Jornalista/Radialista
Em Olímpia, num único lugar, o turista pega praia e se diverte no parque aquático
OLÍMPIA/SP - Praia ou parque aquático no feriadão nas festas de final de ano e nas férias? Em Olímpia (interior de São Paulo), no Hot Beach Parque & Resorts, o turista tem os dois num único lugar. O parque aquático Hot Beach, além das atrações para todas as faixas etárias e ampla área infantil, também é praia de água doce. Tem piscina com ondas, bar molhado, bar da praia e extensa faixa de areia branca e fofinha com coqueiral.
Mas, claro, a adrenalina está garantida no Irado, a torre de toboáguas com quatro opções de descida, e numa atração em formato de pista de skate em “U”, em que se desce deslizando em boia dupla, num movimento de pêndulo. Para quem quer tranquilidade, a dica é o Ebaaa River, uma atração suave que é relaxante, mas muito divertida e de grande fluxo de turistas. É subir em uma boia e deixar-se levar pela correnteza da água. Quem quer mais privacidade, pode optar pela locação de cabanas e bangalôs vips, o que já inclui petiscos e bebidas exclusivas.
Para as crianças pequenas, há várias atrações para eles curtirem muito, como escorregadores infantis, arcos de onde jorram jatos de água, ilha de água quente, pequeno rio lento, fontes de água que brotam do chão e piscinas rasas, balanços molhados e mini escorregadores. Ao lado fica o complexo infanto-juvenil, com brinquedos que envolvem toda a família, dos pequenos aos vovôs, adolescentes e adultos. A sensação são os baldes gigantes suspensos que, quando cheios, derramam água em quem está embaixo.
Ainda não começou o verão, mas em Olímpia, cidade com muito sol e calor, as temperaturas já são da estação mais quente do ano. Para curtir o parque aquático Hot Beach Olímpia, o 9.º mais visitado da América Latina, há três maneiras: hospedar-se em um dos quatro resorts do grupo, comprar ingresso para day use ou comprar o passaporte anual. Quem está hospedado tem, entrada gratuita para o parque aquático durante toda a estada.
O tema do Natal do Hot Beach Parque & Resorts neste ano é “Brasilidades”, para que os hóspedes se sintam em casa e curtam muito a festa com suas famílias. A brasilidade estará na música, no cardápio, na recreação e na decoração. A ceia terá pratos típicos dos quatro cantos do País para o hóspede "viajar" em nossas estações gastronômicas.
Leitão assado e o tradicional peru estão entre as opções. E tem cardápio kids com pratos lúdicos. Até porque, para as crianças, Natal é sinônimo de encantamento. E a magia vai começar no check in porque personagens que elas amam vão fazer o receptivo. E, claro, o ápice será a chegada do Papai Noel no dia 24. Os pais que quiserem podem levar o presente de seus filhos e deixar com o bom velhinho que ele se encarregará de entregar. E, após a ceia, a festa é no parque aquático Hot Beach Olímpia.
A grande atração da virada do ano em Olímpia, que já é tradição, é a festa de Réveillon do Hot Beach Parque & Resorts. É uma festa exclusiva para os hóspedes num clima família, realizada no parque aquático Hot Beach com toda segurança e conforto. Contará com decoração temática, música de todos os gêneros distribuídos nos diversos espaços do parque aquático, ceia especial, all inclusive de bebidas e uma grande queima de fogos de artifício à meia-noite.
Para se hospedar
Uma das opções de hospedagem em Olímpia é o Celebration Resort Olímpia, estruturado para celebrar as boas coisas da vida e o primeiro pet friendlly da cidade. É confortável, moderno e perfeito para a família porque é completo em lazer e conta com recreação infantil. As piscinas valem o dia todo de entretenimento. São três – uma de borda infinita, outra com hidromassagem e uma exclusiva para as crianças –todas, naturalmente aquecida. Das piscinas, se desfruta do mais belo por-do-sol de Olímpia, com serviço de garçom.
O resort dispõe de Fitness Center Reebok, uma academia com aparelhos de última geração, sauna a vapor e moderno spa. O Celebration Resort recebe a criançada de braços abertos. Conta com Espaço Kids e treinada equipe de recreação que desenvolve atividades lúdicas e pedagógicas que garantem a alegria do público infantil. Dispõe de Copinha da Mamãe com berçário, fraldário duchinha quente, minipias e vasos sanitários adequados para as crianças. Para os mais crescidos, o lugar é o Espaço Teen, com videogames de última geração.
Os apartamentos do resort são amplos, confortáveis e aconchegantes. São 218 unidades do tipo Queen, com duas camas de casal medindo 1,58m por 1,98m cada uma, ou na configuração de uma de casal e duas de solteiro. Outros 40 apartamentos com cama de casal king size, de 1,80m por 2,00m mais duas camas de solteiro sobressalentes. Os apartamentos dispõem de ar condicionado Split, frigobar, sacada, cofre e TV por assinatura. E seis unidades no térreo são totalmente adaptadas para portadores de necessidades especiais, com portas largas e corrimões no banheiro, entre outros itens necessários para este público. Os colchões são Probel e os banheiros, equipados com ducha!
Um homem foi preso na ação, ocorrida em Dracena, no interior do Estado
DRACENA/SP - A Polícia Militar, por meio do 2º Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), prendeu um homem, de 49 anos, que transportava mais de 1,5 tonelada de maconha. O flagrante ocorreu na noite de quarta-feira (15), na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), em Dracena, na região de Presidente Prudente – interior do Estado.
BRASÍLIA/DF - O aumento da pobreza decorre de uma crise econômica global provocada pela pandemia de covid-19, disse na sexta-feira (17) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Em apresentação de balanço de fim de ano da pasta, ele disse que o Brasil fez o dever de casa e que as medidas de apoio à economia tomadas em 2020 foram sentidas em 2021.

Segundo o ministro, outros países, inclusive economias avançadas, experimentaram aumento da pobreza e da inflação neste ano. Ele comparou os efeitos econômicos da pandemia ao impacto de uma guerra.
“Alguns vão dizer que o Brasil está mais pobre. Sim, guerras empobrecem. O mundo todo ficou mais pobre. Inflação também está alta na Alemanha, Estados Unidos e China. É culpa do governo Bolsonaro? Falam que governo A ou B perderam menos empregos, mas algum outro governo enfrentou a covid? Então não podemos comparar”, declarou o ministro.
O ministro criticou previsões do fim do ano passado de que a economia brasileira cresceria 3,5% neste ano, dizendo que o país chega ao fim de 2021 com expectativa de crescimento em torno de 5%. Para Guedes, a recuperação econômica em relação à fase mais aguda da pandemia acabou e deveu-se, em grande parte, às medidas de sustentação do emprego e da renda tomadas no ano passado.
“Isso tudo deu frutos neste ano, quando a economia se reergueu. A síntese de 2021 é que as previsões de que o Brasil iria dar errado falharam, a economia realmente voltou em 'V' e cresceu 5% neste ano”, reiterou Guedes. O ministro não comentou a queda de 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos) no terceiro trimestre, o que configura recessão técnica.
Para o ministro, a inflação, atualmente superior a 10% no acumulado de 12 meses, é um fenômeno temporário, decorrente da pandemia. Ele disse que as maiores pressões em relação aos preços vêm de problemas de oferta, como a escassez global de algumas matérias-primas e a interrupção de fluxos comerciais e de cadeias produtivas.
“Teve inflação no mundo inteiro. Em todo o mundo, salários, aposentadorias e aluguéis perderam poder de compra e os governos mantiveram programas sociais. Mas as cadeias produtivas se desarticularam, e esse choque de oferta adverso tirou renda, emprego e trouxe inflação no mundo inteiro. Se é verdade que a inflação subiu, a culpa é nossa ou da covid?”, comentou.
Na avaliação de Guedes, a prova de que o governo brasileiro está fazendo o dever de casa pode ser expressa pela redução do déficit primário, resultado negativo nas contas do governo sem os juros da dívida pública. Para o ministro, nenhum país conseguiu fazer um ajuste fiscal tão expressivo como o Brasil, mesmo num cenário de pandemia.
“É verdade que nós nos endividamos um pouco mais, mas os estados e municípios melhoraram seus resultados. Onze estados que estavam no vermelho voltaram para o azul. Não deixamos os governos regionais entrarem em colapso por falta de recursos”, declarou. Guedes acrescentou que os gastos federais retornaram a 19,5% do PIB em 2021, semelhante ao nível registrado em 2019, após terem subido para 26% do PIB em 2020, por causa da pandemia.
No fim de novembro, a equipe econômica melhorou as projeções do déficit primário de 2021 para R$ 95,8 bilhões (cerca de 1,1% do PIB). Para 2022, o projeto do Orçamento Geral da União originalmente previa déficit de 0,5% do PIB, mas a decisão do governo de aumentar gastos para bancar o Auxílio Brasil de R$ 400 elevará o déficit para 1,4% do PIB no próximo ano.
BRASÍLIA/DF - O Congresso Nacional derrubou ontem (17) um veto presidencial e, com isso, ampliou o valor do Fundo Eleitoral de R$ 2 bilhões para mais de R$ 5,7 bilhões. Em agosto, o presidente da República havia vetado essa ampliação quando sancionou a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2022. O trecho, antes vetado e agora derrubado, agora segue para promulgação.

O veto foi primeiro analisado na Câmara e os deputados o derrubaram por um placar de 317 votos a 143. No Senado, foram 53 votos pela derrubada do veto e 21 por sua manutenção. No Senado, assim como na Câmara, o assunto foi alvo de debates.
Para o senador Telmário Mota (Pros-RR), ser a favor do veto, e contra os R$ 5,7 bilhões para as campanhas, é adotar um “discurso fácil e demagógico”. Ele defendeu a derrubada do veto para, segundo ele, trazer igualdade de condições aos candidatos e fortalecer a democracia.
“Como um líder comunitário vai conseguir disputar uma eleição com um grande empresário ou um descendente de uma oligarquia? O sistema de financiamento privado [de campanha] quase comprometeu a democracia brasileira. Escolheu-se o financiamento público. É preciso o financiamento ser igualitário para todos”, afirmou.
Já o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) se disse “indignado” com tal quantia para o Fundo Eleitoral. Para ele, não é momento do país reverter tal quantia para campanhas políticas. “A manutenção do veto é o mínimo de respeito com um país machucado pela pandemia, com mais de 20 milhões de pessoas passando fome e que agora, no apagar das luzes, se vê no direito de premiar presidentes de partidos e candidatos nas próximas eleições com montanhas de dinheiro público.”
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