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Redação

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 Jornalista/Radialista

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IRAPUÃ/SP - Um adolescente de 12 anos morreu e outras duas pessoas ficaram feridas após carro em que estavam capotar na rodovia Roberto Mário Perosa, em Irapuã, na tarde de quarta-feira (23).

Segundo o boletim de ocorrência, a motorista tentou ultrapassar um ônibus e bateu em um veículo que trafegava no sentido contrário. Com o impacto da colisão, o carro que a mulher dirigia capotou e parou com as rodas para cima.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e prestou socorro às vítimas, mas o adolescente não resistiu aos ferimentos e morreu no local do acidente.

SÃO CARLOS/SP - Isabela Meneghelli Belchior, filha do falecido cantor Belchior – um dos maiores nomes da música popular brasileira – foi condenada na quarta-feira, 23 de março, a nove anos e 10 dias de prisão pelo assassinato de Leizer Buchwieser dos Santos, cometido em agosto 2019 em São Carlos, no interior de São Paulo.

De acordo com a Polícia Civil, o homem marcava encontros sexuais na internet e pedia para que crianças fossem envolvidas. Isabela Belchior confessou ter assassinado o metalúrgico e foi considerada culpada pelos crimes de homicídio e ocultação de cadáver.

A pena foi reduzida pelo juiz responsável pelo caso por “relevante valor social”. Segundo depoimentos, a vítima tinha histórico de pedofilia e ofereceu dinheiro para fazer sexo com uma criança ou uma mulher grávida. A companheira de Isabela, Jaqueline Dornelas Chaves, era suspeita por ter contato com a vítima no dia do crime. Foi para ela que a vítima enviou a proposta de pagar por sexo com uma criança, mas  o juiz chegou à conclusão de que ela não participou do homicídio e a absolveu das acusações.

Além de Isabela, outras três pessoas teriam se unido para extorquir dinheiro dele. Após uma discussão, no entanto, a filha de Belchior e os comparsas Estefano Rodrigues e Bruno Thiago Dornelas o esfaquearam.  O corpo e o carro do homem foram encontrados cinco dias após terem desaparecido.

 

MÃE DEFENDE ISABELA

Denise Maria Menegheli Garcia, mãe de Isabela, disse em entrevista para a Record TV, horas antes da condenação, que acreditava que a filha havia cometido o crime por esta revoltada com a situação

“Tenho certeza que minha filha vai sair livre. Ela só está nessa porque se revoltou com um rapaz que era realmente um criminoso. Foi aí que ela perdeu a cabeça. Ela é uma pessoa boa, de um coração que não tem tamanho. Essa será a primeira e última vez, porque ela se arrepende muito do que fez”, disse Denise.

 

ENTENDA O CASO

Segundo relatos da polícia, o metalúrgico Leizer Buchwieser dos Santos era pedófilo. Ele costumava marcar programas sexuais pelas redes sociais e pedia o envolvimento de crianças, oferecendo um pagamento maior. Ele teria marcado com Jaqueline um programa por R$ 500, no qual ela teria levado a sobrinha de três anos.

Jaqueline então teria contado ao irmão, pai da menina, sobre o encontro. Segundo o delegado, ela convidou ainda a namorada, Isabela, e um outro irmão para ir ao local combinado com a intenção de extorquir o metalúrgico.

“Sabiam que a vítima queria cometer um crime e extorquiram a vítima no local e se apropriaram do dinheiro”, afirmou o delegado responsável pelas investigações, Gilberto de Aquino.

EUA - Há 50 anos, "O poderoso chefão" quebrou todos os recordes de bilheteria, levou para casa o Oscar de melhor filme e apresentou milhões de pessoas a um mundo de mafiosos, assassinatos e cannoli.

Para o diretor Francis Ford Coppola, com 29 anos à época, a adaptação do romance de Mario Puzo não parecia uma oferta impossível de recusar.

"Fiquei muito decepcionado quando comecei a ler (...) Era, basicamente, algo que Mario Puzo havia escrito para seus filhos", disse Coppola durante a projeção do filme no Museu da Academia, em Los Angeles, na segunda-feira (21), por seu 50º aniversário.

"Quando me ofereceram a chance de fazê-lo, principalmente porque todo mundo tinha recusado, eu também recusei", lembra o aclamado diretor.

Felizmente, um jovem sócio chamado George Lucas insistiu em que ele aceitasse o trabalho, já que seu incipiente e contracultural estúdio cinematográfico American Zoetrope estava muito endividado.

"Francisco, precisamos do dinheiro! Vão fechar a gente, você tem que aceitar esse trabalho", disse Lucas, conforme palavras de Coppola.

O resto, como dizem, é história.

Lançado em 24 de março de 1972 em um número incomumente grande de cinemas, "O poderoso chefão"  já era o filme de maior bilheteria de todos os tempos em setembro, superando "E o Vento Levou".

Com ele, ajudou a inaugurar a era dos sucessos de bilheteria, que realmente decolou quando "Tubarão", de Steven Spielberg, quebrou o recorde de arrecadação três anos depois.

De acordo com o livro "Como a geração sexo-drogas-e-rock'n'roll salvou Hollywood: Easy Riders, Raging Bulls" (Intrínseca, 2009), de Peter Biskind, Coppola ganhou uma aposta da Paramount de que eles comprariam uma limusine para ele se o filme arrecadasse US$ 50 milhões. "O Poderoso Chefão" arrecadou US$ 130 milhões.

Coppola se tornou o primeiro diretor superestrela, com o peso financeiro necessário para apoiar suas credenciais artísticas.

"Foi o começo uma nova era para os diretores", escreveu Biskind.

 

- Orçamento -

Sob muitas formas, "O poderoso chefão" foi um sucesso improvável.

Em 1972, os filmes de mafiosos estavam fora de moda. Quatro anos antes, a Paramount havia lançado "The Brotherhood", estrelado por Kirk Douglas, e fracassou.

Mas o romance de Mario Puzo estava se tornando popular, e o estúdio tinha os direitos. A Paramount tinha, no entanto, problemas para encontrar um diretor. Figuras como Elia Kazan, Costa-Gravas e Peter Bogdanovich rejeitaram o projeto.

Embora liderasse o movimento da Nova Hollywood de diretores jovens e contestadores, Coppola não tinha sucesso em seu nome e foi convidado, em parte, por sua herança italiana.

"Se isso gerasse muitos protestos de ítalo-americanos ofendidos que considerasse que os italianos estavam sendo desprestigiados, eu teria ficado na mira", afirmou Coppola.

Embora a Paramount quisesse uma adaptação barata e rápida, Coppola brigou por mais orçamento, insistindo em que o filme fosse rodado em Nova York, mas ambientado na década de 1940, e não como era hoje.

"O orçamento foi de cerca de US$ 2 milhões, US$ 2,5 milhões. E porque eu queria fazer isso em Nova York em 1945, significava que, provavelmente, precisaria de pelo menos o dobro disso", comentou Coppola. "Algo que não os agradava", completou.

 

- "À sua maneira" -

Não foi o único desafio que o diretor enfrentou. O produtor Robert Evans, um dos pesos pesados de Hollywood e que havia comprado os direitos do filme, desentendeu-se com Coppola sobre o elenco.

O único grande nome do projeto (Marlon Brando) não estava em seu melhor, e Al Pacino era um desconhecido, e não o "homem alto e bonito" que Evans queria.

"Al é muito bonito, mas à sua maneira única", brincou Coppola.

Ele acrescentou: "Al Pacino era muito atraente. Eu me perguntava por que exatamente, mas ele era".

"No entanto, quando sugeri Al Pacino para o papel, o pessoal na Paramount começou a se perguntar se havia escolhido a pessoa errada", contou.

O resultado foi o reconhecimento da Academia. "O poderoso chefão" ganhou o Oscar de melhor filme; Brandon, o de melhor ator; e Al Pacino foi uma das três estrelas da produção entre os indicados na categoria de melhor ator coadjuvante.

Um sinal de como seu legado permanece, Coppola foi homenageado esta semana com uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood, e o Museu da Academia anunciou que terá uma galeria exclusiva para este filme.

"'O poderoso chefão' teve muito mais sucesso do que qualquer um achou que pudesse ser", refletiu Coppola.

 

 

AFP

Artigo foi publicado no Journal of Biomolecular Structure & Dynamics

 

SÃO CARLOS/SP - O Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF) tem reconhecida expertise na produção de materiais com capacidade de eliminação de fungos, bactérias e vírus. Com a emergência da pandemia, esta linha de atuação foi ampliada buscando a pesquisa de novos materiais com atividade virucida, uma das pesquisas desenvolvidas se dispõe a estudar possíveis propriedades dos nanotubos de silício (Si192H16) contra o SARS-CoV-2, vírus responsável pela Covid-19.
O artigo "Single-walled silicon nanotube as an exceptional candidate to eliminate SARS-CoV-2: A theoretical study", publicado recentemente no Journal of Biomolecular Structure & Dynamics, relata os primeiros resultados da pesquisa com os nanotubos de silício e se propõe a responder, via simulação, duas questões principais: se os nanotubos de silício poderiam ser utilizados no combate ao Sars-Cov-2 e como essa eliminação viral ocorreria.
O pesquisador Jeziel Rodrigues, doutorando no Programa de Pós-Graduação em Química pela Universidade Federal de São Carlos (PPGQ - UFSCar) e pesquisador vinculado ao CDMF, é um dos autores do estudo e conta que diversos métodos da química computacional foram usados na pesquisa para analisar as propriedades estruturais e eletrônicas dos nanotubos puros (Si192H16) e oxidados (Si192H16@O2)/(Si192H16@O2H-OH).
Os resultados foram obtidos a partir de cálculos de DFT com Funcional Híbrido B3LYP e correção de Grimme GD3, implementado no Software Gaussian09. Para análise da interação dos nanotubos (puro e oxidado) com a proteína-S do Sars-CoV-2, Cálculos de Docking molecular foram realizados, permitindo a observação dos melhores sítios de interação entre proteína e nanotubo.
O pesquisador conta que os Cálculos de Docking molecular mostraram que os nanotubos Si192H16 e Si192H16@O2H-OH se ligam favoravelmente ao domínio de ligação do receptor da proteína spike SARS-CoV-2 com energia de ligação e com constante de inibição de -11,83 (Ki = 2,13 nM) e -11,13 (Ki = 6,99 nM) kcal/mol, respectivamente.
"No geral, os resultados aqui obtidos indicam que o nanotubo de Si192H16 é um potencial candidato a ser utilizado contra a Covid-19 a partir do processo de reatividade e/ou impedimento estérico na proteína - S", explica Rodrigues .
O doutorando espera que esses resultados alcançados possam auxiliar outros pesquisadores do CDMF, principalmente, no desenvolvimento de materiais com capacidade virucida. "Assim continuaremos os estudos, abordando a interação com novas proteínas virais, desenvolvimento do mecanismo (eletrônico/estrutural) de eliminação e tentaremos entender se a quiralidade (morfologia) do nanotubo interfere no processo de eliminação, de tal forma a auxiliar experimentalistas na rota sintética", conta o pesquisador.
Rodrigues ressalta a importância do financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que permitiram a realização da pesquisa e também das parcerias institucionais entre o CDMF, a UFSCar, a Universidade Estadual de Goiás (UEG) e o Instituto Federal de São Paulo (IFSP) para a concretização do projeto.
O artigo também tem entre seus autores os pesquisadores Pedro Simão Sousa Mendonça, da UEG, - primeiro autor -; Osmair Vital de Oliveira, do IFSP; José Divino dos Santos, da UEG; e Elson Longo, da UFSCar.
O artigo pode ser acessado clicando neste link (https://bit.ly/3JeKfji).

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