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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - Um homem foi esfaqueado no final da tarde deste último domingo (16), na Rua Francisco Possa, no bairro Santa Felícia, em São Carlos.

Segundo informações, a vítima de 40 anos, teria se envolvido em uma discussão, quando um de seus desafetos em posse de uma faca desferiu um golpe em seu peito.

O SAMU foi acionado e imediatamente a USA (Unidade de Suporte Avançado), foi ao local e socorreu a vítima à UPA do Santa Felícia, onde foi atendido e não corre risco de morrer.

O autor ainda não foi identificado.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde informa que nesta semana, dias 17 até 21 de janeiro, a vacinação contra a COVID-19 permanecerá na Unidade Básica de Saúde (UBS) do Cidade Aracy, das 7h30 às 16h; na Fundação Pró-Memória das 8h às 16h, e também no Ginásio Milton Olaio Filho, das 7h30 às 18h30.

Porém, hoje (17), as Unidades Básicas de Saúde (UBS’S) do Maria Stella Fagá e do Santa Felícia também passam a vacinar contra a COVID-19, das 8h às 16h de segunda a sexta-feira.

Pós-Graduação da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) capacita psicólogos e fonoaudiólogos

 

SÃO CARLOS/SP - O mercado de trabalho para profissionais especializados em Neuropsicologia vem crescendo em todo o mundo. O aumento da expectativa de vida e o surgimento de novos tratamentos para Alzheimer, Parkinson, Paralisia Cerebral, Depressão, Autismo ou mesmo para sequelas de acidente vascular cerebral (AVC), dentre outros, criou uma demanda por especialistas capazes de investigar o comportamento e o cérebro, apontar suas potencialidades e a melhor terapia para cada caso em específico.
"Profissionais capacitados para examinar pacientes com testes padronizados - para ter acesso a dados precisos e identificar a origem psicológica ou neurológica que gera algum tipo de comportamento - podem melhorar a qualidade da vida da população. São importantíssimos. Eles devem estar presentes em diferentes setores de instituições de saúde e educação para otimizar os serviços prestados", afirma o professor Sérgio Leme da Silva, docente do Departamento de Psicologia (DPsi) da UFSCar.
A Neuropsicologia engloba o estudo do cérebro, seu desenvolvimento, a sua funcionalidade, transtornos psicológicos e as neuropatologias da infância, da adolescência e do envelhecimento. Dividida em Avaliação e Reabilitação, os profissionais da área usam de métodos específicos para analisar as condições de cada tipo de indivíduo. Após identificar possíveis prejuízos, funcionalidades perdidas, comportamentos adaptados, cognições compensadas e áreas cerebrais afetadas, ainda são coletadas informações referentes ao histórico familiar, social e clínico para traçar um perfil do paciente.
"Já na Reabilitação Neuropsicológica são realizadas algumas intervenções necessárias para melhorar ou adaptar alguma dificuldade para que aquela pessoa possa ser reinserida na sociedade, se possível. Não há limites para o desenvolvimento do cérebro humano. Ele responde a estímulos externos como treino, aprendizagem e atividade física e, assim, pode se modificar", descreve o professor.
Uma das mais importantes atribuições desse campo é a emissão do laudo neuropsicológico. O documento, que reúne os resultados obtidos durante a avaliação, deve ter todas as análises recebidas durante os testes feitos. Dessa maneira, ainda é possível auxiliar na tomada de decisões de outras áreas, fornecendo dados e ajudando a responder, por exemplo, se dificuldades expressas por uma criança são frutos de alienação parental, de violência doméstica ou por bullying na escola. "Para além da área da saúde, no setor educacional o profissional capacitado em Neuropsicologia pode ajudar a identificar o motivo de um aluno ter dificuldades de aprendizagem, por exemplo, ou se um determinado tipo de comportamento está relacionado a algum estado emocional", conta o docente. 
De acordo com o professor da UFSCar, fonoaudiólogos também podem atuar na área da Neuropsicologia, investigando problemas de linguagem, identificando comprometimentos e propondo estratégias de estimulação que melhorem a comunicação. "Para isso, é preciso aprofundar os conhecimentos sobre as relações entre cérebro e habilidades cognitivas, bem como a percepção, memória, linguagem oral e escrita, dentre outros. Além disso, é necessário saber reconhecer a expressão corporal das emoções, além de ter conhecimentos sobre administração e gestão de equipes interdisciplinares", ressalta Silva. 
Infelizmente, na visão do especialista, o Brasil ainda engatinha nessa área em nível de atendimento. "Quem aproveita muito é a elite, mas escolas e serviços públicos, que também deveriam ter um profissional com esse conhecimento, ainda não têm. Com o objetivo de qualificar graduados nas áreas de Educação e Saúde, a UFSCar oferece uma pós-graduação que trabalha tópicos básicos para o atendimento da criança ao idoso, do diagnóstico ao tratamento", lembra o professor. O "Curso de Especialização em Neuropsicológica Clínica: Avaliação e Reabilitação" aborda diversas formas de levantar dados clínicos e hipóteses por meio de instrumentos padronizados de avaliação das funções neuropsicológicas, que permitam diagnosticar e estabelecer qual o melhor tipo de intervenção necessária e específica.
O curso é voltado para psicólogos e fonoaudiólogos. Com aulas didáticas, práticas, além de atividades de pesquisa e leitura, a pós-graduação segue uma bibliografia atualizada. São abordados o funcionamento do cérebro, doenças da infância e do envelhecimento, além de temas como desenvolvimento, plasticidade cerebral e ética no atendimento clínico. A especialização oferece também aos alunos a oportunidade de vivência da prática clínica em parceria com a Unidade Saúde Escola (USE) e a Clínica Escola do Departamento de Psicologia, ambos da UFSCar. As aulas começam no dia 28 de janeiro. Inscrições em www.box.ufscar.br. Na página há mais informações, como valores de investimento.

LIMA - A economia peruana cresceu 3,47% em novembro na comparação anual, a menor taxa desde março, disse o governo neste sábado, citando um avanço no consumo que foi compensado por uma queda no setor de mineração assolado por protestos ambientais.

Em novembro de 2020, a economia do segundo maior produtor de cobre do mundo caiu 2,08%, quando o Peru ainda estava sentindo os estragos do lockdown do coronavírus.

Em 2021, algumas operações de mineração foram severamente interrompidas por protestos de cidadãos que alegavam que as comunidades próximas às minas estavam sofrendo danos ambientais, ao mesmo tempo em que não se beneficiavam suficientemente do setor.

A agência oficial de estatísticas INEI informou em comunicado que a economia cresceu 14,68% nos primeiros 11 meses de 2021.

O setor de mineração e hidrocarbonetos, fundamental para a economia peruana por representar 60% de suas exportações, caiu 5,29% em novembro na comparação anual, basicamente devido à menor produção de cobre, zinco, ferro e chumbo, informou a agência de estatísticas.

A economia do Peru afundou 11,1% em 2020, uma das piores contrações da América Latina por conta de restrições rígidas destinadas a combater a pandemia. No ano de 2021, a economia cresceu 13,2%, segundo estimativas oficiais.

 

 

 

Reportagem de Marco Aquino / REUTERS

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