Jornalista/Radialista
TÓQUIO - O governo do Japão espera que o banco central mantenha os esforços para alcançar a meta de inflação de 2% e que ambos trabalhem juntos em relação à política econômica, disse o primeiro-ministro, Fumio Kishida, nesta quinta-feira.
"A economia do Japão pode retomar o crescimento saudável garantindo que a política monetária do Banco do Japão e a política fiscal do governo trabalhem juntas", disse Kishida em seminário.
"É por isso que é importante que ambos os lados se comuniquem e se coordenem."
Futuras decisões podem ser influenciadas por acontecimentos na economia global e pela pandemia de Covid-19, completou ele.
"Mas, por enquanto, é importante que ambos os lados coordenem a política com base em um entendimento esboçado em comunicado conjunto de 2013", disse Kishida.
"O documento esclareceu o papel que o governo e o banco central têm em tirar o Japão da deflação, especificando a meta para a alta de preços pela primeira vez.
Reportagem de Leika Kihara / REUTERS
ABU DHABI - Pode-se dizer que os Emirados Árabes é a segunda casa do Jiu-Jitsu brasileiro. Sob forte influência do sheik Tahnoon bin Zayed Al-Nahyan, filho do sheik Zayed bin Sultan, fundador do país, e irmão do sheik Khalifa bin Zayed, atual presidente, a modalidade desenvolvida pelos irmãos Carlos e Hélio Gracie se tornou prática indispensável tanto nas escolas quanto nos quartéis. Famoso influenciador digital local, o faixa-azul Butti Al Shahi destacou a importância que a arte suave representa para seu país.
"É um dos principais esportes do país porque vai muito além de defesa pessoal. Nós o vemos como um auxiliar na construção de uma sociedade, com cidadãos mais saudáveis, confiantes e com senso de comunidade", exalta. "Me atrevo a dizer que o Jiu-Jitsu alcançou o patamar do futebol na nossa comunidade, no sentido de ultrapassar as barreiras geracionais. Digo isso porque em torneios como o Campeonato Mundial Profissional de Jiu-Jitsu de Abu Dhabi (WPJJC) só de atleta temos por volta de 2 mil."
O influenciador explica que nas escolas dos Emirados, onde é matéria obrigatória, o Jiu-Jitsu é ensinado de forma mais leve, educacional, sem muita cobrança, visando desenvolver os princípios da filosofia do Jiu-Jitsu: inteligência, paciência e disciplina.
"Queremos que nossas crianças cresçam sendo saudáveis, ativas, respeitosas, disciplinadas para atingir os próprios objetivos e motivadas a superarem as barreiras que virão na vida adulta. Se dali saírem atletas profissionais, será maravilhoso, nossos torneios os esperam, mas a ideia principal é formar cidadãos", destaca.
Já no exército, segundo ele, o Jiu-Jitsu tem um papel diferente.
"Por ser usado para desenvolver a capacidade de observação, resistência, flexibilidade e concentração, as metas são bem definidas. Nossos militares não podem viajar, ter férias ou serem promovidos sem que finalizem o treinamento e atinjam a meta estabelecida dentro de suas formações", explica Butti Al Shahi.
Mas não são só os estudantes e os militares que se renderam à prática da arte brasileira. Adultos de todas as idades estão lotando as academias de Jiu-Jitsu para beberem da mesma fonte que os jovens de suas famílias.
"Temos várias academias com turmas voltadas para pessoas acima de 45 anos tendo contato com a modalidade pela primeira vez. São homens e mulheres em fase adulta que ao verem os familiares envolvidos em uma rotina saudável com prática de exercícios e de interação social, vão em busca de vivenciar o mesmo. O desenvolvimento nessa arte depende do esforço individual, mas a vivência do esporte e dos valores é um processo coletivo e, felizmente, todos nós estamos conseguindo perceber isso, desde os pequeninos até nossos mais velhos."
RIO DE JANEIRO/RJ - A Audi do Brasil será a patrocinadora oficial das seleções masculina e feminina de voleibol para deficientes até o final dos Jogos Paralímpicos de Paris, em 2024, segundo anúncio feito na House of Progress no início deste mês. A ideia surgiu durante uma conversa entre Rainer Maas, diretor executivo e CFO da Audi do Brasil, e o time de Audi com Ângelo Alves Neto, presidente da Confederação Brasileira de Voleibol para Deficientes (CBVD). “A parceria está alinhada com os objetivos da marca em apoiar o esporte ao mesmo tempo em que levantamos as bandeiras da inclusão e da conscientização por um trânsito mais seguro” afirmou Maas durante um dos eventos realizados na House of Progress em São Paulo.
As duas seleções terão os logotipos das quatro argolas estampados nos uniformes oficiais e em outros materiais como bonés, backdrops e placas publicitárias durante os jogos. Além disso, o apoio contempla os direitos de imagens das atletas da seleção feminina para futuras campanhas e ações da empresa. A ação inclui ainda um Audi Q5 adaptado para o transporte dos atletas. “Vejo a parceria entre a CBVD e a Audi como o início de um novo tempo no esporte paralímpico, com o vôlei sentado chegando a lugares maiores e melhores”, diz Alves Neto.
O time feminino conquistou duas medalhas de bronze seguidas nas paralimpíadas de Tóquio e do Rio de Janeiro, depois de terminar em quinto lugar nos Jogos de Londres, em 2012. Já a seleção masculina, que havia ficado também em quinto lugar em Londres, subiu para quarto nas últimas duas paralimpíadas.
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