Jornalista/Radialista
SÃO PAULO/SP - A atriz Glória Menezes recebeu uma homenagem de médicos e enfermeiros ao receber alta do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde estava internada há mais de uma semana tratando a covid-19.
Na foto publicada pela nora da atriz, Mocita Fagundes, Glória aparece segurando um cartaz escrito “Parabéns por esta vitória” e cercada de funcionários do hospital, que seguravam balões coloridos.
“Depois de uma semana muito dolorosa, um momento de grande felicidade”, publicou Mocita em seu Instagram. “Hoje, com todo o amor do mundo, fomos buscar a minha rainha no Hospital Albert Einstein, e na saída, o corpo clínico preparou essa surpresa querida. Não temos palavras pra descrever o carinho com que a Glória foi cuidada. Só podemos agradecer a todos”, escreveu.
“Muito obrigada por tudo, vocês são uns amores. Obrigada, obrigada, obrigada e obrigada”, disse a atriz à equipe.
A viúva de Tarcísio Meira estava no mesmo hospital em que o marido havia sido internado no dia 6. Diferentemente dele, a atriz apresentou apenas sintomas leves da covid-19.
Ambos tinha se vacinado com a 2ª dose da vacina contra covid em março deste ano, na cidade de Porto Feliz, no interior de São Paulo.
Vale lembrar que nenhuma vacina protege 100% contra qualquer doença, por isso, é necessário manter todos os cuidados mesmo após completar o esquema vacinal.
*Por: CATRACA LIVRE
Estudo da UFSCar é aberto para voluntários de todo o país e já possui uma análise inicial dos dados coletados
SÃO CARLOS/SP - A pesquisa "Atitudes e percepções sobre a vacinação para Covid-19" está sendo realizada no Departamento de Medicina (DMed) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) com o objetivo de compreender as concepções que a população brasileira possui sobre a adoção da vacinação para a Covid-19. O estudo é realizado por Henrique Pott Junior, docente do DMed da UFSCar, e convida pessoas de todas as regiões do Brasil para participarem do trabalho por meio de um formulário eletrônico.
De acordo com o docente, as vacinas são uma das contribuições mais importantes para a saúde pública no século XX, sendo responsáveis pelo declínio das doenças evitáveis por vacinas em todo o mundo. No entanto, Henrique Pott aponta que nos últimos anos tem-se observado um aumento constante na recusa de vacinas, resultando em vários surtos de doenças evitáveis por esses imunizantes. "Este problema tem sido atribuído a uma série de fatores, incluindo a relativa raridade de muitas doenças evitáveis por vacinas aliada à percepção pública de que a gravidade e suscetibilidade da doença é muito baixa, além de preocupações relacionadas à eficácia e segurança da vacina", reflete o docente. O professor acrescenta ainda que o medo das vacinas tem sido fomentado também por informações incorretas ou tendenciosas, não amparadas por evidências científicas, veiculadas pela Internet, televisão, jornais e revistas.
Nesse cenário, Pott citou um estudo - Wellcome Global Monitor 2018 - que mostrou que 97% dos brasileiros concordam ou concordam totalmente que é importante vacinar crianças. No entanto, há uma queda para 80% dos brasileiros que se expressaram positivamente quando questionados se as vacinas são eficazes e seguras. "Nesse sentido, apesar de reconhecer a importância das vacinas, a desinformação persiste como fator chave para a falta de confiança nas vacinas e hesitação vacinal", avalia o pesquisador. Resultados semelhantes na aceitação da vacina de Covid-19 foram relatados em todo o mundo, incluindo Inglaterra, Austrália, Polônia, Malásia, Jordânia, Hong Kong, Nepal, entre outros, mas Pott aponta que, atualmente, não há conhecimento da atitude da população brasileira em relação à vacinação contra o novo coronavírus.
Análise inicial e expectativa dos resultados
O docente expõe que a ideia da sua pesquisa é identificar quais fatores estão associados à hesitação vacinal e à falta de confiança nas vacinas a fim de subsidiar estratégias individuais ou coletivas para as vacinas, acolhimento e orientação. "Espera-se que esse levantamento de dados possa ser relevante para auxiliar os gestores e profissionais de saúde a entender as percepções da população acerca da importância das vacinas e os riscos da recusa vacinal, especialmente no contexto da pandemia de Covid-19", relata.
A pesquisa incluiu questões sociodemográficas e de qualidade de vida, informações gerais sobre a Covid-19 e um questionário específico relativo à vacina. Até o momento, mais de 1,8 mil pessoas já responderam as questões e a grande maioria expressou opiniões favoráveis sobre a vacinação da Covid-19, mas também houve uma pequena fração dos entrevistados que se mostrou hesitante em relação à vacinação contra a doença. Pott relata que a maioria desses participantes é do sexo masculino, na faixa etária de 30 a 59 anos, e relatou que as razões dadas para a hesitação dizem respeito principalmente à incerteza sobre a segurança e eficácia das vacinas; em seguida, aparece a preocupação com a forma como foram desenvolvidas, o que envolve a questão do tempo e da adoção de uma nova tecnologia de desenvolvimento. "Vamos discutir ao longo do trabalho como esses motivos se articulam com percepções e atitudes que podem influenciar na decisão de aceitar ou não ser vacinado. Além disso, embora o impacto do convívio social sobre aqueles que hesitam em vacinar não tenha sido claro, sua percepção de um baixo risco de contrair a doença foi evidente", relata o docente.
Pott também explica que o delineamento amostral da pesquisa foi pensado para oferecer subsídios direcionados tanto à comunidade acadêmica quanto à população brasileira em geral. "Acredita-se que o levantamento dessas informações poderá ser útil para o cuidado em saúde durante e após essa pandemia, podendo fornecer subsídios para o estabelecimento de um plano de nacional de imunização mais resolutivo", complementa. "A realização do estudo poderá ser um ponto de partida para iniciar uma reflexão sustentada no entendimento de que o controle de doenças transmissíveis por meio da vacinação transpassa a fronteira de áreas de conhecimento e é de fundamental importância, principalmente, quando voltamos o olhar para a relevância social dos dados que estão sendo coletados e das reflexões suscitadas a partir deles", conclui o docente da UFSCar.
Para o desenvolvimento da pesquisa estão sendo convidadas pessoas de qualquer região do Brasil, a partir de 18 anos de idade, para responderem um questionário online, disponível no link https://bit.ly/3wKrzlh. O tempo de resposta é de, no máximo, 10 minutos, e o questionário ficará disponível até o ano que vem. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 45530521.2.0000.5504).
A shopper.com.br vai levar para a população um novo jeito de fazer compras de itens de consumo doméstico, que já é adotado na capital e em outras cidades paulistas
SÃO CARLOS/SP - O jeito tradicional de fazer compras está mudando e, agora, São Carlos faz parte dessa transformação. É que a shopper.com.br, maior supermercado 100% online do Brasil, chegou ao município levando para a população o seu sistema de reabastecimento de itens de consumo doméstico por meio de compras programadas, que já é adotado na capital paulista e é referência nacional.
Com a startup, que trouxe para o Brasil essa inovação no segmento em que atua, a população de São Carlos passa a contar agora com o chamado modelo de compras programadas. Com ela, o consumidor monta sua cesta online com itens de alimentação, higiene, beleza, pets, dentre outros, seleciona o dia de entrega e finaliza sua compra. Nos meses seguintes, o cliente recebe em casa suas compras com praticidade e economia de até 10% em comparação com a forma tradicional de abastecer a despensa no mês.
O grande diferencial é que a lista de compras vai ficar salva no site ou app e uma entrega fica pré-agendada para cada mês. A partir de então, o cliente recebe lembretes para caso queira alterar sua lista antes das próximas entregas (ou até alterar a data de entrega, se precisar antecipar, adiar ou pular uma entrega). Além de otimizar tempo, esse modelo permite que a shopper.com.br tenha uma logística muito mais eficiente e, com isso, possa oferecer melhores preços a seus clientes.
Com esse jeito de abastecer a despensa, uma família, que gasta R$ 1.000 por mês com itens de supermercado acaba economizando, na média, R$ 1.200 por ano quando passa a fazer compras pela shopper.com.br. Além de receber uma experiência de qualidade superior, uma vez que não sofre com indisponibilidade de produtos, filas, atrasos e outras agruras inerentes aos modelos de compra mais tradicionais.
Fábio Rodas, CEO da Shopper, destaca por que a escolha em atuar em São Carlos. “Vimos na cidade um grande potencial de interesse nos serviços que ofertamos, graças a uma população antenada e que cada vez mais tem buscado novas alternativas de simplificar o dia a dia e novas experiências ao fazer compras de supermercado. Estamos muito felizes em levar essa oportunidade única de acesso à inovação e os nossos diferenciais”, declarou.
A shopper.com.br, criada em 2015 em São Paulo pelos sócios Fábio Rodas e Bruna Vaz, tem crescido em torno de quatro vezes ao ano e, nos últimos meses do primeiro semestre de 2021, acelerou ainda mais esse crescimento em pouco tempo: abriu um novo centro de distribuição, lançou nova frente de negócio (a compra programada Fresh, que vende, por meio online, frutas, verduras, legumes e alimentos congelados) e tem expandido sua atuação para mais municípios paulistas, com a expectativa de chegar em mais 60 cidades do estado até o final do ano.
Atualmente, a Shopper atende mais de 2 mil bairros da Grande São Paulo, além de 48 municípios próximos, emprega mais de 600 pessoas e possui mais de 300 mil pessoas cadastradas na plataforma. Dentre os “pure players” (supermercados 100% online), a shopper.com.br é a maior do Brasil.
SÃO CARLOS/SP - No início da semana, dia 15 de agosto, a moradora de uma chácara localizada no Aracê de Santo Antonio, em São Carlos, teve um grande susto ao chegar na propriedade, pois a porta estava entreaberta, assim imediatamente acionou 190.
Quando os Militares chegaram constataram que a porta foi arrombada pelos criminosos. Ao adentrar a casa foi revirada e muitos objetos foram furtados. A mulher de 42 anos, desolada com a situação, só lhe restou registrar o Boletim de Ocorrência (B.O), assim o caso será investigado pela Polícia Civil.
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