fbpx

Acesse sua conta de usuário

Nome de usuário *
Senha *
Lembrar de mim

BRASÍLIA/DF - A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) se encontrou na terça-feira (11) com Flávio Bolsonaro (PL), presidenciável do partido, para gravar vídeos de propaganda eleitoral. Foi o primeiro encontro presencial entre os dois desde os gestos públicos de reconciliação após a crise familiar exposta no fim de junho.

Michelle afirmou que "uma pedra" foi colocada sobre o episódio e disse ter pedido votos para Flávio. Ao mesmo tempo, demonstrou que ainda existem incômodos relacionados às disputas dentro do clã Bolsonaro, especialmente envolvendo Carlos e Eduardo.

"Qual família não tem problema? Conversamos e nos unimos em prol de algo muito maior para nossa nação", disse a jornalistas, sem detalhar o teor da conversa com o filho mais velho de Jair Bolsonaro (PL).

"Foi normal", resumiu. "É meu enteado há 19 anos, nos abraçamos."

Ao ser questionada sobre Carlos e Eduardo Bolsonaro, Michelle preferiu não comentar.

"Eu não vou polarizar. Um dia de cada vez. [...] Mas não guardo mágoa de ninguém. Até porque, se eu guardar mágoa, eu é que não vou conseguir viver. As coisas vão se ajustando aos poucos."

Flávio reuniu, da manhã até o fim da tarde, cerca de 30 candidatos ao Senado que contam com seu apoio, entre eles Michelle, que disputará uma vaga pelo Distrito Federal. O encontro ocorreu na sede de campanha do senador, em Brasília, e foi dedicado à gravação de materiais eleitorais e ao alinhamento de pautas.

Durante um breve discurso, Flávio destacou temas que pretende explorar na campanha, entre eles críticas à situação fiscal do governo Lula (PT).

O senador lançou 47 nomes ao Senado, a maioria favorável ao impeachment de Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal). Em entrevista a jornalistas, Flávio chamou o ministro de articulador político de Lula. Cercado pelos candidatos, ouviu o grupo gritar em coro que apoia o afastamento de Moraes.

Michelle chegou por volta das 13h50 e deixou o local depois das 15h30, após concluir as gravações. Na chegada, foi recebida pelos demais candidatos ao Senado e posou para fotos. Aos convidados, foram servidos churrasco e chope, este reservado para depois das gravações, segundo participantes.

A ex-primeira-dama também falou brevemente ao grupo e, de acordo com relatos, buscou transmitir uma mensagem de unidade. Em trecho publicado nas redes sociais, pediu liberdade aos presos pelos atos de 8 de Janeiro e a Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar por tentativa de golpe.

Questionada sobre a possibilidade de viajar pelo país para fazer campanha por Flávio, Michelle afirmou que seria difícil, já que é a principal responsável pelos cuidados com Bolsonaro, que passou por uma cirurgia no ombro e enfrenta crises de soluço. Segundo ela, líderes regionais do PL Mulher poderão ajudar na campanha do senador em seus estados.

Michelle, Flávio e os demais candidatos também participaram de uma oração conduzida por Alcides Fernandes (PL), pastor e candidato ao Senado pelo Ceará. A escolha de Fernandes pelo partido deixou de lado Priscila Costa, nome defendido pela ex-primeira-dama, e se tornou o principal ponto da crise entre Michelle e Flávio.

"Nos abraçamos, desejei boa sorte, oramos juntos e está tudo certo", disse Michelle sobre Fernandes.

Ela, porém, reiterou que continua "de forma visceral" contrária à aliança entre o PL e Ciro Gomes (PSDB), a quem responsabiliza pela inelegibilidade de Jair Bolsonaro. O PDT, antigo partido de Ciro, ingressou com a ação na Justiça Eleitoral que resultou na punição do ex-presidente.

Michelle também retomou o histórico da crise interna. Disse que, ao assumir o PL Mulher, recebeu autonomia para estruturar os diretórios estaduais e trabalhar candidaturas. Quando foi contrariada no Ceará, tentou deixar o comando da ala feminina do partido, em novembro, mas a direção da legenda rejeitou sua saída e transformou o afastamento em licença.

"Foi um desgaste gerado muito grande, desnecessário. [...] E, querendo ou não, não fui tão respeitada no quesito de autonomia para trazer a mulher para a política", afirmou.

A ex-primeira-dama ainda comentou a escolha do deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) como vice na chapa de Flávio. O senador já havia dito em diversas ocasiões que gostaria de ter uma mulher no posto.

"É claro que eu, como representante das mulheres de bem do Brasil, gostaria que fosse uma mulher. Mas, se for um vice que vai ter um olhar especial para as mulheres, para as mães atípicas...", afirmou.

Pela manhã, Flávio defendeu Gaspar e classificou como falsa a acusação de estupro de vulnerável contra o deputado.

"Foi exatamente no momento em que ele estava defendendo os aposentados roubados pelo governo do PT, inclusive pedindo a prisão do Lulinha. [Ele é] uma pessoa do bem, preparada, da área da segurança pública, que tem a nossa confiança", declarou.

Flávio também afirmou que pretende eleger uma maioria no Senado para aprovar medidas mais duras na área de segurança pública, como a redução da maioridade penal. Segundo ele, os candidatos também serão pressionados pela população a defender o impeachment de ministros do STF.

Durante o encontro, perguntou aos apoiadores se queriam a saída de Moraes e recebeu gritos de "sim".

"Eu lamento. Você vê [que] Alexandre de Moraes hoje virou o grande articulador político do Lula, promovendo encontro dentro da casa dele com outros políticos. Mas o Alexandre de Moraes veio para a seara política, então todos os políticos estão autorizados a responder dentro da política também", afirmou.

Flávio fazia referência à reunião entre Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), realizada na casa de Moraes e com a participação do ministro Cristiano Zanin. O encontro, ocorrido na semana passada, buscou reaproximar os chefes do Executivo e do Senado, que estavam rompidos desde a rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF, em abril.

"Não adianta querer dar canetada, ameaçar, inventar operações contra nós, os pré-candidatos", acrescentou.

Também participaram do encontro nomes como Guilherme Derrite (PP-SP), Bia Kicis (PL-DF), Marcelo Queiroga (PL-PB), Carlos Jordy (PL-RJ) e Filipe Barros (PL-PR), entre outros.

 

 

por Folhapress

BRASÍLIA/DF - A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro saiu do gabinete do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes na segunda-feira (23) confiante de que o magistrado daria uma decisão para mandar Jair Bolsonaro (PL) para casa -expectativa que foi concretizada no dia seguinte.

Moraes autorizou na terça-feira (24) a prisão domiciliar ao ex-presidente após ouvir apelos de colegas do STF, políticos e da própria ex-primeira-dama.

Michelle se reuniu com Moraes por cerca de 40 minutos e, ao sair do encontro, relatou a aliados ter sentido o magistrado mais sensível à reivindicação de mandar Bolsonaro para casa. Foi a segunda reunião entre eles neste ano para tratar da prisão do ex-presidente.

Pessoas próximas à ex-primeira-dama afirmam que ela saiu confiante, mesmo sem nenhum compromisso de Moraes. Michelle descreveu a conversa como boa, disse que o ministro foi educado e que o segundo encontro foi menos tenso do que o de janeiro.

Na reunião, Moraes disse a Michelle que tinha recebido muitas informações sobre a saúde do ex-presidente e daria atenção especial ao pedido de prisão domiciliar humanitária.

Segundo Michelle disse em conversas, o ministro perguntou se o melhor para Bolsonaro era ficar preso em casa ou na chamada Papudinha, onde tinha assistência médica 24 horas por dia. Michelle respondeu que, para ela, o melhor caminho para o marido era a prisão domiciliar.

Bolsonaro está internado em um hospital particular de Brasília desde o dia 13 depois de passar mal no 19º Batalhão da Polícia Militar do DF, conhecido como Papudinha, onde cumpre pena por tentativa de golpe de Estado.

O ex-presidente foi diagnosticado com pneumonia bacteriana por broncoaspiração. A equipe médica afirmou nesta quarta (25) que ele terá alta na sexta (27). Do hospital, seguirá direto para casa.

Michelle foi recebida por Moraes no gabinete dele no STF em janeiro. Na ocasião, a ex-primeira-dama atribuiu ao efeito de medicamentos o episódio em que Bolsonaro violou a tornozeleira eletrônica com ferro de solda, em novembro.

A ex-primeira-dama falou da dosagem e da interação entre os remédios e disse que Bolsonaro não teria mexido na tornozeleira se ela estivesse em casa na hora.

O encontro de segunda também foi a pedido de Michelle. De acordo com aliados do ex-presidente, a ex-primeira-dama queria a oportunidade de dizer pessoalmente ao magistrado que Bolsonaro não pode ficar sozinho à noite pelo risco de broncoaspiração.

Líderes do centrão e da direita avaliam que, em casa, Bolsonaro terá mais condições de participar da campanha presidencial do primogênito, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), por estar mais confortável e poder conversar diariamente com ele.

A expectativa é a de que a ex-primeira-dama também influencie ainda mais as decisões políticas do marido, uma vez que apenas ela, as duas filhas e médicos do ex-presidente terão acesso irrestrito à casa.

Flávio se tornou advogado do pai no processo. Moraes decidiu que os advogados poderão visitar o ex-presidente todos os dias da semana por no máximo 30 minutos e com agendamento prévio. Já os filhos (condição que também inclui Flávio) poderão acessar a casa às quartas-feiras e sábados por duas horas.

Apesar de a ofensiva pela transferência de Bolsonaro ter envolvido também o senador e outros políticos, como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), a ex-primeira-dama saiu fortalecida do episódio, com uma imagem conciliadora, segundo parlamentares.

Flávio se encontrou com Moraes no último dia 17 ao lado do advogado Paulo Cunha Bueno. O senador disse que a conversa com o ministro foi objetiva e serviu para expor todas as preocupações relacionadas ao estado de saúde do pai.

Segundo relatório do núcleo de custódia da Polícia Militar do Distrito Federal, a médica de plantão na Papudinha apontou "risco de morte" de Bolsonaro antes da transferência dele para o hospital DF Star no dia 13 de março.

Na segunda, a PGR (Procuradoria-Geral da República) se manifestou a favor do pedido de prisão domiciliar protocolado pela defesa.

"Ao ver da Procuradoria-Geral da República, está positivada a necessidade da prisão domiciliar, ensejadora dos cuidados indispensáveis ao monitoramento, em tempo integral, do estado de saúde do ex-presidente, que se acha, comprovadamente, sujeito a súbitas e imprevisíveis alterações perniciosas de um momento para o outro", escreveu Paulo Gonet.

 

 

por Folhapress

SÃO PAULO/SP - A jornalista e apresentadora Michelle Barros, 44, chorou ao fazer um relato ao vivo no Chega Mais (SBT). Ela contou que foi abusada durante a infância.

"Eu fui abusada, mas está tudo bem. Eu nunca falei desse assunto, e só o meu filho sabia", começou ela, antes de ser abraçada pelos demais colegas de atração.

"Eu passei a tratar o meu filho de uma forma diferente por causa disso. Então, eu sei como é. Sei também que a gente não vai esquecer, pois isso muda a sua vida e molda o seu comportamento", emendou a apresentadora.

Continua depois da publicidade

A jornalista não deu detalhes sobre como foi essa violência nem quem teria praticado o ato e afirmou que considera importante a família notar os sinais da criança para perceber se algo está acontecendo de errado.

"Como eu passei por isso, eu falava o tempo inteiro para o meu filho: 'Não deixe ninguém, nem pai, nem tia, tocar em você nesses lugares'. Isso é muito importante, pois acontece muito e deixa marcas para o resto da vida."

Michelle finalizou o relato dizendo que demorou muitos anos para assimilar o que havia acontecido. "Só entendi depois, quando fiquei maior. Passei a ter comportamentos reativos [por causa disso]. Transforma a vida das pessoas."

 

 

POR FOLHAPRESS

BRASÍLIA/DF - Na última segunda-feira (31), começou a circular rumores de que o casamento de Jair Messias Bolsonaro com Michelle Bolsonaro, estaria em crise após o resultado das eleições presidenciais. No entanto, depois de negar os boatos, a primeira-dama fez questão de se declarar ao amado nas redes sociais.

Nos stories de seu Instagram, Michelle compartilhou um registro do esposo o som da música “Morango do Nordeste”, na versão cantada pelo grupo Karametade. “Meu galego lindo”, escreveu ela na legenda.

A suposta separação do casal ganhou as manchetes depois de ambos trocarem unfollow no Instagram. Apesar da polêmica, Michelle garantiu que não há nenhuma possibilidade de que a relação deles chegue ao fim. “Conforme o Jair explicou em várias lives, quem administra essa rede não é ele. Eu e meu esposo seguimos firmes, unidos, crendo em Deus e crendo no melhor para o Brasil. Estaremos sempre juntos, nos amando, ‘na alegria e na tristeza…’. Que Deus abençoe a nossa amada nação”, disparou.

 

 

JETSS

Nosso Facebook

Calendário de Notícias

« Agosto 2026 »
Seg. Ter Qua Qui Sex Sáb. Dom
          1 2
3 4 5 6 7 8 9
10 11 12 13 14 15 16
17 18 19 20 21 22 23
24 25 26 27 28 29 30
31            
Aviso de Privacidade

Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.