SÃO CARLOS/SP - Na madrugada de hoje, 22, um sujeito foi detido pela Polícia Militar na Praça Ronald Golias, em São Carlos.
De acordo com informações, os PMs Cabo Machado e Soldado Henrique encontraram o indivíduo na Praça em atitude suspeita, que o mesmo ao ver a viatura tentou correr, mas faltou condicionamento físico e foi detido. L.F.S (idade não informada), carregava uma mochila e dentro havia 40 pinos de cocaína, 181 trouxinhas de maconha e R$45,60 em dinheiro.
Diante dos fatos o sujeito foi conduzido ao Plantão Policial, onde foi autuado em flagrante por tráfico de entorpecentes e recolhido ao Centro de Triagem de São Carlos.
SÃO PAULO/SP - Tati Zaqui voltou a esquentar o clima nas redes sociais, na quarta-feira (21), ao publicar um clique ousado no Instagram. A funkeira posou só de calcinha, deixou os seios à mostra e ostentou alguns piercings em seu corpo.
“Cheguei p…! Já, já, São José dos Campos”, escreveu a funkeira, após voltar de uma turnê no Japão.
A foto compartilhada pela funkeira recebeu mais de 695 mil curtidas e 8,4 mil comentários. Como é de costume, Tati Zaqui colecionou elogios ousados de admiradores, amigos e outros famosos.
“Vamo embolar os nossos cabelos azuis”, disse a rapper Azzy. “Parece uma pornô, amei”, brincou uma seguidora. “Esse piercing na biqueta”, observou outro. “Pqp, dei zoom, gata demais”, disparou mais um.
*Por: João Paulo Soares/METROPOLITANA
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BRASÍLIA/DF - Pesquisa inédita, divulgada hoje (22) na Casa Firjan, em Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro, revela que 35 mil brasileiros em idade produtiva sofrem de esclerose múltipla (EM), acarretando impactos no ambiente de trabalho, uma vez que essa doença é difícil de ser identificada e diagnosticada e não tem cura. O pesquisador chefe do Centro de Inovação Sesi em Higiene Ocupacional, Antônio Fidalgo, comentou que a esclerose múltipla é uma doença que faz parte das chamadas doenças raras, tem incidência baixa, “mas, muitas vezes, traz impactos significativos na qualidade de vida das pessoas”.
Resultado da deterioração de algumas estruturas do sistema nervoso, a EM apresenta entre seus sintomas fadiga, problemas de visão e de memória, dificuldades na locomoção, dores crônicas, depressão. “Pode ser progressiva e ter uma série de efeitos resultantes da deterioração da bainha de mielina (membrana que envolve e isola as fibras nervosas responsáveis pela condução dos impulsos elétricos no cérebro, medula espinhal e nervos ópticos)”, disse Fidalgo à Agência Brasil.
Esclareceu que a pesquisa é específica, porque não trata da parte médica da doença, mas pretende entender como é a vida de um profissional com EM no ambiente de trabalho. “A nossa abordagem foi tentar entender como é a vida de um sujeito com essa doença e a capacidade dele se manter no emprego e os desafios dessa pessoa no mercado de trabalho”.
Afastamento
A sondagem avaliou informações contidas em 3.275 artigos científicos e bases públicas sobre os impactos da EM na atividade laboral, assim como o impacto no sistema de seguridade social.
Dados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) mostram que, em média, uma pessoa com EM se afasta do emprego quatro meses por ano, ou seja, são 128 dias de afastamento. “A gente tem uma relação inversa da empregabilidade e da progressão da doença. Quanto mais tempo a pessoa tem essa doença, menores são as chances de se manter empregado”.
De acordo com a pesquisa, há duas possibilidades para um profissional com EM: ele se afasta do trabalho por vários períodos até o momento em que não consegue mais desenvolver suas atividades e se aposenta por invalidez. No Brasil, para essa doença, a idade média da aposentadoria é entre 30 e 45 anos, informou Antônio Fidalgo. Desde 2014 até 2018, há 7,5 mil registros de benefícios concedidos, dos quais 1,860 mil são aposentadorias por invalidez e o restante é algum outro benefício concedido, relatou o pesquisador chefe. As estimativas apontam que em 2020, os custos para o INSS envolvidos com afastamentos e aposentadorias de pessoas com EM ultrapassarão R$ 410,74 milhões. “É um valor significativo”. A faixa etária de 20 a 45 anos responde por 78,01% dos auxílios concedidos.
Diferenças
A consideração final do estudo é que quanto maior for a capacidade de a pessoa manter a doença estável, maiores são as chances de permanecer empregado. “E que a gente respeite essas diferenças”, ressaltou Fidalgo. A flexibilização da carga horária e pequenas adaptações na forma de execução das tarefas são ações que podem ser empreendidas pelas companhias e empregados em relação às pessoas com EM, para que elas continuem fazendo parte da força de trabalho.
Antônio Fidalgo explicou que o desconhecimento da doença pela população em geral pode gerar aumento das diferenças e criar um gargalo nas relações entre os funcionários, ou até mesmo evoluir para a prática de ‘bullying’ contra o doente com EM. A recomendação da pesquisa é investigar se a pessoa sofre de EM e, em caso positivo, considerar suas necessidades e respeitar as diferenças. De acordo com a pesquisa, o diagnóstico antecipado da EM, bem como o tratamento adequado, podem ampliar a qualidade de vida e a autonomia da pessoa com a doença.
*Por Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil
SÃO PAULO/SP - Com a conta em alta, Luan Santana tem um novo e luxuoso espaço para chamar de lar, em São Paulo. O cantor se mudou para um condomínio de alto padrão, em Alphaville.
Segundo a colunista Fábia Oliveira, do jornal “O Dia”, o imóvel do artista foi avaliado em R$ 25 milhões. Isso tudo fora o valor do próprio condomínio, que é de R$ 4 mil mensais.
A residência, ainda de acordo com a publicação, possui elevador privativo, sauna, hidro aquecida e piscina. A garagem também tem vaga para, no mínimo, 20 carros.
Luan, aliás, terá diversos vizinhos famosos. Dentre eles, Simone, Simaria, Zezé Di Camargo, Luciano, Eliana, César Filho, Roberto Cabrini e Dony De Nuccio.
*Por: LUCAS BRANDÃO/FAMOSIDADES
IBATÉ/SP - A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) publicou nesta quinta-feira (22), a lista dos beneficiários e suplentes, das 286 moradias para famílias de baixa renda, do conjunto habitacional “Ibaté-B2”, sorteadas na terça-feira, 20, pelo prefeito José Luiz Parella (PSDB), governador João Doria e secretário de Estado da Habitação, Flavio Amary, em Ibaté.
O investimento do Governo do Estado, por meio da CDHU, na construção do Conjunto Habitacional é de R$ 25,7 milhões. “Cada casa terá 48 metros quadrados com dois dormitórios, sala, cozinha, banheiro e com gerador de captação solar para diminuir o custo de energia elétrica”, destacou Doria.
Foram inscritas 3.731 famílias e 94% delas têm renda familiar de até três salários mínimos. Do total de unidades sorteadas, são 229 para a população em geral, 21 para famílias com pessoas com deficiência, 15 para idosos, 12 para policiais e agentes penitenciários e nove para pessoas que vivem sozinhas.
A lista está em ordem alfabética traz informações se o mesmo é beneficiário (contemplado) ou suplente e a qual grupo pertence: população em geral, idosos ou deficiente.
A CDHU informa que as reclamações, informações ou denúncias devem encaminhadas ao site da CDHU, na ferramenta “Fale Conosco” ou pelo telefone 0800 000 2348.
SÃO CARLOS/SP - A Câmara Municipal de São Carlos realiza nesta sexta-feira (23), às 19h30, na sede do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (rua Coronel José Augusto de Oliveira Sales 1515, Vila Izabel), uma sessão solene em comemoração aos 70 anos da diretoria regional do CIESP. Segundo o presidente da Câmara, vereador Lucão Fernandes, “a homenagem reconhece a destacada atuação da entidade em defesa da indústria são-carlene e sua contribuição ao desenvolvimento econômico e social de São Carlos e região”.
Fundada em 19 de junho de 1949 e instalada no dia 6 de novembro do mesmo ano, a regional do CIESP teve como diretor fundador o industrial Germano Fehr Júnior. Fizeram parte da primeira diretoria os empresários Ernesto Pereira Lopes, Baptista Lauria Ricetti, Miguel Abdelnur, Viriato Fernandes Nunes,Alfredo Maffei,Emílio Fehr e Nicolino Pileggi.
Entre 1954 e 1958, em discordância com a orientação do sistema FIESP/CIESP os industriais são-carlenses formaram a Associação Industrial Paulista, voltando a instalar a delegacia local do CIESP após ter suas reivindicações atendidas. Reinstalada, a delegacia teve como presidente Antonio Adolpho Lobbe. Na época foi definida a primeira jurisdição da regional, que atualmente abrange: São Carlos (sede); Analândia, Boa Esperança do Sul, Brotas, Descalvado, Dourado, Ibaté,Pirassununga, Porto Ferreira, Ribeirão Bonito, Santa Rita do Passa Quatro,Santa Cruz da Conceição e Trabiju.
Posteriormente denominada Diretoria Regional, em sua trajetória a entidade foi presidida pelos seguintes industriais: Germano Fehr Junior (1949/1966);Ernesto Pereira Lopes Filho (1967/1968);Miguel Abdelnur Filho (1969/1977);Dário Rodrigues (1977/1980);Coriolano Morato Ferraz Meirelles (1980/1983);Georges Schnyder (1983/1988);Gerson Edson Toledo Piza (1989/ 2001);Sergio Pepino (2004 – 2007) e Ubiracy Moreno Pires Correa (2007-2017). Atualmente o diretor titular é Emerson Chu (gestão 2018-2021).
SÃO CARLOS/SP - O Grupo ProAnimal postou em sua FanPage no Facebook, o descaso do poder público na questão da fiscalização em relação a denúncias feitas contra maus-tratos em animais na cidade de São Carlos.
Segue na íntegra o texto e as fotos postadas pelo Grupo ProAnimal que luta e faz o impossível para cuidar de animais abandonados e maltratados em nossa cidade. Aliás, muitas ONGs fazem o trabalho que é de responsabilidade do poder público fazer.
Postagem na íntegra:
“Queremos registrar aqui nosso descontentamento e insatisfação quanto ao Departamento de Fiscalização de Maus-Tratos a Animais, da Prefeitura Municipal de São Carlos/SP.
Temos realizado denúncias que precisam ser averiguadas por órgãos competentes como este, para que as leis apesar de brandas possam de fato passar a acontecer.
Mas temos tido dificuldades, pois a fiscalização demora dias para averiguar uma denúncia ou simplesmente não averigua a denúncia (temos relato de diversas pessoas), levando o animal a mais dias de sofrimento ou até mesmo a óbito.
Queremos um serviço em que as denúncias realmente sejam passadas adiante e "resolvidas".
Queremos um serviço em que as denúncias sejam protocoladas e que não fiquem esquecidas ou perdidas pelo caminho.
Queremos um serviço de qualidade e agilidade, para que os animais parem de sofrer.
Sabemos da dificuldade em se ter apenas um fiscal para toda a cidade.
O que e como podemos ajudar?
Exigindo da prefeitura 2..3..4 fiscais a mais?
Vamos nos unir e fazer isso acontecer.
Queremos que todos os casos sejam tratados como vidas que necessitam de auxílio, necessitam de ajuda.
(Esse cavalo da imagem estava largado em um terreno no Distrito de Santa Eudóxia, totalmente debilitado, denúncias foram feitas ao Departamento, inclusive por voluntários do Grupo, não foi dado a atenção devida e tivemos a informação que o suposto "dono" do cavalo entrou em contato com o Departamento e enviou fotos antigas do animal sadio, concluindo-se assim que o ‘animal estava bem’. O fato é que o animal foi socorrido por moradores do Distrito sensibilizados com sua situação)”.
Startup de São Carlos realiza atividades que buscam mais qualidade de vida para colaboradores e, também, para a comunidade
SÃO CARLOS/SP - A Arquivei, startup que fornece tecnologia de monitoramento, gestão e inteligência de documentos e dados fiscais, preza pela saúde e pelo bem-estar de seus colaboradores. Prova disso é a ação que a empresa está realizando ao longo dessa semana. Iniciada na última segunda-feira (19), a Semana da Saúde conta com diversas atividades e irá, intermitentemente, até o próximo sábado (24).
Dentre as atividades: massagens, check-ups com medição de glicemia e pressão, sessões de yoga, meditação e chi kung. Além da Feira alimentar nutricional e medicinal, que oferece ações terapêuticas voltadas à prevenção do câncer. Durante a semana, também serão doados lenços para serem usados no cabelo. Todas as ações acontecem na sede da Arquivei, na cidade de São Carlos.
Nos finais de semanas haverá uma ação especial Nos últimos dois sábados do mês de agosto (24 e 31, respectivamente), a equipe da Arquivei fará doação de sangue para o Hemocentro da Santa Casa de São Carlos. Parentes e amigos dos colaboradores também podem participar da ação da startup.
“Quem faz a Arquivei é a nossa equipe, e todos devem cuidar da saúde integralmente. Nós buscamos sempre incentivar práticas saudáveis, temos atividades esportivas e aulas de yoga com frequência e também organizamos a Copa Arquivei de Futebol no fim do ano. A campanha para doação de sangue é a coroação de todo esse processo, buscamos ajudar quem tem alguma enfermidade mais grave”, comenta Vitor de Oliveira, CMO da Arquivei.
Sobre a Arquivei
A Arquivei é uma empresa que fornece plataforma de monitoramento, gestão e inteligência de documentos fiscais. Criada em 2014, surgiu para suprir uma dificuldade das empresas na gestão mais eficiente de seus dados fiscais. Com sede em São Carlos, interior paulista, a startup já atende mais de 80 mil empresas, com gigantes como McDonald's, Riachuelo e C&A.
RIO DE JANEIRO/RJ - O biólogo Izar Aximoff estudou a recomposição de florestas no Rio de Janeiro após queimadas. Testemunhou áreas verdes se transformarem em pó preto e o rico som das florestas, em silêncio.
"É muito triste ver a floresta totalmente dizimada. Aquele cenário colorido, com flores, sons de animais, pássaros cantando, bichos se movimentando e cheiro de mata dá lugar ao silêncio, a animais carbonizados, a um cheiro de carne queimada, à desolação. Fica tudo preto e você fica sujo com aquele resíduo de carvão", descreve o biólogo, lembrando-se do que viu quando uma área que monitorava em seus estudos voltou a sofrer queimadas.
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© Izar Aximoff[/caption]
"Eu vi filhote de jiboia queimado, bicho-preguiça carbonizado, bromélia queimada. Dá vontade de chorar. A perda é de valor inestimável. Muito superior ao das multas aplicadas, quando se encontra o culpado, o que é raro", compara o biológo especialista no tema em áreas de Mata Atlântica, como o Parque Nacional de Itatiaia.
Após o quadro de destruição, novos desafios surgem no reflorestamento, explica o biólogo, que é doutor em Botânica pelo Instituto de Pesquisas do Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ).
"Espécies ameaçadas acabam não voltando. A cada queimada, a diversidade é perdida", disse.
"E muitas áreas de Mata Atlântica, por exemplo, não conseguem se regenerar sozinhas. É preciso um reforço. Temos as melhores cabeças do mundo na área de reflorestamento, mas a demanda é grande demais", diz o biólogo, lembrando que a situação é também grave em áreas que ganham menos holofotes como o Cerrado e a Caatinga.
Trecho de mata atingido por incêndio: prevenir as queimadas é mais barato que tentar remediar depois, diz biólogo A mesma falta de recursos impede um planejamento mais eficaz na prevenção de novas queimadas. O biólogo diz que, no nível federal, o acompanhamento dos incidentes é melhor do que no estadual e municipal.
'A perda é de valor inestimável. Muito superior ao das multas aplicadas, quando se encontra o culpado, o que é raro', diz Izar Aximoff, que estudou a recomposição de florestas no Rio de Janeiro após queimadas "A prevenção é muito mais barata. Mas não há planejamento também por falta de dados. Os gastos após os incêndios são muito maiores. Você tem uso de aeronaves, equipes, sem contar o risco de morte a que esses profissionais estão expostos", acrescentou.
*Por: BBCNEWS
SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Comissão Permanente de Licitações, realizou nesta quarta-feira (21/8), em sessão pública, a abertura dos envelopes de documentação das empresas que protocolaram proposta para o processo licitatório, Pregão Presencial Nº 36/2019, Processo Nº 13611/2019, do tipo menor preço, cujo objeto é o registro de preços para aquisição de totens semafóricos. O valor estimado era de R$ 521.157,08 para aquisição em até 12 meses de 38 totens.
Participaram do pregão três empresas: Cidade Verde Sinalização Viária, Nelson Roberto Gritti e Souza & Guellis. A empresa Cidade Verde foi considerada inabilitada de acordo com item 9.3.3.3 do edital (certidão do item 9.3.3.3 era de um CNPJ divergente do CNPJ da proponente).
Após a fase de lances e negociada a redução do preço de menor oferta, o pregoeiro considerou que os preços obtidos são aceitáveis por serem compatíveis com os preços praticados pelo mercado, conforme apurado no processo de licitação. A empresa Souza & Guellis foi a que apresentou a melhor oferta: Item 1 (R$ 199.999,95) e para o Item (R$ 62.068,95). Após verificação de atendimento aos requisitos do Edital, a empresa foi declarada habilitada. O valor unitário foi de R$ 6.896,55.
Diante da necessidade de avaliação da capacidade técnica dessa empresa que apresentou a melhor oferta, confrontando os atestados apresentados por ela com as exigências do Edital, a Comissão Permanente de Licitações decidiu encerrar esta primeira etapa do processo, encaminhando a documentação para avaliação da Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito.
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