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Radio Sanca Web TV - Quinta, 04 Julho 2019

SÃO CARLOS/SP - O presidente da Câmara Municipal de São Carlos, vereador Lucão Fernandes (MDB), solicitou apoio do presidente do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), Benedito Carlos Marchezin, para resolver um problema de rede de esgoto no bairro Jardim São Paulo.

Lucão contou que foi procurado pelo morador Valdir Trevisolli, relatando que a empresa Consigaz doou uma área para a abertura de uma rua, visando melhorar o acesso às empresas daquela região. “Só que as máquinas da Prefeitura acabaram entupindo a rede de esgoto, trazendo um grande transtorno para a própria Consigaz e, talvez, aos outros estabelecimentos daqui”, contou. 

Trevisolli ressaltou que o SAAE resolveu o problema do entupimento, porém, as caixas de inspeção ficaram todas abertas. “O SAAE, prontamente, esteve aqui e desentupiu o esgoto, só que as caixas ficaram abertas. Por esse motivo, entrei em contato com o Lucão, o qual acionou o presidente da autarquia e aqui estamos para tentar resolver esse problema. Agradeço a presença do vereador Lucão, que está nos ajudando muito nessa causa”, disse.

Na presença do morador e de Lucão, Marchezin se prontificou resolver o problema. “Você [Lucão] me ligou ontem e estamos aqui para resolver essa questão. Vamos fazer as tampas de concreto para tampar essas caixas de inspeção, o que vai evitar chuva ou mesmo o arraste de material dentro da rede para entupir, ocasionando uma situação complicada nos banheiros da Consigaz”, relatou.

Lucão ressaltou que o presidente do SAAE tem honrado os compromissos que assume. “Toda vez que fiz as minhas solicitações ao presidente, temos um final feliz. Então, tenho certeza que, mais uma vez, vamos ter a solução desse problema”, contou.

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RIO DE JANEIRO/RJ - Preso desde novembro de 2016 e já condenado a 198 anos e seis meses de prisão, o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (MDB) afirmou nesta quinta-feira à Justiça Federal no Rio que comprou por US$ 2 milhões os votos de nove integrantes do Comitê Olímpico Internacional (COI) para garantir que o Rio de Janeiro fosse escolhido sede da Olimpíada de 2016. Segundo Cabral, a negociação foi feita com o senegalês Lamine Diack, presidente da Associação Internacional de Federações de Atletismo de 1999 a 2015.

Entre os votos comprados estariam os do ex-nadador russo Alexander Popov, dono de quatro medalhas de ouro nas Olimpíadas de1992 e 1996, e do ucraniano Sergei Bubka, considerado o maior atleta de salto com vara na história. “O COI tem uma cota de atletas que votam. Me garantiram o nome do ex-atleta Serguei Bubka e de Alexander Popov, grande campeão da natação”, afirmou Cabral.

A eleição ocorreu em Copenhague, na Dinamarca, em 2 de outubro de 2009. A votação ocorreu em três turnos. No primeiro, Madri teve 28 votos, o Rio recebeu 26 e Tóquio, 22. Chicago ficou em último, com 18, e foi eliminado. Em teoria, sem os nove votos comprados, o Rio teria 17 e ficaria em último, sendo eliminado. No segundo turno, o Rio teve 46 votos, Madri 29 e Tóquio, 20 - a capital japonesa foi eliminada. Na última etapa, o Rio teve 66 votos e Madri, 32. Cabral e seu grupo temiam que o Rio fosse eliminado na primeira etapa: “Era fundamental ter a garantia desses votos (no primeiro turno). Depois foi a política. A política com ‘p’ minúsculo na primeira fase e a com ‘p’ maiúsculo nas demais fases”, contou ao juiz.

Cabral é um dos réus em uma ação que tramita na 7ª Vara Federal Criminal, no Rio, e investiga se houve compra de votos para eleger o Rio sede da Olimpíada. A investigação teve origem na Operação Unfair Play, que em outubro de 2017 prendeu o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e do Comitê Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman, e Leonardo Gryner, ex-diretor de marketing do COB e de operações do Comitê Rio-2016. Além dos dois e de Cabral, é réu na ação o empresário Arthur Soares Filho, conhecido como “Rei Arthur”, que manteve contratos milionários com o governo do Rio nas gestões de Cabral. Ele está foragido. A investigação brasileira sobre compra de votos para a Olimpíada foi motivada por um pedido feito no fim de 2016 pelo Ministério Público francês, que, durante investigação sobre doping no atletismo, encontrou indícios de corrupção na candidatura do Rio.

Em depoimentos anteriores, Cabral havia negado a compra de votos, mas em dezembro passado mudou de advogado e em fevereiro passou a admitir outras acusações de que foi alvo. Sua defesa pediu ao juiz Marcelo Bretas o depoimento desta quinta-feira, para Cabral discorrer sobre a compra de votos. Ele contou ao magistrado que em agosto de 2009, dois meses antes da votação, foi procurado por Nuzman, que pediu um “encontro urgente” após um evento esportivo em Roma. “Nuzman vira pra mim e me fala: ‘Sérgio, quero te abrir que o presidente da IAAF, Lamine Diack, ele é uma pessoa que se abre pra vantagens indevidas. Ele pode garantir cinco ou seis votos. Ele quer, em troca, US$ 1,5 milhão'’”, narrou o ex-governador do Rio.

Cabral disse que então perguntou a Nuzman de onde viriam os votos e qual era a garantia de que eles seriam de fato obtidos. Nuzman teria respondido que viriam de membros africanos do COI e também de representantes do atletismo. O ex-governador teria então autorizado Nuzman a seguir com a negociação. "Eu chamei o Arthur Soares e falei pra ele da necessidade de conseguir o dinheiro para os votos. Isso foi debitado do crédito que eu tinha com ele. Fui eu que paguei. Eu dei o telefone do Léo (Leonardo Gryner, ex-diretor de operações da Rio 2016) e eles acertaram com esse Papa Diack, filho de Lamine Diack”, contou o ex-governador.

Em setembro de 2009, dias antes do jantar que ficou conhecido como a “Farra dos Guardanapos”, Gryner e Nuzman teriam avisado Cabral sobre a possibilidade de garantir mais votos: “Em Paris, no hotel, eu fui chamado no canto pelo Léo e pelo Nuzman, que me falaram de um problema. O Nuzman falou que Papa Diack disse que conseguiria mais votos. Ele disse que poderíamos chegar em nove votos no total, mas que precisava de mais US$ 500 mil. Eu disse pra ele que seria feito", contou Cabral. Segundo ele, essa conversa ocorreu em 14 de setembro e o pagamento foi feito 15 dias depois, por intermédio do “Rei Arthur”.

Segundo Cabral, o então prefeito do Rio, Eduardo Paes, à época no MDB e hoje no DEM, e o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) souberam da negociação, mas não participaram nem obtiveram vantagens com ela. O ex-governador afirmou ter contado a Lula sobre a negociação no dia da votação: “Eu fiquei muito nervoso e ele não entendeu porque estava comemorando (após ser aprovado na primeira votação). Falei para ele: ‘O meu medo era passar dessa fase. Nessa fase tive um arranjo político assim, assim e assado’. Ele fingiu que não ouviu. Disse: ‘Você está me contando algo que já aconteceu, tá bom, tá ótimo’”, narrou Cabral.

OUTRO LADO

O advogado de Nuzman, João Francisco Neto, afirmou que Cabral não tem provas de que houve compra de votos e que, “se tivesse havido, seria corrupção privada, não considerada crime no Brasil”. Segundo o advogado, Nuzman “não recebeu qualquer valor à guisa de propina e não teve qualquer benefício pessoal em razão das obras realizadas (para o Rio sediar a Olimpíada)”. “Cabral rechaçou denúncia ao dizer que Nuzman não integrou sua organização criminosa, jamais recebeu vantagem indevida em razão da Olimpíada e nunca esteve envolvido com esquemas em obras públicas”, completou Francisco Neto.

Em nota, a defesa de Gryner afirmou que "ficou claro que Cabral falta com a verdade e não apresenta qualquer prova de seus relatos, mantendo-se íntegra a prova produzida na instrução criminal, que isenta Leonardo Gryner de qualquer responsabilidade. Se houve compra de votos, ele não participou".

O ex-prefeito Eduardo Paes afirmou que "como ele (Cabral) disse, não participei de compra de voto nenhuma e também não fui informado disso. Essas conversas eu nem tenho. Tanto é assim que, pelo que conta o ex-governador, Nuzman procurou somente a ele para tratar desse tema. Não teria coragem para tratar comigo".

A assessoria do ex-presidente Lula afirmou que "é inverídica e sem provas" a referência feita por Cabral ao ex-presidente.

 

*Por: Fábio Grellet/RIO/ESTADÃO

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SÃO CARLOS/SP - O Prefeito Airton Garcia, acompanhado dos secretários de Saúde, Marcos Palermo, de Esportes e Cultura, Edson Ferraz e do vereador Robertinho Mori, participou na manhã desta quinta-feira (4/7), da inauguração da nova Unidade de Cuidados Diários da APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), local onde agora são atendidas as pessoas acamadas, sem nenhuma mobilidade. 

Denominado “Professora Mildread Battiston Pásseri” a unidade faz o acolhimento humanizado dos usuários com deficiência intelectual/sensório-motora grave, associadas ao comprometimento neurológico, ortopédico, respiratório, disfagia, síndromes e anomalias congênitas que requerem acompanhamento interdisciplinar contínuo e reavaliações frequentes. O atendimento é feito por um período de 4 a 8 horas diárias

Segundo a gerente administrativa da APAE hoje são atendidas 45 pessoas na Unidade. “Como aqui atendemos pessoas, desde criança até adultos, que se alimentam por sonda e sem nenhuma mobilidade, foi necessário mais espaço para os atendimentos realizados por uma equipe multidisciplinar que envolve médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos e terapeutas”, explicou Cristina Schiabel.

O prédio foi construído com recursos de emenda parlamentar do vereador Robertinho Mori no valor de R$ 218.000,00. “A APAE desenvolve um trabalho de excelência na cidade e por isso a procura aumenta a cada dia. Destinamos essa emenda para ajudar na construção do novo espaço, bem como já destinamos outras emendas, uma de R$ 183.150,00 e outra de R$ 164.800,00 para ampliação da unidade que atende os autistas. Na verdade desde 2004 destino emendas para a APAE, o que totaliza até o momento R$ 805.188,26. Desde o início da administração do prefeito Airton Garcia já repassamos R$ 566.88,26 e agora com ajuda da Prefeitura vamos destinar mais R$ 200 mil para a cobertura da quadra”, anunciou o vereador Robertinho Mori.

 “Eu conheço o trabalho realizado pela entidade. Sei que o recurso é usado para melhorar, ainda mais, o atendimento oferecido aos deficientes. Tudo que for possível vamos fazer para ajudar essa entidade que garante os direitos fundamentais de cidadania das pessoas com deficiência. A APAE realiza um trabalho de excelência”, disse o prefeito Airton Garcia confirmando que o município vai ajudar na cobertura da quadra.

A APAE São Carlos atende pessoas com deficiência intelectual, múltipla, com atraso no desenvolvimento neuropsicomotor e com transtorno do espectro do autismo. Hoje, são mais de 600 alunos. A entidade tem convênio com várias instituições e também recebe doações. Atualmente conta com uma infraestrutura para fazer atendimento e diagnóstico, atendimento educacional, semi-internato, inclusão no mercado de trabalho e na escola regular.

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SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito comunica que a partir do próximo dia 6 de agosto os semáforos da avenida São Carlos, no período da meia noite a cinco da manhã, também passam a operar em amarelo intermitente.

A medida será tomada em cumprimento a Lei Nº 18.964/19 de autoria do vereador Robertinho Mori que dispõe sobre o funcionamento dos semáforos em amarelo piscante.

De acordo com a Lei os semáforos instalados no município deverão funcionar com sinal de alerta amarelo intermitente depois das 23 horas às 5 horas do dia seguinte e ficará vedada a aplicação de multas neste período, desde que observado o limite de velocidade permitida.

Ainda conforme a Lei ficam excluídos do funcionamento intermitente os semáforos instalados nas vias cujo porte e limite de velocidade permitida indiquem que a medida adotada possa causar periculosidade ao trânsito de veículos.

Já operam nos sistema amarelo intermitente os semáforos localizados na avenida Capitão Luiz Brandão com rua Primo Lazarine, na avenida Capitão Luiz Brandão sob a Rodovia SP-310 no acesso ao bairro São Carlos VIII e na passagem da rua Bernardino Fernandes Nunes sob a SP-310 no acesso ao bairro Jockey Club.

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SÃO CARLOS/SP - Após receber muitas reclamações de pacientes sobre a falta de medicamentos de alto custo e outros itens de atenção básica da saúde no município, o vereador Roselei Françoso (Rede) questiona a Prefeitura sobre o assunto. Além dos medicamentos na farmácia de dispensação, itens como leites e fórmulas especiais também estão em falta  e sem previsão de  reposição.

Entre os medicamentos reclamados estão aqueles para pacientes transplantados e com doenças graves, como artrite reumatoide, mal de Parkinson e asma. Roselei informou que uma reclamante é paciente que  sofre de artrite reumatoide e faz uso de dois medicamentos de uso contínuo que devem ser tomados juntos para a eficácia do seu tratamento.Além destes os remédios, também há reclamação de que estão em falta medicamentos como Diazepam e Dipirona, por exemplo, que devem ser disponibilizados pelas farmácias das Unidades de Saúde. “Outra reclamação frequente é com relação ao leite e fórmulas especiais entregues pela rede municipal de saúde”, relata o parlamentar.

Roselei observa que segundo matéria disponibilizada pelo Governo Federal, o Ministério da Saúde incorporou, recentemente soluções nutricionais à base de soja; de proteína extensamente hidrolisada com ou sem lactose; e de aminoácidos, que trarão benefícios importantes para o desenvolvimento infantil. A estimativa é de que essa novidade atenda a mais de 38,5 mil pacientes, já em 2019, e deve estar disponível nas unidades públicas de saúde de todo o país em até 180 dias.

“A alergia alimentar é um problema de saúde que pode trazer impacto bastante negativo na vida das pessoas. Não obstante esse fato, todas as crianças que necessitem de alimentação especial ou suplementar por fórmulas devem ter prioridade no atendimento à saúde, como direito fundamental a ser resguardado pelo Estado”, afirma o vereador. De acordo com ele, há também reclamações sobre o fornecimento de fraldas que também está irregular.

Tendo em vista que a saúde é direito de todos e dever do estado e que a função do vereador é fiscalizar as ações do Executivo, Roselei  elaborou e irá protocolar na Câmara Municipal um requerimento ao prefeito, solicitando que entre em contato com os setores competentes e encaminhe à Câmara  informações a respeito do problema.

 Sobre os medicamentos de alto custo, Roselei  quer saber qual a a justificativa dada pela DRS III sobre esses atrasos nos fornecimentos dos medicamentos de alto custo, quais os medicamentos estão em falta, desde quando e qual o prazo para a regularização do fornecimento.

Quanto aos medicamentos básicos, indaga quais estão em falta e se existem atas de registro de preços dos medicamentos em vigor ou em processamento. Pede cópia de tais documentos. Sobre a falta de leites e fórmulas especiais, solicita informações sobre a carência dos produtos, qual o motivo no atraso do fornecimento, se a empresa fornecedora foi notificada sobre o atraso e, em caso positivo, requer cópia de tal notificação e resposta. O vereador quer esclarecer ainda se há ausência de fraldas na dispensação para os usuários, qual o motivo e quando será regularizada a entrega.

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SERGIPE - O empresário Sadi Paulo Castiel Gitz, da indústria de cerâmica Escurial, cometeu suicídio na manhã desta quinta-feira, 4, durante o evento “Simpósio de Oportunidades – Novo Cenário da Cadeia do Gás Natural” em Sergipe. Estavam presentes no evento o governador do estado Belivaldo Chagas (PSD-SE) e o ministro de Minas e Energia almirante Bento Albuquerque.

Em nota oficial, o governo de Sergipe lamentou o ocorrido e confirmou o cancelamento do evento. A solenidade discutiria “aspectos relacionados à produção e oferta de gás em Sergipe, as estratégias do Governo Federal e Estadual para a área, bem como a visão de instituições e empresas envolvidas no tema”, segundo divulgação.

O advogado Paulo Roberto Dantas Brandão lamentou o suicídio do amigo pelas redes sociais. “Um amigo me envia um zap: Sadi acaba de se suicidar. (…) Logo após a fala do governador. ‘Estava algumas fileiras sentado na plateia atrás dele’, informou-me outro amigo. ‘Depois de gritar que o governador era mentiroso, sacou a arma e se matou’, disse outro”, escreveu.

O amigo do empresário apontou os problemas financeiros que a empresa enfrentava. Dantas também afirmou que Gitz era “um cara fino, de grande cultura”. “Ainda aturdido, desisti de tentar entender as razões, as causas de um suicídio, principalmente num cara decente, trabalhador, boa gente. Só consigo imaginar que Sadi, num último grito de desespero, quis transformar seu gesto extremo em um protesto, num grand finale“, concluiu.

Gitz era dono de uma fábrica de cerâmica em recuperação judicial. Em maio deste ano, a empresa deu início ao processo de “hibernação” com a perda de mais de 600 empregos diretos e indiretos. “O motivo determinante para essa decisão foi o preço do gás cobrado pela concessionária Sergás, empresa do governo do Estado de Sergipe”, apontou a empresa à época.

“Nenhuma empresa ou empresário tem satisfação em hibernar, mudar ou relocar uma unidade, mas as condições operacionais só existem se houver uma política real de fomento à atividade produtiva”, acrescentou a empresa, então comandada por Gitz.

O vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), filho do meio do presidente Jair Bolsonaro, usou as redes sociais para criticar a equipe de segurança que estava presente no evento. “Mais uma falha de segurança. Seria bom a segurança do presidente ficar mais atenta”, escreveu, sem lamentar a morte do empresário.

 

*Por: Giovanna Romano/VEJA

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Mostras estão disponíveis para visitação gratuita até o dia 20 de julho

 

SÃO CARLOS/SP - Até o dia 20 de julho, a Biblioteca Comunitária (BCo) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) apresenta quatro exposições ao público: "Universo colorido", "Casário", "Uniarte - outra economia é possível"; e "A cor e o movimento". As duas primeiras mostras, organizadas por Cláudio Rosante, são compostas por pinturas em telas. A primeira procura, com simplicidade, retratar a harmonia entre as cores e foram produzidas com técnicas variadas como lápis de cor, aquarela, pintura a óleo e acrílica, grafite, giz pastel, nanquim e carvão.
A segunda tem pinturas de integrantes do Grupo Amigos da Esperança (GAE), de Itirapina (SP), entidade social que atua no combate ao câncer, em convênio com o Hospital Amaral de Carvalho de Jaú (SP) e em parceria com o Senac de São Carlos. Os trabalhos são fruto de oficinas de pintura coordenadas por Rosante, momento em que os membros do GAE aprenderam a desenhar e pintar utilizando óleo sobre tela. Rosante é docente no Senac e coordenador das oficinas de Artes Visuais da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo. As obras estão disponíveis no saguão principal da BCo e espalhadas por diversos pisos da Biblioteca, localizada na área Norte do Campus São Carlos da UFSCar.
Já a mostra "Uniarte - outra economia é possível" comemora os 10 anos da Associação Cultural dos Artesãos e Artistas de São Carlos (Uniarte) e retrata a importância de uma economia popular e solidária, com a exibição de artesanatos e objetos que remetem à história da Associação. Os objetos podem ser vistos no saguão principal da Biblioteca.
Por fim, "A cor e o movimento", de autoria de Iracema Mirão Lima, jornalista e graduanda do curso de Bacharelado em Gestão e Análise Ambiental da UFSCar, apresenta desenhos com cores vibrantes e repletos de sentimentos. "A mostra trata de ver como a luz, no papel, se difunde de acordo com os movimentos do traçado, como reflete e significa para cada pessoa que olha, mesmo não tendo um  desenho específico de referência", explica Lima. Os materiais utilizados foram lápis colorido, crayon, tinta a óleo e acrílica e os desenhos estão disponíveis no Piso 2 da BCo.
As exposições são gratuitas, abertas ao público e podem ser visitadas nos seguintes horários: até o dia 13 de julho, de segunda a sexta-feira, das 8 às 22 horas, e aos sábados, das 8 às 14 horas; de 15 a 19 de julho, entre 8 e 20 horas; e em 20 de julho, das 8 às 14 horas.
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SÃO CARLOS/SP - NESTA SEXTA-FEIRA (5/7) OS RADARES MÓVEIS ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS:

RADAR 1 - Avenida Getúlio Vargas (BAIRRO/CENTRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 2 - Av.Dr. Heitor José Realli (RODOVIA/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 3 - Av.Dr. Heitor José Realli (BAIRRO/RODOVIA) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 kM/H.

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