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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Dispositivo ficará fechado para o trânsito nesta segunda e terça-feira

 

JAÚ/SP - A Eixo SP Concessionária de Rodovias interditará a alça de acesso localizada no km 183 da SP 225 - Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros, em Jaú. O trânsito no local ficará fechado das 7h às 17h, nesta segunda (21) e terça-feira (22), para obras de recuperação do pavimento.

A alça é o principal acesso em direção a Bauru para os motoristas que seguem no sentido Capital-Interior pela SP 225. Durante o período de interdição, a melhor alternativa é utilizar o retorno no dispositivo seguinte, na altura do km 294 da SP 304 - Rodovia Deputado Amauri Barroso de Souza, que liga Jaú a Dois Córregos (veja ilustração).

Durante as obras, o local estará devidamente sinalizado e monitorado pelas equipes da concessionária. Em caso de chuva, os serviços poderão ser reprogramados. 

SÃO PAULO/SP - Se você fez a sua aposta no sorteio da Mega-Sena que aconteceu neste sábado (19), saiba que nenhuma aposta realizada atingiu a pontuação máxima, fazendo com que o prêmio acumule novamente.

Os números sorteados foram os seguintes:

21 - 38 - 50 - 53 - 56 - 59.

Assim, o próximo concurso da loteria acontece na terça-feira (22), por conta da Mega-Semana de Carnaval. O prêmio principal está estimado agora em R$ 37 milhões para quem entrar na disputa.

BRASÍLIA/DF - O presidente Jair Bolsonaro (PL) foi o 24º líder a conversar com Vladimir Putin em 2022, de acordo com informações do Kremlin. O russo teve 41 compromissos oficiais com chefes de governo ou estado de 1º de janeiro até 6ª feira (18). Emmanuel Macron (França) se reuniu com Putin, presencialmente ou não, em 5 ocasiões — é o líder que mais conversou com o presidente da Rússia nos primeiros 49 dias do ano.

Bolsonaro e Putin se encontraram na 3ª (15). Realizaram reunião no Palácio do Kremlin, sede do Executivo russo. A “atitude” de Bolsonaro durante a visita a Moscou foi criticada pelos Estados Unidos, mesmo que o governo brasileiro tenha mantido neutralidade em relação às tensões entre o país anfitrião e a Ucrânia.

Embora tenha sido o 24º presidente ou primeiro-ministro a ter contato com Putin em 2022, o encontro realizado na 4ª (16.fev) resultou na 39ª conversa oficial do presidente russo no período. No dia seguinte (17.fev), Putin falou por telefone com o primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida. E recebeu o presidente da Belarus, Alexander Lukashenko, na 6ª feira (18).

Ao realizar este levantamento, o Poder360 desconsiderou reuniões de Putin com 2 ou mais líderes ao mesmo tempo. Dessa forma, não entram no cálculo os diálogos que teve com os representantes dos países que integram a OTSC (Organização do Tratado de Segurança Coletiva) durante a sessão realizada em 10 de janeiro.

O critério faz com que o presidente da França, Emmanuel Macron, lidere o ranking de governantes mais presentes na agenda do Kremlin de janeiro e fevereiro. Foram 5 conversas em 16 dias, sendo 4 por telefone.

Lukashenko foi o 2º mais assíduo. O presidente bielorrusso teve 3 diálogos oficiais por telefone com Vladimir Putin antes de encontrá-lo pessoalmente na 6ª feira.

O mesmo aconteceu com o presidente do Cazaquistão, Kassym-Jomart Tokayev. A viagem do cazaque a Moscou foi realizada em 10 de fevereiro.

Nikol Pashinyan, primeiro-ministro da Armênia, também conversou com Putin em 4 ocasiões. Todas por telefone.

Entre os líderes do G7, Macron é o único que conversou mais de uma vez com Putin. A 1ª delas foi em 28 de janeiro. O francês foi seguido por:

  • Mario Draghi (Itália), em 1º de fevereiro;
  • Boris Johnson (Reino Unido), em 2 de fevereiro;
  • Joe Biden (EUA), em 12 fevereiro;
  • Olaf Scholz (Alemanha), em 15 de fevereiro e
  • Fumio Kishida (Japão), em 17 de fevereiro.

O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, ainda não o fez.

Bolsonaro foi o 8º líder estrangeiro a encontrar presencialmente Putin em 2022. Antes do brasileiro, viajaram até a Rússia:

  • Seyyed Ebrahim Raisi (Irã), em 19 de janeiro;
  • Viktor Orbán (Hungria), em 1º de fevereiro;
  • Alberto Fernández (Argentina), em 3 de fevereiro;
  • Emmanuel Macron (França), em 7 de fevereiro;
  • Kassym-Jomart Tokayev (Cazaquistão), em 10 de fevereiro.

Depois de Bolsonaro, Alexander Lukashenko foi até o Kremlin.

No período analisado, Vladimir Putin só saiu da Rússia para uma conversa. Em 4 de fevereiro, o russo encontrou o presidente chinês, Xi Jinping, em Pequim.

A possibilidade da Rússia invadir a Ucrânia chamou a atenção de chefes de estado e governo de todo o mundo para o Leste Europeu, mas a agenda de Putin já estava movimentada antes da questão vir à tona.

INGLATERRA - Evidências sugerem que a Rússia está planejando "a maior guerra na Europa desde 1945", disse o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, em entrevista à BBC.

"Todos os sinais são de que o plano já começou em alguns sentidos", afirmou ele.

Segundo Johnson, informações de inteligência indicam que a Rússia pretende lançar uma invasão que cercará a capital ucraniana, Kiev.

"As pessoas precisam entender o enorme custo na vida humana que isso pode acarretar", disse o premiê britânico.

Johnson está Munique, na Alemanha, onde os líderes mundiais estão reunidos para uma conferência anual de segurança.

As últimas estimativas do governo dos Estados Unidos sugerem que entre 169 mil e 190 mil soldados russos estão agora estacionados ao longo da fronteira da Ucrânia, tanto na Rússia quanto na vizinha Belarus — mas esse número também inclui rebeldes no leste da Ucrânia.

Johnson também afirmou que o Reino Unido introduziria sanções ainda mais abrangentes contra a Rússia do que as consideradas anteriormente.

Ele disse que o Reino Unido e os EUA impedirão as empresas russas de "negociar libras e dólares" — uma medida que, segundo ele, "atingiria muito, muito duramente" com seu impacto.

As sanções sugeridas anteriormente incluem ampliar o escopo de pessoas e empresas russas que o Reino Unido poderia visar.

Autoridades ocidentais alertaram nas últimas semanas que Moscou pode estar se preparando para invadir a qualquer momento, mas o governo russo negou as alegações, dizendo que as tropas estão realizando exercícios militares na região.

Questionado se uma invasão russa ainda é iminente, Johnson disse: "Temo que seja para isso que as evidências apontam".

"O fato é que todos os sinais são de que o plano já começou em alguns sentidos."

Segundo Johnson, o presidente dos EUA, Joe Biden, disse a líderes ocidentais que informações de inteligência indicam que as forças russas não estavam apenas planejando entrar na Ucrânia a partir do leste, via Donbas, mas também por Belarus e pela área ao redor de Kiev.

"Temo dizer que o plano que estamos vendo é para algo que pode ser realmente a maior guerra na Europa desde 1945 apenas em termos de escala", disse o primeiro-ministro britânico.

As pessoas precisam considerar não apenas a potencial perda de vidas de ucranianos, mas também de "jovens russos", acrescentou.

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