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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Além da comemoração dos 80 anos do SESC no brasil, será celebrado também os 70 anos do SESC em São Carlos e 30 anos de funcionamento do SESC São Carlos em seu prédio atual

 

SÃO CARLOS/SP - A Câmara Municipal de São Carlos realizará nesta quinta-feira (12), às 19h, Teatro Sesc São Carlos, uma sessão solene em comemoração em comemoração aos 80 anos do SESC no brasil, aos 70 anos do SESC em São Carlos e também os 30 anos de funcionamento do SESC São Carlos em seu prédio atual. 

Na ocasião, serão entregues títulos de Cidadania Honorária ao presidente em exercício da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e do Conselho Regional do Sesc-SP, Ivo Dall'Acqua Júnior e ao diretor regional do Sesc São Paulo, Luiz Deoclecio Massaro Galina.

A solenidade é aberta ao público e será realizada no Teatro Sesc São Carlos, na Avenida Comendador Alfredo Maffei, nº 700, no Jardim Gilbertoni. O evento também será transmitido ao vivo pela TV Câmara (canal 49.3 da TV Aberta Digital, canal 20 da NET e canal 31 da Desktop/C.Lig), pela Rádio São Carlos FM 107,9 e on-line via Facebook, YouTube oficiais da Câmara Municipal de São Carlos.

EUA - Após dois dias de forte oscilação, o preço do petróleo começou a sessão de quarta-feira (11) em queda, reverteu a tendência e chegou a subir 5,87%, antes de diminuir o valor, mas seguir em alta em relação ao fechamento na terça-feira (10).

As Bolsas da Ásia fecharam em alta, mas os principais índices da Europa operam em queda, enquanto o ouro está se desvalorizando.

O barril Brent, referência mundial, começou o dia em queda e chegou a perder 1,72%, cotado a US$ 86,29 (R$ 445,21), às 1h30 (horário de Brasília). Aos poucos, ele passou a subir com a divulgação de novos ataques do Irã a navios-petroleiros e a ameaça de bombardeiros a bancos e outros setores econômicos de EUA e Israel.

Em seu ápice, o contrato de maio do petróleo alcançou US$ 92,96 (R$ 479,63), alta de 5,87%, às 6h45. Depois da informação que Japão e Alemanha aceitaram liberar parte de seu estoque emergencial de petróleo, o preço do barril reduziu o valor, mas permanecia em valorização de 4,28%, a US$ 91,60 (R$ 472,61), às 9h35.

Os altos e baixos desta quarta ocorrem após um dia de forte queda nessa terça, quando o petróleo chegou a desabar 18% e fechou a sessão com desvalorização de 11,3%, a US$ 87,80, maior perda diária desde março de 2022. Na segunda, o movimento foi justamente o contrário com o valor do barril chegando a disparar 28%, alcançando US$ 119,46, mas passou a cair na sessão e fechou a US$ 89,79.

O barril WTI (West Texas Intermediate), usado nos EUA, também começou em queda nesta quarta, chegou a subir 6,5% e diminuiu a alta para 4,41%, cotado a US$ 87,13 (R$ 449,55).

Na noite de terça, o jornal The Wall Street Journal divulgou que a AIE (Agência Internacional de Energia) aceitou liberar cerca de 300 milhões de barris de petróleo para reestabelecer o fornecimento no mundo, impactado pela paralisação do tráfego marítimo no estreito de Hormuz, que passa pelo litoral iraniano e é a rota de 20% da produção mundial de petróleo e gás.

A informação da liberação não foi oficializada pela AIE, mas os ministros de Finanças da Alemanha e do Japão divulgaram, horas depois, que vão liberar parte de suas reservas de petróleo. A quantidade não foi anunciada.

Em nota aos clientes, os analistas do Goldman Sachs disseram que a liberação de estoque deste porte seria suficiente para compensar 12 dias da interrupção das exportações do Golfo, estimada pelo banco de investimentos em 15,4 milhões de barris por dia.

Mas outros analistas mostraram-se céticos quanto à proposta da AIE e seu impacto sobre os preços do petróleo. "Movimentos como a liberação do SPR da AIE não são a solução para a crise. A evolução dos preços do petróleo dependerá da duração da guerra com o Irã", afirmou Suvro Sarkar, líder da equipe do setor de energia do DBS.

Trump tem dito repetidamente que os EUA estão preparados para escoltar navios-tanque pelo estreito de Hormuz quando necessário. No entanto, fontes disseram que o movimento ainda não ocorreu.

BOLSAS DA ÁSIA SOBEM, MAS CAEM NA EUROPA E NOS EUA

A preocupação com o preço do petróleo impactou nas negociações da Bolsa, que refletiu a variação. De madrugada (em Brasília), quando o movimento era de queda no preço do barril, as principais Bolsas da Ásia fecharam em alta, com destaque para Seul, que ganhou 1,4%, mesma variação em Tóquio. O índice SSEC, em Xangai, subiu 0,25%.

Porém, de manhã, quando o petróleo subia, as Bolsas da Europa passaram a cair, com o índice Euro STOXX 600, referência na União Europeia, em queda de 0,89%, às 9h30. Outras Bolsas europeias também desvalorizavam como Frankfurt (-1,10%), Londres (-0,70%), Paris (-0,67%), Madri (-0,36%) e Milão (-0,87%).

Já as Bolsas dos EUA subiam antes da abertura do mercado com Dow Jones em alta de 0,23%, mesma variação de S&P 500. A Nasdaq tinha valorização de 0,19%. O ouro, por sua vez, registrava queda de 0,89%, cotado a US$ 5.195,50 (R$ 26,81 mil).

 

 

por Folhapress

SUÍÇA - O Irã avançou uma casa no processo de desistir de disputar a Copa do Mundo, a partir do junho, nos EUA, México e Canadá. Sob ataques americanos e israelenses há duas semanas, o país lida com impactos em suas seleções. Nesta quarta-feira, o ministro do Esporte, Ahmad Donyamali, declarou que a equipe masculina não participará do torneio da Fifa.

A possibilidade de os iranianos renunciarem à vaga – conquistada com ótima campanha nas eliminatórias asiáticas – já era debatida informalmente, mas agora ganha a voz de uma autoridade local, ainda que não haja uma comunicação formal.

O regulamento da Copa do Mundo, publicado em maio do ano passado, tem um artigo, o sexto, dedicado a desistências. Ele não estabelece um critério claro para substituição.

O artigo 6.7 afirma o seguinte:

Se qualquer associação membro participante desistir e/ou for excluída da Copa do Mundo Fifa 26, a Fifa decidirá sobre o assunto a seu exclusivo critério e tomará as medidas que julgar necessárias. A Fifa poderá decidir substituir a associação membro participante em questão por outra associação.

Antes, o artigo define multas de pelo menos 250 mil francos suíços (cerca de R$ 1,6 milhão) para seleções que desistirem até 30 dias antes do início da Copa, valor que dobra se a retirada se der no período de um mês para a partida de abertura. As equipes também são obrigadas a reembolsarem a federação por valores pagos para preparação e outros relacionados ao evento.

Quais as opções?

O Irã se classificou para a Copa com relativa tranquilidade. Teve a melhor campanha do Grupo A das eliminatórias asiáticas, com 23 pontos, e garantiu vaga direta no torneio.

A classificatória avançou até uma sexta fase, de repescagem local, em que o Iraque bateu os Emirados Árabes Unidos e se colocou como o representante do continente nos play-offs mundiais, que acontecem no fim do mês.

Os iraquianos vão duelar contra Bolívia ou Suriname, que se enfrentam dias antes, por um lugar na Copa.

São, portanto, uma das opções da Fifa caso o Irã desista do torneio – o que poderia beneficiar Bolívia ou Suriname, que estariam então a um jogo de avançarem para o Mundial. Outra seleção de olho nos desdobramentos é a dos Emirados Árabes Unidos, a próxima da fila asiática.

O regulamento só é claro no sentido de que a decisão é da Fifa, que apenas definirá os critérios para tal quando for confrontada com a necessidade de encontrar um outro time.

No ano passado, a Fifa encarou uma situação com semelhanças na Copa do Mundo de Clubes. Pachuca e León, ambos mexicanos, tinham vagas na competição, mas pertencem a um mesmo grupo econômico, o que era vetado pelo regulamento.

O León foi excluído, e a solução foi criar uma repescagem 15 dias antes do início do torneio. O América, então melhor time mexicano no ranking da Concacaf, e o Los Angeles FC, vice-campeão continental em 2023 (vencida pelo León), duelaram em um jogo único em Los Angeles, vencido pelo time da casa.

Cenário

A Fifa tem tentado lidar com a situação de forma diplomática, no esforço de evitar a desistência do Irã – e crê que há tempo para que o conflito seja atenuado.

Na noite de terça-feira, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou, em suas redes sociais, ter se encontrado com o presidente americano, Donald Trump, de quem se tornou muito próximo nos últimos meses, e que ele teria reiterado que “a seleção iraniana é, naturalmente, bem-vinda para competir no torneio”.

Não bastou para amenizar as críticas iranianas. Na manhã seguinte, o ministro do Esporte local, Ahmad Donyamali, disse a uma TV estatal que a equipe não irá aos EUA – o Irã tem dois jogos programados em Los Angeles e um em Seattle pelo Grupo G, com Bélgica, Egito e Nova Zelândia.

– Considerando que este regime corrupto (os EUA) assassinou nosso líder, sob nenhuma circunstância poderemos participar da Copa do Mundo – disse Donyamali.

Outro evento recente tornou o cenário ainda mais complexo.

Na segunda-feira, o governo da Austrália concedeu asilo a atletas da seleção iraniana que estavam no país para a disputa da Copa da Ásia. Trump pressionou o primeiro-ministro australiano a oferecer proteção a elas.

Na estreia, contra a Coreia do Sul, as jogadoras não cantaram o hino do Irã, o que foi interpretado como um protesto contra o regime do país e gerou acusações de traição.

Há o temor de que algo semelhante aconteça com a equipe masculina nos EUA.

– Se durante a Copa do Mundo estiver assim, quem em sã consciência enviaria sua seleção para um lugar desses? – declarou nesta semana o presidente da federação iraniana, Mehdi Taj.

Em dezembro, o Irã chegou a anunciar um boicote ao sorteio da Copa do Mundo por causa da restrição de vistos a membros da delegação do país – apenas quatro foram aprovados, e Taj teve sua entrada negada nos EUA. No fim, dois representantes viajaram a Washington.

Ainda não há um comunicado formal da federação iraniana à Fifa sobre a participação ou não no Mundial.

 

Por Leonardo Lourenço / ge

EUA - A Meta anunciou a compra da Moltbook, uma rede social semelhante ao Reddit, mas formada exclusivamente por agentes de Inteligência Artificial. O valor da negociação não foi divulgado.

De acordo com o site TechCrunch, os criadores da plataforma, Matt Schlicht e Ben Parr, passarão a integrar a divisão de IA da empresa, a Meta Superintelligence Labs. A ideia é ampliar o desenvolvimento de sistemas capazes de conectar diferentes agentes de Inteligência Artificial para executar tarefas voltadas a usuários e empresas.

Em comunicado, a Meta afirmou que a tecnologia da Moltbook pode abrir novas possibilidades para o uso de agentes digitais em diferentes serviços.

“A entrada da equipe da Moltbook na Meta Superintelligence Labs cria novas maneiras de os agentes de Inteligência Artificial trabalharem para pessoas e empresas. A proposta de conectar esses agentes por meio de um diretório sempre ativo é um avanço importante em um setor que evolui rapidamente”, informou a companhia.

Apesar da aquisição, a empresa afirmou que a plataforma deve continuar funcionando normalmente, permitindo que os usuários sigam interagindo como já faziam antes da compra.

Debate sobre uso de IA ganha força
O avanço das ferramentas de Inteligência Artificial tem provocado debates em diversas áreas, incluindo o setor editorial. Recentemente, milhares de escritores publicaram um livro “em branco” como forma de protesto contra o uso de suas obras para treinar sistemas de IA sem autorização.

Entre os autores que participaram da iniciativa estão nomes conhecidos da literatura internacional, como Kazuo Ishiguro e Ali Smith.

Pressão por novas regras nas plataformas
Enquanto a tecnologia avança, também cresce a pressão por regras mais rígidas para lidar com conteúdos criados por inteligência artificial nas redes sociais.

O Oversight Board, órgão independente que analisa decisões de moderação da Meta, voltou a pedir que a empresa adote políticas mais claras para identificar e controlar esse tipo de conteúdo.

O pedido ganhou força após um caso em 2025 envolvendo um vídeo gerado por IA que mostrava supostos ataques à cidade de Haifa, em Israel, durante tensões com o Irã. O material acumulou mais de 700 mil visualizações antes de ser analisado.

Na ocasião, a Meta inicialmente decidiu não remover o vídeo nem identificá-lo como conteúdo artificial, decisão que acabou sendo revertida pelo próprio conselho.

Para o Oversight Board, a empresa precisa investir em ferramentas mais eficazes para detectar materiais manipulados e implementar medidas como marcas d’água digitais que indiquem quando um conteúdo foi criado com IA.

“A Meta deve fazer mais para combater a disseminação de conteúdos enganosos gerados por Inteligência Artificial em suas plataformas, especialmente quando envolvem temas de interesse público”, afirmou o órgão em comunicado.

A Meta ainda não comentou oficialmente as recomendações e tem até 60 dias para apresentar uma resposta formal.

 

 

por Notícias ao Minuto

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