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Redação

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 Jornalista/Radialista

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ESPANHA - Dois homens foram detidos, na quarta-feira, por serem suspeitos de terem roubado mais de 700 peças de porco ibérico na cidade de Villanueva de Córdoba, na Espanha. O valor dos produtos ultrapassa os 200 mil euros (cerca de 1 milhão de reais).

As detenções ocorreram depois de a Guardia Civil ter sido alertada para o roubo de dois veículos numa oficina automóvel da região, além do furto dos produtos ibéricos, na mesma madrugada.

Com o início da investigação, as autoridades apuraram que os roubos estavam relacionados, conforme adiantaram em comunicado.

No total, foram roubados e, entretanto, recuperados 296 presuntos e paletas e 448 lombos ibéricos, cujo valor chega aos 200 mil euros (cerca de 1 milhão de reais).

Os veículos foram localizados num parque industrial da cidade madrilena de Getafe, onde se encontravam os produtos roubados.

O processo e os detidos foram colocados à disposição da autoridade judiciária.

 

 

POR NOTÍCIAS AO MINUTO BRASIL

UCRÂNIA - O número de mortos devido à forte tempestade que atinge a Rússia e zonas ocupadas da Ucrânia aumentou para quatro, revelou o Ministério da Energia russo, citado pela agência France Presse.

Com fortes rajadas de vento e ondas gigantes, a "tempestade do século" ou "mega tempestade", como tem chamado a imprensa russa, castigou especialmente a Crimeia, península ucraniana anexada em 2014 por Moscou, o sul da Rússia e as regiões parcialmente ocupadas de Donetsk, Luhansk, Zaporizhzhia e Kherson, na Ucrânia.

O corpo de um homem foi encontrado no balneário turístico de Sochi, segundo as autoridades regionais, que recomendaram que os habitantes não se aproximem da água.

Na Crimeia, outro homem morreu ao "ver as ondas", informou Oleg Kriuchkov, conselheiro do governador da Crimeia, à televisão estatal.

Outra pessoa morreu a bordo de um barco no estreito de Kerch, que une Crimeia e Rússia, e um corpo foi encontrado em Novorossisk, na região de Krasnodar, segundo as agências russas.

O presidente russo, Vladimir Putin, recebeu relatórios sobre estes "desastres meteorológicos" e determinou que o governo tome medidas para ajudar as regiões afetadas, segundo o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov.

Na costa russa do Mar Negro, vídeos das redes sociais, mostraram ondas gigantes atingindo regiões do litoral, quando a velocidade do vento atingia mais de 140 quilômetros por hora.

Na Ucrânia, mais de 2.000 localidades ficaram mergulhadas na escuridão devido a uma violenta tempestade de neve que varreu o país, cujo sistema elétrico já está sob pressão dos bombardeamentos russos.

A Ucrânia teme uma nova onda de ataques russos contra as infraestruturas essenciais no inverno, tal como em 2022, quando esses ataques mergulharam milhões de pessoas no frio e na escuridão.

"No total, 2.019 localidades em 16 regiões estão sem eletricidade", revelou o Ministério do Interior ucraniano.

A tempestade causou estragos nas estradas, com 1.370 caminhões forçados a parar temporariamente e 840 veículos a terem de ser rebocados, acrescentou.

Na cidade de Odessa, no Sul, que é regularmente alvo de ataques russos, as autoridades afirmaram ter ajudado 1.624 pessoas que ficaram presas na neve.

As temperaturas desceram abaixo de zero e registaram-se fortes rajadas de vento, segundo a mesma fonte.

A Rússia invadiu a Ucrânia em 24 de fevereiro de 2022, desencadeando uma guerra com pesadas baixas civis e militares para os dois lados, bem como a destruição de muitas infraestruturas ucranianas.

 

 

POR NOTÍCIAS AO MINUTO BRASIL

RÚSSIA - Países no centro das duas principais guerras em curso no mundo, na Ucrânia e em Israel, Rússia e Irã finalizaram um antecipado acordo militar segundo o qual Moscou irá fornecer caças e helicópteros de ataque modernos para Teerã.

É a primeira vez que a República Islâmica faz uma aquisição do tipo desde que encomendou 35 caças MiG-29, que já estavam entrando em obsolescência, da União Soviética em 1990.

Segundo o ministro-adjunto da Defesa do país persa, Mehdi Farahi, disse nesta terça (28) à agência de notícias Tasnim, "os planos foram finalizados para caças Sukhoi Su-35, helicópteros de ataque Mil Mi-28 e treinadores a jato Iak-130 para integrar as unidades de combate do Exército do Irã".

O acordo vinha sendo costurado há anos, e há especulações de que parte dos caças já esteja nas mãos iranianas, dado que havia um lote de 24 Su-35 em padrão de exportação pronto para ser entregue ao Egito, que abandonou o negócio após a invasão russa da Ucrânia, em 2022.

Não foi o único país a fazer isso, temendo represálias indiretas vindas das sanções ocidentais devido à guerra. A Indonésia, tradicional comprador de armas russas, também desistiu do mesmo caça em favor de modelos ocidentais. O Egito já opera o francês Rafale e negocia a aquisição da versão mais recente do americano F-15.

A compra iraniana é a primeira de material de ponta desde que o país adquiriu 80 caças F-14 dos Estados Unidos, em 1976, quando ainda era regido pelo xá. Até a Revolução Islâmica, que cortou laços entre Teerã e Washington, 79 deles foram entregues -e 41 seguem voando, segundo o IISS (Instituto Internacional de Estudos Estratégicos, de Londres).

Eles formam o centro da aviação de combate do país, que tem 312 aeronaves, incluindo aí os MiG-29 e uma coleção de modelos americanos ainda mais velhos: 74 F-5 e 62 Phantom-2, além de 12 Mirage F-1 confiscados do vizinho Iraque na guerra entre os países (1980-88).

É uma frota obsoleta, com alguns melhoramentos domésticos. O Irã se destaca, contudo, em outros campos, particularmente o arsenal sofisticado de mísseis balísticos. Com 610 mil militares, tem a maior força do Oriente Médio e acaba de lançar um novo destróier.

Essa posição e a rede de aliados regionais fez com que os EUA ameaçassem diretamente o país a não se envolver na guerra entre Israel e o Hamas, grupo palestino apoiado por Teerã assim como o Hezbollah libanês e a milícia houthi do Iêmen, que têm atacado o Estado judeu de forma lateral desde o início do conflito ora pausado.

Não se sabe valores nem números exatos de equipamento envolvido na negociação entre Putin e os aiatolás. O Su-35 é considerado um avião sofisticado, apesar de não ter um radar comparável ao de modelos ocidentais, mas 24 unidades não mudarão o balanço militar da região. Mas é um salto de qualidade notável após 47 anos com os F-14.

Em 2022, o Irã administrou o 10º orçamento militar do mundo, segundo o IISS -US$ 44 bilhões, num ranking liderado com folga pelos EUA, seguidos por China e Rússia. O Brasil está em 15º, com US$ 23 bilhões nas contas britânicas.

O país vive sob sanções por parte dos EUA, que deixaram em 2018 o acordo que aliviava a pressão sobre a economia local em troca de Teerã não desenvolver a bomba atômica. Há negociações visando reabrir o arranjo, e hoje especialistas creem que os iranianos estão tecnologicamente aptos a montar um artefato nuclear.

 

RÚSSIA BUSCA MERCADOS

Putin é aliado do Irã e dos outros membros do chamado Eixo da Resistência contra a normalização da existência de Israel entre seus vizinhos árabes, mas mantinha até a guerra boa relação com Tel Aviv. O russo, contudo, tem outros problemas para lidar na sua outrora pujante indústria de exportação bélica.

Moscou segue tendo na Índia, que mantém uma posição de independência no conflito ucraniano, seu maior mercado militar, ao lado da aliada China. Mas o fechamento global de portas a seu material levou a procurar países considerados párias no Ocidente.

Além do Irã, de quem recebe drones de ataque usados quase diariamente contra a Ucrânia, a Rússia estreitou laços com a opaca Coreia do Norte, ditadura comunista mais fechada do mundo.

O anunciado lançamento de um satélite espião, que segundo o ditador Kim Jong-un lhe permitiu ver a Casa Branca e instalações navais americanas, se realmente foi bem-sucedido teve a mão russa: no encontro que teve com Putin em setembro, foi discutida cooperação espacial.

Em troca, embora ninguém confirme, especula-se que Pyongyang tenha fornecido munição para artilharia russa de seus estoques. O Pentágono disse na segunda (27) que até mil contêineres com armamentos foram enviados desde então para Moscou.

 

 

POR FOLHAPRESS

EUA - A PFL não terá novas categorias de peso na temporada 2024. Com isso, após adquirir o Bellator e reunir duas das maiores organizações de MMA do mundo, a Professional Fighters League prometeu duelo entre campeões dos dois lados, mas hoje não tem um torneio original no peso-galo (até 61,2kg) e peso-médio (até 83,9kg), duas das melhores divisões do Bellator. Donn Davis, fundador da PFL, diz que a promoção não planeja adicionar essas classes de peso ao formato de liga no próximo ano.

Patchy Mix se tornou campeão neste mês no peso-galo, enquanto Johnny Eblen é o campeão dominante dos médios. A PFL deve construir melhor essas categorias no próximo ano para em 2025 ter torneios.

- Existem duas grandes divisões, 185 e 135 (libras), onde o Bellator tem provavelmente os dois melhores lutadores do mundo. Patchy Mix poderia vencer "Sugar" (Sean O'Malley). Não tem o cabelo, mas luta melhor. E acho que a maioria das pessoas acha que é uma boa luta ou que Patchy é favorito. Mas é uma luta muito boa. O mesmo com Johnny (Eblen) - disse Donn Davis na coletiva após o card das finais da última sexta-feira.

- Portanto, essas são duas divisões que podem ser a número 1 do mundo. Não queríamos lançar essas divisões este ano porque isso não serviria para esses caras. Provavelmente lançaremos essas divisões em 2025. Portanto, precisamos de um ano inteiro para construir divisões fortes o suficiente para que façam sentido em uma temporada da liga.

Ainda que não tenha uma temporada oficial com cinturão e prêmio milionário ao final do ano, isso não quer dizer que Eblen, Patchy e o restante dos lutadores dessas categorias não terão oportunidades de lutar em 2024. Davis sugere que enquanto a PFL continua a construir um elenco capaz de ter temporadas de peso-galo e peso-médio, os campeões e lutadores do Bellator serão parte integrante da próxima série de “superlutas”, com oito eventos no ano.

- O que faz sentido este ano? Faça lutas fantásticas nesses oito grandes eventos de que falamos. Pense nos oito eventos como grandes eventos por si só. Quando você vê o UFC, todos nós vemos quais são os oito ou dez melhores eventos que eles têm entre os 30 (no ano). Queremos tornar esses eventos quase tão grandes. Dois cinturões de campeonato em jogo para todos os co-principais (quatro lutadores). Coloque-os nas grandes cidades do mundo, pelo menos quatro na Europa, dois no Médio Oriente, dois no Extremo Oriente, talvez um na América Latina. Faça com que cada um desses eventos seja de sustentação e valha a pena um Johnny (lutar), um Patchy (lutar), as pessoas que não estão na temporada contra os melhores adversários que fariam sentido.

 

 

Por Combate.com

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