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Redação

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 Jornalista/Radialista

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EUA - Quando foram lançadas as mensagens de voz no WhatsApp, em 2013, elas rapidamente se tornaram febre. De fato, mudaram a forma como os usuários se comunicam.

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Ao apostar num design simples, as mensagens de voz no WhatsApp permitiam a gravação e o envio de áudio em um processo rápido e fácil. De forma semelhante a enviar uma mensagem de texto.

Todos os dias, de acordo com a Meta, 7 bilhões mensagens de voz no WhatsApp são enviadas ao redor do mundo. Todas elas protegidas por criptografia de ponta a ponta, o que garante (em tese) privacidade e segurança constantes.

  • Reprodução fora da conversa: ouça uma mensagem de voz fora da conversa para poder realizar outras tarefas ou ler e responder a outras mensagens.
  • Pausar/retomar gravação: quando estiver gravando uma mensagem de voz, é possível pausar a gravação e retomar a mesma quando quiser, caso seja interrompido ou precise pensar antes de continuar a gravação.
  • Visualização em forma de onda: é uma representação visual do som na mensagem de voz para ajudar a acompanhar a gravação.
  • Prévia da gravação: ouça as suas mensagens de voz antes de enviar.
  • Retomar reprodução: se pausar uma mensagem de voz durante a reprodução, é possível escutá-la de onde parou quando voltar ao chat.
  • Reprodução acelerada para mensagens encaminhadas: ouça mensagens de voz regulares e encaminhadas com velocidade 1,5x ou 2x.

Como de costume, as novidades vão chegando aos poucos aos usuários ao redor do mundo. Então, se os recursos acima das mensagens de voz no WhatsApp ainda não aparecem no seu app, basta aguardar ou mesmo tentar atualizá-lo na lojinha de aplicativos do seu smartphone.

 

 

Sérgio Vinícius / 33giga

A iniciativa vai beneficiar uma instituição social com um ovo de chocolate de 70 quilos

 

SÃO CARLOS/SP - A ACISC (Associação Comercial e Industrial de São Carlos) está promovendo uma ação social com a doação do maior ovo de páscoa de São Carlos. Até o dia 14 de abril, quem passar pela associação vai poder interagir com um ovo de chocolate gigante e participar da ação.

 A campanha denominada: “Páscoa solidária ACISC” vai doar o ovo de páscoa de 70 quilos da Cacau Show para uma instituição social que será escolhida por meio de uma votação popular. “Para votar bastar ir até a associação e escolher a instituição listada no tablet que está exposto junto com o ovo gigante ou pelas redes sociais e site da entidade” disse o presidente da ACISC, José Fernando Domingues, o Zelão.

 Segundo Zelão, a iniciativa é fundamental para renovar as esperanças na sociedade após o período difícil da pandemia da COVID-19, além de ajudar a tornar esta data especial para muitas pessoas.  “Estamos empenhados em fazer a diferença, principalmente nessas datas especiais. Criamos essa campanha com muito carinho para chamar a atenção para instituições sociais de São Carlos e levar um pouco mais de alegria para a pessoas”, completou o presidente da entidade.

 O resultado da instituição vencedora será transmitido no Facebook da ACISC, às 17 horas, no dia 14 de abril.

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura Municipal de São Carlos, através das Secretarias Municipais de Agricultura e Abastecimento, e Meio Ambiente, incentivam a produção e a exploração da diversidade do plantio de alimentos realizada pelos agricultores locais.

O Projeto AgroSolo, foi lançado neste mês de março e conta com parceria dos estudantes do curso de Agronomia da UNICEP que sob supervisão de um Engenheiro Agrônomo e de um Biólogo, fazem as visitações e pesquisas de campo, auxiliando na análise química do solo dos produtores.

Segundo Fábio Cervini, Secretário Municipal de Agricultura e Abastecimento da cidade de São Carlos, "com frequência os produtores buscam informações sobre os tipos ideais de adubos para suas culturas, assim como o manejo ideal do solo e a exploração de novas diversidades agrícolas mais adequadas ao seu tipo de solo".

Diante deste contexto foi desenvolvido o Projeto AgroSolo, proporcionando ao agricultor maior conhecimento sobre o solo através de uma análise científica com base técnica necessária para as tomadas de decisões. 

Segundo Fábio Cervini, Secretário Municipal de Agricultura e Abastecimento, “conhecer as técnicas ideais de manejo do solo, assim como de seus nutrientes, são fatores fundamentais para a busca da eficiência produtiva e qualidade dos produtos, e quando observadas e seguidas as questões ambientais, agregam valor ao produto, tornando um diferencial competitivo”.

Os estudantes universitários, além de auxiliarem no campo com as pesquisas e elaboração de relatórios, obtém o conhecimento da gestão administrativa do departamento da agricultura, no que tange ao funcionamento dos programas Federais e Municipais voltados para os agricultores, no caso, o PAB (Programa Alimenta Brasil), PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar) e o PMAIS (Programa Municipal de Assistência e Inclusão Social). 

Ao final do 1° ciclo do Programa AgroSolo todos os agricultores envolvidos serão beneficiados com auxílio técnico; os universitários, com o estágio e experiência ‘dey’ campo e a SMAA receberá produtos ainda mais qualificados dos produtores que participam dos programas voltados para a agricultura familiar.

Estudo investiga desempenho de nanopartículas de SNO2 assistidas por luz na detecção de gás ozônio em temperatura ambiente

 

SÃO CARLOS/SP - O estudo, que relata o potencial uso de nanoestruturas de SnO2 (dióxido de estanho) como dispositivos sensores fotoativados de gás ozônio, é derivado do Trabalho de Conclusão de Curso do aluno João Victor Nascimento de Palma, autor principal da publicação e recém-formado no curso de bacharelado em Física da UFSCar.
Sob a orientação de Luís Fernando da Silva, docente do Departamento de Física (DF) da UFSCar, e pesquisador vinculado ao Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF), Palma abordou em seu TCC o desenvolvimento de sensores de gases tóxicos operando em temperatura ambiente. Tradicionalmente, esses dispositivos sensores operam em temperaturas superiores a 150ºC, o que implica um maior consumo de energia, além de tornar mais complexo o processo de fabricação das plataformas.
Dessa maneira, o trabalho publicado teve como objetivo a investigação experimental-teórica do desempenho do sensor de nanoestruturas de SnO2 fotoativadas por comprimentos de ondas distintas quando expostas a baixas concentrações de gás ozônio (O3) (da ordem de ppb). A fotoativação, nesse estudo, permitiu com que os sensores atuassem em temperaturas próximas do ambiente, o que tem sido um desafio na área de sensores de gás.
A publicação também contou com a colaboração dos pesquisadores Ariadne Cristina Catto e Marisa Carvalho, do CDMF da UFSCar; Renan A.P. Ribeiro, da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) e Márcio Daldin Teodoro, do Departamento de Física (DF) da UFSCar.
Mais informações no site do CDMF, em www.cdmf.org.br.

CDMF
O CDMF, sediado na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepids) apoiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), e recebe também investimento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a partir do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia dos Materiais em Nanotecnologia (INCTMN).

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