Jornalista/Radialista
SÃO CARLOS/SP - Identificar oportunidades de pesquisas transnacionais visando à redução das emissões dos gases de efeito estufa (GEE) e a melhoria da eficiência da produção dos sistemas de terras agrícolas. Essa foi a tônica da reunião anual do “Croplands Research Group (CRG)” - Grupo de Pesquisa de Terras Cultiváveis com Grãos - que reuniu, virtualmente, nesta quarta-feira (19), cerca de 40 cientistas de 19 países de quatro continentes.
O CRG, que faz parte da Global Research Alliance on Agricultural Greenhouse Gases (GRA), trabalha em conjunto para encontrar maneiras de aumentar a produção de forma sustentável, limitando as perdas de carbono e nitrogênio para a atmosfera. Além disso, atua para transferir esse conhecimento e tecnologias associadas para agricultores, gestores de terras e formuladores de políticas em todo o mundo.
Um dos cocoordenadores do grupo do CRG, o pesquisador da Embrapa Instrumentação (São Carlos – SP), Ladislau Martin Neto, disse que as apresentações e discussões se concentraram nas atividades realizadas no escopo do grupo em 2021. Mas no âmbito dos aspectos científicos priorizou-se o que está se chamando de cobenefícios - são benefícios positivos relacionados à redução dos gases de efeito estufa. Essa é uma meta do Plano Estratégico GRA para o período de 2021 a 2025.
Estratégias de mitigação
“Os cobenefícos de mitigação podem servir para acelerar a adoção de práticas agrícolas inteligentes em relação ao clima”, enfatizou o físico Martin Neto que compartilha a cocoordenação do CGR com o pesquisador do Serviço de Pesquisa Agrícola (ARS/USDA) dos Estados Unidos, Mark Liebig, e com a professora da Universidade de Santiago de Compostela, Espanha, Maria Rosa Mosquera Lousada.
Segundo o pesquisador brasileiro, usando a estrutura de rede do Grupo de Pesquisa de Terras de Cultivo de Grãos, os participantes analisaram algumas estratégias de mitigação promissoras e cobenefícios associados às dimensões da biofísica, economia e humana.
Entre elas, estratégias para não aumentar a quantidade de gases causadores do efeito estufa da atmosfera, como a neutralidade climática, com balanço de carbono neutro, dos sistemas de produção agropecuária em áreas sob manejos conservacionistas. O pesquisador explicou que, assim, é possível gerar situações de sequestro de C no solo, com o aumento do conteúdo da matéria orgânica do solo (MOS).
Contribuições brasileiras
No âmbito brasileiro, alinhadas às decisões da COP 26, que ocorreu em Glasgow, Escócia, no ano passado, Martin Neto destacou na reunião as ações positivas do Plano Setorial de Adaptação e Baixa Emissão de Carbono na Agropecuária, chamado de ABC+, para o período de 2020 – 2030.
Com contínua e forte contribuição da Embrapa o plano, lançado no ano passado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) conta, nesta nova fase, com oito práticas conservacionistas elegíveis. Fazem parte delas o plantio direto, sistemas integrados lavoura-pecuária-floresta, bioinsumos, recuperação de pastagens degradadas, florestadas plantadas, terminação intensiva de bovinos, sistemas irrigados e manejo de resíduos animais.
O pesquisador considera a participação nesses fóruns muito relevantes, porque além de apresentarem oportunidades de cooperação científica, cria condições para divulgar, com clareza e ênfase, internacionalmente a agenda positiva da Embrapa e do agro brasileiro, inclusive, no tema de mudanças climáticas.
“Em 2021, por exemplo, sob a liderança da pesquisadora da Embrapa Arroz e Feijão, Beata Madari, foi aprovado projeto de cooperação internacional no tema, com financiamento do governo da Nova Zelândia, onde existe um Ministério de Mudanças Climáticas, e que sedia a Secretaria da GRA”, lembrou o cocoordenador.
O professor da Kansas State University (EU), Charles Rice, ao introduzir o tema cobenefícos, apresentou resultados de pesquisas, incluindo várias realizadas no Brasil. Entre elas, os sistemas de plantio direto e sistemas integrados. Rice, a convite de Martin Neto, visitou as unidades da Embrapa em São Carlos – Instrumentação e Pecuária Sudeste – em 2018, bem como mantém cooperação com algumas universidades brasileiras.
Parque estreia show de música ao ar livre e traz, novamente, o espetáculo Alice de Volta ao País Mais Divertido do Mundo
VINHEDO/SP - O Parque Temático Hopi Hari traz uma nova temporada de espetáculos, tão acolhedora quanto um dia ensolarado de verão. A partir do próximo dia 27, o País Mais Divertido do Mundo estreia o show Tchauí di Habitaris e retorna com as sessões da peça Alice de Volta ao no País Mais Divertido do Mundo. Esta programação, que vai até 20 de março, está centralizada na região de ‘Kaminda Mundi’.
De mãos dadas com a magia, os visitantes começam sua jornada no ‘Theatro di Kaminda’, onde encontram uma jovem com uma mente curiosa e um coração cheio de sonhos. O espetáculo Alice de volta ao País Mais Divertido do Mundo entra em cartaz novamente. A peça, que teve sua primeira exibição no Parque em junho de 2021, é inspirada no clássico de Lewis Carroll (pseudônimo do escritor britânico Charles Lutwidge Dodgson), Alice no País das Maravilhas.
A aventura de Alice inicia em um dia aparentemente comum, mas que começa a se transformar quando o olhar da menina cruza com um coelho. Contudo, este não era um coelho qualquer: o animal usava terno, relógio e andava apressado. Movida por um súbito interesse, Alice sai em busca do coelho e acaba descobrindo muito mais do que imaginava, pois a viagem para o País das Maravilhas já estava garantida.
É ali, neste lugar tão especial, que ela encontra seres encantados, como Absolem, Chapeleiro Maluco, a Rainha Branca, a Rainha de Copas, e o sorridente Gato de Cheshire. É ali também que ela percebe que existe um outro mundo de maravilhas, guardado dentro de si. Navegando por esse processo de auto-descoberta, Alice vivencia a própria essência e compreende, de fato, qual é o seu verdadeiro lar.
MÚSICA Enquanto o ‘alaranjar’ do entardecer toma o céu, Hopi Hari enche a rua principal de ‘Kaminda Mundi’ de cores e boa música, com o show Tchauí di Habitaris, apresentado pela banda Rock‘n Hari, no palco externo. Envoltos em uma atmosfera vibrante de tons claros e vivos, em que as ondas das canções se entrelaçam e formam uma sinergia de energias positivas, o público é convidado a sentir, de uma maneira única, o que é a alegria.
O repertório busca, por meio das palavras, da harmonia e do ritmo, compor este cenário a partir de canções de artistas e grupos conhecidos em âmbito nacional e internacional. Alguns exemplos são: Beyoncé, Dua Lipa, Ivete Sangalo, Lady Gaga, Bruno Mars, Jota Quest e Mamonas Assassinas. Além disso, para complementar a imersão nessa galáxia de nuances, sons e sensações, estão os bailarinos ‘Habitaris’ - nome dado aos personagens moradores de Hopi Hari - que garantem a diversão da primeira até a última música.
ANDRADINA/SP - Um homem foi preso em Andradina após ser flagrado com cigarros contrabandeados do Paraguai, no domingo (23).
De acordo com as informações da Polícia Militar, a corporação recebeu a denúncia de o produto contrabandeado foi descarregado em uma casa na rua José Pedrosa.
Os policiais foram ao local e encontraram 134 pacotes de cigarros contrabandeados e R$ 618, ainda segundo a PM.
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