Jornalista/Radialista
EUA - A ex-campeã peso-galo (até 61,2kg) do UFC Holly Holm respondeu as últimas declarações feitas por Ronda Rousey sobre a disputa pelo cinturão da divisão, ocorrida entre as duas em novembro de 2015. Enquanto divulga seu libro autobiográfico, Ronda alega ter sofrido uma concussão antes do confronto com Holly e atribuiu a derrota às lesões neurológicas. Holly afirmou ter passado pelas mesmas complicações durante a carreira e acusou a oponente de ter usado o problema como pretexto para o revés.
- Você volta e olha algumas das minhas lutas de boxe e algumas coisas que fiz, definitivamente tive algumas concussões. Nunca vou me sentar aqui e usar isso como desculpa para qualquer perda. Acho que provavelmente é difícil para ela realmente querer admitir que eu era a melhor lutadora - disse Holm à imprensa nesta semana.
A norte-americana também fez questão de exaltar sua performance ao dizer que foi superior no combate diante da compatriota no UFC 193, realizado na Austrália.
- Digo tudo isso por respeito. Para ter uma reviravolta grande como aquela luta, é preciso ter um campeão dominante. Então, sem ela ser tão dominante, eu não poderia ter ficado tão chateada. Mas, dito isso, eu fui a melhor lutadora, fui a melhor lutadora naquela noite - completou Holly.
No mês passado, Rousey revelou que um histórico de concussões cerebrais havia sido a razão pela qual resolveu se aposentar do MMA. Além disso, a atleta declarou que os impactos no cérebro afetaram seu desempenho, inclusive contra Holly Holm.
- É difícil ver as imagens dessa luta, porque posso literalmente ver em meus olhos que estou sofrendo de uma lesão neurológica que está se formando há décadas. Fico irritada quando as pessoas veem isso e dizem: “Esta é Ronda sendo superada”. Essa sou eu com meu cérebro não funcionando corretamente. Tive uma concussão antes daquela luta- caí da escada e desmaiei duas semanas antes - contou Rousey em entrevista à BBC.
Por Combate.com
BUENOS AIRES - O Banco Central da Argentina anunciou nesta semana uma nova redução na taxa de juros, em dez pontos percentuais, de 80% para 70% ao ano. O anúncio ocorre um dia antes de serem divulgados novos dados sobre inflação, com expectativa de que haja uma nova desaceleração a ser celebrada pelo governo.
Trata-se da terceira vez que o BC argentino reduz o indicador desde que o presidente Javier Milei assumiu a Casa Rosada, na primeira quinzena de dezembro passado.
Quando Milei assumiu a taxa era de 133%, caiu para 100% e depois 80%. A promessa do ultraliberal é operar um rígido ajuste fiscal na economia constantemente em crise.
No comunicado em que anuncia a recente redução, o BC fala em uma "conjuntura que apresenta seguidos sinais de redução das incertezas macroeconômicas", um aceno positivo para o governo, que enfrenta a oposição de sindicatos e servidores públicos e vê a pobreza crescer a níveis antes observados há duas décadas.
Entre outras coisas, o Banco Central argentino menciona a constante desaceleração da inflação, "apesar do forte peso estatístico que a inflação carrega nas suas médias mensais".
A inflação do mês de fevereiro ficou em 13%. Havia certa expectativa bradada pelo governo de que a cifra de março, que se fez conhecer na sexta-feira pelo Indec (Instituto Nacional de Estatísticas e Censo da Argentina) ficasse abaixo dos dois dígitos, mas em peso os economistas descartam essa possibilidade e apostam na casa dos 10%.
Ainda assim, os preços acumularam um aumento de 276% nos últimos 12 meses no país e continuam nos níveis mais altos desde o início da década de 1990, quando a Argentina saía de uma hiperinflação.
O BC também mencionou o que chama de uma moderação na emissão de moeda, uma consequência da melhora no balanço da instituição.
"Desde 10 de dezembro [a exata data da posse de Milei], a base monetária [o volume de dinheiro que emite o banco] foi reduzido em um ritmo de 10,5% a 5,8% por mês."
A instituição diz ainda que, desde aquela data de dezembro, o efeito monetário da política fiscal imposta pelo governo de Javier Milei tem sido "distinto e virtuoso" e que reduziu a quantidade de pesos em circulação num montante que gira em torno de 800 bilhões de pesos (cerca de US$ 904,4 milhões na cotação atual).
Na quinta-feira, Milei, que faz nesta semana um giro pelos Estados Unidos, encontrou-se com o brasileiro Ilan Goldfajn, presidente do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento).
Mais protocolar, a reunião não contou com nenhum anúncio público. Ele estava acompanhado do embaixador argentino no país, Gerardo Werthein.
No X, Goldfajn escreveu que a conversa abordou "o apoio do banco para melhorar a eficiência do gasto e a proteção das pessoas mais vulneráveis" na Argentina, além de como a instituição "pode fomentar o investimento e a atividade empresarial no país".
MAYARA PAIXÃO / FOLHA de S.PAULO
PORTUGAL - A Igreja Católica de Portugal anunciou nesta quinta-feira (11) que concederá uma "compensação econômica" às vítimas de abusos sexuais cometidos por membros do clero. O anúncio acontece pouco depois de um ano da publicação de um relatório que revelou a magnitude dos casos no país.
As solicitações de indenização deverão ser apresentadas entre junho e dezembro, conforme comunicado emitido durante o término de uma reunião dos bispos portugueses na cidade de Fátima, no centro do país. O pagamento será feito a partir de um fundo da Conferência Episcopal Portuguesa, criado para este fim. Os critérios para estabelecer os valores a serem pagos ainda estão em fase de desenvolvimento.
Segundo o chefe da Conferência Episcopal de Portugal, dom José Ornelas, a assembleia da organização aprovou por unanimidade a concessão da compensação. Ao menos 21 pessoas já formalizaram o pedido de indenização.
Um relatório publicado em fevereiro de 2023 revelou que pelo menos 4.815 crianças e adolescentes foram vítimas de violência sexual desde o ano de 1950 no coração da Igreja Católica portuguesa.
Os casos, que tiveram um pico entre as décadas de 1960 e 1990, aconteceram em diversos contextos, como em seminários, sacristias, colégios internos, confessionários, grupos de escoteiros e casas de acolhimento ligadas à igreja. Cerca de 96% dos abusadores são do sexo masculino, e 77%, padres.
Houve registros em todos os distritos do país. A idade média das vítimas é de 11,2 anos, e os principais alvos das agressões sexuais eram meninos –52,7% dos casos. A comissão destacou, no entanto, o número significativo de meninas que também sofreram abuso.
Em março, a Igreja Católica em Portugal formalizou um pedido de desculpas pelos casos. Na época, as medidas anunciadas após as revelações geraram frustração, já que a instituição não havia previsto indenizações
O caso revelado em Portugal foi mais um em uma rede de casos de abuso na Igreja Católica na Europa. Em 2021, revelou-se na França que 200 mil crianças e adolescentes foram abusadas sexualmente nos últimos 70 anos na instituição no país.
POR FOLHAPRESS
Desenvolvimento e aplicação de asfalto composto com plástico reciclado ganhou reconhecimento nacional
RIO CLARO/SP - A iniciativa da Eixo SP de utilizar embalagens plásticas flexíveis de alimentos na composição do asfalto rendeu à Concessionária o reconhecimento, em nível nacional, do projeto inovador que alia novas tecnologias em favor de um pavimento mais eficiente e ecologicamente sustentável. Na última terça-feira (9), a Concessionária recebeu o prêmio InovaInfra, promovido pela revista O Empreiteiro, em evento realizado no Centro Brasileiro Britânico, em São Paulo.
A empresa esteve representada pelo diretor de Engenharia, Robinson Ávila, pelo superintendente de Obras, José Geraldo de Andrade, pelo gerente de Pavimentação, Assis Villela, e pelos engenheiros Pedro Santiago Henriques e Driely Lancarovici Alves. Foram mais de 120 projetos inscritos por concessionárias e empresas de engenharia, sendo 30 deles eleitos pelo Júri Independente. O Prêmio InovaInfra busca valorizar iniciativas voltadas para a inovação e que contribuam para a melhoria dos serviços em transportes, saneamento, energia, dentre outros essenciais para a sociedade.
A Eixo SP foi premiada na edição deste ano pela participação no desenvolvimento e aplicação do asfalto com plástico reciclado em sua composição. Essa inovação foi aplicada de maneira inédita no País em um trecho experimental da SP 310 - Rodovia Washington Luís, em Rio Claro. O produto foi desenvolvido em parceria com a Stratura Asfaltos. Além de garantir uma vida útil maior em comparação com o asfalto convencional, a novidade proporciona um impacto ambiental positivo ao reduzir o volume de resíduos plásticos descartados e que teriam como destinos os aterros sanitários.
"Estamos felizes e honrados com a conquista deste prêmio, que marca o reconhecimento para todos nós na Eixo SP. Esta distinção é o resultado direto do nosso compromisso incansável com a busca da excelência e da inovação. Que essa vitória sirva de inspiração para continuarmos avançando e transformando o cenário da pavimentação. Nossos usuários podem se preparar para outras boas novidades. Em breve, teremos muito mais a conquistar e comemorar", afirma Assis Villela, gerente de pavimentação da Eixo SP e um dos idealizadores do projeto.
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