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Redação

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SÃO CARLOS/SP - São Carlos terá uma programação especial em comemoração ao Dia Internacional da Síndrome de Down, organizada pela Secretaria da Pessoa com Deficiência e Paradesporto. As atividades acontecerão nos dias 18 e 20 de março e têm como objetivo promover a inclusão, dar visibilidade às histórias de autonomia e conquistas, além de oferecer serviços e orientações voltadas às pessoas com deficiência.

No dia 18, das 13h30 às 17h, a equipe da Secretaria estará na APAE São Carlos realizando a emissão do Cartão Mais Acesso, mediante apresentação de RG, CPF, comprovante de endereço e laudo médico, e prestando informações sobre políticas públicas disponíveis no município. Já no dia 20, das 8h30 às 11h, o auditório do Paço Municipal receberá o evento “Compartilhando Caminhos: Histórias reais de autonomia, desafios e conquistas”, com a participação de profissionais e pessoas com síndrome de Down que compartilharão suas experiências de vida e trajetória. Entre os convidados estão a fonoaudióloga e pesquisadora Maria Grazia Guillen Mayer, a profissional Juliana Cristina Partelli Lucas, a paratleta Isabela Tane Comar, a estudante Helena Arlette dos Santos, o jovem Enzo S. Saldanha e a pedagoga Gabriela do Prado Werneck Tornich.

Na sequência, o público poderá prestigiar o momento “Talentos que Inspiram”, com apresentações do Coral da APAE São Carlos, da Casa 21 e do grupo Acorde.

O secretário da Pessoa com Deficiência e Paradesporto, Rafinha Almeida, ressaltou a importância da iniciativa. “Mais do que celebrar uma data, queremos dar visibilidade às histórias e talentos das pessoas com síndrome de Down em nossa cidade. É um momento de reconhecimento, inclusão e valorização da diversidade, mostrando que cada conquista é motivo de inspiração para toda a comunidade”, revelou.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Cidadania de São Carlos participou, na semana passada, de um bate-papo sobre arte, cultura e direitos humanos realizado no Teatro do SESC. A atividade, intitulada “Arte e Cultura que Transformam”, promoveu um espaço de diálogo sobre a realidade da população em situação de rua e o papel das expressões culturais na construção de caminhos de inclusão, cidadania e transformação social.

O encontro reuniu profissionais e pesquisadores das áreas de arte, educação, saúde e assistência social, promovendo reflexões sobre direitos humanos, diversidade e a importância de iniciativas culturais como instrumento de fortalecimento de vínculos comunitários e valorização das trajetórias de vida das pessoas atendidas pelas políticas públicas. A atividade contou com a participação de usuários atendidos pelos serviços da Casa de Passagem e do Centro POP (Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua), acompanhados pela equipe técnica do equipamento socioassistencial do município. A presença dessas pessoas no debate reforçou a importância de garantir acesso à cultura, à escuta e a espaços de participação social para quem vivencia situações de vulnerabilidade.

O Centro POP é um serviço da política pública de assistência social destinado ao atendimento de pessoas em situação de rua. O equipamento oferece acolhida, escuta qualificada, orientação e acompanhamento técnico, além de apoiar o acesso a direitos e a diferentes políticas públicas, como saúde, documentação civil, trabalho e assistência social. Também desenvolve atividades socioeducativas e promove ações que contribuem para o fortalecimento de vínculos e para processos de inclusão social.

O bate-papo foi mediado pelo educador popular Gustavo Enrique Costa e contou com a participação de convidados com atuação nas áreas de arte, educação e direitos humanos.

Durante o encontro, foram compartilhadas experiências e reflexões sobre o potencial da arte e da cultura como instrumentos de cuidado, expressão e transformação social. “O nosso compromisso é fortalecer a rede de proteção social e ampliar as oportunidades de participação cultural e social para pessoas em situação de vulnerabilidade. A iniciativa também evidencia a importância da articulação entre diferentes setores da sociedade para a promoção dos direitos humanos e da dignidade de todas as pessoas”, disse a secretária de Desenvolvimento Social e Cidadania, Gisele Santucci.

SÃO CARLOS/SP - A Maternidade Dona Francisca Cintra Silva, da Santa Casa de São Carlos, passou a ser referência para a aplicação do Nirsevimabe em bebês que fazem parte de grupos de risco, conforme critérios definidos pelo Ministério da Saúde. O medicamento é indicado para proteger recém-nascidos e crianças mais vulneráveis contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), um dos principais causadores de bronquiolite e de infecções respiratórias graves na infância.

O Nirsevimabe é destinado a recém-nascidos prematuros, com idade gestacional de até 36 semanas e 6 dias, e também a crianças de até 23 meses que apresentam comorbidades específicas, como cardiopatia congênita, broncodisplasia, imunocomprometimento grave, síndrome de Down, fibrose cística, doença neuromuscular e anomalias congênitas das vias aéreas.

O medicamento funciona como uma proteção para o organismo do bebê, ajudando a evitar que o vírus provoque quadros respiratórios mais graves, especialmente nos primeiros meses de vida, período em que as crianças são mais vulneráveis.

A diretora de Práticas Assistenciais da Santa Casa, Dra. Carolina Toniolo Zenatti, explica que a iniciativa representa um avanço importante no cuidado com os recém-nascidos mais vulneráveis. “O Vírus Sincicial Respiratório é uma das principais causas de internações de bebês por problemas respiratórios. A aplicação do Nirsevimabe nos grupos de risco permite oferecer uma proteção adicional para essas crianças, reduzindo as chances de complicações e contribuindo para um início de vida mais seguro”, destacou.

A médica pediatra e gerente do Eixo Materno Infantil da Santa Casa, Dra. Danielle Penedo, ressalta que o vírus preocupa especialmente nos primeiros meses de vida. “O Vírus Sincicial Respiratório é um dos principais causadores de bronquiolite em lactentes, principalmente entre seis meses e dois anos de idade, e pode provocar quadros respiratórios importantes, com necessidade de internação hospitalar e, em alguns casos, até de cuidados em UTI. A utilização do Nirsevimabe representa um avanço importante na prevenção dessas formas mais graves da doença”, explicou.

O provedor da Santa Casa, Antonio Valério Morillas Junior, ressalta que a designação da maternidade como referência reforça o papel da instituição na assistência materno-infantil da região. “A Santa Casa tem buscado constantemente fortalecer seus serviços e incorporar novas estratégias de cuidado que beneficiem a população. Ser referência para a aplicação desse medicamento demonstra a confiança na estrutura da nossa maternidade e no trabalho desenvolvido por nossas equipes”, afirmou.

SÃO CARLOS/SP - Investigar como diferentes formatos de entrega da intervenção fisioterapêutica influenciam os resultados clínicos e a relação entre custos e benefícios do tratamento. Este é objetivo central de uma pesquisa de doutorado desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia da UFSCar. O projeto convida pessoas com dor lombar para sessões de tratamento gratuitas.

O formato de entrega da intervenção terapêutica refere-se ao modelo no qual a fisioterapia será ofertada ao paciente, como, por exemplo, atendimentos domiciliares, presenciais, em clínicas, hospitais, serviços comunitários, por videochamadas e até mesmo por mensagens. "Esses diferentes formatos podem influenciar em aspectos importantes, como adesão ao tratamento, aumento do acesso ao cuidado, principalmente para pessoas com dificuldade de deslocamento, diminuição do risco de transmissão de doenças e de custos associados ao tratamento, tanto para o paciente quanto para o sistema de saúde", explica Camila Nepomuceno Broisler, doutoranda responsável pela pesquisa, sob orientação de Luiz Fernando Approbato Selistre, docente do Departamento de Fisioterapia da Universidade.

Broisler relata que o estudo é importante por tratar sobre a dor lombar, o distúrbio musculoesquelético que mais resulta em redução da funcionalidade no mundo, segundo a pesquisadora. "Atualmente, sabemos que o exercício terapêutico é uma das principais intervenções para o tratamento, porém muitas pessoas enfrentam dificuldades para manter a prática regular desses exercícios, o que pode comprometer os resultados, visto que a adesão ao exercício é uma parte muito importante para o sucesso da intervenção", acrescenta. Nesse sentido, Broisler aponta que investigar como diferentes formatos de oferecer tratamento fisioterapêutico influenciam nos resultados clínicos e na relação custo-benefício do tratamento pode contribuir para orientar a tomada de decisão clínica, ampliar o acesso ao cuidado, otimizar recursos de saúde e melhorar a organização dos serviços.

Para realizar o estudo, são convidadas pessoas entre 18 e 65 anos, que tenham dor lombar, há pelo menos três meses. Os participantes receberão avaliação e tratamento fisioterapêutico gratuitos e a intervenção ocorrerá ao longo de 12 semanas, incluindo educação sobre dor, exercícios terapêuticos e orientações para o manejo da dor no dia a dia. As pessoas interessadas em participar da pesquisa devem preencher este formulário eletrônico.

Projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 88446325.8.0000.5504).

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