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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO PAULO/SP - Ao contrário de anos anteriores, em que a coleção de roupas de inverno ficou encalhada nas araras das lojas, em 2022, camisetas de manga longa, moletons, blusas de tricô e casacos têm sido vendidos mais facilmente, mesmo com os preços mais altos. Isso se deve à chegada antecipada do frio, já em maio, no momento em que muitas pessoas voltavam ao trabalho presencial, depois de passar dois anos em home office.

“Percebemos que a retomada da mobilidade e da participação em eventos sociais têm contribuído para a necessidade de renovar o guarda-roupa e, com isso, temos visto maior fluxo, em especial na loja física, mas também no online. Esses fatores, aliados às frentes frias que atingiram o país, têm estimulado maior procura por peças de inverno, assim como por itens mais voltados para situações profissionais e sociais, que os clientes não estavam usando tanto em função da pandemia", diz a direção das lojas Renner.

Até agora, com menos de uma semana de inverno, que começou oficialmente na última terça-feira (21), o país já enfrentou três fortes ondas de frio, duas delas causadas por massas de ar polar: a primeira foi na semana de 11 de maio, período em que cidades do Sul registraram temperaturas abaixo da média histórica; a segunda onda de frio, causada pela passagem da primeira massa polar, aconteceu entre o fim de maio e início de junho e, além do frio, levou geadas para as regiões Sul, Sudeste e Centro-oeste, e chuvas fortes, seguidas por alagamentos, no Nordeste; e a terceira onda e segunda massa polar chegou por volta de 12 de junho, levando as temperaturas em algumas localidades para valores abaixo de zero.

"As temperaturas mais baixas ajudam muito os lojistas", afirma Luís Augusto Ildefonso, diretor institucional da Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping). "E se o frio for constante, a venda é melhor ainda. Uma sequência de dias com temperaturas baixas, cinco, seis dias, favorece muito o comércio, é bastante positivo. As pessoas ainda não podem renovar seus guarda-roupas, as peças estão caras e o dinheiro está curto. Então, elas só compram os artigos de que precisam mesmo, e uma sequência de dias frios faz sentir essa necessidade", explica.

Para os executivos da Renner, o frio antecipado fez o desempenho das vendas superar os patamares pré-pandemia. "No primeiro trimestre, registramos alta de 63% na comparação com o mesmo período de 2021, e de 35% na comparação com 2019. Esta tendência se acelerou nos meses seguintes, alavancada pela boa aceitação da coleção outono-inverno, influenciada também por datas comemorativas, como o Dia das Mães.”

Segundo Ildefonso, praticamente não houve vendas nos últimos dois anos. "As pessoas não saíram, ficaram isoladas em casa, e os armários se mantiveram, porque ninguém teve a necessidade de comprar roupas novas. Mas esse invernico que aconteceu antes da entrada do inverno mostrou aos lojistas que, tendo estoque, certamente eles devem vender bem. Os dias de frio, inclusive aqueles com garoa, mostraram o aumento da procura por agasalhos, cobertores e outros produtos mais pesados", conta.

O aumento nas vendas com o frio também foi percebido pelos comerciantes da região do Bom Retiro, em São Paulo, segundo a CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas do Bom Retiro). "Em maio e junho, até a semana passada, observamos um aumento de 10% na procura por roupas de inverno em relação ao mesmo período de 2019, pois não estamos considerando os anos da pandemia, 2020 e 2021. Muitas empresas ficaram sem estoque e tiveram que repor mercadorias para atender a alta procura", informou a entidade, por meio de nota.

 

 

Mariana Botta, do R7

BRASÍLIA/DF - Em 2 de outubro deste ano, daqui a menos de 100 dias, cerca de 150 milhões de eleitores vão às urnas em todo o país para escolher os ocupantes dos cargos de presidente, senador, deputado federal, estadual (ou distrital) e governador. De acordo com a Justiça Eleitoral, no pleito deste ano, 2 milhões de mesários vão atuar para garantir a coleta do voto dos brasileiros.

Além de colaborar com uma das maiores eleições do mundo, os voluntários contam com alguns benefícios previstos em lei. Quem atua como mesário nas eleições pode ter prioridade para assumir concurso público caso seja aprovado em alguma seleção, empate com algum concorrente e esta possibilidade esteja prevista no edital do certame.

Além disso, para cada dia trabalhado, seja na data da eleição, participando de treinamento ou na preparação do local de votação, o trabalhador tem direito a dois dias de folga — sendo funcionário da inciativa privada ou funcionário público (lei 9.504/1997, artigo 98).

Existem ainda benefícios garantidos por leis estaduais, como no caso de Mato Grosso. Quem atua como voluntário durante o pleito tem isenção de pagamento de taxa de concursos locais. O benefício, de acordo com a lei, vale por até dois anos após o dia em que o serviço foi prestado.

Em outros estados, é possível utilizar o tempo de serviço prestado como horas complementares em faculdades. A exigência é de que o mesário tenha mais de 18 anos. O trabalho é proibido para parentes, em até segundo grau, dos candidatos ou integrantes da diretoria de partidos políticos. Policiais que atuam em cargos de confiança e quem já trabalha na Justiça Eleitoral, mesmo que esteja de folga no dia da votação, também não pode atuar como mesário.

A ocupação dos cargos pode ocorrer por meio de inscrição voluntária, no site da Justiça Eleitoral, ou por convocação, quando o juiz eleitoral determina que o cidadão participe da organização da votação.

 

Integridade

O ministro Edson Fachin, que preside o TSE até agosto deste ano, destaca que diversos profissionais atuam para garantir a integridade das eleições. "Ao lado de milhares de fiscais designados pelos partidos políticos, eles testemunham, continuamente e de perto, a inquestionável correção da mecânica da votação”, disse.

De acordo com a Justiça Eleitoral, além dos dois milhões de mesários, as eleições deste ano vão contar com "22 mil servidores e servidoras, mais de três mil juízes e juízas e três mil promotores e promotoras, distribuídos em 28 tribunais eleitorais, 2.625 zonas e 460 mil seções espalhadas em todo o país, além de quase 600 mil eleitores no exterior".

 

 

 

Renato Souza, do R7

LONDRES - O aguardado retorno de Serena Williams a Wimbledon começará contra a francesa Harmony Tan, com a campeã de 23 Grand Slams voltando aos jogos de simples depois de um ano parada na próxima semana.

A norte-americana de 40 anos evitou os grandes nomes no sorteio desta sexta-feira (24) e terá a chance de jogar a primeira rodada diante da número 113 do mundo enquanto busca um improvável oitavo título.

Serena Williams, número 1.204 do ranking, não joga uma partida de simples desde que se retirou lesionada na estreia em Wimbledon há um ano contra Aliaksandra Sasnovich.

Na chave masculina, o principal cabeça de chave e atual campeão Novak Djokovic, que busca o 21º título de Grand Slam após um ano conturbado, abre sua campanha contra o sul-coreano Kwon Soon-woo.

O segundo cabeça de chave Rafael Nadal enfrenta o argentino 42º colocado Francisco Cerundolo na primeira rodada, enquanto o compatriota Carlos Alcaraz, candidato a seguir os passos de Nadal, encara o alemão Jan-Lennard Struff.

As partidas de destaque da primeira rodada incluem o tricampeão de Grand Slam Stan Wawrinka contra o italiano Jannik Sinner e o australiano Nick Kyrgios diante da esperança britânica Paul Jubb.

A principal cabeça de chave feminina Iga Swiatek, que está em uma sequência de 35 vitórias, abre sua campanha contra a croata Jana Fett, enquanto a segunda cabeça de chave Anett Kontaveit enfrenta a norte-americana Bernarda Pera.

 

 

Por: Martyn Herman / REUTERS

COLÔMBIA - A vitória do esquerdista Gustavo Petro causou um abalo político na Colômbia, com possíveis efeitos sobre a aliança com os Estados Unidos, estimam especialistas.

A eleição de Petro "pode criar tensões na relação" entre os dois países, afirmou à AFP Benjamin Gedan, do Programa Latino-americano do centro de estudos Woodrow Wilson International Center for Scholars.

Petro chega com intenção de mudanças: rejeita a política antidrogas atual e quer renegociar o Tratado de Livre Comércio com Washington.

Também é partidário de eliminar gradualmente a produção de petróleo, uma indústria com fortes vínculos com os Estados Unidos, justo quando Washington incita seus aliados a produzirem mais para conter a alta dos preços dos combustíveis decorrente da invasão russa à Ucrânia.

Apesar de se distanciar das esquerdas mais radicais da Nicarágua e Venezuela, Petro simpatiza com "o progressismo" do ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva e do chileno Gabriel Boric, e prometeu normalizar as relações com o presidente venezuelano Nicolás Maduro.

Isto pode afetar "os esforços dos Estados Unidos para isolar o regime" de Maduro, a quem não reconhece como presidente por considerar fraudulenta sua reeleição em 2018, afirma Gedan.

Quando assumir o cargo, em 7 de agosto, Petro pretende abrir a fronteira com a Venezuela, enquanto o país já acolhe mais de 1,8 milhão de migrantes e refugiados venezuelanos.

 

- "Muito amigável"-

O futuro do vínculo depende "da busca por pontos de interesse em comum", declarou à AFP Jason Marczak, diretor do Centro Adrienne Arsht para a América Latina.

"Com certeza o governo de Gustavo Petro adotará políticas internacionais diferentes das atuais, mas essa é a mudança que o povo colombiano deseja", afirma.

"Muito amigável", foi como Petro descreveu a primeira conversa por telefone com Biden, que segundo ele, prometeu "uma relação mais igualitária".

"Agora é o momento" do governo americano "desempenhar o papel (...) de um verdadeiro aliado", estimou Carolina Jiménez Sandoval, presidente do Escritório de Washington para América Latina.

Washington deve ser "mais generoso financeiramente" com o pacto de paz firmado com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), desmobilizadas em 2016, apoiado por Biden enquanto vice de Barack Obama.

Sandoval também recomenda uma mudança na política antidrogas, "com ações além da erradicação de cultivos".

Depois de décadas de luta contra as plantações, a Colômbia continua sendo o maior produtor mundial de coca e os Estados Unidos o principal consumidor.

O ponto de maior convergência das agendas de Biden e Petro talvez seja a luta contra a mudança climática.

Petro pede um "diálogo" sobre a crise, colocando sobre a mesa os gases de efeito estufa produzidos pelos EUA, "como quase nenhum outro país", os quais a floresta Amazônia absorve como uma esponja.

 

 

AFP

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