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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - A Polícia Militar prendeu em flagrante um homem acusado de estupro de vulnerável no CDHU, em São Carlos, na manhã desta quarta-feira, 17 de julho.

Segundo consta, a mãe da menina teria sido informada de tal ato e acionou a Polícia Militar, onde relatou aos PMs que a menina foi dormir na casa do tio e, durante a madrugada, o mesmo ficou pelado e fez relações sem o consentimento da menina de 13 anos.

A Polícia Militar prendeu o agressor e o levou à Central de Polícia Judiciária, onde foi registrado o boletim de ocorrência por estupro de vulnerável.

O sujeito ficou preso.

PALMITAL/SP - Cerca de 700 quilos de maconha foram encontrados acoplados a estrutura de sofás que eram transportados em um caminhão. A descoberta foi feita pela Polícia Militar Rodoviária durante uma fiscalização na rodovia Raposo Tavares, em Palmital, na segunda-feira (15).

O motorista, de 46 anos, foi abordado no quilômetro 413 da rodovia. Os militares realizavam uma fiscalização de rotina quando interceptaram o veículo.

Ao notar o nervosismo do suspeito, os militares iniciaram a vistoria. Logo em seguida, encontraram os 796 tijolos da droga escondidos na estrutura dos sofás, sob os estofados.

O criminoso foi detido no local, e o caso foi registrado como tráfico de drogas na Delegacia de Assis. Segundo a polícia, o homem havia recebido a droga em Umuarama, no Paraná, e a entregaria na capital paulista.

Quase 100 kg de maconha encontrados no assoalho falso de uma caminhonete em Presidente Prudente

Ainda ontem, os militares do 2º Batalhão de Polícia Rodoviária apreenderam quase 100 quilos de maconha. A droga estava escondida no assoalho falso de uma caminhonete que foi abordada na rodovia Assis Chateaubriand, em Presidente Prudente, também no interior paulista. O motorista foi preso.

Os agentes suspeitaram do veículo, com placas do Mato Grosso do Sul, durante uma fiscalização de rotina. Na vistoria, a equipe encontrou um fundo falso no assoalho, atrás de um dos bancos, e outro no compartimento de carga. Nos dois locais havia 135 tijolos de maconha.

As pesquisas no sistema policial apontaram que o suspeito possui antecedentes criminais por estelionato e apropriação indébita. Ele permaneceu preso, e o caso foi registrado como tráfico de drogas na delegacia da cidade.

 

 

Por Karla Neves

SANTA CRUZ DO RIO PARDO/SP - Três mulheres bolivianas foram presas em flagrante por tráfico de drogas, na segunda-feira (15), em Santa Cruz do Rio Pardo. O trio estava com mais de 200 quilos de folhas de coca, em um ônibus de turismo.

Durante ação da Operação Impacto, policiais rodoviários, do 2º Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), abordaram um ônibus de turismo. No bagageiro externo do veículo, os agentes localizaram diversas sacolas e caixas de papelão com folhas de coca “in natura”. As sacolas estavam identificadas por etiquetas, o que permitiu encontrar as três proprietárias, todas de nacionalidade boliviana.

Questionadas, as mulheres assumiram a propriedade da droga. Foram apreendidos 211,2 quilos de folha de coca.

O caso foi encaminhado para a Polícia Federal de Marília.

SÃO PAULO/SP - Ronnie Von completa 80 anos nesta quarta-feira (17), mas diz que se sente um garoto. Leva a vida como se tivesse 25. O músico e apresentador se prepara para estrear, em agosto, um novo programa de entrevistas na RedeTV!, do jeitinho que queria: noturno e semanal.

"Não aguentava mais acordar às 5h da manhã", brinca ele, que estava insatisfeito com o antigo horário destinado a ele pela emissora, na faixa matinal. O real problema, explica, era uma incongruência de público e de assuntos. "Acho que o público matinal não é meu público. Sou sommelier e barman. Imagina não poder falar de vinho?", protesta.

Na nova atração, Ronnie promete "seguir a mesma linha de sempre: deixar aflorar humanidade nas pessoas e levar informação e entretenimento", diz. "Você vai ver desde grandes medalhões da música, que são meus amigos pessoais, até aqueles que têm um talento monumental e não têm oportunidade de aparecer. No meu outro programa, levei umas dez bandas de rua que eu via tocando na avenida Paulista", conta.

Com mais de 50 anos de carreira na TV, Ronnie considera a telinha um meio poderoso de informação e educação. "A televisão é, hoje, a maior escola do nosso país. Somos um país pobre, desinformado, inculto. Acho que tenho a obrigação de levar, pelo menos, informação e cultura. E claro, entretenimento. É TV: tem que ter riso e lágrima", diz.

 

ANOS DOURADOS

Nascido -e muito bem nascido- Ronaldo Nogueira, em uma família de empresários do mercado financeiro, em Niterói, em 1944, Ronnie comprou uma "briga séria" em casa quando decidiu ser artista. "Estava no último ano da faculdade, me preparando para ser o sucessor do negócio da família, e quando viram, eu estava na televisão com o cabelo comprido cantando Beatles. Foi terrível", se diverte.

"'Onde foi que nós erramos? Criamos uma cobra para nos picar. Vai jogar o nome da família na lama'. Ouvi de tudo", lembra. O gênero musical escolhido lhe levou a decepcionar não só os pais, mas também amigos. "Viraram as costas porque eu não fazia música engajada, fazia rock de inglês cabeludo", conta.

Mas ele seguiu firme no que acreditava e, com auxílio da pinta de galã, teve seus anos dourados. Entre as décadas de 1960 e 1990, gravou 18 álbuns e emplacou turnês no Brasil e fora dele. Sua fase psicodélica, rejeitada na época, virou ícone cult e hoje encabeça listas das principais obras do gênero.

Foi o maior fracasso comercial da minha vida, mas foi considerado, tempos depois, o melhor disco de rock psicodélico do mundo. Eu aqui, brasileirinho, coitadinho, no meu cantinho, não sou nada nem ninguém, mas tenho muita gratidão pelas pessoas que entenderam e gostaram da minha música", diz.

Hoje engravatado na tela da TV, Ronnie revela por que abandonou o rock: "Parei de cantar por me insurgir contra o que foi instituído como norma nas gravadoras", sentencia. "A coisa começou a tomar um rumo que não concordo, que é o jabá".

Segundo ele, a indústria musical atual é comprada e "tudo o que faz sucesso é pago", diz. "É uma inversão total de valores. Hoje, só existem essas duas vertentes musicais no Brasil: o sertanejo, que aliás, não é sertanejo, e o funk, que também não é funk", critica, evocando algo do roqueiro que ainda vive ali.

 

DOIS UNIVERSOS

Casado há 39 anos com Maria Cristina Rangel, conhecida como Kika Von, Ronnie dispensa os parabéns da repórter: "Não é parabéns porque não podemos racionalizar o que é emoção. Emoção não merece parabéns, é uma coisa tão intrínseca que não deve ser adjetivada", filosofa. O segredo para uma relação tão longeva, ele entrega, é se colocar no lugar do outro. "Um casal são dois universos diferentes".

E não é só o casamento que é longevo. Ronnie conta que aprendeu com o pai a fórmula para se sentir eternamente jovem. Ele lembra que, certa vez, o patriarca, o empresário José Maria Nogueira, aos 88 anos, dispensou seus dois jardineiros e subiu em uma escada para podar uma planta.

"Levou um tombo e se quebrou todo", lembra Ronnie, que ao repreender o pai, escutou como resposta: "A mente humana não vai passar nunca dos 25 anos de idade. O corpo é que não quer entender", recorda. Hoje, ele sente na pele o que o pai queria dizer. "Não tenho 80. Tenho 25, é que o corpo não quer entender."

 

 

POR FOLHAPRESS

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