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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - Essa receita de bolo pé de moleque, que o canal culinária em casa nos trouxe, é uma maneira diferenciada e deliciosa de transformar um doce tradicional de festas juninas num bolo. Confira o passo a passo dessa versão fácil e prática, e faça o mais delicioso bolo pé de moleque da vida!

 

Como fazer bolo pé de moleque

Para fazer bolo pé de moleque vamos utilizar farinha de trigo, açúcar, amendoim sem a casca e torrado, ovos, leite, água, óleo, fermento em pó e sal. Inicialmente iremos colocar o amendoim numa bancada e picar grosseiramente com uma faca. Em seguida iremos preparar o caramelo e dispor o amendoim caramelizado na forma de furo central, seguindo as instruções. Para dar continuidade na receita de bolo pé de moleque teremos que seguir corretamente as orientações do passo a passo do restante do preparo até a finalização para que o resultado seja perfeito. Depois disso é só servir e saborear cada fatia crocante dessa delícia de bolo pé de moleque!

 

Ingredientes da receita de bolo pé de moleque

  • 3 xícaras(chá) de farinha de trigo
  • 2 xícaras(chá) de açúcar
  • 1 ½ xícara(chá) de amendoim sem a casca e torrado
  • 3 ovos
  • 250 ml de leite
  • 200 ml de água
  • 100 ml de óleo
  • 50 ml de água
  • 1 colher(sopa) de fermento em pó
  • 1 pitada de sal

Modo de preparo

  1. Coloque o amendoim numa bancada e pique grosseiramente com uma faca. Reserve.
  2. Numa panela coloque o açúcar, a água (200 ml), leve em fogo médio, até ferver e ficar com cor de guaraná.
  3. Adicione o amendoim picado, mexa para agregar, e deixe no fogo, até obter uma calda dourada, adicione a água (50 ml) aos poucos, deixe dissolver, encorpar e retire do fogo.
  4. Despeje esse amendoim caramelizado numa forma (25 cm de diâmetro) de furo central e coloque 1 pitada de sal sobre o caramelo para acentuar o sabor. Reserve.
  5. Na batedeira coloque os ovos e bata bem por 4 minutos até dobrar de volume. Adicione o açúcar, aos poucos, e bata por mais 3 minutos para homogeneizar.
  6. Coloque metade dessa mistura numa vasilha, e na metade que ficou na batedeira acrescente, o óleo e o leite, aos poucos e continue batendo em velocidade baixa a cada adição.
  7. Adicione a farinha de trigo misture bem com movimentos de baixo para cima com um fouet, coloque o fermento em pó e mexa para agregar.
  8. Por último coloque a metade da mistura de ovos + açúcar reservada e mexa delicadamente para incorporar.
  9. Despeje essa massa na forma com o amendoim caramelizada e asse em forno pré-aquecido a 180 graus por cerca de 35-40 minutos.
  10. Retire do forno, deixe amornar e desenforme numa travessa.
  11. E o bolo pé de moleque mais top das galáxias ficou pronto!

 

 

André Holmo / RECEITA TODA HORA

BARCELONA - A cidade de Barcelona, na Espanha, planeja banir a autorização para alugueis turísticos de curta temporada no prazo de cinco anos. O anúncio foi feito pelo prefeito da cidade, Jaume Collboni, que disse que não pretende renovar as licenças turísticas já concedidas, quando elas expirarem em 2028. Atualmente, há 10,1 mil licenças desse tipo concedidas.

O anúncio atinge apartamentos e casas atualmente alugados por meio de plataformas como o Airbnb e Homeaway.

Collboni afirmou que esses locais estarão disponíveis para moradores locais, o que seria o equivalente, segundo ele, a construir mais de 10 mil novas residências. A medida é anunciada pelo prefeito como uma forma de resolver o problema de escassez habitacional na cidade espanhola e alta nos preços de moradia.

“A cidade não pode permitir a utilização de um número tão elevado de apartamentos para a atividade turística num momento de dificuldade de acesso à habitação e em que são evidentes os efeitos negativos da sobrelotação turística”, afirmou o prefeito.

Barcelona é uma das cidades mais visitadas por turistas na Europa. Em outras cidades europeias, como Berlim e Paris, também há críticas aos apartamentos alugados para turistas e tentativas de conter a atividade em razão do problema no mercado habitacional. Nos Estados Unidos, grandes cidades também têm adotado restrições ao aluguel de curta duração.

O prefeito da cidade espanhola argumenta que os apartamentos para turistas contribuíram para um aumento de 68% nos preços dos alugueis na cidade e de 38% no custo para compra de uma casa.

A cidade de Barcelona já havia suspendido a concessão de novas licenças para apartamentos turísticos, na gestão da antecessora de Collboni, Ada Colau. Ela também havia proibido que novos hotéis fossem abertos nas áreas mais populares da cidade. /Com AFP

 

 

ESTADÃO

FRANÇA - Uma pesquisa divulgada no domingo (23) medindo as intenções de voto para as eleições gerais da França convocadas para o próximo dia 30, com segundo turno dia 7, mostra que o partido de ultradireita RN (Reunião Nacional) segue na liderança e deve conquistar 35,5% do eleitorado.

Embora a projeção indique vitória do partido de Marine Le Pen, a ultradireita não deve conquistar maioria no parlamento, afastando a possibilidade de que o bloco eleja um primeiro-ministro. O nome do campo para o cargo, Jordan Bardella, já disse que não vai buscar o posto se não tiver maioria na Assembleia Nacional.

O levantamento foi realizado pelo instituto Ipsos, pelo jornal Le Parisien e pela Radio France entre os dias 19 e 20, e mostrou a aliança de esquerda Nova Frente Popular em segundo lugar, com 29,5% dos votos, seguida pelo grupo governista de centro do presidente Emmanuel Macron, que marca 19,5%.

Os números apontam uma mudança drástica em relação ao resultado das últimas eleições legislativas, em junho de 2022 –na época, a coalizão de Macron venceu com 38% dos votos, seguida da aliança de esquerda com 31%. A ultradireita conquistou 17% do eleitorado.

No último dia 13, os partidos de esquerda mais importantes da França anunciaram a formação de uma Nova Frente Popular para concorrer às eleições em conjunto, contrariando expectativas de especialistas e do próprio Macron, que apostava na divisão do campo para conseguir construir uma nova coalizão com a esquerda e a direita moderadas no Legislativo.

As eleições na França foram convocadas de surpresa por Macron depois que a ultradireita venceu os governistas na eleição ao Parlamento Europeu no útlimo dia 9. A medida não afeta o cargo de presidente, que continua no cargo até o fim do mandato em 2027, e Macron já indicou que não deve renunciar seja qual for o resultado.

Até aqui, o presidente tenta apresentar seu partido aos eleitores como uma escolha segura frente a incertezas e ameaças de extremos à direita e à esquerda. Sua campanha tem dito que tanto a RN quanto a Frente Popular seriam péssimos na gestão da economia francesa.

Entretanto, outra pesquisa do Ipsos publicada pelo Financial Times indica que o eleitorado tem mais confiança na ultradireita quando a questão é a economia –25% confiam mais na RN para tomar as decisões certas em questões econômicas, comparado com 22% que confiam mais na Frente Popular e apenas 20% que preferem a aliança de Macron.

A possibilidade de que a ultradireita aumente seu poder na França tem levado a reações da sociedade civil. Manifestações contra o partido de Le Pen levaram milhares de pessoas às ruas, e o jogador Kylian Mbappé, astro da seleção de futebol masculina da França, convocou os eleitores a votar contra "extremos às portas do poder" em entrevista coletiva.

No domingo, um grupo de 170 diplomatas e ex-diplomatas publicou um apelo no jornal Le Monde contra a vitória da ultradireita, dizendo que esse resultado "enfraqueceria a França e a Europa", e citaram o ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro como exemplo a ser evitado.

O artigo diz que, onde a ultradireita governa, as consequêncas são graves, como "a perda de influência internacional do Brasil com Jair Bolsonaro", os "ataques às instituições na Hungria sob Viktor Orbán e nos Estados Unidos sob Donald Trump", ou "o Reino Unido depois do brexit".

"Nossos adversários entenderão uma vitória da ultradireita como um enfraquecimento da França e um convite para interferir em nossa política interna, para atacar a Europa, inclusive militarmente", alertaram os signatários, mencionado a Rússia de Vladimir Putin e a Guerra da Ucrânia.

"Não podemos nos resignar a isso em um momento em que a guerra está aqui na Europa e que o nacionalismo desfaz alianças e desconstrói sociedade", acrescentaram.

 

 

POR FOLHAPRESS

SÃO PAULO/SP - O Governo do Estado de São Paulo publicou na última sexta-feira (21) os editais do projeto de Parceria Público-Privada (PPP), conhecido como Novas Escolas. O edital prevê a construção de 33 novas unidades escolares no Estado e está dividido em dois lotes, Leste e Oeste, com 16 e 17 escolas, respectivamente. Serão 29 cidades contempladas pela PPP Novas Escolas com 35,1 mil vagas de tempo integral na rede estadual dos anos finais dos ensinos fundamental e médio.

Os investimentos previstos totalizam R$ 2,1 bilhões ao longo dos 25 anos da concessão. Metade das unidades será entregue até o segundo ano de contrato, e as demais até o terceiro.

Os leilões acontecem em 25 de setembro (Lote Oeste) e 3 de novembro (Lote Leste), na B3, em São Paulo. A entrega das propostas será em 20 de setembro, às 10h, para o primeiro lote, e, no dia 30 de setembro, no mesmo horário, para o segundo.

Poderão participar do certame empresas brasileiras e estrangeiras, isoladas ou em consórcio. Para disputar o leilão, os licitantes deverão apresentar capacidade de investimento e a receita operacional mínima indicada no edital. A remuneração da concessionária será vinculada ao seu desempenho. Em caso de descumprimento das obrigações contratuais, estão previstas penalidades, inclusive o cancelamento do contrato.

O futuro concessionário também ficará responsável pela gestão e operação das unidades escolares. O parceiro privado oferecerá apenas serviços não-pedagógicos, como:

  • manipulação de alimentos;
  • vigilância e portaria;
  • limpeza;
  • jardinagem;
  • controle de pragas;
  • manutenção e prevenção;
  • apoio escolar;
  • tecnologia da informação;
  • serviços de gestão de utilidades;
  • serviços administrativos.

A PPP Novas Escolas prevê que todas as atividades pedagógicas permaneçam sob responsabilidade da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP), assim como a contratação de professores. O ensino, portanto, seguirá público e gratuito. A iniciativa busca liberar professores e diretores de tarefas burocráticas, permitindo maior dedicação às questões pedagógicas.

 

Lotes Oeste e Leste

O primeiro edital contempla o lote Oeste e envolve a construção de 17 escolas, com 462 salas de aula e 17,1 mil vagas. As cidades atendidas deste lote serão

  • Araras
  • Bebedouro,
  • Campinas,
  • Itatiba,
  • Jardinópolis,
  • Lins,
  • Marília,
  • Olímpia,
  • Presidente Prudente,
  • Ribeirão Preto,
  • Rio Claro,
  • São José do Rio Preto,
  • Sertãozinho
  • Taquaritinga.

O Lote Leste terá 16 unidades de ensino que vão atender 17,6 mil alunos em 476 salas de aula. As escolas serão construídas em

  • Aguaí,
  • Arujá,
  • Atibaia,
  • Campinas,
  • Carapicuíba,
  • Diadema,
  • Guarulhos,
  • Itapetininga,
  • Leme,
  • Limeira,
  • Peruíbe,
  • Salto de Pirapora,
  • São João da Boa Vista,
  • São José dos Campos,
  • Sorocaba
  • Suzano.

As novas escolas terão três modelos, com 21, 28 ou 35 salas de aula. Além disso, a estrutura contará com ambientes integrados e interligados, uso interativo de tecnologia, auditório de múltiplo uso, e espaços dedicados a esportes, cultura, vivência, estudo individualizado e inovação.

As 33 escolas serão construídas nos padrões de acessibilidade, e o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) também será de responsabilidade das vencedoras dos leilões.

A concessão faz parte dos 13 leilões que o Governo de São Paulo realizará até o final de 2024 por meio do Programa de Parcerias de Investimentos do Estado (PPI-SP), que inclui 24 projetos qualificados e uma carteira de mais de R$ 270 bilhões.

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