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Redação

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 Jornalista/Radialista

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ARGENTINA - O Fundo Monetário Internacional (FMI) piorou na segunda-feira (17) sua previsão de crescimento para a Argentina, estimando uma contração de 3,5% em 2024, e melhorou a de inflação anual média para 233%, mas alertou para o risco de que a recessão se prolongue “alimentando tensões sociais”.

A instituição financeira publicou um relatório detalhado no qual se mostra satisfeita com o plano “motosserra” do presidente ultraliberal Javier Milei para cortar drasticamente os gastos do Estado, mas faz algumas ressalvas e pede mais reformas tributárias.

“Avanços impressionantes foram feitos para alcançar o equilíbrio fiscal geral e agora deve-se dar prioridade a continuar melhorando a qualidade do ajuste”, afirmou Gita Gopinath, a número dois do FMI, depois que o conselho executivo do organismo aprovou na quinta-feira a oitava revisão do acordo de crédito acordado com o país.

Essa aprovação permitiu um desembolso imediato de cerca de 800 milhões de dólares (4,33 bilhões de reais, na cotação atual).

“Devem seguir os esforços para reformar o imposto de renda” das pessoas físicas, “racionalizar os subsídios e os gastos tributários e fortalecer os controles de gastos” públicos, acrescenta em um comunicado publicado nesta segunda-feira, no qual estima que serão necessárias “reformas mais profundas dos sistemas tributário, de pensões e de distribuição de renda”.

Além disso, na sua opinião, “as políticas monetárias e cambiais devem evoluir para continuar consolidando o processo de desinflação e melhorar ainda mais a cobertura das reservas” monetárias.

Na última atualização, a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para este ano piora de -2,75% previsto em abril para -3,5%. Mas espera-se uma mudança de tendência durante o segundo semestre, “à medida que os ventos contrários derivados da consolidação fiscal se atenuem, os salários reais comecem a se recuperar e os investimentos se recuperem gradualmente”.

Em termos gerais, o Fundo está satisfeito com a evolução da economia e da inflação.

A previsão de aumento anual médio dos preços passa de quase 250% para 232,8%, de acordo com este último relatório.

A inflação mensal cai para 4% e diminuirá “ainda mais a médio prazo”, aponta o FMI. E prevê que as reservas se mantenham inalteradas.

“Consenso social” 

Os riscos do programa de crédito pelo qual a Argentina recebe 44 bilhões de dólares (238,85 bilhões de reais) em 30 meses em troca de aumentar suas reservas internacionais e reduzir o déficit fiscal, “foram moderados, mas continuam elevados”, adverte o Fundo.

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O FMI estima que o governo de Milei “afastou firmemente a economia de uma crise total e de uma hiperinflação”, mas o panorama não está isento de riscos.

As condições externas podem se tornar menos favoráveis e “a recessão pode se prolongar, alimentando tensões sociais e complicando a implementação do programa”, alerta.

Milei conseguiu na semana passada a aprovação no Senado, por margem estreita, de um pacote de reformas polêmicas, mas ainda terá que passar pelo crivo da Câmara de Deputados.

O FMI está preocupado com possíveis novas demoras legislativas “porque podem minar os esforços de estabilização e recuperação”, mas acredita que se deve buscar o “consenso social” levando em conta “o frágil panorama social e político”.

Metade da população argentina vive na pobreza, milhares de pessoas perderam o emprego e a inflação corrói as pensões e o poder aquisitivo das famílias.

 

 

AFP

EUA - Desde domingo (16), a Meta começou a utilizar as publicações abertas de usuários do Facebook e do Instagram para treinar modelos de inteligência artificial generativa, segundo a última alteração que a big tech fez em sua política de privacidade.

Nos Estados Unidos, onde não há legislação de proteção de dados, os usuários não têm como escapar da mineração de dados da empresa. No Brasil, a empresa cumpre a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) e oferece ao usuário o direito de se opor a esse tratamento.

Assim, o usuário pode retirar seu perfil da lista dos que serão minerados pela Meta. Esse é o chamado "opt-out".

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Essa opção é útil para quem quer manter a privacidade ou evitar que as próprias publicações sejam usadas para o desenvolvimento de IAs generativas sobre as quais pouco se sabe.

Na última sexta (14), a Meta decidiu adiar o lançamento de seu pacote de IA, Meta AI, na Europa, após o órgão regulador europeu ter pedido mais informações à empresa sobre como seria o tratamento de dados direcionado ao desenvolvimento de modelos de inteligência artificial.

O "opt-out" acabou escondido em meio às configurações do Instagram. Por isso, a reportagem mostra o passo a passo de como ativar a função.

Acesse o seu perfil e vá até a seção de configurações, sinalizada por três barras no canto superior direito

Clique na opção "sobre", localizada no fim da página

Selecione a política de privacidade. Nessa nova página, as três barrinhas no canto superior direito levam ao centro de privacidade

Clique na seta ao lado de outras políticas e artigos e selecione a opção "Como a Meta usa informações para recursos e modelos de IA generativa"

No décimo nono parágrafo, sem contar tópicos, está a opção "direito de se opor". Clique nela.

Preencha e envie o formulário. A Meta confirma a identidade com um código numérico enviado ao email cadastrado na conta. Depois, é só esperar a confirmação do opt-out. Pode levar alguns minutos.

 

 

POR FOLHAPRESS

ALEMANHA - Três pessoas foram esfaqueadas numa festa que marcava o início da Euro'2024, na última sexta-feira (14), no município alemão de Wolmirstedt. O agressor, que foi abatido pela polícia, já tinha matado um homem antes de atacar o grupo.

O incidente ocorreu pelas 21h30 (horário local), no pátio de uma residência familiar onde acontecia uma festa privada, após o jogo de futebol entre a Alemanha e a Escócia.

Uma mulher de 50 anos e um homem de 75 anos ficaram gravemente feridos, enquanto um homem de 56 anos foi considerado ferido leve, noticiou o Bild.

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O mesmo meio adiantou que o agressor se tratava de um homem afegão de 27 anos que, antes de realizar o ataque, teria matado um jovem de 23 anos da mesma nacionalidade, perto do local da festa.

A polícia foi alertada depois de o agressor ter ameaçado um grupo de pessoas a caminho da festa.

Com a chegada das autoridades, o homem teria também atacado os agentes, razão pela qual foi baleado, tendo morrido no hospital.

A anfitriã Alemanha goleou a Escócia por 5-1, no jogo de abertura do Euro'2024.

 

 

POR GUILHERME BERNARDO

JAPÃO - Japão enfrenta um surto preocupante de síndrome do choque tóxico estreptocócico (STSS), uma infecção bacteriana rara e potencialmente fatal. Segundo dados oficiais, o número de casos atingiu níveis recordes, causando apreensão nas autoridades de saúde.

Até o dia 2 de junho, o Ministério da Saúde do Japão contabilizou 977 casos de STSS, com 77 mortes registradas entre janeiro e março deste ano. Esse número já supera o recorde do ano passado, e representa o maior número de infecções por essa bactéria desde 1999.

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Sintomas e riscos da STSS:

A STSS é causada pela bactéria streptococcus A, que geralmente provoca apenas febre e infecções de garganta em crianças. No entanto, em casos raros, a bactéria se torna invasiva, produzindo uma toxina que se espalha pela corrente sanguínea e leva a complicações graves.

 

Os sintomas da STSS incluem:

  • Febre alta
  • Dores musculares intensas
  • Vômitos
  • Diarreia
  • Erupções cutâneas

Em casos graves: pressão arterial baixa, inchaço e falência múltipla de órgãos

Fatores por trás do aumento ainda são um mistério:

As autoridades de saúde ainda investigam as causas do aumento repentino de casos de STSS no Japão. Algumas hipóteses sugerem que o enfraquecimento do sistema imunológico devido à pandemia de Covid-19 possa estar contribuindo para a proliferação da bactéria.

 

 

POR NOTÍCIAS AO MINUTO BRASIL

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