Jornalista/Radialista
SÃO CARLOS/SP - Um homem que estava sendo procurado pela justiça acabou preso pela Força Tática na noite de ontem, 12 de julho, no Jardim Paulistano, em São Carlos.
A equipe Policial estava em patrulhamento pela Rua Juliano Parollo, quando se depararam com o indivíduo em local conhecido como ponto de venda de drogas, que ao notar a aproximação da equipe, mudou o sentido que caminhava e acelerou o passo, fato que chamou a atenção da equipe e fundamentou a abordagem.
R.C.S.A. foi abordado e, em busca pessoal, nada de ilícito foi encontrado, entretanto, em uma breve pesquisa via COPOM, constatou-se que havia um mandado de prisão preventiva em aberto expedido pela 1ª Vara Cível de São Carlos, pelo cometimento do crime de tráfico de drogas.
Diante dos fatos, o sujeito foi conduzido à Central de Polícia Judiciária, permanecendo à disposição da justiça.
Acontece em 22 unidades do Sesc, na capital, interior e litoral o "Se Joga nos Jogos" uma variedade de atividades que promovem a prática esportiva e destacam os valores presentes nos Jogos de Paris 2024
Participe de aulas abertas, festivais, apresentações e recreações esportivas para todas as idades e vários níveis de habilidade.
As unidades (14 Bis, Bom Retiro, Campo Limpo, Carmo, Casa Verde, Consolação, Guarulhos, Interlagos, Itaquera, Mogi das Cruzes, Pinheiros, Pompeia, Santo André, São Caetano, Bauru, Birigui, Campinas, Ribeirão Preto, São Carlos, São José dos Campos, Sorocaba e Santos) vão se jogar nos jogos, por meio de atividades que evidenciam o espírito olímpico, mas também os valores com os quais a competição deste ano está pra lá de comprometida.
“Tradicionalmente, os jogos carregam a união pelo esporte como símbolo e valor máximo. Mas este ano, a competição vai além. Com 10.500 atletas, divididos igualmente entre homens e mulheres, Paris marca um avanço significativo na busca por equidade. E com o projeto, queremos nos jogar neste novo tempo, trazendo o clima e os valores encampados pelos jogos olímpicos para dentro das nossas unidades”, explica Carol Seixas, gerente de Desenvolvimento Físico-Esportivo do Sesc São Paulo.
Entre os destaques do Se Joga nos Jogos em São Carlos:
contação de história
Jogos do Mundo Animal
Com a Cia Hora da História
Em tempos de Olimpíadas, estão abertas as inscrições para os Jogos do Mundo Animal, afinal, bicho também gosta de desafio. Uma contação de histórias com contos que falam de jogos e competições entre bichos: qual o bicho mais rápido? Qual o bicho mais forte? Qual o bicho mais inteligente?
Unindo música e contação de histórias, a apresentação é interativa e traz ao público a descoberta de que o burro é o bicho mais inteligente, que a tartaruga é quem ganha a corrida, e que, nem sempre o bicho maior é o mais forte.
Ficha técnica
Pesquisa de repertório: Camila Cassis e Natália Grisi
Narradoras: Luciana Catarina e Natália Grisi
Produção: Marcia Rocha
Realização: A Hora da História
Dia 13/7, sábado, às 16h
Convivência interna. Grátis. Lugares limitados.
Livre – Autoclassificação
vivência
Se Joga no Atletismo! Circuito de modalidades
Composto por três estações, o circuito de atletismo apresenta as modalidades de corrida, saltos e arremessos. Os participantes terão a oportunidade de vivenciar, de maneira lúdica e divertida, as modalidades olímpicas e paralímpicas do atletismo.
Podem participar da atividade públicos com e sem deficiências
De 16 a 26/7. Terças a sextas, 14h às 18h.
Ginásio de eventos. Grátis. Inscrições no local e horário da atividade. Vagas limitadas.
Livre - Autoclassificação
apresentação esportiva
Atletismo com Yohansson Nascimento
Medalhista no atletismo em várias categorias, Yohansson Nascimento contará num bate-papo a sua trajetória na modalidade, os desafios em ser atleta e trará dicas aos participantes. Na sequência participará de uma vivência de corrida.
Yohansson Nascimento é medalhista de prata revezamento 4x100m - Pequim (2008), bronze 200m rasos - Pequim (2008), ouro nos 200m rasos - Londres (2012), prata no Revezamento 4x100m rasos - Rio de Janeiro (2016) e bronze 100m rasos - Rio de Janeiro (2016).
Podem participar da atividade públicos com e sem deficiências.
Dia 19/7. Sexta, 16h às 18h.
Ginásio de eventos. Grátis. Lugares limitados.
Livre - Autoclassificação
apresentação esportiva
Atletismo com Mauro Vinicius - Duda
Bate-papo onde Duda contará a sua trajetória na modalidade, os desafios em ser atleta e trará dicas aos participantes. Na sequência participará de uma vivência de corrida.
Podem participar da atividade públicos com e sem deficiências.
Duda é campeão mundial indoor de salto em distância (8,28m) - Istambul/Turquia (2012), campeão mundial indoor de salto em distância (8,28m) - Sopot/Polônia (2014), com participação nas Olimpíadas de Pequim (2008) e Londres (2012), ficando na 7ª colocação final.
Dia 26/7. Sexta, 16h às 18h
Ginásio de eventos. Grátis. Lugares limitados.
Livre – Autoclassificação
Serviço:
Data: 13 a 26 de julho.
Ingressos: Grátis. Lugares Limitados.
Local: Unidade São Carlos – Av. Comendador Alfredo Maffei, 700 – Jd. Gibertoni – São Carlos – SP
Mais informações pelo telefone: 3373-2333
SÃO CARLOS/SP - O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completa 34 anos neste 13 de julho. Regulamentado em 1990, mesmo ano de criação do ECA, o Sistema Único de Saúde (SUS) é indispensável no alcance dos direitos que envolvem a saúde e bem-estar integral de crianças e adolescentes brasileiros. Compromisso que se manifesta através dos serviços prestados nos hospitais da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).
Para além dos sintomas físicos, um olhar humanizado
O Hospital Universitário da Universidade Federal de São Carlos (HU-UFSCar/Ebserh) através do Ambulatório AdoleSer realizada trabalhos exemplares com equipe de médicos, enfermeiros e terapeutas ocupacionais. “A gente olha para esses pacientes de forma integral, não resumindo à questão física, mas precisamos entender também todo o contexto social e trabalhar com a família e com os responsáveis que estão com esses adolescentes”, comenta a pediatra Mariana Bueno, coordenadora do Ambulatório.
Em um primeiro momento, os profissionais do AdoleSer realizam uma conversa com o adolescente e, separadamente, com seus responsáveis, para compreender o contexto que o afeta. “Então, traçamos planos de ajuda. Isso é feito a partir de uma reunião pós-atendimento onde é discutido um plano terapêutico”, explica Mariana.
A proposta geralmente é fruto de um diálogo com órgãos e instituições que o adolescente frequenta. Em seguida, são feitos acompanhamentos do paciente, que pode retornar ao ambulatório de acordo com a necessidade. “Acredito que o HU-UFSCar como hospital dentro do SUS, tem o papel de garantir esse cuidado. E quando a gente amplia o olhar através do ambulatório a gente consegue garantir um cuidado que vai além da saúde física, levando em consideração a saúde global”, conclui Mariana.
Combate à violência, um compromisso de saúde pública
Por meio do Centro de Referência ao Atendimento Infantojuvenil (Crai), o Hospital Universitário Dr. Miguel Riet Corrêa Jr., da Universidade Federal do Rio Grande (HU-Furg/Ebserh), no Rio Grande do Sul, faz valer as diretrizes do ECA no atendimento a crianças e adolescentes vítimas ou que presenciaram episódios de violência. Segundo o Atlas da Violência 2024, que destaca a violência doméstica e sexual como algumas das principais preocupações, 2 em cada 3 casos de violência doméstica são com pessoas de 0 a 14 anos. Além disso, violência psicológica, negligência e abandono são outros fatores que põem em risco a vida desta população.
Em situações traumáticas de violência, é importante que a criança ou adolescente encontre apoio em espaços seguros, que não lhe exponham à revitimização, como alerta Tânia Fonseca, ginecologista e coordenadora do Crai do HU-Furg. “O Crai é um dispositivo que compõe uma rede de proteção, integrando ações da saúde e da segurança pública em um mesmo espaço, fornecendo acompanhamento total, que inclui: registro da ocorrência policial, preparação para perícia médica, notificação ao Conselho Tutelar, avaliação clínica e encaminhamento para tratamento terapêutico na Rede de Saúde do município de origem da vítima”.
Em 16 meses de funcionamento, o Crai do HU-Furg já realizou mais de 200 atendimentos pela equipe multiprofissional. Também integram o Centro agentes de delegacias especializadas, perícia médico legal e profissionais do Instituto Geral de Perícias.
O cuidado nos detalhes
Na Unidade de Atenção à Saúde da Criança do Hospital Universitário de Lagarto, da Universidade Federal de Sergipe (HUL-UFS/Ebserh), a atuação multiprofissional busca atender às necessidades das crianças de forma humanizada e individual. “Tratamos cada criança respeitando suas particularidades, medos e necessidades específicas. Isso inclui ouvir a criança e envolvê-la, quando possível, nas decisões sobre seu tratamento”, enfatiza Mayara Tarso, chefe da Unidade.
O hospital é o único da região a possuir Cateter Central de Inserção Periférica (PICC) para tratamentos vasculares em crianças, além de ser um dos únicos da rede pública a ter Cânula Nasal de Alto Fluxo (CNAF), "dispositivo que evitou muitas intubações no período de sazonalidade", conta Mayara.
A disponibilidade de diversas especialidades pediátricas no mesmo local facilita o diagnóstico e tratamento de condições complexas. Mayara também destaca a implementação e eficácia de atendimentos por teleconsulta, com acesso ao prontuário do paciente via Aplicativo de Gestão para Hospitais Universitários (AGHU) com toda a segurança de dados.
Atendimentos psicológicos, atividades lúdicas e educativas também são dinâmicas adotadas como caminhos que visam atender as diretrizes do SUS e do ECA. “Levamos em consideração o atendimento integral e humanizado, participação da família, suporte psicossocial, acesso universal e igualitário. Tanto o ECA, como o SUS reconhecem a relevância dessas iniciativas", finalizou.
SÃO PAULO/SP - Quatro anos após os devastadores incêndios que incineraram cerca de 30% do Pantanal brasileiro, o fogo volta a ameaçar as espécies animais que vivem na região, considerada um santuário da biodiversidade e um patrimônio natural da humanidade. Enquanto brigadistas, bombeiros, militares e voluntários tentam apagar as chamas as chamas, biólogos, veterinários e outros profissionais se dedicam a minimizar o sofrimento animal.
"O fogo é um fator estressante para a biodiversidade. Devemos ter muito cuidado, pois é difícil prever por quanto tempo mais toda essa abundância em termos de fauna e flora resistirá até começarmos a perder irremediavelmente espécies para esses incêndios intensos, que têm queimado repetidas vezes as mesmas áreas", disse à Agência Brasil o biólogo Wener Hugo Arruda Moreno, do Instituto Homem Pantaneiro (IHP), organização não governamental (ONG) que desde 2002 atua na conservação e preservação do Pantanal.
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O instituto é uma das organizações da sociedade civil que integram o Grupo de Resgate Técnico Animal Cerrado Pantanal (Gretap), junto a representantes de órgãos, entidades e instituições sul-mato-grossenses e federais, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
O grupo foi instituído em abril de 2021, na esteira dos incêndios que se seguiram à grande seca de 2019 e 2020, a mais severa registrada em 50 anos. Cabe ao Gretap monitorar, avaliar, resgatar e dar assistência a animais afetados por eventuais desastres ambientais no Mato Grosso do Sul. Pela experiência de seus integrantes, em maio deste ano, parte do grupo viajou ao Rio Grande do Sul, onde participou do resgate e atendimento a animais domésticos e silvestres atingidos pelas recentes enchentes no estado.
Estudo que pesquisadores brasileiros publicaram em dezembro de 2021, no periódico Scientific Reports, estima que, em 2020, os incêndios pantaneiros mataram, diretamente, cerca de 17 milhões de animais vertebrados.
A mortalidade foi maior entre as pequenas serpentes (os especialistas estimam que 9,4 milhões delas morreram) e pequenos roedores (3,3 milhões). Aproximadamente 1,5 milhão de aves morreram queimadas, intoxicadas ou, posteriormente, de fome. As chamas ou suas consequências também tiraram a vida de 458 mil primatas, 237 mil jacarés e 220 mil tamanduás.
Ainda é cedo para dizer se a tragédia se repetirá este ano, em dimensões semelhantes. Contudo, autoridades já reconhecem que o número de focos de incêndio registrados no bioma ao longo do primeiro semestre deste ano é o maior para o período dos últimos 26 anos, superando inclusive o resultado de 2020.
Além disso, de acordo com a rede Mapbiomas, em junho deste ano foi registrada a maior média de área queimada para o mesmo mês desde 2012. A marca superou a média histórica de setembro, mês em que os focos de calor tendem a intensificar, dada a persistência do clima seco.
"Aqui, em Mato Grosso do Sul, nosso trabalho se intensificou muito nos últimos tempos, principalmente no último mês", afirmou Moreno.
"Estamos frequentemente indo às áreas pantaneiras atingidas pelos incêndios. Verificamos o ambiente, e vemos se os animais estão retornam às áreas debilitados, ou se as espécies que lá permanecem têm refúgios para obter os recursos necessários à sobrevivência. Temos observado muitas carcaças de répteis, pequenos roedores e anfíbios, mas ainda estamos começando o processo de contagem", disse Moreno. Ele destacou a velocidade com que o fogo tem se espalhado pela vegetação, que nesta época do ano costuma estar bastante seca.
"O Pantanal não é para amadores. É preciso conhecer bem a área, saber como se formam os corredores de propagação do fogo. O fogo é assustador. A velocidade com que ele avança e o tamanho da área atingida são impressionantes. Combater às chamas e proteger a fauna é um trabalho difícil."
Segundo Moreno, antes de ir a campo, os agentes precisam fazer um diagnóstico preliminar da área, usando drones e ferramentas de geoprocessamento.
"Temos que esperar entre 48 horas e 72 horas a partir do fim das chamas para podermos deslocar uma equipe para determinado lugar, sob risco de deixar as pessoas em perigo", acrescentou Moreno, destacando os riscos da atividade.
"Daí a sensação de alívio que sinto quando localizamos um animal que, apesar de tudo, não precisa de resgate, que basta o monitorarmos e, se preciso, suplementar a alimentação até que a vegetação se recomponha."
No fim do mês passado, o fotógrafo da Agência Brasil, Marcelo Camargo, passou dias acompanhando brigadistas combatendo as chamas. Camargo testemunhou e registrou o sofrimento animal e a devastação da vegetação pantaneira. Na manhã do dia 30, enquanto se deslocavam, de helicóptero, para uma área de difícil acesso, as equipes avistaram um tuiuiú, ave símbolo do Pantanal, pousado na copa de uma grande árvore, em meio a uma área ainda fumegante. Olhando mais atentamente, perceberam que o animal parecia estar protegendo seus ovos, em um ninho construído entre os galhos mais altos.
"Seria o primeiro dia de atuação da equipe de brigadistas quilombolas da comunidade Kalunga, de Cavalcante [GO], na região. Estávamos a caminho de uma área de mata fechada com um grande número de focos de incêndio, a cerca de 50 quilômetros de Corumbá [MS]. Durante o percurso, o piloto do helicóptero avistou o tuiuiú e identificou o ninho, no alto da árvore, com ao menos três ovos dentro. Ainda havia um foco de incêndio ao redor da árvore, que estava expelindo fumaça. Os pilotos sobrevoaram o local para marcar as coordenadas [de geolocalização], para que os brigadistas tentassem acessar o local em outro momento. Eu então consegui registrar minhas primeiras imagens", contou Camargo ao retornar a Brasília.
"Seguimos para nosso destino, a partir de onde os brigadistas tiveram que abrir caminho em meio à mata fechada. Foram cerca de duas horas só para conseguirmos chegar ao foco do incêndio. E após muitas horas, no horário combinado para o helicóptero nos resgatar, não tínhamos conseguido chegar nem perto do local onde avistamos o tuiuiú. Durante o voo de volta a Corumbá, eu ainda fiz mais umas fotos. Havia ao menos um pássaro, aparentemente guardando o ninho. Outras pessoas, em outras aeronaves, disseram ter visto dois pássaros adultos, um casal, mas isso eu não presenciei. Na manhã seguinte, o piloto do primeiro helicóptero que passou pelo local já não encontrou a árvore de pé. Mais tarde, quando consegui lugar em uma aeronave, consegui identificar parte da árvore caída no chão e o ninho, aparentemente queimado, próximo", relatou o fotógrafo da Agência Brasil.
Uma família de bugios teve um pouco mais de sorte. Ou muito mais sorte, considerando que, apesar de expulsos de seu bando e com dificuldades para encontrar alimentos, não sofreram qualquer ferimento e estão recebendo ajuda dos membros do Gretap, conforme contou o biólogo do Instituto do Homem Pantaneiro.
"Recebemos o chamado de uma senhora, ribeirinha, que achava que a fêmea tinha sofrido queimaduras e precisava de cuidados. Ao chegarmos à área, na região de Baía do Castelo, na margem direita do Rio Paraguai, a cerca de duas horas de viagem de barco a partir de Corumbá, encontramos um bando de bugios e macacos-da-noite. Só na segunda tentativa localizamos, isolada, a fêmea que procurávamos. Ela não tinha queimaduras. Era seu filhote, recém-nascido, bastante magro e debilitado, que estava se segurando nela. Além da fêmea com seu filhote, havia um macho. Provavelmente, os três foram expulsos de seu grupo devido à escassez de recursos. Nestes casos, nossa estratégia é monitorar os animais. Administramos um pouco de frutas, um aporte nutricional básico, e instalamos câmeras na área para podermos observar se o bando vai aceitar os alimentos", concluiu Wener Hugo Arruda Moreno.
Coordenadora operacional do Grupo de Resgate Técnico Animal Cerrado Pantanal (Gretap), a bióloga e veterinária Paula Helena Santa Rita reforça que as consequências de mais uma temporada de fogo sem controle estão sendo "devastadoras" para os animais.
"Para a fauna, as consequências são as piores possíveis. Vão da morte direta de animais, por incineração e inalação de fumaça e fuligem, a mortes posteriores, por falta de alimentos e outras questões, podendo, inclusive, no limite, interferir na questão da reprodução das espécies, caso haja a perda de um número significativo de indivíduos", explicou Paula.
"Alguns fatores, como a própria ação humana, se somaram e tivemos a antecipação [ocorrência] do fogo. Nós [do Gretap] estamos monitorando a situação, principalmente em locais por onde o fogo já passou, e fazendo o aporte nutricional básico quando necessário. Também deslocamos alguns animais que encontramos próximos a áreas de fogo", concluiu a coordenadora do Gretap.
Por Alex Rodrigues - Repórter da Agência Brasil
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