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Redação

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 Jornalista/Radialista

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CRICIÚMA/SC - O domingo (16) foi bom para Rayssa Leal, de 13 anos, que conquistou o título do skate street do STU de Criciúma, etapa de abertura do circuito nacional skate de 2022. Medalha de prata na Olimpíada de Tóquio (Japão), a maranhense de Imperatriz superou na superfinal a paulista Pâmela Rosa, bicampeã mundial, ao alcançar 15.24 pontos. Pâmela terminou em segundo lugar (14.08) e Gabi Mazetto em terceiro (9.38). O evento ocorreu sob forte calor e com presença de público no Parque Municipal Prefeito Altair Guidi, cuja pista é considerada uma das mais modernas do país pela Confedração Brasileira de Skate (CBSk).

Antes da superfinal, que reuniu as quatro melhores do street do STU Criciúma, oito atletas disputaram a final. Marina Gabriela avançou à superfinal junto com  Rayssa,  Pâmela, e Gabi. As outras quatro - Giovana Dias, Karen Feitosa, Rafaela Murbach, Virgínia Fortes Água -  foram eliminadas.

Na disputa masculina, quem brilhou foi o cerarense Lucas Rabelo, de 22 anos, campeão do STU Open Rio no ano passado. O skatista conseguiu na superfinal nota 8.81, a mais alta da etapa e travou disputa acirrada com o paranaense Wilton Souza que cravou 8.21.  Mas na soma final Rabelo levou a melhor com nota final 23.33, se sagrando campeão da primeira etapa do circuito nacional de street. Souza terminou em segundo e Eduardo Neves em terceiro.

 

 

 

AGÊNCIA BRASIL

SÃO PAULO/SP - O que fazer quando pais e mães divergem sobre a aplicação da vacina contra a Covid-19 nos filhos? Segundo autoridades médicas, com o avanço da ômicron é imprescindível que as crianças sejam rapidamente imunizadas.

O imunizante utilizado na população entre 5 e 11 anos é o da Pfizer, autorizado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em 16 de dezembro de 2021.

A lei garante à criança e ao adolescente o direito à saúde e à vacina.

O artigo 227 da Constituição diz que "é dever da família, da sociedade e do estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão."

Segundo Iberê de Castro Dias, juiz titular da Vara da Infância e Juventude de Guarulhos, na Grande São Paulo, o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) não dá margem para esse tipo de discordância quando põe como obrigatória a vacinação das crianças nos casos recomendados pelas autoridades sanitárias. E isso vale também para a Covid-19.

O magistrado explica que é ilegítima a recusa à vacinação dos filhos por questões filosóficas ou religiosas.

"Não tem debate. O que pode existir é alguma razão clínica comprovada, onde a vacinação não seria recomendada por causa de algum problema de saúde na criança. Em termos genéricos, pais e mães não podem dizer que a religião não permite a vacinação ou alegarem que são veganos, por exemplo", afirma Dias.

Em dezembro de 2020, pais veganos foram parar na Justiça após pleitearem o direito de não vacinar os filhos por considerarem o procedimento invasivo. Eles recorreram da decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, que determinou a vacinação. No STF (Supremo Tribunal Federal), perderam por unanimidade.

"Pais que não vacinarem seus filhos, nos casos recomendados pelas autoridades sanitárias, inclusive contra a Covid-19, poderão ser penalizados com multa que varia de 3 a 20 salários mínimos (o dobro na reincidência)", ressalta Dias.

Ainda estarão sujeitos à aplicação de uma ou mais medidas previstas no artigo 129 do ECA, entre as quais a perda da guarda e do pátrio poder familiar.

Para Dias, havendo discordância entre os pais, a solução será levar o caso ao Judiciário. Assim, caberá ao juiz a análise do motivo da recusa da vacinação por uma das partes e posterior decisão.

A advogada Carmem Lilian Calvo Bosquê, especialista em direito de família, concorda e acrescenta que tudo isso vale tanto para casais ainda juntos quanto para pais divorciados.

"Na atual conjuntura do direito de família há uma regra nos divórcios, que é a guarda compartilhada. Não é só compartilhar as despesas. Todas as decisões sobre educação, lazer, saúde da criança devem ser tomadas em conjunto entre os genitores", afirma ela.

Se a falta de consenso for parar na Justiça, a tendência é que a resolução seja rápida, de acordo com a advogada. "Você entra com um pedido de liminar, pede para o juiz anteceder os efeitos da tutela principal e ele decide mediante uma tutela de urgência. Dependendo da Vara, a decisão sairá em 24 horas, 48 horas ou em questão de dias, isto se ele entender que o caso se enquadre numa medida de urgência", explica Carmem.

A advogada orienta que, antes de apelar aos tribunais, há a possibilidade de mediar o conflito no escritório de advocacia ou numa câmara de arbitragem, por meio de audiência extrajudicial.

Gabriel Oselka, pediatra e presidente da comissão de ética da SBIM (Sociedade Brasileira de Imunizações), vai além. Ele recomenda a solução baseada no diálogo, mediado ou não pelo pediatra ou médico de família. Sem o consenso, prepondera o interesse da criança.

É o caminho escolhido pelo gerente administrativo Vinicius Santana Gonzalis, 33, e sua esposa, 31. Eles são pais de um menino de seis anos e de uma menina de dois.

Em relação à vacinação de adultos sempre houve a concordância. Com as crianças, quando o tema bateu na porta da casa da família, percebeu-se uma discordância.

"Entendo que deve ser feita a vacinação, porque não sou um especialista da área de saúde", diz Vinicius. "As pessoas que ouço e confio, que se manifestaram a respeito desse assunto, têm esse mesmo parecer. Em contrapartida, a minha esposa não entende da mesma forma. Ela acha que não existem estudos suficientes para colocarmos isso em prática, que as crianças respondem de outras formas às vacinas."

Outro motivo envolve o filho mais velho. O garoto tem reações adversas fortes quando recebe alguma vacina, o que é motivo de preocupação do casal.

Provisoriamente, o casal vai postergar a decisão sobre vacinar ou não as crianças. Eles optaram por ouvir a opinião da pediatra dos filhos. A ideia é tomar uma "decisão com mais dados, embasamento e informação".

Em dezembro, ao aprovar o uso do imunizante da Pfizer para a faixa de 5 a 11 anos, a Anvisa informou que a empresa apresentou resultados de estudos realizados com cerca de 4.000 crianças. Os trabalhos indicaram uma eficácia de 90% da vacina nesse público.

"O perfil de segurança da vacina, quando comparado com o do placebo, é muito positivo. Quando a gente observa qualquer reação [adversa], não tem uma diferença importante entre placebo e vacina. E não há relato de nenhum evento adverso sério, de preocupação, não há um relato de casos graves ou mortalidade por conta da vacinação comparado com o placebo", afirmou, à época, o gerente-geral de Medicamentos da Anvisa, Gustavo Mendes.

No fim do ano passado, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), dos EUA, divulgou informações sobre dois estudos. Um deles concluiu serem raros problemas graves em crianças de 5 a 11 anos imunizadas com o produto da Pfizer. Outro verificou que crianças internadas com quadro grave da doença não haviam sido totalmente vacinadas.

No Brasil, do começo da pandemia, em 2020, até 6 de dezembro de 2021, houve 301 mortes de crianças entre 5 e 11 anos por Covid-19, segundo o Sistema de Vigilância Epidemiológica da Gripe (SIVEP-Gripe).

A advogada Carmem Bosquê lembra que o governo federal, os estados e municípios podem restringir direitos aos não vacinados. "Justamente aí fica a dúvida de alguns pais com relação a vacinar ou não, uma vez que a decisão, em tese, caberia a família. É compreensível a dúvida por ser uma vacina de caráter emergencial e com algumas questões relacionadas a efeitos adversos", ressalta.

"Se a vacina é necessária, vai beneficiar a criança e a comunidade, por também contribuir para a imunidade coletiva. Se a vacina é considerada segura e eficaz, como ela é, não há justificativa para deixar de vacinar a criança. Num caso extremo, poderia até ser considerado maus-tratos", afirma Oselka.

"A vacina foi estudada num número razoável de crianças, a eficácia foi semelhante à encontrada em adultos e os eventos adversos menores do que se encontrou em adolescentes. Os Estados Unidos, vários países da Europa, por exemplo, estão vacinando as crianças por estarem convencidos da sua eficácia. É obrigação nossa vacinar e um direito da criança receber a vacina", reforça o pediatra.

 

 

PATRÍCIA PASQUINI / FOLHA

SÃO PAULO/SP - A época de Festa Junina ainda está longe, mas o quentão é uma bebida que vai bem em qualquer ocasião. Que tal variar a receita tradicional preparando um quentão de morango? O preparo leva apenas 30 minutinhos e rende 8 porções! Sua festinha ou reunião em família vai ficar incrível com essa delícia.

Ingredientes do quentão de morango

  • 1 caixa de gelatina em pó sabor morango
  • 2 litros de água quente
  • 4 xícaras (chá) de açúcar
  • 1 canela em pau
  • 4 cravos-da-índia
  • 1 pedaço de gengibre descascado (50g)
  • 750ml de cachaça
  • 3 xícaras (chá) de morangos picados

 

Modo de preparo

Em uma panela, dissolva a gelatina em 1 xícara (chá) de água quente. Acrescente o restante da água, o açúcar, a canela, o cravo e o gengibre. Leve ao fogo baixo e deixe levantar fervura. Ferva por 15 minutos e coe. Acrescente a cachaça, os morangos e leve ao fogo baixo novamente por 5 minutos. Desligue e sirva em copos.

 

 

COLABORAÇÃO: Mariana Maluf Boszczowski

GUIA DA COZINHA

SÃO CARLOS/SP - Na manhã da última quarta-feira (12), o vereador Paraná Filho esteve reunido com representantes dos Agricultores da Região Rural Invernada, que solicitaram apoio quanto a melhorias a serem executadas na estrada municipal de acesso à referida região.

A região rural, conhecida atualmente como Vilarejo Invernada, está situada no município de São Carlos e nos últimos anos sofreu um impacto populacional relevante.

É uma importante região rural de São Carlos, com atividades agropecuárias nos setores de horticultura, suinocultura, ovinocultura, bovinocultura de leite e corte, avicultura, cafeicultura, cultivo de grãos (milho, soja e feijão), eucalipto, cana-de açúcar e também criação de equinos.

Abrange aproximadamente 45 propriedades rurais, contendo mais de 300 pessoas residentes no local, das quais dezenas são crianças que utilizam transporte público/particular para o deslocamento à cidade para estudar.

De acordo com o vereador Paraná Filho, a estrada de deslocamento possui apenas uma única via de acesso, sendo parte pavimentada (serrinha) e a grande maioria sem pavimentação. Essa via de acesso é utilizada pelos moradores para se deslocarem à cidade para trabalharem, para levarem seus filhos à escola, para o escoamento da produção, recebimento de insumos, dentre outros.

O vereador ressalta ainda que em visita “in loco” pôde observar a degradação do asfalto, assim como um elevado tráfego de veículos, tanto leves como pesados, que ocasiona diversos problemas na citada via.

“Temos inúmeros incidentes semanais com veículos leves e pesados pelo fato da pavimentação estar se dissolvendo, formando inúmeros buracos devido à grande quantidade de chuva e à falta de manutenção preventiva”, afirma o produtor rural Diego Guedes.

Centenas de ciclistas de São Carlos e da região utilizam esta estrada, durante o dia e durante a noite, para a prática de esporte e turismo rural, que liga ao município de Analândia, acrescenta Diego Guedes. Com os ciclistas também ocorrem sempre pequenos acidentes ao descerem ou subirem a serrinha, onde se chocam em veículos ou derrapam e caem por conta dos buracos.

De acordo com o agricultor Alexandre Landgraf, o fluxo de veículos aumenta demasiadamente aos finais de semana e nos feriados por conta do Restaurante Rural Invernada, chegando a um número estimado de mil veículos em apenas um dia, tráfego este superior até de alguns bairros de São Carlos.

“Visando a segurança dos moradores locais, dos produtores, dos visitantes, dos ciclistas, solicitamos recapeamento urgente na serrinha, também a roçada da vegetação às margens, para diminuir os prejuízos com a manutenção de veículos, diminuir o número de acidentes e para termos uma vida em sociedade saudável como qualquer outro cidadão são-carlense”, destacou Alexandre Landgraf.

O vereador Paraná Filho assumiu o compromisso de solicitar o serviço de tapa buracos de imediato e já agendou uma reunião com o Poder Executivo para a próxima semana para tratar de um projeto de recapeamento da referida estrada.

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