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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - Neste final de semana a Polícia Militar prendeu um homem por tráfico de drogas no bairro Jacobucci, em São Carlos.

Segundo consta em Boletim de Ocorrência (BO), no sábado por volta das 20h10 PMs realizavam patrulhamento preventivo no bairro, quando avistaram um Fiesta preto, que o motorista do carro ao ver a viatura policial parou como se nada estivesse acontecendo, mas a abordagem foi realizada.

No carro estava uma jovem de 23 anos, um bebê e um homem de 40 anos. A Policial feminina Simone, realizou revista corporal na jovem e no meio dos seios da mulher encontrou 234 pedras de crack. Ao ser questionada a mesma disse que o amásio colocou as pedras nos seios dela.

C.E.Z, foi questionado e confirmou a versão da sua companheira, porém acrescentou que iria vender a droga para comprar leite e frauda para o bebe.

A ocorrência foi apresentada na Central de Polícia Judiciária, onde o indivíduo foi autuado em flagrante por tráfico de drogas e recolhido ao Centro de Triagem de São Carlos.

Da semeadura à colheita

SÃO CARLOS/SP - Uma pesquisa em desenvolvimento no Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP), utilizando um sistema hidropônico artificial dentro de uma estufa “in-door” e iluminada artificialmente de forma controlada ao longo de trinta dias,  teve como resultado a obtenção de um crescimento exponencial em alfaces prontas para consumo.

Os pesquisadores Rafael Ferro, com seu mestrado em andamento na área de biotecnologia, e Shirley Lara, no 3º ano de doutorado no mesmo curso, ambos com trabalhos em curso nesta temática, são os responsáveis por esta pesquisa que esteve sob a coordenação do docente e pesquisador do Grupo de Óptica do IFSC/USP, Prof. Vanderlei Bagnato, com a participação da pesquisadora do mesmo Instituto, Drª Kate Blanco.

A pesquisa utilizou uma tradicional estufa “in-door”, ou seja, um ambiente fechado, protegido e controlado, onde foram colocadas sementes de alface exatamente no mesmo estilo que se utiliza na hidroponia de campo, com a introdução de soluções já preparadas. Nessa estufa, os pesquisadores instalaram placas de LED’s com três cores, compondo as luzes vermelha, azul e branca, que se mantiveram ligadas 24 horas ininterruptas ao longo de trinta dias, tendo resultado, no final desse período, o ciclo completo da produção desse vegetal, pronto para consumo ou comercialização.

Sobre a pesquisa, Rafael Ferro comenta que “O sistema hidropônico, por si só, é um sistema fechado que já traz uma economia no consumo de água em cerca de 70% quando comparado com o cultivo convencional. Com este sistema de estufa “in-door” a economia de água pode chegar a 90% no ciclo completo”.

Os resultados desta pesquisa e deste experimento foram alcançados após os pesquisadores terem testado três formas de incidência da luz, a saber: um foto-período de 12 horas com o sistema ligado, seguindo-se 12 horas desligado; 18 horas com o sistema ligado, e 6 horas com ele desligado; e, finalmente, o sistema ligado ininterruptamente durante 24 horas. “Fizemos uma adubação química, colocamos todos os nutrientes necessários e trabalhamos com um aumento de conectividade elétrica. Ao fim de trinta dias, esta alface atingiu o crescimento máximo em função do espaço disponível na estufa “on-door”, explica Shirley, destacando que através deste processo a planta consegue fazer mais fotossíntese do que o habitual, com a particularidade dele poder ser adotado em qualquer espécie vegetal. Em situação normal, o mesmo crescimento só seria atingido no dobro do tempo.

Em simultâneo, os pesquisadores fizeram um outro experimento, que foi a produção de mudas, tendo conseguido produzi-las em  metade do tempo convencional. “Comparamos com a muda convencional e a produção foi a mesma, sendo que neste momento estamos analisando a parte qualitativa. A parte quantitativa foi muito superior, já para não falar que a produção no campo obriga sempre a uma aplicação de fungicida ou inseticida por semana, e aqui não houve qualquer aplicação de defensivos. No campo teríamos que contar com 35 dias de muda e mais 30 ou 35 dias para a produção final. Aqui, em 30 dias já estamos colhendo o máximo que se consegue neste espaço da estufa”, ressalta Rafael.

Segundo o coordenador do projeto, esta linha de trabalho em biofotônica dá início à chamada “agro-fotônica”, onde controlando a forma de iluminação é possível  manter toda a qualidade  a qualidade e otimizar a produção vegetal.

O IFSC/USP, através do seu Laboratório de Apoio Tecnológico (LAT), está já desenvolvendo o protótipo de uma nova estufa “in-door”, com cinco andares, o que viabilizará uma produção bem mais ampla. Quem sabe se em um futuro próximo os vegetais começarão a ser produzidos diretamente nos locais de venda.

Este projeto conta com o apoio da EMBRAPII.

 

Rui Sintra - Jornalista 

“Você importa. Escolha a vida!”. Com esse mote, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) iniciou, na sexta-feira (02), a divulgação de ações nas redes sociais do órgão em referência ao Setembro Amarelo - mês de conscientização sobre o suicídio, a ser marcado pelo dia 10 de setembro, data marcada pelo Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio.

Nesta segunda-feira (05), tem início a campanha nacional do Setembro Amarelo promovida pelo Governo Federal e aprovada pelo Tribunal Superior Eleitoral. Em parceria com a Secretaria Especial de Comunicação Social do Ministério das Comunicações, a iniciativa trará a publicação de peças digitais em vídeos, cards, banners, infográficos e matérias especiais com o intuito de orientar, sensibilizar e alertar a população sobre a temática. 

Neste ano, o conteúdo produzido ficará disponível em um portal exclusivo da campanha que poderá ser acessado a partir do página gov.br/acolha. No espaço virtual, as pessoas encontrarão informações sobre onde buscar ajuda para prevenir o suicídio, além de conhecer frases de alerta e identificar sinais mais comuns em pessoas que podem estar enfrentando questões emocionais e psicológicas. No portal, também é possível encontrar as peças de comunicação para download e compartilhamento nas redes sociais. 

“Queremos oferecer um local para que a população tenha acesso a informações e saiba o que fazer e como proceder em caso de necessidade. Acreditamos que este espaço virtual permitirá que as pessoas se informem e ajudem na prevenção do suicídio, da automutilação e demais sintomas sobre a fragilidade da saúde mental”, reiterou a titular do MMFDH, Cristiane Britto.

Acesse o portal da campanha

 

Dados

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), todos os anos morrem mais pessoas como resultado de suicídio do que de HIV, malária ou câncer de mama - ou ainda guerras e homicídios. Ainda segundo a OMS, entre os jovens de 15 a 29 anos, o suicídio é a quarta causa de morte depois de acidentes no trânsito, tuberculose e violência interpessoal.

Os números da OMS dão conta de que, em todo o mundo, os casos de suicídio chegam a 800 mil. No Brasil, os registros se aproximam de 14 mil casos por ano, uma média de 38 suicídios por dia. No Brasil, a cada 100 mil homens, 12,6% cometem suicídio; entre mulheres, a comparação aponta para 5,4% casos de suicídio a 100 mil mulheres.

Setembro Amarelo

No Brasil, a campanha foi criada em 2015 pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), pelo Conselho Federal de Medicina e pela Associação Brasileira de Psiquiatria. No calendário, 10 de setembro marca o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. As ações de atenção ao tema acontecem ao longo de todo o mês. 

UFSCar, UFABC e UnB realizam evento intitulado 'Independência para quem?' no dia 6, às 17 horas

 

SÃO CARLOS/SP - No próximo dia 7 de setembro, completam-se 200 anos do evento que entrou para a história brasileira como marco da proclamação da independência do País em relação a Portugal: o grito de D. Pedro I às margens do Ipiranga em 7 de setembro de 1822. Além de manifestações nacionalistas militarizadas e das (re)inaugurações do Museu do Ipiranga - após nove anos em obras - e da fachada do Museu Nacional - após o incêndio ocorrido há quatro anos -, são escassas as atividades de celebração e, sobretudo, oportunidades de reflexão previstas, diferentemente do que aconteceu nos 500 anos do Descobrimento, no ano 2000, e, também, no bicentenário da chegada da família real portuguesa ao Rio de Janeiro, em 2008.
Para refletir sobre possíveis relações entre esta escassez e o momento histórico atual e, principalmente, criar oportunidade de balanço crítico desses 200 anos e de debate sobre futuros possíveis, será realizado no dia 6, às 17 horas, o evento "Independência para quem?", uma parceria entre as universidades federais de São Carlos (UFSCar), do ABC (UFABC) e de Brasília (UnB). O debate, online, terá a participação de Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva, Ramatis Jacinto e Gersem Baniwa. A transmissão acontece simultaneamente nos canais no YouTube das três universidades - UFSCar Oficial, UFABC Vídeos e UnB TV.
Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva, Professora Emérita da UFSCar - e Doutora Honoris Causa pela UFABC -, é referência na área de Educação e Relações Étnico-Raciais. Foi conselheira no Conselho de Nacional de Educação (CNE) de 2002 a 2006, quando atuou como relatora do parecer que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana. Na UFSCar, integrou o Núcleo de Estudos Afro-brasileiros (NEAB) e atuou na concepção e implementação do Programa de Ações Afirmativas da Universidade. Dentre outras condecorações e reconhecimentos, foi admitida em 2011 na Ordem Nacional do Mérito e, no mesmo ano, recebeu o prêmio "Educação para a Igualdade" da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República.
Ramatis Jacino é docente da UFABC, no curso de Ciências Econômicas, e integra o Núcleo de Estudos Africanos e Afro-brasileiros (UFABC) da Universidade. Militante do Movimento Negro, sindicalista, escritor e historiador, é um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT) e da Central Única dos Trabalhadores (CUT). Pesquisa desigualdades de raça, gênero e renda, suas causas e consequências, e, dentre as suas publicações, estão obras sobre o trabalho do negro livre no período pós-abolição e sobre o pensamento negro brasileiro.
Gersem Baniwa, docente no Departamento de Antropologia da UnB, foi o primeiro indígena aprovado em concurso público para a docência no Ensino Superior. Militante dos direitos indígenas desde o período da redemocratização do País, foi um dos fundadores e dirigente da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) e da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (Foirn). Também foi conselheiro no CNE e, a partir de 2009, coordenou a área de Educação Indígena no Ministério da Educação, a partir da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad). Natural de São Gabriel da Cachoeira, onde viveu junto ao povo Baniwa e sem falar a Língua Portuguesa até os 12 anos de idade, foi depois Secretário de Educação do Município.
A realização do debate "Independência para quem?" é uma parceria entre a Coordenadoria de Comunicação Social (CCS), a Assessoria de Comunicação da Reitoria, o Instituto da Cultura Científica (ICC) e a Rádio da UFSCar; a Coordenadoria de Comunicação e Imprensa da UFABC; e a Secretaria de Comunicação e a TV da UnB. O público poderá apresentar questões aos convidados pelo chat dos canais de transmissão.

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