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Redação

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 Jornalista/Radialista

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MUNDO - Os organizadores dos Jogos Olímpicos de Tóquio estimam que os custos das medidas para o combate à Covid-19 na Olimpíada remarcada para o ano que vem ficarão em torno de 100 bilhões de ienes (960 milhões de dólares), noticiou a Kyodo News nesta última segunda-feira.

Um dia antes, a mídia japonesa relatou que os custos totais do adiamento dos Jogos por um ano seriam de cerca de 200 bilhões de ienes.

Quando instado a comentar a reportagem da Kyodo, um porta-voz dos organizadores disse à Reuters que um anúncio será feito em um relatório provisório após conversas entre a Tóquio-2020, o governo metropolitano de Tóquio e o governo japonês na quarta-feira.

O último orçamento oficial fornecido pelo comitê organizador em dezembro de 2019, meses antes de o evento ser adiado devido à pandemia de Covid-19, foi de 12,6 bilhões de dólares.

O Comitê Olímpico Internacional (COI) disse que espera pagar 800 milhões de dólares de custos adicionais resultantes do atraso, mas os organizadores japoneses não apresentaram uma cifra específica.

O comitê organizador da Tóquio-2020 deve anunciar oficialmente um orçamento ajustado antes do final do ano.

 

 

*Por Jack Tarrant / REUTERS

MUNDO - A Rússia anunciou na 2ª feira (30.nov) que começou a vacinar a população com a Sputnik V. A oferta do imunizante tem início antes mesmo da conclusão dos testes da vacina.

Atualmente, a testagem está em andamento em países como Bielorrússia, Emirados Árabes Unidos, Venezuela e Índia.

De acordo com o governo russo, no entanto, o 1º lote do imunizante já foi entregue ao Hospital Central de Domodedovo, na capital Moscou, onde a vacina começou a ser oferecida na semana passada.

De acordo com o hospital, os interessados em serem vacinados devem fazer registro em plataforma do governo com antecedência. As vacinas não são oferecidas a quem já foi diagnosticado com covid-19.

Para receber a vacina, os cidadãos precisam levar exames médicos e documentos de identificação.

A Rússia foi o 1º país no mundo a registrar uma vacina contra covid-19, em 11 de agosto. A aprovação aconteceu antes do início dos testes em larga escala, que começaram em setembro.

No Brasil, os Estados do Paraná e da Bahia têm acordos coma Rússia para a encomenda de doses e produção da Sputnik V no país.

Até o momento, contudo, o laboratório Nikolai Gamaleya, responsável pela vacina, não formalizou pedido de testes ou registro da vacina na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

 

EFICÁCIA

De acordo com o laboratório, em anúncio feito em 24 de novembro, a Suptnik V teve eficácia “acima de 95%” após a 2ª dose ser ministrada em voluntários.

O anúncio foi feito em comunicado publicado pelo laboratório e assinado conjuntamente com o Ministério da Saúde da Rússia e o Fundo Russo de Investimento Direto, que financia o desenvolvimento da vacina. Eis a íntegra, em inglês (754 KB).

 

PREVISÃO DE INÍCIO DA VACINAÇÃO NO MUNDO

Em 5 países, aimunização deve começar ainda em 2020. Eis a previsão de início da vacinação pelo mundo:

© Fornecido por Poder360

 

 

 

*Por: Paulo Motoryn / PODER360

MUNDO - O Facebook anunciou na segunda-feira, 30, a aquisição da startup de atendimento ao cliente Kustomer. De acordo com o Wall Street Journal, que conversou com pessoas familiarizadas com o assunto, o acordo foi de US$ 1 bilhão.

A aquisição é reflexo dos esforços da empresa de Mark Zuckerberg para monetizar seu negócio de mensagens, como o WhatsApp e o Messenger, que têm focado em conectar empresas com seus consumidores.

A Kustomer, que ajuda empresas a gerenciarem reclamações de clientes em múltiplas plataformas, já oferece atualmente alguns serviços no Facebook Messenger e no Instagram.

“Qualquer empresa sabe que quando o telefone toca, eles precisam atender. Cada vez mais, textos e mensagens são tão importantes quanto aquele telefonema - e as empresas precisam se adaptar”, disse o Facebook em comunicado.

 

 

*Por: ESTADÃO

Publicadas pela EdUFSCar, obras podem ser adquiridas no site da Editora

 

SÃO CARLOS/SP - Passados pouco mais de dois séculos do surgimento do presidencialismo nos Estados Unidos, o sistema é hoje um modelo que se disseminou em várias democracias vigentes no mundo. Uma das principais preocupações dos "pais fundadores", dentro desse sistema, é garantir uma relação de autonomia e equilíbrio do poder a partir da sua descentralização entre o Executivo e o Legislativo. Por isso, as relações entre esses poderes se tornou e, ainda é, uma importante agenda de pesquisa na Ciência Política mundial.
De forma a contribuir com a discussão teórica e metodológica sobre este tema, a partir de pesquisas que tratam de aspectos ainda pouco explorados ou fenômenos recentes na conjuntura política brasileira, a cientista política e professora do Departamento de Ciências Sociais (DCSo) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) Simone Diniz organizou dois livros que acabam de ser lançados pela Editora da UFSCar (EdUFSCar).
O primeiro, intitulado "Atuação Parlamentar - Ensaios sobre atividades legislativas na Câmara dos Deputados", foi organizado juntamente com Pedro Floriano, docente do DCSo, e é resultado de trabalhos de pesquisa e aulas conduzidas por eles em disciplinas da graduação em Ciências Sociais e da pós-graduação em Ciência Política na Universidade.
"Passamos sei meses relendo a principal literatura sobre o comportamento legislativo e a Câmara Federal no País e desafiamos os estudantes a transpor aquelas reflexões com temáticas vigentes a partir de um arcabouço empírico. Para tanto, fizemos uma parceria com o projeto 'SigaLei', que nos forneceu os dados que trabalhamos nos capítulos, e estimulamos os discentes a refletirem e escreverem sobre essas temáticas", explicou Diniz. 
Para Floriano, a publicação demonstra como a sala de aula pode ser um lugar de aprendizado e experiência. "Além de conhecerem a literatura, os estudantes aprenderam sobre escrita acadêmica e os passos da pesquisa, permitindo uma formação enriquecedora que agora, por meio deste livro, poderá ser dividida com os leitores e pesquisadores interessados", afirma.
O segundo livro, denominado "O Sistema Presidencialista - Perspectivas analíticas nos EUA e no Brasil", foi organizado por Diniz juntamente com a professora Gleidylucy Oliveira, do DCSo, e buscou cobrir de forma didática uma outra ponta desse processo: as reflexões sobre o presidencialismo.
O livro transita entre os debates do caso típico norte-americano e como ele chega até a América Latina. "Entendemos que esse é um momento crucial para revisitarmos a literatura canônica sobre o poder presidencial e seus limites, e como essas abordagens que nascem no contexto norte-americano são transpostas para a realidade brasileira. Além disso, sugerimos novas temáticas para tratar o presidencialismo no Brasil a partir da literatura internacional, como a análise dos conteúdos das agendas presidenciais, de seus discursos e a questão orçamentária", aponta Diniz. O livro contou com a contribuição, em dois capítulos, dos pesquisadores Gabriel Casalecchi e Carolina Justo, também do DCSo.
Para Oliveira, "foi um trabalho coletivo, entre professores, pesquisadores e estudantes, que agora, em forma de livro, pode transpor as paredes da sala de aula e chegar em vários espaços de discussão e de ação política. Esse é o nosso papel enquanto cientistas e docentes: fazer circular o conhecimento e refletir sobre questões práticas do nosso cotidiano."
Os livros podem ser adquiridos no site da EdUFSCar (www.edufscar.com.br).

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