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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - No último sábado, 09, um jovem foi preso acusado de agredir a própria mãe e dar uma facada no tio, no bairro Jardim Embaré, em São Carlos.

Segundo boletim de ocorrência (B.O), a Polícia Militar foi acionada via 190 para ir até a Rua Syllas da Silva Rosa, para atender uma ocorrência de violência doméstica. Os Militares ao chegar no local avistaram uma mulher de 41 anos com olho todo roxo. Ao ser questionada quem teria feito tal fato a senhora disse ser seu próprio filho, e que ele estava dentro da residência.

Durante a conversa dos PMs com a vítima, o irmão dela (vítima), chegou e adentrou a casa. Os Policiais entraram no imóvel e flagram o tio segurando o acusado, mas com ferimentos nas costas, pois o indivíduo o perfurou.

Professor Antônio Zuin fala sobre violência na universidade em documentário da HBO, dirigido por Giuliano Cedrone e Marina Person

 

SÃO CARLOS/SP - A forma como o veterano recebe seu calouro tem muita relação com o modo como impera, na universidade, um caldo de cultura autoritário no qual o veterano se julga, na condição de portador da "cultura", no direito de domesticar o calouro, não por acaso chamado de "bicho". Essa é uma das considerações feitas pelo professor Antônio Alvaro Soares Zuin, do Departamento de Educação (DEd) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). O professor desenvolveu uma pesquisa de 2000 a 2002, com fomento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), sobre o trote na universidade e, agora, também fala sobre o assunto no primeiro episódio da série documental "Rompendo o silêncio", da HBO, dirigido por Giuliano Cedrone e Marina Person.
"Infelizmente, o trote tem sido a tradição referente ao processo de integração do calouro na vida universitária", declara Zuin. "A pergunta que fica é a seguinte: com quem os veteranos aprenderam a se julgar assim, como se fossem aqueles que têm a prerrogativa de, por meio da soberba intelectual, tratar os novatos como animais? Provavelmente a reposta para essa questão remete o pensamento para a crítica da relação professor-aluno e das violências cometidas em tal relação no transcorrer da vida universitária. Essa relação entre o trote e o, por assim dizer, espírito burocrático-autoritário da universidade, também presente na relação professor-aluno, me surpreendeu quando fiz a pesquisa sobre o trote", declara o pesquisador. "Muitas vezes o veterano desforra no calouro a raiva que tem do professor e que não pôde ser demonstrada na sala de aula por conta do medo de sofrer algum tipo de retaliação", completa. 
Segundo Zuin, em sua pesquisa, "foi possível comprovar, empiricamente, a característica do trote como rito de integração sadomasoquista na vida universitária, pois a dor que o calouro masoquistamente precisa suportar por ocasião de sua entrada na universidade poderá ser sadicamente vingada nos novatos do próximo ano, ou seja, quando se tornar um veterano". Diante disso, o pesquisador ainda questiona: "será que novas tradições de ingresso na vida universitária não poderiam ser criadas? Será que tal inserção deverá ser feita sempre por meio do emprego de violências física e simbólica?".

Trote solidário
Para o professor da UFSCar, as ações solidárias representam um progresso quando comparadas às práticas de humilhação e tortura presentes no trote. Mas mesmo o trote dito solidário possui no seu âmago essa ideia da domesticação do calouro. E, por isso, não pode ser identificada como a alternativa definitiva para a inserção do calouro na vida universitária. "A própria palavra trote já alude à violência aplicada por aquele que se julga no 'direito' de domesticar o novato. Os limites para a aplicação dos trotes são superados todos os anos por novidades que cada vez mais humilham, mutilam ou matam. Portanto, qualquer tipo de trote porta consigo algum tipo de violência, seja ela simbólica, física ou mesmo ambas", detalha o docente da UFSCar. 
Para saber mais sobre esses estudos, o professor indica três artigos disponíveis na Internet: "O trote universitário como violência espetacular" (https://bit.ly/3uu3639); "O trote no curso de pedagogia e a prazerosa integração sadomasoquista" (https://bit.ly/3zLNhWE); e "Universidade e barbárie: o caso do trote" (https://bit.ly/2ZBpcW1).
Zuin defende que "a universidade precisa apurar as denúncias de trote, providenciar suporte às vítimas e punir os responsáveis. Além de promover debates contínuos sobre o trote (e não apenas na semana dos calouros), a universidade deve instituir novas formas de integração dos novatos e novatas que não sejam baseadas na humilhação e no emprego de violência física". 
Atualmente, o foco dos estudos do professor Antônio Zuin se refere à análise das práticas de cyberbullying cometidas por alunos contra professores. Sobre o assunto, o docente publicou, há dois meses, o livro "Fúria narcísica entre alunos e professores: as práticas de cyberbullying e os tabus presentes na profissão de ensinar", pela EdUFSCar (https://bit.ly/3kRd2AI). Mais informações sobre pesquisas desenvolvidas por Antônio Zuin podem ser solicitadas diretamente com o pesquisador, pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

RIO DE JANEIRO/RJ - Tadeu Schmidt foi anunciado como apresentador do "BBB22", neste domingo (10). No final do "Fantástico", Boninho apareceu no telão para falar da novidade. O jornalista fez uma cena no dominical, como se tivesse atendido ao Big Fone e, em seguida, recebeu uma mensagem do diretor do reality show.

"Fala, Tadeu. Por que você foi atender ao Big Fone. Todo mundo sabe que, normalmente, o Big Fone tem uma consequência. Então eu vim aqui contar pra todo mundo que você vai ser o nosso novo apresentador no 'Big Brother'. A gente está muito feliz que você topou essa loucura com a gente. Essa nave maluca, esse fogo no parquinho, enfim...", disse, Boninho, empolgado.

"Como vai ser o Tadeu agora, sem os cavalinhos e com a galera que está pra chegar? Então vamos nessa, "BBB22"... Estamos te esperando com muita alegria", finalizou o diretor. "Bora, Boninho. Obrigado, querido", disse Tadeu, emocionado. Poliana Abritta brincou: "Cuida dele com muito carinho".

SÃO CARLOS/SP - Através de uma iniciativa pioneira entre CEDIMVET, veterinários oncologistas de São Carlos, Prefeitura, UNICEP e Espaço Animal, acaba de ser lançada em São Carlos a Campanha “Outubro Rosa Pet”, visando prevenir e orientar a população sobre o câncer de mama em animais domésticos e as principais formas de tratamento.

O evento será realizado no próximo dia 23, das 9h às 12h, na FESC, seguindo todos os protocolos de segurança contra a Covid-19.

De acordo com o sócio proprietário da CEDIMVET, Odair Confella Jr, a ideia para essa campanha surgiu para mostrar que, por mais surpreendente que pareça, a incidência de câncer de mama entre os pets é muito maior do que nas mulheres. “Um levantamento do Conselho Federal de Medicina Veterinária mostra que o câncer de mama atinge cerca de 45% das fêmeas caninas e 30% das fêmeas felinas”, aponta.

Carlos Confella Jr explica que inicialmente convocou os veterinários oncologistas de São Carlos e juntos, optaram por desenvolver uma ação de conscientização. “Estamos convidando as pessoas que têm animais de estimação a comparecerem à FESC no dia 23, no período da manhã, e se inteirar desse problema que é tão comum, mas é tão pouco falado. No local, elas poderão conversar e esclarecer as dúvidas com veterinários especializados no assunto”, finaliza o sócio-próprietário da CEDIMVET.

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