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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Selecionados atuarão no Campus Lagoa do Sino da UFSCar e/ou Esalq/USP

 

SÃO CARLOS/SP - Estão abertas as inscrições para o projeto "Centro de Ciência para o Desenvolvimento - Restauração de vegetação nativa na mata atlântica pela combinação estratégica de medidas obrigatórias e compromissos voluntários - Estratégia Mata Atlântica", que oferta três bolsas de pós-doutorado. As vagas são para atuação imediata, no Campus Lagoa do Sino da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), no município de Buri (SP), e/ou na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP), em Piracicaba (SP). O projeto é financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), cofinanciado pelas ONGs SOS Mata Atlântica, Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPE), Fundo Mundial da Natureza (WWF) e The Nature Conservancy (TNC), com recursos geridos pela Fundação de Apoio Institucional (FAI-UFSCar). "Procuramos candidatos com histórico de publicações consistente nas áreas desta chamada, com conhecimento teórico e prático avançado em modelagem espaço-temporal, para criar e analisar cenários estratégicos de restauração florestal da Mata Atlântica", explica Paulo Guilherme Molin, docente do Centro de Ciências da Natureza (CCN) do Campus Lagoa do Sino da UFSCar, que supervisiona o projeto.
As pessoas selecionadas trabalharão em grandes equipes interdisciplinares de pesquisadores da UFSCar, Esalq/USP, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP e Universidade Federal do ABC (UFABC), além das ONGs SOS Mata Atlântica, WWF, IPE, TNC e da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do estado de São Paulo. O projeto tem co-supervisão dos professores Gerd Sparovek (Esalq/USP), Jean Ometto (Inpe), Leandro Tambosi (UFABC) e Alexandre Igari (EACH/USP) e da pesquisadora Kaline Melo (Charles Darwin University).
O candidato selecionado receberá Bolsa de Pós-Doutorado da Fapesp (ou equivalente) de 48 meses e Reserva Técnica equivalente a 10% do valor anual da bolsa. A vaga presencial está aberta a pesquisadores brasileiros e estrangeiros com título de doutor. A fluência em Português é desejada para facilitar a discussão e ambiente de coprodução com os diferentes atores envolvidos no projeto. Os interessados devem enviar currículo Lattes para o e-mail do professor Paulo Molin (Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.) até o dia 31 de outubro, com assunto "PD#01 - AF Strategy" e/ou "PD#02 - AF Strategy" e/ou "PD#03 - AF Strategy".
O projeto visa gerar cenários espacial e temporalmente explícitos, sinérgicos e estratégicos de implementação de restauração de vegetação nativa, divididos em três desafios que se intersectam (restauração via mecanismos de comando e controle, compromissos voluntários incentivados, e em benefício de Unidades de Conservação e remanescentes de vegetação nativa), contidos dentro de um desafio maior (estabelecimento de custos de implementação e possíveis linhas de financiamento). 

Confira abaixo os três eixos em que são ofertadas as bolsas do projeto:

PD#1 Fapesp - Comando e Controle (1 vaga)
Título: "Papel da regeneração natural na regularização ambiental dos imóveis rurais localizados no domínio da Mata Atlântica do Estado de São Paulo"
Área de Atuação: Modelagem de déficit de APP e Reserva Legal, modelagem dinâmica da paisagem, modelagem do potencial de regeneração natural, sensoriamento remoto, e planejamento e monitoramento de restauração florestal
Link para mais informações: https://bit.ly/46FeMT

PD#2 Fapesp - UCs e Remanescentes (1 vaga)
Título: "Áreas prioritárias para restauração visando benefícios para Unidades de Conservação e remanescentes de vegetação nativa no domínio da Mata Atlântica do Estado de São Paulo" 
Área de Atuação: Unidades de Conservação, remanescentes florestais, corredores ecológicos, modelagem dinâmica da paisagem, avaliação multicriterial, modelagem do potencial de regeneração natural, sensoriamento remoto, e planejamento e monitoramento de restauração florestal.
Link para mais informações: https://bit.ly/46BtZEy

PD#3 FAI (Equivalente Fapesp) - Voluntário Incentivado (1 vaga)
Título: "Cenários de restauração da Mata Atlântica de São Paulo através de compromissos voluntários incentivados em um contexto de custo-efetividade" 
Área de atuação: Elaboração de cenários de restauração espacialmente explícitos, planejamento de instrumentos de incentivo à restauração, análise de custo-efetividade ambiental, social e econômica, serviços ecossistêmicos, meta-análise quantitativa e qualitativa, sensoriamento remoto, e planejamento e monitoramento de restauração florestal.
Pesquisadores que viveram na ex-URSS relatam sobre a escola socialista em seus 74 anos de existência

 

SÃO CARLOS/SP - Baseados em suas próprias vivências na então União Soviética e em fontes do Arquivo da University College London (UCL), os professores Amarilio Ferreira Jr. e Marisa Bittar, ambos do Departamento de Educação (DEd) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), acabam de publicar o livro "A escola da Revolução Russa".
A obra, com 313 páginas, aborda a escola de educação geral e para o trabalho, denominação da escola criada pela Revolução Russa de 1917, uma escola pública, para todas as crianças e jovens soviéticos de 1917 a 1991. "Ela tinha currículo com ênfase nas ciências e na Matemática; no aprendizado da língua materna de cada República; mais língua russa e uma língua estrangeira - Francês, Inglês e Alemão eram as mais escolhidas. Além disso, praticava educação física e era uma escola de cultura, com aulas de desenho, música, dança etc. Isso caracterizava a 'educação geral'. As escolas estavam ligadas ao sistema produtivo, formavam para o trabalho (agrícola, industrial, profissões massivas como professores e enfermeiros etc.). Por isso, os termos 'para o trabalho'. Em resumo: currículo acadêmico mais trabalho", detalha Bittar, que viveu na ex-União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) no ano letivo de 1981-1982; já Ferreira Jr. esteve no país socialista no ano letivo de 1984-1985.
Entre os pontos fortes dessa escola, a professora destaca o currículo científico aliado à ginástica e à cultura: "Escola rigorosa, difusora dos valores da Revolução de 1917, como lealdade à 'Mãe Pátria', visão de mundo materialista [no sentido marxista do termo] e patriotismo. Foi uma escola construída em pouco tempo como política estratégica do Estado e apoiada firmemente pela sociedade. Uma escola totalmente ligada ao setor produtivo", explica.
"Outra observação importante: a escola era totalmente laica, mas a religião não foi extinta pela Revolução. Ela era praticada no âmbito da família e das igrejas, aliás, igrejas belíssimas, e todas preservadas", observa a professora.
Ela destaca como essa escola elevou o país ao patamar de potência mundial após a Revolução de 1917. "O país passou por duas guerras mundiais, guerra civil e Guerra Fria. Na segunda Guerra Mundial, a União Soviética foi o país que mais perdeu vidas, 26 milhões de pessoas. Mesmo assim, a escola de educação geral e para o trabalho foi construída para todos, da creche ao ensino secundário em tempo curto. Eles foram o primeiro país a mandar um satélite artificial ao espaço (1957, Sputnik) e isso foi resultado do avanço da ciência e da qualidade da escola. Yuri Gagárin foi o primeiro ser humano a viajar ao espaço (1961). Esse avanço foi resultado da ciência e da escola soviética", ela conta.
Há, ainda, outras duas marcas da escola da Revolução Russa, segundo a docente da UFSCar. Uma são as Organizações Extra-Escolares, que atuavam na escola auxiliando a aprendizagem e difundindo os valores da Revolução. "As fontes que consultamos são unânimes em afirmar que, sem essas Organizações, a escola não teria sido o que foi. Outra marca da escola era o engajamento e dedicação dos professores ao ensino. Os professores foram um dos segmentos sociais mais prestigiados durante os 74 anos do socialismo real", comenta Bittar, que destaca, ainda, o valor que os soviéticos davam à "educação e à cultura em geral, à literatura, aos museus, teatros etc.".
Para mostrar todos esses aspectos, o livro é composto por cinco capítulos, um apêndice e um álbum fotográfico sobre as escolas soviéticas. Esta é a segunda obra sobre o tema lançado pelos professores e conta com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Com esse trabalho, os autores pretendem contribuir para o conhecimento da "escola de educação geral e para o trabalho", que abrangeu todas as crianças e jovens soviéticos em curto espaço de tempo e se tornou o orgulho da Revolução.
"O primeiro livro - 'A educação soviética' - traz uma visão mais geral e horizontal da educação, sua relação com o Estado, as reformas pelas quais passou, a relação com o Partido Comunista, sua crise no começo da década de 1980 e o fim da União Soviética. O segundo livro é focado na escola (trata-se de uma visão vertical, aprofundada da escola, como ela funcionou por dentro)", diferencia Bittar, que afirma ainda: "Um detalhe importante: ambos têm um belo álbum fotográfico".
O conjunto das duas publicações foi elaborado porque "o assunto não contava ainda com um livro em Língua Portuguesa. O nosso foi o primeiro em Língua Portuguesa (no Brasil, Portugal, Angola, Moçambique etc.); e porque ainda temos muitas fontes que pesquisamos no Instituto de Educação da Universidade de Londres desde 2011, além, é claro, da nossa experiência pessoal na União Soviética", complementa a professora da UFSCar.

Lançamento
"A escola da Revolução Russa" foi lançado presencialmente pelo Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul, em Campo Grande, no último dia 29 de setembro. E também foi lançado online nos Seminários do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da UFSCar, em 6 de outubro.
O livro físico já está à venda nos sites da EdUFSCar (www.edufscar.br) e da Pedro de João Editores (https://pedroejoaoeditores.com.br/produto/a-escola-da-revolucao-russa) e também na Livraria da EdUFSCar, localizada na área Norte do Campus São Carlos da Universidade.

Inscrições são válidas para todo o Brasil e devem ser feitas até domingo, dia 29 de outubro; primeira edição de Ribeirão Preto e 55ª do Brasil foi um sucesso, com 65 veículos vendidos dos 107 inscritos

 

RIBEIRÃO PRETO/SP - Nos dias 01 e 02 de dezembro, Ribeirão Preto receberá mais uma edição do Leilão Veículos Antigos, organizado pelo tradicional Circuito de Leilões. Essa será a 56ª edição que já passou por várias regiões do Brasil – a segunda na cidade por conta do sucesso do evento no mês passado. Para quem pretende vender o seu veículo que tenha mais de 30 anos de fabricação e mantenha suas características originais e atenda aos requisitos, as inscrições estão abertas até domingo, dia 29 de outubro.

cadastro pode ser feito pelo site www.circuitodeleiloes.com.br e, aprovado pela análise que avalia conservação e documentação, já entra na lista dos que serão leiloados. Em sete anos de eventos dessa modalidade pelo Brasil, o Circuito de Leilões já oficializou a venda de mais de dois mil veículos.

1 º Leilão Veículos Antigos Ribeirão Preto, que ocorreu em setembro foi um sucesso. Dos 119 veículos inscritos, 107 foram efetivamente leiloados, sendo 51 arrematados na batida do martelo e 14 negociados em condicional, totalizando 65 vendidos.

A previsão é que cerca de 100 veículos sejam vendidos neste próximo leilão. “Acreditamos que este segundo leilão em Ribeirão Preto será mais sucesso ainda, visto que o primeiro foi excelente, tanto pela quantidade de veículos que recebemos, quanto pelo número de arremates”, ressalva José Paulo Parra, diretor do Circuito de Leilões e um dos pioneiros em leilões de carros antigos no Brasil, quando promoveu a 1 ª edição em 2016 e profissionalizou o segmento no País.

O leiloeiro oficial do Circuito de Leilões é um dos maiores e mais renomados leiloeiro do Brasil, Joel Augusto Picelli Filho. “O leilão é 100% regular, e segue todas as orientações legais. Nosso leiloeiro é registrado na Junta Comercial, fazemos a publicação de edital e todos os carros arrematados têm nota de arremate, tudo conforme pede a Lei”, reforça José Paulo Parra.

O leilão será realizado nas modalidades: presencial - na sede da Matriz Veículos – na avenida Maurílio Biagi, 1740, bairro Ribeirânia, e on-line com transmissão AO VIVO, no canal no YouTube Circuito de Leilões. “Uma das grandes expectativas para esse segundo leilão, é um caminhão de bombeiros que faz parte de uma coleção única. Estamos ansiosos para a chegada desse veículo que promete surpreender a todos”, revela Parra.

Modelos de veículos no leilão

Serão aceitos para participar do leilão, veículos fabricados até 1993 e que estejam em condições de preservação e originalidade compatíveis o evento. Automóveis especiais como Street Hots, Customs, Hot Rods, e demais formas de customizações, também podem ser inscritos. Para veículos néo colecionáveis (Young Timers) e que não se enquadrem nas especificações estabelecidas, é só entrar em contato com a organização pelo (16) 99-777-8030.

A modalidade leilão, é hoje, no Brasil, a forma mais segura e valorizada para negociar a venda de um veículo antigo ou especial“Essa modalidade já é muito tradicional no exterior. No Brasil, estamos mostrando as vantagens dessa modalidade desde 2016”, explica o diretor do Circuito de Leilões.

Mais informações do Leilão de Veículos Antigos e Especiais de Ribeirão Preto podem ser obtidas pelo (16) 99-777-8030. O evento tem apoio master da Pereira Alvim e Matriz Veículos.

 Serviço: Leilão Veículos Antigos Ribeirão Preto

Inscrições de veículos: www.circuitodeleiloes.com.br

Prazo: até 29 de outubro

Valor da inscrição: R$ 450,00

Evento híbrido

Quando: 01 de dezembro (a partir das 18h) e 02 de dezembro (a partir das 11h)

Local: Presencial: Matriz Veículos – na avenida Maurílio Biagi, 1740, bairro Ribeirânia, Ribeirão Preto (convites à venda em breve) / On-line: canal no YouTube Circuito de Leilões (gratuito)

Informações: (16) 99-777-8030

VENEZUELA - A Venezuela convocou um referendo consultivo sobre o disputado território do Essequibo, que propõe a criação de um estado (província) naquela região e a nacionalização de seus habitantes. A Guiana, por sua vez, considera o plano "ilegal" e apela à "resistência".

A proposta de referendo surgiu em setembro no Parlamento, em meio à tensão pelas licitações petrolíferas feitas pela Guiana em áreas marítimas pendentes de delimitação.

A consulta, classificada como "política" por especialistas, será realizada em 3 de dezembro, e pode acabar fragilizando a posição da Venezuela na disputa, que está sendo julgada no Tribunal Internacional de Justiça (CIJ, na sigla em francês).

"Interesses vitais, como a soberania e a integridade territorial, geralmente não são consultados porque existe o risco de um voto contra", explicou à AFP o ex-vice-chanceler Alejandro Flemming.

Neste sentido, "um resultado adverso seria simplesmente inconstitucional", alerta o advogado constitucionalista Juan Rafalli. "É obrigação do Presidente da República e dos órgãos de segurança defender a soberania", completou.

O Essequibo, um território de 160.000 km² rico em minerais e biodiversidade, é administrado pela Guiana e reivindicado pela Venezuela em uma disputa centenária.

A Venezuela reivindica o Acordo de Genebra, firmado em 1966 com o Reino Unido, antes da independência guianesa, que estabelecia bases para uma solução negociada e desconhece os limites estabelecidos em um parecer anterior de 1899 firmado em Paris, que é defendido por Georgetown.

A disputa territorial centenária foi retomada em 2015, quando a petrolífera americana ExxonMobil encontrou jazidas de petróleo.

 

- Principais questões -

O referendo consultivo, não vinculante, possui cinco questões, que abordam o apoio ou a rejeição de ambas as sentenças, e também questiona sobre ignorar a jurisdição do CIJ, embora o governo já a reconheça.

O ponto cinco se refere à "criação do estado Guiana-Essequiba" e o desenvolvimento de "um plano acelerado para a atenção integral à população atual e futura desse território", que inclua a concessão de cidadania venezuelana.

Até o momento, essa região disputada é identificada no mapa como uma "área em reivindicação".

Georgetown classificou a questão como "perniciosa" em um comunicado. "O confisco do território da Guiana constituiria um crime internacional de agressão" e apelou em declarações para a "resistência".

Mark Kirton, professor de Relações Internacionais em Georgetown, destaca que já viu o conflito aumentar antes, "mas desta vez foram mais longe. Estão falando em anexação".

 

- Participação -

Além dos "assuntos vitais", Flemming destaca a importância da participação nesta convocação, que é carregada de alto conteúdo político.

"Se as pessoas não votarem ou votarem contra, seria muito delicado porque, embora seja consultivo e o seu cumprimento não seja obrigatório, enviaria um sinal muito negativo", afirma o professor universitário, reconhecendo que 75% representaria uma participação ideal para que não houvesse dúvida de que as pessoas são a favor da reivindicação do Essequibo.

Para Rafalli, o referendo serve para "demonstrar a capacidade de mobilização e despertar o nacionalismo" um ano antes das eleições presidenciais.

O Estado ao qual propõe o referendo implica a "posse do território", ressalta Rafalli. "Esse estado de Essequibo é onde chegaremos no dia em que pudermos tomar plenamente a soberania venezuelana naquele território que está sendo reivindicado", completou.

Uma invasão parece descartada, embora ambos os países mantenham suas linhas de defesa.

"Não podemos lutar contra a Venezuela. Somos um país pequeno, com recursos limitados, sem um grande Exército (...), temos que trabalhar para manter o apoio diplomático", analisou Kirton.

 

 

AFP

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