Jornalista/Radialista
EUA - A maioria das pessoas que sofre de hepatite C nos Estados Unidos não recebe atendimento, embora existam, há quase uma década, tratamentos seguros e eficazes contra essa perigosa doença, advertiram autoridades sanitárias americanas na terça-feira (09).
Por isso, pediram aos planos de saúde e a outros atores do setor a eliminação de barreiras, por exemplo, administrativas, que dificultam o acesso a medicações que salvam vidas.
No total, menos de uma em cada três pessoas com plano de saúde recebe tratamento para hepatite C nos Estados Unidos, no prazo de um ano desde o diagnóstico, segundo um relatório dos Centros para Prevenção e Controle de Doenças (CDC, na sigla em inglês), a principal agência de saúde pública dos EUA.
O tratamento antiviral consiste em tomar comprimidos por via oral durante algumas semanas.
"Quase da noite para o dia, a hepatite C passou de uma infecção crônica mortal para toda a vida para algo que é facilmente curável com medicamentos", disse Jonathan Mermin, dos CDC.
Contudo, o preço inicial dos tratamentos fez com que muitos planos de saúde criassem "barreiras" para o atendimento, explicou, e, em algumas ocasiões, isso se manteve apesar de os custos terem diminuído bastante nos últimos anos.
Mermin disse que essas restrições podem incluir requisitos para começar o tratamento, como ter algum dano hepático ou não ter consumido drogas e álcool durante meses. Também podem ocorrer exigências burocráticas, como a de que o tratamento deve ser prescrito por um médico especialista ou que o profissional tenha autorização prévia do plano de saúde.
Mas "nenhuma barreira, entre eles a burocracia e o lucro, deve impedir o acesso a tratamentos que salvam vidas", insistiu Mermin.
A hepatite C, contra a qual não existe vacina, é transmitida principalmente pelo sangue, e as maiores taxas de contágio são registradas em pessoas menores de 40 anos.
O modo mais comum de infecção é através do consumo de drogas injetáveis. Nesse sentido, os profissionais de saúde solicitam a implementação de programas gratuitos que permitam trocar seringas usadas por outras novas.
Se não for tratada, a hepatite C pode se tornar crônica, com complicações graves, às vezes por décadas, como cirrose e câncer de fígado.
Em 2019, a hepatite C contribuiu para a morte de aproximadamente 14.000 pessoas nos Estados Unidos (290.000 pessoas em todo o mundo). E o número de novos contágios está aumentando no país: agora está em torno de 60.000 por ano, quatro vezes mais que há dez anos.
As autoridades sanitárias estimam que quase 40% das pessoas infectadas nos Estados Unidos não sabem que têm a doença.
Os CDC recomendam que todos façam o teste ao menos uma vez na vida e que as pessoas do grupo de risco o façam regularmente.
ANTÁRTICA - O serviço de monitoramento europeu Copernicus informou nesta terça-feira (9) que a camada de gelo sob as águas da Antártica foi reduzida. O mês de julho teve um dos piores níveis detectados em 44 anos de registros via satélite.
O gelo polar antártico mediu 15,3 milhões de quilômetros quadrados em julho, ou seja, 1,1 milhões de quilômetros quadrados a menos que a média do mesmo mês durante o período de 1991 até 2020, uma diminuição de 7%.
Os cientistas utilizam desde 1979 medições de satélite para estudar com precisão a evolução das calotas polares no Ártico e na Antártica.
A camada de gelo flutua na superfície do mar, não incluindo a cobertura da parte terrestre do polo na Antártica.
Os cientistas detectaram uma diminuição contínua da camada de gelo marinho desde fevereiro de 2022, mesmo sendo inverno durante o mês de julho no hemisfério sul.
Normalmente, a camada de gelo diminui durante o verão e é reconstituída no inverno em ambos os polos.
No polo Ártico, durante o verão boreal, a diminuição do gelo marinho no mesmo período foi de 4%.
O serviço Copernicus destacou que julho foi anormalmente seco na América do Norte, América do Sul, Ásia Central e Austrália, enquanto as chuvas foram mais fortes no leste da Rússia, no norte da China e no cinturão tropical da África Oriental até a Ásia.
“Espera-se que ocorram períodos mais frequentes e longos de temperaturas extremamente altas, à medida que as temperaturas globais aumentam”, disse em nota Freja Vamborg, uma das responsáveis pelo serviço.
Jade / Go Outside
SOROCABA/SP - A Toyota comemora este mês um marco importante em sua trajetória no Brasil. Sua planta em Sorocaba, no interior de São Paulo, completa 10 anos de operação, além da incrível marca de 1 milhão de veículos produzidos na unidade.
Fruto de um investimento inicial de R$ 1 bilhão, a unidade foi responsável por pouco mais da metade do dinheiro investido pela montadora no País na última década para se manter relevante e preparada para produzir veículos modernos e que os clientes gostem.
Inicialmente pronta para produzir 74 mil veículos por ano, teve sua capacidade expandida e hoje produz mais que o dobro, com 158 mil veículos/ano.
Responsável pela produção de três dos quatro modelos fabricados pela Toyota no Brasil, a planta de Sorocaba se orgulha de atingir neste mês mais um grande marco: a produção de 1 milhão de veículos. Para garantir essa marca histórica, além do sucesso no mercado interno, os modelos Etios, Yaris e Corolla Cross made in Sorocaba são comercializados em diversos países da América Latina, como Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile, Colômbia, Peru e muitos outros. A vocação exportadora dessa planta garantiu que das mais de 95 mil unidades produzidas somente neste ano, praticamente 50% fosse destinado para os mercados latino-americanos, ou pouco mais de 47 mil unidades.
“Celebrar o aniversário de uma de nossas principais fábricas na região é motivo de imenso orgulho. Quero agradecer a todos os colaboradores que ajudaram a construir essa bonita história repleta de comprometimento, dedicação e trabalho que garantiram que essa unidade seja referência não só na produção de veículos cada vez melhores, mas também na atuação responsável com o meio ambiente, por meio do uso racional de recursos, na promoção da equidade e na proximidade com as comunidades, ao desenvolver iniciativas cidadãs que suportem o crescimento social”, afirma Rafael Chang, presidente da Toyota do Brasil.

Desenvolvimento sustentável
A Toyota assumiu o compromisso de atuar com iniciativas de curto, médio e longo prazo, que visam diminuir o uso de recursos naturais e os impactos ambientais em suas operações e na cadeia de valor, para atender às necessidades do planeta.
A fábrica da Toyota em Sorocaba foi a primeira da marca no País a adotar o conceito de Ecofactory. Com isso, todo o projeto construtivo adotou conceitos de ecoeficiência de padrão mundial, sem impactar a qualidade de vida dos habitantes do município e das cidades vizinhas nem gerar risco de contaminação ambiental. Dessa forma, toda a operação também passou a seguir conceitos de sustentabilidade, buscando reduzir emissões de gases que causam o efeito estufa, economia de energia e de água, além da diminuição no volume de resíduos.
Dentro deste conceito, foi possível reduzir o consumo de água e a emissão de efluentes com uma estação de tratamento própria; a reciclagem de 99% dos resíduos gerados na operação; o uso de energia renovável certificadas na fábrica; concentração dos principais fornecedores a apenas 1km da nossa planta, reduzindo significativamente a circulação de caminhões e o consumo de diesel.
O sucesso do projeto foi replicado em nossas outras unidades. Porto Feliz, inclusive, adota os padrões de ecofactory e já foi considerada a fábrica mais limpa da Toyota em todo o mundo.
Como um projeto de longo prazo, o destaque são os 10 anos do Morizukuri, que idealizou uma floresta ao redor da fábrica. A floresta chegou a sua fase “adulta”, com 134 mil árvores, de 143 espécies nativas diferentes, em um espaço de quatro hectares, o que equivale a uma área aproximada de quatro campos de futebol, contribuindo para a melhoria da qualidade da água, da fauna e da flora na região.
Além disso, o local é campo de estudo para universidades locais, que proporciona a execução de estudos na área ambiental e o desenvolvimento da pesquisa científica. Em parceria com universidades, já auxiliou na formação de mais de 110 estudantes e foi tema de cinco dissertações de mestrado.
Para se aproximar ainda mais da comunidade, a Toyota do Brasil realiza um trabalho junto com a Fundação Toyota, no apoio a projetos socioambientais, como o ReTornar, que, além de upcycling – reutilização criativa de produtos –, trabalha com a geração de emprego e renda e na capacitação de mulheres em Sorocaba e Indaiatuba, SP, mediante a parceria com grupos de costureiras.

Próximos passos
A planta da Toyota em Sorocaba se prepara para dar início ao novo Programa de Visitas da unidade. Um novo espaço, totalmente planejado, deve receber os visitantes em uma experiência que une o passado, o presente e o futuro. No novo Centro de Visitas, as pessoas poderão aprender sobre a história da Toyota, desde seu surgimento no Japão, sua chegada ao Brasil, sem esquecer os grandes marcos da empresa nos mais de 60 anos no País, e chegando aos dias atuais.
O Programa de Visitas deve ser aberto ao público nos próximos meses.

Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
A divulgação deste material colabora diretamente para o seguinte Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU:

______________________________
Sobre a Toyota do Brasil
A Toyota do Brasil está presente no País há mais de 60 anos. Possui quatro unidades produtivas, localizadas em Indaiatuba, Sorocaba, Porto Feliz e São Bernardo do Campo, todas no Estado de São Paulo, e emprega mais de 5 mil pessoas. Em 2020, lançou a KINTO, sua nova empresa de mobilidade, para oferecer serviços como aluguel de carros e gestão de frotas a uma sociedade em transformação. Também reforçou sua marca GAZOO, por meio de iniciativas que desafiam a excelência de seus veículos. Tem como missão produzir felicidade em larga escala e, para tanto, está comprometida em desenvolver carros cada vez melhores e mais seguros, além de avançar nas soluções de mobilidade. A empresa contribui com a sociedade, por meio do próprio negócio, com ações que visam diminuir o risco de acidentes, melhorar o tráfego de veículos e aumentar o uso de energias renováveis, e também por ser uma boa cidadã corporativa. Junto com a Fundação Toyota do Brasil, tem iniciativas que repercutem nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Mais informações: www.toyota-global.com e www.toyota.com.br.
RIO DE JANEIRO/RJ - A 11ª temporada do ‘The Voice Brasil’ está marcada para estrear no dia 15 de novembro. Uma das grandes mudanças dessa edição será a saída do cantor Carlinhos Brown da bancada de jurados.
Após participar de 10 temporadas, o músico e multi-instrumentista deixará o time de técnicos da atração. Gaby Amarantos, que também já integrou do júri do ‘The Voice Kids’, entrará como reforço do júri formado por Lulu Santos, Michel Teló e Iza.
Vale lembrar que o programa também terá a estreia de Fátima Bernardes no comando da atração. “Estou muito animada e ansiosa pelo início dessa minha primeira temporada no The Voice Brasil. Um programa que já mora no coração dos brasileiros”, celebrou a apresentadora em entrevista ao Gshow.
Por fim, a atriz e influenciadora Thaís Fersoza, que foi repórter nos bastidores do ‘The Voice+’, retornará a função nesta temporada. A esposa de Michel Teló será a responsável pela cobertura dos bastidores da 11ª temporada do ‘The Voice Brasil’.
Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.