Jornalista/Radialista
O espaço permitia que o desmonte das peças fosse realizado no período noturno sem chamar a atenção da vizinhança
CAMPINAS/SP - Quatro homens que operavam um esquema de desmanche ilegal em um sítio na estrada da Rhodia, em Campinas, foram presos na terça-feira (24) por policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). O espaço possuía câmeras de monitoramento, bloqueador de sinais e uma câmara antirruído, que abafava o som do desmonte. A equipe recolheu peças e equipamentos de oito veículos com queixas de furto ou roubo.
A prisão foi realizada por policiais da 3ª Delegacia de Polícia de Investigações sobre Desmanches Delituosos, da Divecar, que apuravam um esquema de receptação de veículos destinados para abastecer o mercado ilegal de peças.
As investigações apontavam para um sítio no bairro Barão Geraldo, onde quatro pessoas foram flagradas no local com um veículo sendo desmontado.
A estrutura do sítio contava com uma câmera antirruído que permitia que as atividades fossem realizadas no período noturno, sem chamar a atenção dos vizinhos, além de um bloqueador de sinais para evitar o rastreamento dos carros.
Os quatro foram presos por receptação e associação criminosa.
EUA - Britney Spears está trazendo novas histórias de sua carreira à tona em seu livro de memórias intitulado "The Woman in Me". Uma delas envolve o filme Diário de Uma Paixão, drama romântico no qual a diva pop quase compôs o elenco.
Em vídeo compartilhado com exclusividade pelo Daily Mail, a cantora aparece à beira das lágrimas em uma audição ao lado de Ryan Gosling — que está fora do quadro durante a cena. Interpretando a protagonista Allie, Britney Spears aparece emocionada ao contar ao mocinho Noah que vai se casar com outro homem. Confira:
Na época da audição, o único trabalho que a cantora tinha feito nos cinemas foi em Crossroads: Amigas Para Sempre. O vídeo, gravado há 21 anos em Los Angeles, foi disponibilizado ao site pelo diretor de elenco Matthew Barry, que disse que Britney Spears não foi "apenas boa". Segundo sua avaliação, "ela foi fenomenal".
"Foi uma decisão difícil", disse Barry. "Britney nos surpreendeu. Nossas mandíbulas estavam no chão. Fiquei impressionado. Absolutamente deslumbrado. Ela trouxe seu melhor jogo naquele dia."
Britney derrotou várias das principais atrizes femininas da época. Scarlett Johansson, Claire Danes, Kate Bosworth, Amy Adams, Jamie King e Mandy Moore fizeram o teste para este papel. Britney venceu todas elas. Todo mundo que era alguém naquele ano queria esse papel.
Por fim, Britney Spears perdeu o papel para Rachel McAdams, mas afirmou não ter ficado zangada por isso. Em seu livro de memórias, ela contou: "Mesmo que tivesse sido divertido me reconectar com Ryan Gosling depois de nosso tempo no Mickey Mouse Club, estou feliz por não ter feito isso".
por Nathalia Jesus / ADOROCINEMA
ISRAEL - Uma das quatro reféns soltas pelo Hamas desde que o grupo terrorista invadiu o território israelense, em 7 de outubro, Yocheved Lifshitz, 85, descreveu na terça-feira (24) sua experiência durante os 17 dias que passou em cativeiro na Faixa de Gaza.
"Passei pelo inferno", disse ela à imprensa em um hospital de Tel Aviv, ainda visivelmente cansada. Ela ressaltou, porém, que foi bem tratada durante o período, e seu relato indica que a facção mantém uma operação estruturada, que inclui médicos, paramédicos e seguranças.
Ela e Nurit Cooper, 79, foram soltas na segunda-feira (23) após negociações mediadas pelo Qatar e pelo Egito. Apenas outras duas pessoas da cifra dos mais de 200 indivíduos sequestrados divulgada por Tel Aviv foram libertadas desde o início da guerra -as americanas Judith e Natalie Raanan, mãe e filha, em 20 de outubro.
Lifshitz é moradora de Nir Oz, um dos kibutzim próximos à fronteira com Gaza atacados pelos terroristas em sua incursão ao território do início do mês. Segundo a Kan, emissora pública israelense, acredita-se que um terço dos 400 residentes do kibutz foram mortos ou sequestrados na data. Autoridades de Israel não confirmaram o número, mas estimam que cerca de 1.400 de seus cidadãos morreram durante o ataque.
A israelense contou que a chegada dos terroristas a Nir Oz pegou os moradores de surpresa. "Invadiram nossas casas. Agrediram as pessoas e sequestraram outras, idosas ou jovens, sem distinção." Ela foi uma das sequestradas, e conta que foi praticamente jogada sobre uma moto que a levou até um local próximo da fronteira com Gaza.
"Minhas pernas estavam de um lado e o resto do meu corpo, de outro" durante a viagem, disse Lifshitz, acrescentando que teve seu relógio e joias roubadas durante o percurso. "Bateram em mim. Não quebraram minhas costelas, mas doeu, e fiquei com dificuldade para respirar."
Já dentro de Gaza, o grupo de reféns foi levado à rede de túneis subterrâneos construída pelo Hamas. Acredita-se que o local, que a israelense descreve como uma "teia de aranha", sirva de esconderijo para membros da facção e armamentos.
Lifshitz diz ter andado por quilômetros debaixo da terra até chegar a um grande salão subterrâneo onde havia cerca de 25 pessoas. Ela e outros quatro moradores de Nir Oz foram então separados e postos em uma sala diferente. Cada um deles tinha um guarda próprio, que os vigiava 24 horas por dia, e um médico visitava o grupo dia sim, dia não.
"Se não tinham exatamente o mesmo remédio, eles nos traziam um equivalente. E eles cuidaram bem dos feridos", disse ela. "Quando chegamos lá, eles antes de tudo disseram que acreditavam no Alcorão e que não pretendiam nos machucar."
Lifshitz contou que, além dos medicamentos, seus sequestradores ainda forneceram produtos de higiene. Ela e seus companheiros de cárcere eram alimentados com as mesmas provisões escassas que seus guardas recebiam: uma única refeição diária de pão árabe, dois tipos de queijo e pepino.
A israelense foi entregue pelo próprio Hamas à Cruz Vermelha na segunda-feira, mas não está claro se era o próprio grupo ou outra das facções palestinas que a manteve como refém nas últimas semanas. Um vídeo documentando a soltura dela, filmado e divulgado por terroristas, a mostra cumprimentando um de seus sequestradores, cujo rosto estava coberto por uma máscara, e repetindo a palavra hebraica "shalom", que significa tanto adeus como paz.
Questionada sobre porque ela fez aquilo pela agência de notícias Reuters, ela respondeu que os sequestradores haviam tratado os reféns com gentileza e satisfeito todas as suas necessidades.
Seu neto, Daniel Lifshitz, explicou à mesma agência que a avó é ativista e atuava ajudando palestinos de Gaza a receberem tratamentos médicos em Israel, encontrando-os na principal fronteira entre o Estado judeu e o território palestino e levando-os de carro até hospitais.
Ele também afirmou que sua avó permanecerá no hospital por enquanto, acrescentando que ela "precisará de muito tempo para se recuperar disso, mesmo parecendo forte." Tanto o marido de Lifshitz, Oded, 83, quanto o marido de Cooper, Amiram, 85, continuam detidos em Gaza segundo as informações disponíveis.
EUA - Foi divulgada a foto de prisão de uma mulher acusada de matar o ex-marido, um executivo da Microsoft, na frente da filha deles, de dois anos, no ano passado.
Shanna Gardner-Fernandez, de 36 anos, foi presa em agosto do ano passado, em Washington, nos Estados Unidos, cinco meses depois do marido dela, Mario Fernandez Saldana, também ter sido preso.
O casal é acusado de planejar a morte de Jared Bridegan, que foi morto na frente da filha, em fevereiro de 2022.
A polícia da Flórida divulgou a foto de prisão da mulher, na qual é possível ver um leve sorriso da suspeita, que encara a câmera diretamente.
Jared, de 33 anos, foi baleado fatalmente em uma estrada em Jacksonville Beach, no que as autoridades acreditam ter sido uma emboscada. O homem havia acabado de deixar os filhos gêmeos, de dez anos, na casa da ex-mulher, e estava levando a filha mais nova para a casa da nova namorada quando foi morto.
O assassinato foi cometido na frente da criança, que ficou por alguns minutos dentro do carro, ao lado do corpo do pai, até que uma pessoa passou e percebeu o que havia acontecido.
Shanna compareceu a um juiz do condado de Duval no sábado e foi acusada de homicídio em primeiro grau, conspiração para cometer homicídio, solicitação para cometer um crime capital e abuso de menores.
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