SÃO PAULO/SP - No último domingo (25), Gkay usou suas redes sociais para fazer um desabafo após ter sido alvo de piadas dos humoristas Fábio Porchat e Paulo Vieira, durante os Melhores do Ano, da Globo.
“Realmente eu devo ser muito importante a ponto de a pauta ser eu tantas vezes em um lugar que nem fui chamada”, começou ela.
Na sequência, a influenciadora rebateu um momento em que Porchat questiona Tatá Werneck sobre “o que Jô Soares faria com uma Gkay na frente dele”. “Foi por isso que ele preferiu nos deixar”, disparou o humorista, tirando risos da plateia.
“Você dizer que uma pessoa preferiu ir embora do que me entrevistar realmente não tem noção alguma do quanto isso me fere em mil lugares. Primeiro, pois sei o que é perder alguém, segundo porque ser entrevistada pelo Jô era um dos meus sonhos e terceiro porque eu devo ser um lixo enorme”, declarou Gkay.
“Estou cansada de verdade, sabe gente, cansada mesmo, na verdade estou exausta, porque eu não sei o que fiz para as pessoas me odiarem tanto, me humilharem tanto, dia após dia e agora até em rede nacional, mostrando que eu sou uma piada no sentido ruim para o Brasil inteiro”, lamentou.
SÃO CARLOS/SP - O Sindicato do Comércio Varejista de São Carlos e Região (Sincomercio) e o Sindicato dos Empregados do Comércio de São Carlos e Região (Sincomerciários) reforçam o horário especial de atendimento do comércio tradicional de São Carlos e Ibaté para os próximos dias:
- A partir do dia 26 (HOJE) – VOLTA DO HORÁRIO NORMAL;
- Dia 31 (sábado) – das 9h00 às 13h00;
- Dia 02 de janeiro (segunda-feira) – FECHADO.
O calendário de datas especiais do comércio, de dezembro de 2022 a novembro 2023, foi autorizado pelo Sincomercio e pelo Sincomerciários em Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). O calendário traz ainda horários especiais para feriados e datas comemorativas de 2023, como Dia das Mães, Dia dos Pais e Black Friday, e está disponível no site do Sincomercio São Carlos www.sincomerciosaocarlo.com.br.
A proposta para o novo calendário foi discutida, previamente, em reunião entre os comerciantes de São Carlos e Ibaté e o Sincomercio e aprovada em Convenção Coletiva de Trabalho (CCT).
ARARAQUARA/SP - A Polícia Militar suspeitou de dois adolescentes e realizou uma abordagem, na última sexta-feira (23), no Jardim Uirapuru, na cidade de Araraquara.
Segundo a PM, os menores de 15 e 17 anos estavam em uma rua e durante a revista pessoal, foram encontrados em poder dos rapazes, uma arma de fogo, uma touca ninja e uma chave mixa.
Os policiais fizeram contato com os responsáveis dos adolescentes e tiveram autorização para entrar na residência de um deles. No imóvel, foram encontrados dois simulacros de arma de fogo e também uma porção de maconha.
A ocorrência foi registrada como Ato Infracional análogo ao porte de arma/tráfico de entorpecentes e os dois adolescentes foram liberados para seus responsáveis.
MATÃO/SP - Um jovem de 25 anos de idade deu entrada no Pronto Socorro de Matão, depois de se alvejado por um disparo de arma de fogo, na noite da última sexta-feira (23).
A Polícia Militar foi acionada no hospital para averiguar a situação e fez contato com o rapaz.
Ele relatou que estava em uma festa de confraternização com seu irmão em uma propriedade na região da Chácara Flora, na cidade de Araraquara-SP, quando ouviu um estampido de arma de fogo.
Para os policiais a vítima não soube informar a autoria do disparo que acabou atingindo seu tornozelo esquerdo. Em seguida ele foi socorrido pelo irmão e encaminhado para o PS de Matão, onde passaria por cirurgia para a retirada do projétil.
O caso foi registrado através de Resolução e deverá ser investigado pela Polícia Civil.
RIO DE JANEIRO/RJ - O preço médio da gasolina comum nos postos de combustíveis do Brasil começou o ano em R$ 6,63 e deve terminar 2022 em R$ 4,93, segundo dados da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Biocombustíveis e Gás Natural), uma variação de 25,6%.
O preço do combustível atingiu o pico no final do primeiro semestre, mais precisamente no fim de maio e em junho, quando a média nacional atingiu R$ 7,28.
O menor valor foi registrado em outubro, quando a média do litro custava R$ 4,89 no país, principalmente após a redução da alíquota do ICMS nos estados.
O economista Matheus Peçanha, do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas), diz que a volta dos tributos estaduais à alíquota padrão deve elevar o preço da gasolina ao patamar dos R$ 7,00 novamente já em janeiro de 2023, com o fim da isenção do ICMS, com a guerra entre Rússia e Ucrânia, que completou dez meses e a OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) reduzindo a produção.
Em alguns estados da federação, como no Rio de Janeiro, o preço máximo do litro da gasolina chegou a custar R$ 8,99 no posto mais caro. Na Bahia, a média bateu os R$ 8,03 em junho.
Peçanha explica que o aumento elevado do preço aconteceu principalmente por motivos externos, alheios ao controle nacional. “A trajetória foi muito relacionada a eventos globais, sobretudo a guerra da Rússia contra a Ucrânia, que fez elevar demais o preço do petróleo”, afirma o economista.
A guerra teve início em meados de fevereiro, quando Putin declarou a República Popular de Luhansk e a República Popular de Donetsk como independentes.
A invasão russa fez os preços dispararem e, com a prática do PPI (Paridade de Preço Internacional), o custo da gasolina no mercado interno acompanhou o aumento do preço do petróleo internacionalmente.
Em julho, a queda acentuada da gasolina aconteceu por medidas tributárias instituídas pelo governo federal.
A redução da alíquota do ICMS de 25% para 17% fez com que os preços caíssem para R$ 6,05 já em julho e continuassem caindo até outubro, quando atingiu a mínima de R$ 4,89, como se vê no gráfico abaixo.
Peçanha diz que, juntamente com a política tributária, “o arrefecimento do preço do petróleo no mercado global, sobretudo com o temor da recessão chinesa, principal responsável pela demanda do combustível” contribuiu para a queda acentuada no segundo semestre do ano.
Além disso, “a maioria dos mercados maduros, como Estados Unidos e Europa, também diminuiu a demanda, o que puxou o preço para baixo” e fez com que a Petrobrás reduzisse o preço dos derivados nas refinarias.
A tendência internacional de queda do petróleo, porém, ainda que o cenário seja sempre imprevisível, pode fazer com que o “primeiro semestre de 2023 feche com a gasolina próxima dos R$ 6,00”, conclui o especialista.
Vinicius Primazzi, do R7*
*Estagiário do R7, sob supervisão de Ana Lúcia Vinhas
BRASÍLIA/DF - O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), retorna a Brasília nesta segunda-feira (26) com nós a desatar com MDB, União Brasil e PSD para fechar a montagem dos seus ministérios.
Lula já anunciou os chefes de 21 das 37 pastas que vão compor a Esplanada. A expectativa é que o restante dos nomes seja divulgado até quarta-feira (28). No centro do imbróglio, estão ministérios como Cidades e Turismo.
Nesta segunda, o petista terá reuniões com o senador Davi Alcolumbre (União Brasil- AP), com representantes do PSD e deve voltar a conversar com a senadora Simone Tebet (MDB-MS).
Um dos entraves que o presidente precisa resolver é a posição que será ocupada pela aliada no governo. O presidente eleito conversou com a parlamentar na sexta (23) por duas vezes, mas o destino dela seguiu indefinido.
Inicialmente, o plano era que Tebet fosse nomeada ministra do Meio Ambiente, mas ela condicionou o aceite à decisão de Marina Silva (Rede-AP) a respeito da pasta.
Marina, por sua vez, deixou claro na reunião que teve também na sexta com o presidente que deseja chefiar a pasta ambiental e, depois, Lula indicou que deverá nomeá-la para o cargo.
Nas conversas com Tebet, o petista colocou algumas possíveis soluções sobre a mesa, entre elas Turismo, Cidades e o Planejamento.
Há, porém, duas dificuldades ligadas a esta última pasta. Uma delas é que Tebet resiste a ocupá-la por considerar ter pouca afinidade com o programa econômico do PT. A segunda é que o Plano A de Fernando Haddad, futuro ministro da Fazenda, para o Planejamento é o nome do economista André Lara Resende, que já rejeitou o posto, mas tem recebido apelos para que aceite a missão.
Neste domingo (25), havia a previsão de que Lula conversasse com Lara para insistir no assunto. O nome do governador Paulo Câmara (PSB-PE) também passou a ser ventilado para a pasta.
Ele esteve com o petista na última quinta (22), por mais de uma hora. Aliados dizem que outra possibilidade seria a de ele assumir o Banco do Nordeste.
As outras duas possibilidades colocadas sobre a mesa para Tebet --Cidades e Turismo-- estão sendo disputadas por outros atores. A senadora ficou em terceiro lugar na corrida presidencial e passou a apoiar Lula no segundo turno. Nomeá-la no governo é uma forma de dar a cara de frente ampla à gestão, como o presidente eleito diz querer.
Em conversa com emedebistas, Lula ofereceu Transportes, que ficará com o senador eleito Renan Filho (MDB-AL), e Cidades, que ficaria com uma indicação da bancada da Câmara do MDB, e contemplaria o Pará, que teve o maior número de parlamentares eleitos.
Os deputados, no entanto, ainda não se entenderam sobre o nome que será indicado para Cidades. Uma ala defende que seja o deputado eleito José Priante (MDB-PA), mas o governador Helder Barbalho (MDB-PA) quer emplacar o irmão Jader Barbalho Filho (MDB-PA), que não foi eleito para a Câmara.
A decisão deve ser tomada nesta segunda pelos deputados. Em meio à indefinição, aliados de Lula acreditam que a pasta de Cidades pode acabar nas mãos de Tebet.
A opção pela senadora não cessaria o desejo dos parlamentares porque líderes emedebistas dizem que ela não é uma indicação do partido, mas seria acomodada no ministério numa cota pessoal de Lula.
Caso o presidente opte pela senadora, no entanto, aliados avaliam que ele contemplaria o MDB e deixaria o partido com dois ministérios, como deve fazer com outros partidos.
Enquanto isso, a União Brasil também pleiteia o Ministério das Cidades. Em reunião com Alcolumbre e o deputado Elmar Nascimento (União Brasil-BA), Lula ofereceu o Ministério da Integração Nacional e citou as pastas do Turismo, das Comunicações e da Previdência. Nenhuma dessas três opções agradou à União Brasil, que decidiu pleitear também Cidades.
Integração Nacional ficou inicialmente prometida a Elmar Nascimento, que relatou a PEC da Gastança na Câmara. O deputado, porém, sofre grande resistência do PT, especialmente da Bahia, para ocupar um ministério.
Elmar já avisou a aliados que, se for vetado, a bancada na Câmara poderia inevitavelmente se tornar oposição ao governo Lula.
Em outra frente, Alcolumbre indicou o nome do governador do Amapá Waldez Góes (PDT) para assumir a segunda pasta pleiteada pela União Brasil --ele migraria de partido caso fosse escolhido. Integrantes da legenda queriam que o nome fosse o da professora Dorinha (União Brasil-TO), mas ela teria indicado resistência.
Alcolumbre quer suceder a Rodrigo Pacheco (PSD-MG) na presidência do Senado em 2025, por isso não quer ser ministro. Se Lula não der Cidades à União Brasil, a indicação do senador pode ficar com o Ministério do Turismo ou mesmo com Integração Nacional, se as resistências em torno de Elmar Nascimento não forem resolvidas.
Já o PSD terá o senador Carlos Fávaro (PSD-MT) na pasta da Agricultura, e o senador Alexandre Silveira (PSD-MG), que acaba o mandato agora, deve ser confirmado no Ministério de Minas e Energia. O impasse com o PSD diz respeito ao Ministério do Turismo.
A bancada do partido na Câmara quer emplacar o deputado Pedro Paulo (PSD-RJ), mas o parlamentar tem sofrido muitas resistências e pode acabar de fora do ministério. Nesta segunda, Lula deve conversar com o deputado Antônio Brito (PSD-BA) e o senador Otto Alencar (PSD-BA) a respeito da participação do partido no governo.
Lula precisa ainda bater o martelo sobre o Ministério dos Povos Indígenas, que deve ficar com a deputada Sônia Guajajara (PSOL-SP). O da Pesca deve ficar com o PV e o da Previdência, com o PDT.
O presidente, porém, ainda não chamou o PDT oficialmente para conversar, assim como a Rede.
O petista já definiu também como ficarão alguns cargos de comando no Congresso. O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) foi convidado para ser líder do governo no Congresso, Jaques Wagner (PT-BA) será o líder do governo no Senado e o deputado José Guimarães (PT-CE), o líder do governo na Câmara.
Até então, a maioria do ministério de Lula é composto por petistas. Dos 21 anunciados, sete são do PT. Além deles, segundo aliados do presidente, os deputados federais Paulo Teixeira (SP) e Paulo Pimenta (RS) assumirão o Ministério das Comunicações e a Secom (Secretaria de Comunicação Social), respectivamente.
por JULIA CHAIB E MARIANNA HOLANDA / FOLHA de S.PAULO
INGLATERRA - O mundo deve enfrentar uma recessão em 2023 já que os custos mais altos dos empréstimos destinados a combater a inflação causam a contração de várias economias, de acordo com o Centro de Pesquisa Econômica e Empresarial, o CEBR.
A economia global ultrapassou US$ 100 trilhões pela primeira vez em 2022, mas irá estagnar em 2023, à medida que os formuladores de políticas continuarem sua luta contra a alta dos preços, disse a consultoria britânica em sua tabela anual da Liga Econômica Mundial.
“É provável que a economia mundial enfrente uma recessão no próximo ano como resultado dos aumentos nas taxas de juros em resposta à inflação mais alta”, disse Kay Daniel Neufeld, diretor e chefe de previsões do CEBR.
O relatório acrescentou que “a batalha contra a inflação ainda não está ganha. Esperamos que os banqueiros centrais mantenham suas armas em 2023, apesar dos custos econômicos. O custo de reduzir a inflação para níveis mais confortáveis é uma perspectiva de crescimento mais pobre para os próximos anos.”
Os resultados são mais pessimistas do que a última previsão do Fundo Monetário Internacional que alertou em outubro que mais de um terço da economia mundial vai se contrair e há 25% de chance de o PIB global crescer menos de 2% em 2023, o que seria definido como uma recessão global.
Mesmo assim, até 2037, o produto interno bruto mundial terá dobrado à medida que as economias em desenvolvimento alcançam as mais ricas. A mudança no equilíbrio de poder fará com que a região do Leste Asiático e Pacífico responda por mais de um terço da produção global até 2037, enquanto a participação da Europa encolherá para menos de um quinto.
O CEBR obtém seus dados básicos das Perspectivas Econômicas Mundiais do FMI e usa um modelo interno para prever o crescimento, a inflação e as taxas de câmbio.
A China agora não deve ultrapassar os Estados Unidos como a maior economia do mundo até 2036, no mínimo - seis anos depois do esperado.
O CEBR esperava originalmente a mudança em 2028, que adiou para 2030 na tabela de classificação do ano passado. Agora, acredita que o ponto de cruzamento não acontecerá até 2036 e pode ocorrer ainda mais tarde, se Pequim tentar assumir o controle de Taiwan e enfrentar sanções comerciais de retaliação.
“As consequências da guerra econômica entre a China e o Ocidente seriam várias vezes mais graves do que as que vimos após o ataque da Rússia à Ucrânia. Quase certamente haveria uma forte recessão mundial e um ressurgimento da inflação”, disse o CEBR.
“Mas o dano à China seria muitas vezes maior e isso poderia torpedear qualquer tentativa de liderar a economia mundial.”
O CEBR também prevê que:
* A Índia se tornará a terceira economia de US$ 10 trilhões em 2035 e a terceira maior do mundo em 2032
* O Reino Unido continuará sendo a sexta maior economia do mundo, e a França a sétima, nos próximos 15 anos, mas a Grã-Bretanha não deve mais superar o crescimento de seus pares europeus devido à “ausência de políticas orientadas ao crescimento e à falta de uma visão clara de seu papel fora da União Europeia”
* As economias emergentes com recursos naturais receberão um “impulso substancial”, já que os combustíveis fósseis desempenham um papel importante na mudança para energia renovável
* A economia global está muito longe do nível de PIB per capita de US$ 80.000 em que as emissões de carbono se dissociam do crescimento, o que significa que mais intervenções políticas são necessárias para atingir a meta de limitar o aquecimento global a apenas 1,5 grau acima dos níveis pré-industriais.
©2022 Bloomberg L.P. / por Philip Aldrick
TAIWAN - O Ministério da Defesa de Taiwan informou na segunda-feira, 26, que detectou 71 aviões chineses e sete navios de guerra nas proximidades da ilha, alegando ao mesmo tempo que os militares chineses atravessaram o Estreito de Taiwan com 47 dos aviões reportados.
Estes números marcam um novo pico no número de voos militares chineses diários na área, coincidindo com exercícios militares no domingo, em resposta à assinatura pelo Presidente dos EUA Joe Biden de uma lei que aumenta a assistência de segurança às autoridades taiwanesas.
As autoridades da ilha disseram que os ataques foram realizados por 42 caças, dois aviões de patrulha marítima, um avião de alerta precoce e drones.
A defesa informou que as suas forças armadas acompanharam a situação e responderam atribuindo aviões de patrulha aérea de combate, navios da marinha e sistemas de mísseis terrestres.
Fonte: (EUROPA PRESS)
Pedro Santos / NEWS 360
UCRÂNIA - O conselheiro presidencial ucraniano Mikhail Podoliak disse na segunda-feira, 26, que "a Ucrânia é uma sentença de morte" para o Presidente russo Vladimir Putin, antes de sublinhar que Putin "compreende que nem tudo está a correr conforme o planeado".
"Putin pensa que o pode fazer. Para seu grande pesar, quero dizer ao mundo que a Ucrânia é para ele uma sentença de morte", disse, antes de sublinhar que Putin "é um homem cínico que compreende perfeitamente o que está a fazer", segundo a agência noticiosa ucraniana UNIAN.
"Ele compreende precisamente que lidera um regime, que é um cobarde. Ele compreende claramente quando prejudica alguém, porque essa é a essência do seu pensamento, para causar danos às pessoas. Neste caso, não há nada que ele odeie mais do que a Ucrânia. Este é um parâmetro muito importante", disse ele.
Ele disse que o exército russo "está ciente de que o seu país foi roubado" e que "o segundo maior exército do mundo e a sua indústria militar, que todos deveriam temer, não existe". "Compreendem que não havia necessidade de atacar a Ucrânia, que é um país que porá fim a esta guerra, da qual não vão gostar", acrescentou ele.
Podoliak salientou que a Rússia "subconscientemente compreende que historicamente parecerá incapaz" e criticou o facto de "eles irem para um país para matar civis", ao mesmo tempo que salientou que a população russa "não compreende que a inevitabilidade do castigo é um elemento chave da existência da civilização".
Por outro lado, o Ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano Dimitro Kuleba disse que Kiev vai pedir esta segunda-feira que a Rússia perca o seu lugar no Conselho de Segurança da ONU, argumentando que "não tem o direito" de o fazer depois de desencadear a guerra.
"Temos uma pergunta muito simples: a Rússia tem o direito de continuar a ser membro do Conselho de Segurança da ONU e de estar na ONU? Temos uma resposta convincente e fundamentada: Não, não a merece", disse Kuleba.
"Estas questões ainda não são discutidas em conferências de imprensa e declarações públicas de Chefes de Estado e de Governo, mas as pessoas perguntam o que é que a Rússia deve tornar-se para que não constitua uma ameaça à paz e à segurança.
Fonte: (EUROPA PRESS)
por Pedro Santos / NEWS 360
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