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Radio Sanca Web TV - Sexta, 14 Setembro 2018

São Carlos/SP - Uma colisão entre um carro e uma moto deixou o motociclista gravemente ferido na tarde deste sábado (15), na Redenção, em São Carlos.

Segundo informações, o motociclista seguia com sua moto CG-160 Fan, pela Rua Desembargador Júlio de Faria, quando no cruzamento com a Rua João Ribeiro de Souza, houve a colisão contra um Escort. Não se sabe as causas do acidente.

O SAMU foi acionado para socorrer o motociclista de 42 anos, com uma provável fratura na perna esquerda e com sangramento pelo nariz. O motorista do Escort nada sofreu.

Moradores do bairro disse a nossa reportagem que a anos a prefeitura não refaz as pinturas de sinalização de trânsito na região.

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*Fotos: Maicon Ernesto

 

 

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Sábado, 15 Setembro 2018 14:43

Marido agride esposa a pauladas

Araraquara/SP - Uma mulher de 29 anos, foi agredida por seu marido durante uma discussão, na noite desta última sexta-feira (14), o caso aconteceu na Rua Cruzeiro do Sul, no Jardim Morumbi na cidade de Araraquara.

As informações são que durante o desentendimento, o marido de 39 anos, pegou um pedaço de pau e bateu contra a cabeça de sua esposa depois de ameaça-la de morte.

Vizinhos acionaram a Polícia Militar que conseguiu deter o agressor que tentava fugir. Durante a abordagem, os Policiais encontraram com o marido, uma porção de maconha e o pedaço de pau usado para agredir sua esposa.

Na delegacia de plantão o caso foi registrado como lesão corporal, porte de drogas, violência doméstica e ameaça, sendo estipulado uma fiança de R$ 1.000,00, paga pelo irmão do agressor e ele foi liberado.

A vítima passou por atendimento médico e não sofre risco de morte.

 

*Por Marcelo Bonholi / Portal Morada

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Sábado, 15 Setembro 2018 14:05

O País das Dúvidas

Rio de Janeiro/RJ - Um dia depois da divulgação do IBOPE que mostrou Bolsonaro liderando as pesquisas e na véspera do Dia da Pátria, a campanha foi tingida de sangue. Em meus quase 78 anos de vida, nunca tinha visto violência assim em campanha presidencial. E, ironicamente, a vítima foi exatamente o candidato que promete combater os criminosos para haver menos vítimas. O agressor, formado em Pedagogia, logo recebeu o apoio de quatro advogados, dois dos quais chegaram de jatinho de um deles. Tinha quatro celulares e um computador, mas estaria desempregado. Por sete anos, fora filiado ao PSOL. Sua defesa alega desequilíbrio mental, o que não deixa de ser plausível, pois se for um fanático é um desequilibrado.

O episódio pode ter consequências depois do resultado das eleições. Se Bolsonaro for eleito, podem alegar que foi por causa da facada; se não for eleito, podem alegar que foi a facada que o tirou da campanha. O Comandante do Exército foi quem lembrou essa possibilidade, em entrevista ao Estadão. Como li muita literatura policial, fico pensando se esse atentado não teria dado errado, com dois sobreviventes: a faca não atingiu o coração e o candidato não morreu; e o agressor foi entregue a polícia sem ter sido morto. Agora está num presídio federal, para evitar queima de arquivo e a polícia, no momento em que escrevo, ainda pesquisa o conteúdo dos celulares, do computador e a movimentação financeira do agressor.

Uma campanha tão judicializada quanto esta, tampouco nunca vi, desde que nasci. As pessoas se comportam como se não soubessem ler. Está escrito na Lei da Ficha Limpa que condenado por colegiado está inelegível, mas uma sucessão de recursos contesta a lei. Se um jovem de 20 anos pedir registro de candidatura à presidência da República, estaria indeferido, porque a Constituição estabelece a idade mínima de 35 anos. Mas até isso, quem sabe, seja discutível no Brasil. Afinal, a maioria do Senado fingiu não saber ler e separou da perda do cargo da Presidente Dilma o “com inabilitação por oito anos para o exercício de função pública”. Já em Collor, aplicaram a inabilitação num ex-presidente que já havia renunciado. É o país dos improvisos, dos casuísmos e da consequente insegurança jurídica.

Domingo na missa ouvi no evangelho de Marcos que Jesus recomendou com insistência que ninguém contasse que ele havia curado um surdo. Esta semana ouço com insistência que a Justiça deve seguir a recomendação de dois consultores de um comitê de 18 da ONU, para deixar Lula ser candidato. Ora, se nem Jesus conseguiu de seus seguidores que sua recomendação fosse seguida, como queria Fachin que o Tribunal Superior Eleitoral do Brasil se subordinasse a dois consultores da ONU, desrespeitando, vergonhosa e humilhantemente, o primeiro inciso do primeiro artigo da Constituição, que é a primeira base do Brasil e que se chama Soberania? Por tanto que já se viu, não custa duvidar.

 

*Texto escrito Por: Alexandre Garcia.

Alexandre é jornalista, apresentador e colunista político brasileiro.

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São Paulo/SP  – O WhatsApp prepara um novo recurso que permite mudar o visual do seu aplicativo grátis para smartphones.

Aguardado pelos usuários, um modo escuro, como o Twitter também tem, está em desenvolvimento e já possui referências nas atualizações mais recentes do seu app. As imagens abaixo mostram como ele será.

De acordo com o WABetaInfo, site que testa versões preliminares do WhatsApp, a função ainda não tem data oficial para chegar a todos os usuários, mas a expectativa é de que o aplicativo seja plenamente compatível com as telas Oled dos smartphones Android e dos iPhones, como o X, XS e XS Max. Nesse tipo de display, os pixels ficam totalmente apagados quando não estão em uso, ou seja, não sofrem da interferência da iluminação de um painel de retroiluminação, usado em telas LCD.

O app recentemente mudou a quantidade de exibição de usuários participantes de um grupo de conversa para apenas dez e agora há uma opção para mostrar todos que fazem parte dele, um recurso meramente para deixar a interface mais limpa.

Outro recurso que está para chegar é o deslizar para responder nos smartphones Android, que permitirá a resposta rápida de uma mensagem a partir da notificação, como o iOS, do iPhone, permite que façamos há anos.

O WhatsApp tem mais de 100 milhões de usuários no Brasil.

 

* Lucas Agrela EXAME.com

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São Carlos/SP - Um Casal e uma criança ficaram feridos, após colidir contra um poste de energiea elétrica, na tarde deste sábado (15).

Segundo informações, o motorista seguia pela Avenida Comendador Alfredo Maffei, no sentido shopping/centro, quando por motivos que serão averiguados, perdeu o controle da direção e atingiu o poste.

O casal e a criança foram encaminhados à Santa Casa de Misericórdia pelo SAMU, USA(Unidade de suporte avançado). O Corpo de Bombeiros esteve no local, e isolou a área até a chegada da CPFL (Companhia Paulista de Força e Luz).

Agentes de trânsito sinalizaram o local.

 

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São Paulo/SP - Não há nada que indique que a Igreja Católica vá rever a norma a curto prazo, mas o próprio Papa Francisco já afirmou: o celibato clerical, ou seja, o voto que obriga os padres a permanecerem castos, não é um dogma de fé – e, sim, um regulamento da Igreja.

Dogmas são coisas que a Igreja considera "verdades absolutas": pontos fundamentais e indiscutíveis de sua fé, que portanto não podem ser modificados. São dogmas, por exemplo, a ressureição de Cristo e a Santíssima Trindade.

"O celibato não é um dogma de fé; é uma regra de vida que eu aprecio muito e acredito que seja um dom para a Igreja. Não sendo um dogma de fé, sempre temos a porta aberta. Neste momento, contudo, não temos em programa falar disso", afirmou recentemente o papa, em conversa com jornalistas.

O celibato, em seu sentido genérico, é a condição de quem, por opção, não contrai matrimônio, segundo o sociólogo Francisco Borba Ribeiro Neto, coordenador do Núcleo Fé e Cultura da PUC-SP.

E celibato sacerdotal é quando essa escolha é feita por alguém em troca de uma dedicação integral aos serviços religiosos, por meio da ordenação presbiterial.

Conceitos

Conforme explica Ribeiro Neto, há cinco conceitos correlatos que costumam ser confundidos na linguagem cotidiana. A castidade, a virgindade, a vocação virginal, o celibato e o celibato sacerdotal.

"O celibato sacerdotal é uma condição de oferta total da pessoa ao serviço de Deus e da comunidade. Vincula-se à vocação virginal, mas não se identifica totalmente a ela. Religiosos que não exercem a função sacerdotal também podem manter a vocação virginal por um compromisso ou voto. Pessoas casadas – que, portanto, não podem ser celibatários – podem assumir num certo momento da vida um voto virginal, mantendo-se unidos mas sem terem mais relações sexuais."

A virgindade é a condição daquele que nunca teve relações sexuais, mas a vocação virginal é a renúncia da vida sexual ativa – ou seja, não é preciso ser virgem para escolhê-la

"Nela, a pessoa renuncia a uma vida sexual ativa, para canalizar toda a sua energia e toda a sua pessoa à relação com Deus", teoriza o especialista.

Ribeiro Neto lembra que essa ideia não é uma invenção do cristianismo. "Monges budistas e as vestais -– sacerdotisas da deusa Vesta – da Roma Antiga, por exemplo, mantêm o mesmo ideal de vocação como condição para uma entrega maior a Deus.

Já a castidade "é o estado de integração positiva da sexualidade na pessoa", de acordo com o Catecismo da Igreja Católica, compêndio com a doutrina católica. "Para os casados, a castidade se exerce mantendo relações sexuais e sendo fiéis um com o outro; para o solteiro, abstendo-se de práticas sexuais próprias dos casados."

História

Originalmente, os primeiros sacerdotes católicos não precisavam ser celibatários. "Isso foi sendo reconhecido como um valor importante ao longo dos séculos", afirma Ribeiro Neto. "Assim, entre os católicos de rito oriental (os ortodoxos), até hoje existem padres casados."

Por volta dos séculos 3º e 4º já existiam movimentos dentro do catolicismo propondo que os religiosos deveriam praticar o celibato. "Mas é no primeiro e no segundo concílios de Latrão, ao longo do século 12, que se estabelece a obrigatoriedade definitiva do celibato aos clérigos católicos romanos", relata o sociólogo. Outros concílios prévios já mencionavam o tema, propondo a abstenção sexual de sacerdotes e proibindo o casamento de monges e freiras foi proibido.

"Desse período antigo, há ainda um decreto do papa Sixto, em 386, e instruções do Papa Inocêncio 1º", afirma o filósofo e teólogo Fernando Altemeyer Júnior, professor do Departamento de Ciência da Religião da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Manter posses e ser um missionário 'livre'

Mas esses regulamentos não foram instituídos de fato durante o período. Na realidade, a Igreja viveu momentos de idas e vindas quanto ao tema, e mesmo em regiões diferentes adotavam práticas diferentes - era uma época de precária comunicação.

A preocupação quanto ao celibato veio à tona com toda a força a partir do século 11. Foi pauta de papas como Leão 9º e Gregório 7º. Havia uma preocupação com a chamada "degradação moral" do clero, naqueles tempos de Idade Média e Igreja Católica superpoderosa.

De forma que o celibato acabaria instituído nos dois concílios de Latrão - o primeiro, em 1123, o segundo em 1139. A partir deles, ficou decretado que clérigos não poderiam casar ou mesmo se relacionar com concubinas. "Há que dizer que entre os séculos 10º e 15 o concubinato dos presbíteros com mulheres era muito comum na Europa. Aqui no Brasil colonial também há dezenas de casos de padres que se casaram e tiveram muitos filhos à margem da lei eclesiástica", ressalta Altemeyer Júnior.

A manutenção de celibato ainda seria defendida em mais um concílio de Latrão (em 1215), e no Concílio de Trento (entre 1545 e 1563).

"Muitos dizem que a partir do seculo 10º a Igreja enrijeceu com o celibato para não desfazer ou partilhar os feudos com os filhos dos padres. Isso, em parte, é verdade", diz Altemeyer Júnior. "Mas o sentido maior é que haja um missionário livre para assumir missões e cargos."

Hoje em dia

A partir do século 20, o tema voltou à tona com o Papa Pio 12 – que defendeu o celibato na encíclica Sacra virginitas. E no segundo Concílio Vaticano, em 1965, dois documentos trataram do tema. O Papa Paulo 6º também divulgou um documento, De sacerdotio ministeriali, abordando o assunto.

Em uma carta de 1979, o papa João Paulo 2º afirmou: "Fruto de equívoco – se não mesmo de má fé – é a opinião, com frequência difundida, de que o celibato sacerdotal na Igreja Católica é apenas uma instituição imposta por lei àqueles que recebem o sacramento da Ordem. Ora todos sabemos que não é assim. Todo o cristão que recebe o sacramento da Ordem compromete-se ao celibato com plena consciência e liberdade, depois de preparação de vários anos, profunda reflexão e assídua oração. Toma essa decisão de vida em celibato, só depois de ter chegado à firme convicção de que Cristo lhe concede esse 'dom', para bem da Igreja e para serviço dos outros. Só então se compromete a observá-lo por toda a vida".

Seu sucessor Bento 16 também fez declarações a respeito do celibato. "Para compreender bem o que significa a castidade devemos partir do seu conteúdo positivo, explicando que a missão de Cristo o levava a um dedicação pura e total para com os seres humanos. (...) Os sacerdotes, religiosos e religiosas, com o voto de castidade no celibato, não se consagram ao individualismo ou a uma vida isolada, mas sim prometem solenemente pôr totalmente e sem reservas ao serviço do Reino de Deus as relações intensas das quais são capazes", disse ele, em uma homilia.

"Espera-se que os padres, nessa condição celibatária, possam se entregar melhor as suas tarefas religiosas e pastorais, vivendo uma espiritualidade mais profunda e essencial, tendo mais disponibilidade para entregar-se à comunidade à qual assiste", afirma o sociólogo Ribeiro Neto.

Padres casados

De acordo com o Movimento Nacional das Famílias dos Padres Casados, mais de 7 mil brasileiros solicitaram à Igreja a dispensa do sacramento da ordem em troca do matrimônio - a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) não divulga dados sobre o assunto.

Isso significa que a cada quatro sacerdotes católicos que são ordenados no Brasil, um larga a batina para constituir família.

Segundo a revista La Civiltá Cattolica, publicada desde 1850 em Roma pelos jesuítas italianos, em todo o mundo esse número supera os 60 mil padres.

Há ainda uma perspectiva para aqueles que já são casados, mas desejam desempenhar papéis mais religiosos dentro do catolicismo. Atualmente, a Igreja Católica ordena homens casados como "diáconos permanentes". "Assim, eles podem desempenhar quase todas as funções dos sacerdotes, com exceção da consagração da hóstia na comunhão e da absolvição dos pecados na confissão", esclarece Ribeiro Neto.

Se o Papa Francisco não deu sinalização alguma de rever a regra, por outro lado a demanda existe: há falta de padres no mundo.

"Por isso, houve um pedido de muitos bispos da Amazônia para que se passe a se permitir que haja padres casados para atender às comunidades sem padres", conta o professor Altemeyer Júnior. "Parece que o papa Francisco estaria disposto a aceitar tal mudança que não exige mudar nenhum dogma ou lei. É só uma disciplina cultural e histórica."

Dentro do próprio clero, padres questionam se chegou a hora de mudar essa posição. Um dos mais famosos sacerdotes católicos brasileiros da atualidade, o padre Fábio de Melo, por exemplo, já deu entrevistas dizendo que a norma do celibato deveria ser abolida, "por ser algo da Idade Média". De acordo com ele, a Igreja deveria ordenar casados - e manter a possibilidade de celibato àqueles que quisessem fazer uma "entrega mais radical".

Em artigo divulgado pela agência americana Religion News Service, que existe desde 1934, o padre jesuíta Thomas Reese defendeu que o celibato clerical fosse opcional. "Papa Francisco sinalizou que está aberto para analisar a ordenação de homens casados, mas quer o pedido venha de conferências episcopais nacionais", escreveu. "Mas Francisco também é bastante contundente ao afirmar que até que isso aconteça o celibato deve ser observado. Ele não expulsaria todos os padres que violaram o celibato; lapsos individuais podem ser perdoados."

Reese ainda insinua que, ao longo da história e ao redor do mundo, são muitos os casos de religiosos que não seguem essa norma.

A Igreja, no entanto, mantém o celibato porque acredita que os celibatários desempenham suas funções religiosas melhor do que os casados, segundo os especialistas. Essa é a visão oficial da Igreja, corroborada por alguns especialistas.

"Se um homem quer se casar, isso é um sinal de que ele não foi escolhido para a função ministerial do padre – e, diferentemente de uma profissão leiga, o sacerdócio católico é algo a que uma pessoa é chamada, algo mais que uma atividade que ela individualmente deseja fazer. Ceder às pressões para que os padres se casassem seria, na visão da Igreja, facilitar a entrada de pessoas não verdadeiramente vocacionadas, que acabariam se tornando maus padres", acrescenta Ribeiro Neto.

É dentro dessa perspectiva, portanto, que a Igreja se defende quando recebe insinuações de que, abolindo o celibato, iria reduzir os casos de pedofilia envolvendo o clero – Thomas Reese é um dos que fazem esse tipo de sugestionamento.

"Os casos de pedofilia recentemente noticiados são entendidos pela Igreja como decorrência justamente da escolha de pessoas sem uma verdadeira vocação e de um acompanhamento deficiente, que não fornece uma base espiritual adequada para conviver com a condição celibatária. Assim, a opção de permitir que os padres se casassem poderia ter um efeito até contrário, facilitando o ingresso de pessoas não vocacionadas e sem uma espiritualidade sólida", diz o sociólogo, explicando o ponto de vista do Vaticano.

 

*Por: Edison Veiga / BBC NEWS

*Foto: Pascom/São Roque

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Araraquara/SP – As vendas do comércio varejista da região de Araraquara registraram faturamento real de R$ 1,54 bilhão em junho, alta de 5,4% em relação ao mesmo mês de 2017. Essa foi a maior cifra para um mês de junho desde o início da série histórica, em 2008. No primeiro semestre do ano, o setor cresceu 4,3% e, no acumulado dos últimos 12 meses, houve elevação de 5,1%.

Os dados são da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista do Estado de São Paulo (PCCV), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) com base em informações da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz-SP).

Das nove atividades pesquisadas, apenas uma registrou quedas nas vendas se comparada a junho de 2017, sendo ela lojas de vestuário, tecidos e calçados (-5,7%), impactando negativamente em 0,4 ponto porcentual (p.p.) para o desempenho geral.

Por outro lado, os setores de outras atividades (10,3%); e de eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos (19,5%) apresentaram as maiores altas nas vendas na mesma base comparativa. Somadas, essas atividades contribuíram com 3,6 p.p para o resultado final.

Desempenho estadual

As vendas do comércio varejista no Estado de São Paulo atingiram R$ 53,6 bilhões em junho, alta real de 3,5% em comparação ao mesmo período de 2017. Foi a maior cifra para o mês desde 2013. Assim, o faturamento real do setor registrou elevações de 5,7% no ano e de 5,2% no acumulado de 12 meses. 

No mês, a maioria das atividades do comércio apresentaram expansão, assim como quase todas as 16 regiões do Estado, com exceção ao consolidado das concessionárias de veículos e no faturamento real do comércio na região de Presidente Prudente. 

Das nove atividades pesquisadas, sete mostraram aumento em seu faturamento real em relação a junho do ano passado, com destaque para o grupo outras atividades (6,1%) – em que predomina o varejo de combustíveis –, e eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos (10,5%). Somadas, essas altas contribuíram para o resultado geral com 2 pontos porcentuais (p.p.). O único segmento a apresentar retração foi o de concessionárias de veículos (-3,9%), resultando em uma pressão negativa de 0,5 ponto porcentual, enquanto autopeças e acessórios apontou estabilidade.

Segundo a assessoria econômica da Entidade, os resultados de vendas do varejo em junho afastaram os temores de impactos mais profundos da paralisação dos caminhoneiros sobre a atividade. Esses reflexos ficaram restritos a maio.

Além disso, os resultados de junho, em termos gerais, podem ser qualificados como positivos, considerando os reflexos observados em outros indicadores de atividade, como na indústria, e, principalmente, sobre a inflação, que subiu de forma vigorosa entre maio e junho. A manutenção do ritmo de vendas em padrões positivos, dessa forma, indica que, ao mesmo tempo que a intenção de consumo permaneceu estável, a tendência para o comportamento do varejo até o fim do ano também segue em patamares otimistas, avalia a FecomercioSP.

Expectativa

As turbulências políticas refletidas no mercado de câmbio e nas Bolsas são elementos importantes para definição do comportamento do varejo até o fim de 2018. No momento, assume-se como tendências, que devem prevalecer até o final do ano, um cenário de inflação sob controle e manutenção e de equilíbrio no quadro institucional e político.

Entretanto, isso não exclui atenção para a intensidade que esses efeitos terão sobre o comportamento futuro dos preços, pois disso dependerá a manutenção do ritmo de vendas observado até agora. Ainda de acordo com a Federação, considerando os resultados recentes de vendas, as projeções apontam para um crescimento anual ao redor de 4% em 2018, um ponto abaixo da estimativa anterior.

Delegacia Regional Tributária Araraquara

Américo Brasiliense, Analândia, Araraquara, Boa Esperança do Sul, Borborema, Cândido Rodrigues, Corumbataí, Descalvado, Dobrada, Dourado, Fernando Prestes, Gavião Peixoto, Ibaté, Ibitinga, Ipeúna, Itápolis, Itirapina, Matão, Monte Alto, Motuca, Nova Europa, Pirangi, Pirassununga, Porto Ferreira, Ribeirão Bonito, Rincão, Rio Claro, Santa Cruz das Palmeiras, Santa Ernestina, Santa Gertrudes, Santa Lúcia, Santa Rita do Passa Quatro, São Carlos, Tabatinga, Tambaú, Taquaritinga, Trabiju, Vista Alegre do Alto.

Nota metodológica

A Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista no Estado de São Paulo (PCCV) utiliza dados da receita mensal informados pelas empresas varejistas ao governo paulista por meio de um convênio de cooperação técnica firmado entre a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz-SP) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

As informações, segmentadas em 16 Delegacias Regionais Tributárias da Secretaria, englobam todos os municípios paulistas e nove setores (autopeças e acessórios; concessionárias de veículos; farmácias e perfumarias; lojas de eletrodomésticos e eletrônicos e lojas de departamentos; lojas de móveis e decoração; lojas de vestuário, tecidos e calçados; materiais de construção; supermercados; e outras atividades).

Os dados brutos são tratados tecnicamente de forma a se apurar o valor real das vendas em cada atividade e o seu volume total em cada região. Após a consolidação dessas informações, são obtidos os resultados de desempenho de todo o Estado.

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Tambaú/SP - A Prefeitura Municipal tem realizado investimentos importantes em todas as áreas, na Educação a infra-estrutura das escolas e creches municipais estão recebendo melhorias constantes.

Na Escola Yvone Fioravanti Barbon está sendo realizada a adequação do espaço entre as salas de aulas, até então descoberta e em dias chuvosos ou de calor excessivo, alunos e professores ficavam desprotegidos.

Já na Escola centenária Alfredo Guedes, as obras estão sendo feitas no telhado, pintura interna de toda a escola, cobertura que liga o pátio à quadra de esportes, melhorias nos banheiros e ampliação da cozinha.

“Muito em breve ambas as escolas poderão contar com mais essa melhoria em sua infraestrutura garantindo assim, maior conforto para nossos alunos e equipe escolar”, finalizou o Prefeito Roni Astorfo.

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Ibaté/SP - Nesta sexta-feira (14), o prefeito de Ibaté, José Luiz Parrella (PSDB), recebeu o prefeito da cidade de Brodowski, José Luiz Perez (PSDB),juntamente com Rose Machado primeira dama e presidente do fundo municipal de solidariedade ,  que puderam  conhecer o município.

Na ocasião, Zé Parrella recebeu e apresentou para Zé Luiz o novo Paço Municipal, inaugurado recentemente. “É sempre uma honra receber em nosso município um chefe do Poder executivo de outra cidade, hoje tive o prazer de receber o Zé Luiz, de Brodowski, que veio nos fazer uma visita e conhecer um pouco mais sobre Ibaté”, observou o prefeito da Encanto do Planalto.

Após apresentar a nova Prefeitura, Zé Parrella levou Zé Luiz para conhecer o Complexo Social, as unidades de saúde, incluindo o Centro de Referência da Saúde da Mulher (CRSM), as praças, as quadras esportivas, o Estádio Municipal “Dagnino Rossi”, o Ginásio de Esportes que está em fase final de reforma e adequações, os pontos turísticos, entre outros locais. “Pude mostrar um pouco do trabalho que realizamos na cidade, o que fizemos nos meus primeiros dois mandatos como prefeito, nos mandatos do Dr. Alessandro e da Lu Spilla, e agora no nessa minha terceira gestão. Sabemos do grande desenvolvimento de Ibaté nesse período, o que faz com que outros gestores venham até aqui conhecer o que é realizado”, apontou o prefeito da Encanto do Planalto.

O prefeito de Ibaté também falou sobre os eventos realizados na cidade, como o tradicional rodeio, as festividades de final de ano, a festa do trabalhador, levou Zé Luiz para conhecer os departamento de licitação , arrecadação e tesouraria.

O chefe do Poder Executivo de Brodowski ficou encantado com o que viu e fez elogios a cidade e a Zé Parrella. “Pude observar o quanto Ibaté se desenvolveu, principalmente após as gestões do Zé Parrella, que vem fazendo um grande trabalho na cidade. Com certeza levarei algumas lições para implantar em Brodowski, pois ideias boas a gente tem que levar para frente, dar continuidade”, ressaltou Zé Luiz.

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São Carlos/SP - O vereador Roselei Françoso (Rede) protocolou requerimento solicitando informações acerca da merenda escolar distribuída no Município. O vereador tem recebido constantes reclamações de funcionários e pais de alunos a respeito da merenda que vem sendo servida nas unidades escolares do Município, tendo em vista a falta regular de itens básicos ou seu fornecimento em quantidade insuficiente como: óleo; alho, cebola; ovos, feijão e carnes além das frutas que vem sendo entregue em quantidade insuficiente para toda rede.

O parlamentar salienta que na denuncia apresentada, existe o relato de que o cardápio escolar não está mais sendo disponibilizado para os pais e comunidade escolar, porque há muito não está sendo cumprido.

“Em relação ao hortifruti, perpetua-se a prática de partir uma maçã em 6 pedaços e servir a cada criança uma fatia apenas, quantidade esta insuficiente para o lanche escolar. E segundo os denunciantes, isso vem sendo feito porque a quantidade encaminhada às escolas está muito aquém ao número de alunos e serve apenas a um período escolar, faltando ao outro”, declarou Roselei.

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