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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - Rodrigo Correia dos Reis, de 32 anos, perdeu a vida após ser atropelado por um veículo Renault/Master, no km 227 da Rodovia Washington Luís, em São Carlos, na noite de 5ª feira (16).

De acordo com o boletim de ocorrência (BO), o acidente ocorreu por volta das 22h10min no sentido sul da SP-310. O motorista do veículo disse aos Policiais que estava trabalhado no interior do estado e que estava retornando para cidade de São Paulo, quando avistou um homem saindo do acostamento e indo em direção do seu carro e que tentou evitar o acidente, mas sem êxito. A vítima foi atingida pelo veículo e caiu alguns metros à frente.

O SAMU e a Polícia Militar foram acionados onde foi constatado o óbito no local. A Polícia Científica e o delegado de plantão, Dr. Adriano Callsen Alexandrino e o investigador Fernando estiveram presentes e após os trabalhos de praxes o corpo foi encaminhado ao IML de São Carlos.

As instrumentistas levaram o espírito de natal para os pacientes em tratamento

 

SÃO CARLOS/SP  - Natal é época de paz, renascimento e alegria. E uma das maneiras de expressar tudo isso é através da música. Uma apresentação no Setor de Quimioterapia da Santa Casa de São Carlos com o “Duo de Cordas” formado pela violinista, Rute Lopes Santiago, e a violoncelista, Suelen Santos do Nascimento,  foi um exemplo disso.

Os pacientes em tratamento se emocionaram com belas canções de Natal, como Noite Feliz e Jingle Bells, que trouxeram lembranças de momentos felizes nessa época do ano tão esperada.

“Eu lembrei mais das festas, que a gente se juntava. Chegava final de ano, a gente juntava toda a família. Com a COVID, tudo ficou mais difícil, mas a gente acaba tendo essas lembranças boas, do pessoal, das avós, dos avôs, de todas as festas”, afirma André Ceratti Orive, de 24 anos, analista de operações de Ibaté e que faz tratamento desde 2016. 

E a violoncelista Suelen Santos do Nascimento sabe muito bem desse poder da música. “Ainda mais nessa época de Natal, já lembramos de algumas situações que passaram e a música lembra de coisas boas que vivemos, lugares que estivemos, de pessoas que conhecemos, então é algo muito bom”, comenta.

O Setor de Quimioterapia tem uma preocupação constante com o bem-estar e a humanização dos pacientes. E essas apresentações são parte disso. Para Quezia de Souza Aguiar, enfermeira responsável, “no tratamento oncológico não vai somente a medicação, vai muito além disso tudo, a gente tem que pensar na humanização, no bem-estar, no paciente se sentir bem acolhido”, reforça.

O convite para apresentação do Duo de Cordas partiu da Nerilda Boni Corneta Gallo, e da Flaviane Regina Corneta de Souza Copete, voluntárias no Setor de Quimioterapia. “O tratamento é um momento de sofrimento e angústia e as músicas, além de levarem uma mensagem positiva, também ajudam o paciente a esquecer do problema por alguns instantes e amenizam a dor. Mesmo de máscaras, conseguimos ver o sorriso e a emoção no rosto de cada um,” comenta Nerilda.

EDIMBURGO - Os ativistas foram às ruas de Glasgow durante a 26ª cúpula climática das Nações Unidas, realizada em novembro, para exigir que os bancos e outras instituições financeiras sejam mais responsáveis em relação ao clima, mas um deles, a menos de cem quilômetros a leste da cidade, já mostra como isso pode acontecer.

O NatWest, que antes era o Banco Real da Escócia, fez a transição das mais improváveis – de grande financiador da indústria de petróleo e gás para líder das finanças "verdes", reduzindo sua exposição a combustíveis fósseis e prometendo investir cem bilhões de libras em projetos de energia sustentável nos próximos quatro anos.

Com sede em Edimburgo, ele pode servir de exemplo na enorme mudança necessária para que o setor bancário e de investimento britânico se torne, nas palavras do governo, "o primeiro centro financeiro Net Zero do mundo".

Desde o Brexit, o setor financeiro britânico perdeu um pouco do brilho, já que Londres não pode mais ser usada como centro de negócios europeus. O Tesouro, determinado a manter a proeminência do país, está explorando outras formas de atrair investidores, inclusive afrouxando as regras para atrair startups de tecnologia e apoiando empresas financeiras tecnológicas, mas as finanças "verdes" também podem ser uma resposta.

A transformação do NatWest até ganhou elogios cautelosos de alguns manifestantes. Johan Frijns, cofundador do BankTrack, organização neerlandesa que pressiona os bancos a pararem de financiar projetos de combustíveis fósseis, afirmou que a instituição pode estabelecer um novo padrão no processo de transformação dos grandes bancos em prol de uma economia de baixo carbono. "Queremos muito ver o NatWest como um farol de esperança, como um banco que mostra que pode se transformar. E essa é uma grande mudança. Seu orgulho era ser o banco do petróleo e do gás", disse Frijns.

A transição do NatWest foi facilitada pela diminuição de sua estatura global. Por um curto período antes da crise financeira de 2008, ele chegou a ser o maior banco do mundo em ativos, mas, enfrentando enormes perdas com a diminuição do crédito global, foi resgatado pelo governo britânico e teve de frear as ambições. Agora, refletindo o foco doméstico, quase metade de seus empréstimos é de financiamentos imobiliários.

Porém, na última década – primeiro em um ritmo lento, e depois mais rapidamente –, começou a zelar mais por seus objetivos relacionados ao clima. Em 2012, reservou 200 milhões de libras para empresas que desenvolvessem projetos de eficiência energética; nos anos que se seguiram, ajudou a financiar mais planos de energia renovável, incluindo parques eólicos; em 2017, informou que não financiaria diretamente nenhum novo projeto de mineração e de geração de energia a carvão; em 2018, divulgou que investiria dez bilhões de libras em financiamento climático sustentável nos próximos dois anos.

Contudo, as maiores mudanças vieram sob a liderança de Alison Rose, que assumiu como executiva-chefe no final de 2019. Além de mudar o nome do banco e distanciá-lo de seu passado de crise, ela declarou que quer administrar um "banco guiado por propósitos", com foco na "ajuda ao enfrentamento do desafio climático".

Em outubro, o banco anunciou o investimento de cem bilhões de libras para financiamento de iniciativas "verdes" e sustentáveis até o final de 2025. Além disso, deixaria de emprestar e apoiar grandes produtores de petróleo e gás que não tivessem estabelecido, até o final deste ano, um plano de transição alinhado com a restrição do aquecimento global em 1,5º C acima dos níveis pré-industriais (a meta do Acordo de Paris). O banco também se comprometeu com uma "eliminação completa" de investimentos no carvão até o início de 2030, mesmo ano em que pretende reduzir pela metade as emissões de carbono de todos seus financiamentos antes de chegar ao zero líquido em 2050.

Mas a transformação do banco não está completa: no final de setembro, a exposição do NatWest às grandes empresas de petróleo e gás, principalmente com empréstimos, foi de um bilhão de libras, e 600 milhões de libras para empresas nas quais mais de 15 por cento da atividade se refere ao carvão. Contudo, suas prioridades seguem o caminho traçado pelo governo, que estabeleceu uma meta vinculando legalmente o país à redução de mais de 75 por cento das emissões de carbono até 2035 em comparação com os níveis de 1990, e a atingir as emissões líquidas zero de gases de efeito estufa até 2050. Os legisladores estão tentando encontrar uma maneira de alcançar esses objetivos.

Rishi Sunak, que como chanceler do Tesouro é o diretor financeiro de maior destaque do Reino Unido, apresentou um plano que primeiro pede, e depois exige, que as instituições financeiras – incluindo gestores de ativos e fundos de pensão – e as empresas com acionistas expliquem como vão adaptar suas atividades e investimentos para ajudar o país a cumprir suas metas de Net Zero. Esses planos de transição se somariam aos requisitos existentes de publicar informações financeiras sobre os riscos climáticos de suas operações comerciais e investimentos.

"É um indicador realmente positivo de que o Reino Unido reconhece que precisa levar em conta as emissões associadas a seu setor financeiro. É algo que não aconteceu nos EUA. Mas os planos de transição ainda não são obrigatórios, e o governo britânico declarou que permitirá ao mercado decidir se os planos são adequados ou críveis, embora ainda não tenha se mostrado bom juiz em muitas coisas sobre o clima", disse Alison Kirsch, da Rainforest Action Network, principal autora do relatório anual da entidade sobre o financiamento de combustíveis fósseis pelos bancos.

O Reino Unido pode ter dificuldade de cumprir seus objetivos sob outros aspectos. Antes que os planos de transição se tornem obrigatórios, o governo está montando uma força-tarefa para definir o que seria "um bom plano". A conclusão desse relatório pode demorar mais um ano, atrasando a notificação obrigatória, embora alguns grupos internacionais já tenham dado orientações sobre estratégias de transição. E o governo afirmou explicitamente que esses planos não foram projetados para proibir investimentos em atividades com uso intenso de carbono.

SÃO CARLOS/SP - A Missa Solene e Posse Canônica de Dom Luiz Carlos Dias como 8º Bispo Diocesano de São Carlos acontecerá na Catedral de São Carlos Borromeu, neste sábado, dia 18 de dezembro, às 10h.

São esperados bispos, padres, diáconos, religiosos e religiosas, seminaristas e leigos e leigas de toda a Diocese, para fazer unidade e acolher o novo pastor.

Dom Luiz Carlos foi nomeado pelo Papa Francisco, Bispo Diocesano de São Carlos, no dia 20 de outubro deste ano. Exerceu por cinco anos o ministério episcopal como Bispo Auxiliar da Arquidiocese de São Paulo.

Há um ano a Diocese, está sobre o pastoreio do Administrador, Dom Eduardo Malaspina junto ao Colégio de Consultores.

 

Quem é Dom Luiz Carlos Dias?

Dom Luiz Carlos Dias tem 57 anos e é natural de Caconde (SP). Foi ordenado diácono em 1989 e sacerdote, em 5 de abril de 1991. Pertence ao clero da Diocese de São João da Boa Vista (SP). Cursou Filosofia e Teologia no Centro de Estudos da arquidiocese de Ribeirão Preto (CEARP). É mestre em Filosofia pela Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma, com formação em Ética Social na Adveniat, Alemanha.

Na trajetória sacerdotal, padre Luiz atuou como reitor do Propedêutico, Casa “São Paulo” (1992 a 2002); vigário paroquial na paróquia Imaculada Conceição, em Caconde (1991 a 2002); pároco da paróquia Nossa Senhora de Fátima, em São João da Boa Vista, em 2005; diretor do Instituto de Filosofia da Diocese de São João da Boa Vista; reitor do Seminário Diocesano de Teologia “São João Maria Vianney” (2005 a 2010); vigário da paróquia São Judas Tadeu em Mogi Guaçu (2005 e 2010).

Também exerceu a docência em Teologia Moral, no Instituto de Teologia de São João da Boa Vista (1992 a 2001); Antropologia Cultural e História da Filosofia, no Instituto de Filosofia da diocese de Guaxupé; História da Filosofia, Metafísica e Seminários, no Instituto de Filosofia de São João da Boa Vista; História da Ética, no Instituto de Filosofia da arquidiocese de Brasília.

Na diocese de São João da Boa Vista, coordenou a Pastoral missionária diocesana e foi membro do Conselho de Presbíteros. No período de 2010 a 2015, exerceu o cargo de secretário executivo das Campanhas da Fraternidade e da Evangelização, na Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília.

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