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Redação

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 Jornalista/Radialista

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BRASÍLIA/DF - O presidente Jair Bolsonaro anunciou na quinta-feira (21), em Sertânia (PE), que o governo pretende pagar um auxílio a cerca de 750 mil caminhoneiros para compensar o aumento do diesel. Segundo ele, os números relacionados à medida serão informados nos próximos dias. A declaração foi dada durante evento de inauguração do Ramal do Agreste das obras de transposição do Rio São Francisco.

"O preço do combustível lá fora está o dobro do Brasil. Sabemos que aqui é um outro país, mas grande parte do que consumimos em combustível, ou melhor, uma parte considerável, nós importamos e temos que pagar o preço deles lá de fora. Decidimos, então, atender aos caminhoneiros autônomos. Em torno de 750 mil caminhoneiros receberão uma ajuda para compensar o aumento do diesel. Fazemos isso porque é através deles que as mercadorias e os alimentos chegam nos quatro cantos do país”, disse o presidente.

Horas após a agenda em Pernambuco, durante sua live semanal nas redes sociais, o presidente voltou a comentar a medida e acrescentou que o programa de apoio aos caminhoneiros deve pagar um auxílio de R$ 400 por mês, ao custo de R$ 3 bilhões.

O último reajuste definido pela Petrobras no preço do diesel entrou em vigor no dia 1º de outubro. O combustível acumula alta de mais de 30% este ano. Até a semana passada, o preço médio do produto vendido nos postos era de R$ 4,97, segundo a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Transposição

O Ramal do Agreste, inaugurado pelo presidente Jair Bolsonaro, recebeu R$ 1,6 bilhão em recursos públicos. Maior obra hídrica em andamento no estado de Pernambuco, o trecho tem 70 quilômetros (km) de extensão, entre as cidades de Sertânia e Arcoverde, e vai atender um total de 68 municípios onde vivem cerca de 2 milhões de habitantes.

O governo federal também inaugurou, na Barragem de Campos, a captação definitiva do Ramal de Sertânia, estrutura da Adutora do Pajeú. Com isso, serão atendidas 37 mil pessoas da cidade de Sertânia. O investimento federal nesta obra foi de R$ 10 milhões.

Jornada das Águas

Pela manhã, Jair Bolsonaro participou da inauguração das obras do trecho final do Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco. A inauguração aconteceu em São José de Piranhas, na Paraíba, durante evento da Jornada das Águas.

A Jornada das Águas começou na segunda-feira (18), em São Roque de Minas, no norte de Minas Gerais, região da nascente do Rio São Francisco, e vai terminar em Propriá, em Sergipe, no dia 28 de outubro.

A viagem de dez dias, liderada pelo ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, percorrerá os nove estados do Nordeste com anúncios e entrega de obras de infraestrutura, preservação e recuperação de nascentes e cursos d’água, saneamento, irrigação, apoio ao setor produtivo e aos municípios, além de ações de governança, com propostas de mudanças normativas no setor.

 

 

Por Pedro Rafael Vilela - Repórter da Agência Brasil

BRASÍLIA/DF - Trabalhadores informais nascidos em março recebem hoje (22) a sétima parcela do auxílio emergencial em 2021. O benefício tem parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família.

O pagamento também será feito a inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos no mesmo mês. O dinheiro é depositado nas contas poupança digitais e poderá ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem. Somente de duas a três semanas após o depósito, o dinheiro poderá ser sacado em espécie ou transferido para uma conta corrente.

Também hoje, recebem a sétima parcela do auxílio emergencial os participantes do Bolsa Família com Número de Inscrição Social (NIS) de final 5. As datas da prorrogação do benefício foram anunciadas em agosto.

Ao todo, 45,6 milhões de brasileiros estão sendo beneficiados pela rodada do auxílio emergencial deste ano. O benefício começou a ser pago em abril.

 Sétima parcela do auxílio emergencial para beneficiários do CadÚnico

Sétima parcela do auxílio emergencial para beneficiários do CadÚnico - Caixa/Divulgação

 

Para os beneficiários do Bolsa Família, o pagamento ocorre de forma distinta. Os inscritos podem sacar diretamente o dinheiro nos dez últimos dias úteis de cada mês, com base no dígito final do NIS.

O pagamento da sétima parcela aos inscritos no Bolsa Família começou no último dia 18 e segue até o dia 29. O auxílio emergencial somente é depositado quando o valor é superior ao benefício do programa social.

Calendário da sétima parcela do auxilio emergencial para beneficiários do bolsa família

Calendário da sétima parcela do auxilio emergencial para beneficiários do bolsa família - Divulgação/Caixa

 

Em todos os casos, o auxílio é pago apenas a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Também é necessário cumprir outros requisitos para ter direito à atual rodada (veja guia de perguntas e respostas no último parágrafo).

O programa se encerraria em julho, mas foi prorrogado até outubro, com os mesmos valores para as parcelas. A partir de novembro, o público do Bolsa Família será migrado para o Auxílio Brasil, caso o programa social, autorizado por medida provisória, seja criado.

 

 

Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

ARGENTINA - Repetindo um erro bem conhecido, o governo argentino impôs mais um congelamento de preços, numa tentativa de conter uma das maiores ondas inflacionárias da atualidade. Os preços ao consumidor subiram 37% neste ano, até setembro, e podem fechar o ano com aumento de 48,2%, segundo projeção do mercado. Nos últimos três anos as taxas foram de 47,6%, 53,8% e 36,1%. Na América do Sul, só a Venezuela tem apresentado números piores, mas o desarranjo econômico venezuelano é um caso fora de todos os padrões.

A intervenção no sistema de preços é um velho costume do poder público argentino. Essa prática foi abandonada em outros países da região, depois de muitas experiências fracassadas e desastrosas. Na Argentina, as más experiências parecem ter pouco afetado os critérios da administração central.

As formas de controle podem variar, mas o intervencionismo é quase uma norma. De vez em quando, o governo proíbe ou dificulta exportações de carnes e de outros alimentos, para reforçar o abastecimento. O resultado mais visível é a perda de receita comercial, com pouco efeito sobre os preços domésticos.

Em algumas ocasiões o controle se concentra em supermercados e em grandes lojas, mas produtores e comerciantes se adaptam ao jogo e desviam as vendas por outros canais. Em qualquer caso, o resultado é algum desarranjo no sistema de produção e de comercialização. No período dos Kirchners – Néstor e sua mulher, Cristina –, a encenação de política anti-inflacionária incluiu a intervenção nas estatísticas, com escandalosa sonegação de informações ao público. As causas da inflação, enraizadas no desarranjo das contas públicas, na dívida pública interna e externa e no desajuste cambial, foram raramente atacadas com vigor.

Os programas de ajuste apoiados pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) têm resultado, há vários anos, em pouco avanço. Muito desarranjada, a economia argentina encolheu 2,6% em 2018, 2,1% em 2019 e 9,9% em 2020. O crescimento de 7,5% estimado para este ano será insuficiente para levar a atividade ao nível pré-pandemia. A inflação continua disparada, a pobreza aflige 40% da população e as perspectivas de recuperação econômica duradoura são escassas.

Pela nova política de congelamento, os preços têm de voltar ao nível de 1.º de outubro. Esse padrão deve permanecer como limite máximo até 7 de janeiro. Além disso, as empresas devem aumentar a produção até o “nível máximo de sua capacidade” e usar os “meios a seu alcance” para garantir a distribuição de produtos e evitar o desabastecimento. O empresariado já advertiu: se houver perdas, os produtores deixarão de fabricar as mercadorias com preços congelados e o varejo será afetado, mas o governo promete estrito controle do cumprimento de suas ordens.

O fracasso de mais essa manobra autoritária é previsível, mas o exemplo argentino pode ser tentador para algumas autoridades brasileiras, visivelmente dispostas, por exemplo, a interferir nos preços de combustíveis e, talvez, de outros bens. O mau exemplo pode ser contagioso.

 

 

Notas & Informações / ESTADÃO

PARAGUAI - O argentino Guillermo Barros Schelotto foi designado como novo técnico da seleção paraguaia de futebol, com a difícil tarefa de retirá-la em tempo recorde das últimas colocações da tabela de classificação das eliminatórias para a Copa do Mundo de 2022 para mirar pelo menos na repescagem para o Mundial.

"A Associação Paraguaia de Futebol anuncia a contratação da equipe técnica que ficará a cargo da Seleção Paraguaia. A mesma é chefiada pelo professor Guillermo Barros Schelotto e secundada pelo professor Gustavo Barros Schelotto", disse a federação em nota. "Esses profissionais começarão suas tarefas à frente da Albirroja de maneira imediata, apontando para os próximos compromissos pelas Eliminatórias Sul-americanas para a Copa do Mundo de 2022 do Catar", acrescentou a nota divulgada na quarta-feira.

O contrato é válido até o final da Copa América 2024.

O técnico vai substituir o compatriota Eduardo Berizzo, que deixou o cargo na semana passada após a derrota humilhante do Paraguai para a Bolívia por 4 a 0 em La Paz, na 12º rodada das eliminatórias para a Copa do Mundo. A equipe é a oitava na tabela com 12 pontos, à frente apenas de Peru e Venezuela.

O Paraguai não vai a uma Copa do Mundo desde 2010 e seus últimos resultados o afastam da possibilidade de estar no Catar. Gestores e jogadores acreditam, porém, que podem brigar pela quinta colocação para disputar uma repescagem contra uma seleção de outro continente.

Nas próximas partidas, em novembro, o Paraguai terá que enfrentar o Chile em casa e a Colômbia como visitante.

 

 

Por Daniela Desantis / REUTERS

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