o político gaúcho completaria hoje para apresentar seu pré-candidato como um “rebelde”.

Em quase uma hora de pronunciamento, Ciro dirigiu fortes críticas ao presidente Jair Bolsonaro (PL), ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao ex-juiz Sérgio Moro (Podemos). O ex-ministro vinculou Lula a Bolsonaro, a quem acusou de praticar genocídio na pandemia de covid-19, e propôs quebrar essa polarização. Não faltaram ataques a Moro, definido por ele como dono de um currículo equivalente a um “rosário de vergonhas”.

O foco das críticas foi a economia, tema que tem dominado o debate entre os principais pré-candidatos na disputa deste ano. “Seria exagero dizer que os presidentes, apesar de diferentes em muitas coisas, foram iguaizinhos em economia, e que o modelo econômico que copiaram uns dos outros nos trouxe a este beco sem saída?”, provocou o ex-ministro. “Seria mentira afirmar que eles, sem exceção, impuseram um tipo de governança que tem o conchavo e a corrupção como eixos? Não, não é exagero. É pura realidade”, completou.

 

‘Irresponsabilidades'

Mais tarde, em entrevista, Ciro afastou a possibilidade de apoiar Lula em um eventual segundo turno contra Bolsonaro. “Eu ajudei o Lula em todas as eleições. Será que existiria o Bolsonaro se não fosse a contradição econômica, social e moral do Lula? Eu não posso ficar de novo sustentando as irresponsabilidades do Lula”, disse ele, que foi ministro da Integração Nacional no governo do petista.

Em sua quarta tentativa de chegar ao Palácio do Planalto, Ciro afirmou que, se eleito, acabará com o teto de gastos. A medida foi adotada durante o governo do ex-presidente Michel Temer, em 2016, e limita o crescimento das despesas à inflação do ano anterior. O ex-ministro criticou a regra por excluir as despesas com o pagamento de juros da dívida pública e reduzir os investimentos.

“Prometo, portanto, acabar com essa ficção fraudulenta chamada teto de gastos e colocar em seu lugar um modelo que vai tocar o Brasil adiante sem inflação e com equilíbrio fiscal verdadeiro”, afirmou.

Ao direcionar ataques a Moro, Ciro também prometeu encaminhar uma proposta de reforma do combate à corrupção, a ser debatida a partir de março, antes do início oficial da campanha. “Não haverá espaço para estrelismos e efeitos especiais nem espetáculo para conquista de plateias ou, pior, de eleitores”, disse o pré-candidato, classificando o adversário do Podemos como um caso “de glória efêmera como juiz e agora candidato a se derreter em contradições, mentiras e despreparo”.

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