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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Astrolink analisou o mapa astral de doze representantes do País

 

SÃO PAULO/SP - A participação dos atletas brasileiros nas Olimpíadas de Paris 2024 promete ser marcada por grandes performances e muita energia. O Astrolink, site especializado em astrologia, analisou os mapas astrais de doze atletas que representam cada signo do zodíaco. “A partir dessa informação, podemos obter insights sobre as forças e características que cada um deles trará para os jogos”, diz Giovanna Guarnieri, astróloga do site.

Áries

Ana Marcela Cunha - 23 de março de 1992, Salvador, Bahia - Natação

Ana Marcela Cunha é uma ariana pura, carregando consigo a energia e a coragem típicas deste signo. Conhecida por sua determinação e espírito competitivo, ela brilha nas maratonas aquáticas. A natação exige resistência e a habilidade de se superar constantemente, qualidades que Ana Marcela possui em abundância. Sua natureza ariana a impulsiona a enfrentar desafios de frente, com uma energia inesgotável e um foco implacável em alcançar o ouro. Nas Olimpíadas de Paris, sua força e persistência prometem impressionar e inspirar a todos.

Touro

Rebeca Andrade - 8 de maio de 1999, Guarulhos, SP - Ginástica Artística

Rebeca Andrade, uma taurina de espírito firme e resistente, é uma das estrelas da ginástica artística brasileira. Taurinos são conhecidos por sua paciência, estabilidade e determinação, qualidades que são evidentes nas performances desta atleta. Cada movimento, salto e aterrissagem são executados com precisão e graça, reflexos de sua disciplina rigorosa e seu amor pelo esporte. A ginástica artística requer uma combinação de força e beleza, e Rebeca, com sua tenacidade taurina, está mais do que pronta para deslumbrar o público em Paris, exibindo uma mistura de elegância e poder.

 

Gêmeos

Yuri Mansur - 24 de maio de 1979, São Paulo - Cavaleiro

Yuri Mansur, um geminiano versátil e adaptável, é um destaque no hipismo brasileiro. A comunicação intuitiva e a rápida adaptação, marcas registradas de Gêmeos, são fundamentais para o sucesso nas competições de saltos equestres. Yuri possui uma habilidade única de se conectar com seus cavalos, criando uma parceria harmoniosa que é crucial em competições de alta pressão. Sua curiosidade e inteligência o levam a explorar constantemente novas técnicas e estratégias, tornando-o um competidor imprevisível e inovador. Nas Olimpíadas de Paris, sua capacidade de adaptação e comunicação será uma grande vantagem.

 

Câncer

Jade Barbosa - 1 de julho de 1991, Rio de Janeiro, RJ - Ginástica Artística

Jade Barbosa, uma canceriana sensível e intuitiva, traz uma profunda conexão emocional para a ginástica artística. A empatia e o cuidado típicos de Câncer se refletem em sua abordagem ao esporte, onde cada rotina é executada com uma graça emocional e uma paixão evidente. Sua natureza protetora a faz uma atleta resiliente, capaz de se recuperar de adversidades e de sustentar sua equipe em momentos difíceis. Sua intuição a guia através das competições, permitindo-lhe realizar movimentos complexos com uma precisão quase instintiva. Jade está pronta para brilhar em Paris, trazendo seu coração e alma para o tatame.

 

Leão

Viviane Lyra - 29 de julho de 1993, Rio de Janeiro, RJ - Marcha Atlética

Viviane Lyra, uma leonina vibrante e confiante, é uma das principais representantes brasileiras na marcha atlética. Leão é conhecido por seu carisma, liderança e energia inesgotável, características que Viviane incorpora plenamente em sua abordagem ao esporte. Sua presença magnética e sua determinação feroz fazem dela uma competidora que nunca desiste. A marcha atlética requer resistência, disciplina e uma força mental impressionante, todas qualidades que Viviane possui em abundância. Em Paris, ela estará pronta para brilhar sob os holofotes, inspirando com sua performance dinâmica e apaixonada.

 

Virgem

Guilherme Toldo - 1 de setembro de 1992, Porto Alegre, RS - Esgrima

Guilherme Toldo, um virginiano meticuloso e disciplinado, representa o Brasil na esgrima com uma precisão quase cirúrgica. Virgem é um signo que valoriza a atenção aos detalhes, a prática constante e a perfeição técnica, todas qualidades que são essenciais na esgrima. Guilherme é conhecido por sua habilidade de analisar rapidamente seus oponentes e ajustar suas táticas com eficácia, uma habilidade crucial em um esporte onde cada movimento conta. Sua abordagem prática e organizada permite-lhe manter a calma sob pressão, tornando-o um competidor formidável. Nas Olimpíadas de Paris, sua dedicação e precisão estarão em plena exibição.

 

Libra

Gustavo Bala Loka - 25 de setembro de 2002, Carapicuíba, SP - Skate

Gustavo Bala Loka, um libriano equilibrado e sociável, é uma estrela em ascensão no skate. Libra é um signo conhecido por sua busca de harmonia, justiça e beleza, qualidades que se refletem no estilo fluido e esteticamente agradável de Gustavo no skate. Sua capacidade de se adaptar rapidamente a diferentes situações e de se conectar com outros skatistas faz dele um competidor querido e respeitado. Gustavo tem um talento natural para encontrar o equilíbrio perfeito entre técnica e expressão artística, o que promete fazer dele um destaque nas competições de skate em Paris. Sua busca por harmonia e inovação trará performances que encantam o público.

 

Escorpião

Stephan Barcha - 27 de outubro de 1989, Rio de Janeiro, RJ - Cavaleiro (Hípica)

Stephan Barcha, um escorpiano intenso e determinado, é uma força a ser reconhecida no hipismo brasileiro. Escorpião é um signo de profundidade emocional, resiliência e paixão, todas qualidades que Stephan incorpora em sua carreira. Sua conexão profunda e quase intuitiva com seus cavalos é um testemunho de sua capacidade de formar laços fortes e duradouros. No hipismo, onde a parceria entre cavalo e cavaleiro é crucial, a intensidade e a dedicação de Stephan se destacam. Ele enfrenta cada competição com uma determinação feroz e uma habilidade de recuperação notável, pronto para superar qualquer obstáculo. Em Paris, sua paixão e resiliência prometem performances poderosas e memoráveis.

 

Sagitário

Ygor Coelho - 24 de novembro de 1996, Jacarepaguá, Rio de Janeiro, RJ - Badminton

Ygor Coelho, um sagitariano aventureiro e otimista, é uma figura proeminente no badminton brasileiro. Sagitário é um signo conhecido por sua energia expansiva, amor pela liberdade e busca constante por novas experiências. Essas características são evidentes no estilo de jogo de Ygor, que é marcado por sua agilidade e entusiasmo. Ele aborda cada partida com uma atitude positiva e uma disposição para explorar novas estratégias e táticas. Em Paris, Ygor trará sua paixão e espírito aventureiro para as quadras, inspirado pelo desejo de alcançar novos patamares e conquistar vitórias significativas.

 

Capricórnio

Rayssa Leal - 4 de janeiro de 2008, Imperatriz, Maranhão - Skate

Rayssa Leal, uma jovem capricorniana ambiciosa e disciplinada, já é uma estrela no mundo do skate. Capricórnio é conhecido por sua determinação, responsabilidade e capacidade de trabalhar arduamente em direção aos seus objetivos, características que Rayssa exibe em abundância. Apesar de sua juventude, sua habilidade técnica e foco são impressionantes, mostrando um nível de maturidade e profissionalismo além de sua idade. Nas Olimpíadas de Paris, Rayssa estará focada em alcançar o sucesso, utilizando sua disciplina e persistência para executar manobras desafiadoras com precisão e estilo.

 

Aquário

Chayenne da Silva - 5 de fevereiro de 2000, Nova Iguaçu, RJ - Atletismo

Chayenne da Silva, uma aquariana inovadora e original, é uma promessa no atletismo brasileiro. Aquário é um signo conhecido por sua criatividade, independência e visão futurista. Chayenne incorpora essas qualidades em sua abordagem ao atletismo, sempre buscando novas formas de melhorar seu desempenho e explorar seu potencial. Sua capacidade de pensar fora da caixa e sua determinação em quebrar barreiras fazem dela uma competidora empolgante de se assistir. Em Paris, sua originalidade e espírito independente estarão em plena exibição, inspirando outros com sua abordagem única ao esporte.

 

Peixes

Renan Gallina - 15 de março de 2004, Maringá, Paraná - Velocista

Renan Gallina, um pisciano sonhador e empático, é um talento emergente entre os velocistas brasileiros. Peixes é conhecido por sua sensibilidade, intuição e capacidade de se conectar profundamente com suas emoções e com o ambiente ao seu redor. Essas qualidades permitem que Renan mantenha a calma sob pressão e se adapte rapidamente às condições de corrida. Sua habilidade de entrar em um estado de fluxo durante as competições o torna um competidor formidável. Em Paris, Renan trará sua intuição e sensibilidade para a pista, correndo com uma mistura de força física e conexão emocional que promete resultados impressionantes.

SÃO CARLOS/SP - Diretores, conselheiros e funcionários do Sicoob Crediacisc se reuniram durante os dias 4, 5 e 6 de julho para realizar o planejamento estratégico 2024-2026. Nascida há 18 anos com 30 pessoas, a cooperativa de crédito está com três unidades em São Carlos, em Ribeirão Bonito e Dourado.

"Já se tornou um hábito da nossa cooperativa realizar o planejamento. Iniciamos em 2016 e nunca mais deixamos de fazer", explica a presidente do Conselho de Administração, Lídia Maria Mendes Lima. "Claro que vamos aprimorando a cada nova etapa sempre com o intuito de crescer nossa base cooperada de forma bastante consolidada", esclarece.

O foco do trabalho de planejamento foi direcionado à missão da cooperativa, que é o de conectar pessoas para promover justiça financeira e prosperidade. "Formamos uma cooperativa de crédito há 18 anos a partir da inciativa de 30 pessoas e hoje já ultrapassamos os 2,5 mil cooperados", salienta Lídia.

De acordo com as orientações da reunião, entre os objetivos específicos da cooperativa de crédito está a expansão da base cooperada, a ampliação da oferta de produtos e serviços financeiros, a educação financeira e a melhoria contínua da eficiência operacional.

Já com relação às metas, a reunião de planejamento trabalhou com o conceito de "metas atingíveis". "No final de 2022 tínhamos 1,9 mil cooperados, em 2023 já eram 2,6 mil, nossa meta para o final de 2024 é de 3,5 mil", detalha a presidente.

O planejamento apontou ainda como oportunidades a possibilidade de renovação do quadro pela atração de jovens cooperados e a potencialização da marca Sicoob Crediacisc, uma vez que devido à fragmentação do marketing Sicoob existe uma comunicação deficitária.

Entre os pontos positivos do Sicoob Crediacisc estão sua capacidade funcional bastante positiva, diretoria local presente, proximidade entre funcionários, dirigentes e cooperados, excelente relação social e ações comunitárias sociais relevantes.

A apresentação acontece no teatro do Sesc no dia 18 de julho, quinta-feira, às 20h com venda de ingressos

 

O espetáculo

 

Cordas do Coração acontece por meio de um diálogo entre a música de Bach, a música caipira e o toque de viola. Além de homenagear nossas raízes profundas, o Stagium segue em sua busca por uma brasilidade, ultrapassando rótulos e modismos.

 

Tem inspiração na trilha sonora criada por Albert Schweitzer que mescla músicas de Johann Sebastian Bach com músicas africanas. Albert Schweitzer (1875-1965) foi um teólogo, filósofo, médico e músico alemão, ganhador do Prêmio Nobel da Paz de 1952. O cerne de sua filosofia está num grande diálogo entre os seres vivos e o mundo, para ele cada ser humano deve considerar sagrada toda e qualquer vida.

 

A obra amplia o diálogo por meio dos versos de Rolando Bondrin, um dos maiores divulgadores da autêntica música brasileira e grande contador de “causos” destas terras, trazendo também músicas antológicas como “Tristeza do Jeca”, de Angelino de Oliveira, que em 2018 completou cem anos; e “Viola Quebrada”, de Mario Andrade, cujos versos nos transportam para a alma do artista.

 

“A transversalidade de ‘Cordas do Coração’ no impulsiona para a compreensão das nossas relações criando eixos geradores de saberes e emoções”, comenta Décio Otero.

 

Sobre o Stagium

A filosofia principal é divulgar a dança pelo Brasil. Suas origens datam de 1971, quando o teatro, o cinema e a música popular eram controlados pela Ditadura Militar. Naquele contexto, o Stagium rejeitou o colonialismo e a alienação da época.

Seguindo nos passos do Teatro Oficina e do Cinema Novo, que não podiam se manifestar, tomou um rumo diferente daquele para o qual a dança no Brasil havia sido designada. As criações da companhia combinam tendências universais a aspectos tipicamente brasileiros, o que rapidamente cativou um grande público pelo país.

As produções do Stagium sempre foram adaptadas para todo o tipo de localidade, o que permitiu que seus espetáculos fossem levados a pátios de escolas públicas, periferias, cinemas, praças, blocos de carnaval, igrejas, praias, hospitais, estações de metrô, a um palco flutuante no Lago do Ibirapuera, ao solo do Alto e do Baixo Xingu e até mesmo ao deck de um barco que percorreu o Rio São Francisco.

A companhia seguiu pesquisando um programa de ballet clássico, moderno e folclórico, estendendo convites a artistas de diferentes partes do Brasil, em uma expansão contínua de possibilidades criativas. Os trabalhos passaram a incluir, além das trilhas de compositores brasileiros, produções de todos os gêneros musicais. A companhia ampliou o público interessando em dança, conquistando estudantes, operários e intelectuais que não se interessavam por ballet. Sem negar nenhum tipo de influência, o Stagium abrange, sem preconceito, tudo que o permita recriar uma dança sul-americana

Companhia de Dança

Seus diretores Marika Gidali e Décio Otero trabalharam entre 1974 e 2021 em um grande estúdio na rua Augusta, em São Paulo, desenvolvendo um programa de pesquisas em várias linguagens de dança. Desde 2022, a sede da companhia está localizada no Complexo Cultural Funarte SP.

O Ballet Stagium foi a primeira companhia nacional a utilizar trilhas sonoras da MPB, usando músicas de Pixinguinha, Waldir Azevedo, Geraldo Vandré, Chico Buarque, Lamartine Babo, Ari Barroso, Lina Pesce, Cartola e muitos outros. Vários outros compositores criaram partituras originais para a companhia, entre eles grandes personalidades como Milton Nascimento, (Missa dos Quilombos), Egberto Gismonti (Pantanal), Wiliam Sena (O Homem do Madeiro), Aylton Escobar (Quebradas do Mundaréu), André Abujamra (Shamain) e Marcelo Petragli (Luminescência).

Assista ao documentário sobre o Stagium que a TV Cultura produziu em 2016, quando a companhia tinha completado 45 anos de existência:

https://www.youtube.com/watch?v=GU50j1TDgx4&t=7s

 

Ficha técnica:

Ideia e coreografia: Décio Otero

Direção teatral: Marika Gidali

Músicas: Mário de Andrade, Angelino de Oliveira e Johann Sebastian Bach

Texto: Rolando Boldrin

Desenho de luz: Décio Otero

Iluminação: Fernanda Guedelha

Produção: Marika Gidali, Antonio Marcos Palmeira e Fabio Villardi

 

Serviço:

Data: dia 18 de julho, quinta-feira.

Horário: 20h.

Ingressos: R$ 40,00 inteira / R$ 20,00 meia entrada / R$ 12,00 Credencial Plena. Lugares Limitados. 10 anos.

Local: Unidade São Carlos – Av. Comendador Alfredo Maffei, 700 – Jd. Gibertoni – São Carlos – SP

Mais informações pelo telefone: 3373-2333

Pesquisa tem foco em mulheres pretas e pardas e convida participantes de todo o País

 

SÃO CARLOS/SP - Um projeto de iniciação científica, desenvolvido no Departamento de Enfermagem (DEnf) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), tem como objetivo avaliar a autoeficácia na amamentação através da teoria da interseccionalidade. A expectativa é analisar quais fatores estão envolvidos no protagonismo da população negra em relação à amamentação, para além de questões socioeconômicas. A pesquisa convida pessoas voluntárias de todo o Brasil para preencherem um questionário eletrônico.

O trabalho é realizado pela graduanda em Enfermagem Lara Furlan Batista, sob orientação de Natália Sevilha Stofel, docente do DEnf, e tem financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). De acordo com Batista, a teoria da interseccionalidade identifica que as diversas formas de preconceito e desigualdades sociais direcionadas a um grupo social se somam gerando novas vivências e consequências para aqueles que sofrem essas violências. "Por exemplo, a vivência de um homem negro e de uma mulher negra são completamente diferentes, uma vez que a mulher, além do racismo, também está exposta ao machismo. O mesmo vale quando comparamos uma mulher negra e uma mulher branca, como a mulher branca não sofre racismo, a vivência dela em comparação a mulher negra será diferente, mesmo as duas estando sujeitas ao machismo", exemplifica a pesquisadora.

Para a estudante, a pesquisa é importante pois, ao analisar a autoeficácia da amamentação por meio da interseccionalidade, permitirá compreender como ela é afetada pelas diferentes vivências das pessoas que amamentam, facilitando a compreensão dos motivos pelos quais alguns grupos - mulheres pretas e pardas - amamentam mais e por mais tempo que outros. "O diferencial do estudo está relacionado com a procura de evidenciar que, embora a taxa de amamentação presente entre mulheres pretas e pardas seja maior, há controvérsia, uma vez que elas enfrentam violências e situações que comprometem a eficácia do aleitamento humano com mais frequência do que as mulheres brancas", destaca ela.

Dentre as questões que serão analisadas, estão as variáveis obstétricas - ocorrência de violência, complicações gestacionais, paridade, cirurgias que podem influenciar na amamentação, pré-natal etc; e as variáveis interseccionais - incluem idade, gênero, raça/cor, renda, situação laboral, estado civil, moradia, escolaridade, apoio familiar e orientação sexual. Nesse âmbito, Batista expõe que "as opressões sociais podem influenciar de diversas formas na amamentação, desde sua eficácia até na continuidade do ato. Tudo depende da situação em que a/o/e lactante se encontra".

Para desenvolver a pesquisa, estão sendo convidadas pessoas a partir de 18 anos que tenham amamentado nos últimos dois anos. Os participantes precisam apenas responder este questionário online (https://bit.ly/3IcYq9J), que leva cerca de oito minutos. Projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa dos Seres Humanos (CAAE: 55688522.6.0000.5504).

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