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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - A Fundação Educacional São Carlos (FESC) anunciou a realização do CarnaFESC 2026 – Gerações em Festa, nos dias 14 e 15 de fevereiro, com uma programação voltada para reunir crianças, jovens, adultos e idosos em um ambiente seguro e acolhedor. O evento acontece das 16h às 22h, com atrações musicais variadas, matinês infantis e uma estrutura completa para receber toda a comunidade.

No primeiro dia, 14 de fevereiro (sábado), a festa começa às 16h com a matinê especial para as crianças e suas famílias, ao som de Sheila Lima e Banda. Às 18h, o palco será do Grupo SamBanda, e às 20h, o encerramento da noite ficará por conta da banda Doce Veneno.

Já no dia 15 (domingo), a programação retorna às 16h com matinê infantil animada pela Doce Veneno. Às 18h, o público confere novamente o show de Sheila Lima e Banda, e às 20h, o encerramento será comandado pela Vinil 78, garantindo um clima festivo até o fim.

Além das apresentações musicais, o CarnaFESC contará com barracas de alimentação, food trucks e brinquedos infláveis, oferecendo diversão e conforto para todas as idades. A entrada será solidária, mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível ou item de higiene pessoal/limpeza, que será destinado a ações sociais.

O presidente da FESC, Eduardo Cotrim, fez questão de convidar a população. “Queremos que todos participem. O CarnaFESC é um carnaval pensado para a família, em um ambiente controlado e acolhedor, onde crianças, jovens e adultos podem se divertir juntos com segurança e alegria. É uma oportunidade de celebrar nossa cultura e fortalecer os laços comunitários”, disse.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Segurança Pública e Mobilidade Urbana, em parceria com o Detran, promove neste sábado, dia 24, uma ação educativa voltada ao uso de bicicletas elétricas, ciclomotores e veículos autopropelidos. O evento acontece das 9h às 12h, na Praça Maria Apparecida Resitano (Praça do Mercado Municipal), e segue as diretrizes da resolução 966 do Contran.  

Durante a programação, serão apresentadas as regras de circulação, indicando os espaços adequados para cada tipo de veículo. Também haverá explicações sobre os equipamentos obrigatórios de segurança, como capacete e itens de sinalização, além de orientações práticas para um uso responsável.  

A população poderá conhecer de perto alguns modelos desses veículos, que estarão em exposição. A iniciativa busca esclarecer dúvidas e incentivar hábitos seguros de mobilidade, em um momento em que o uso de meios alternativos de transporte cresce nas cidades.

De acordo com o secretário adjunto de Mobilidade Urbana, Sebastião Batista, “queremos que os cidadãos conheçam não apenas a legislação, mas também os equipamentos que tornam o uso desses veículos mais seguro. A exposição vai mostrar, na prática, as diferenças entre cada modelo e como eles devem ser utilizados. É uma ação educativa que reforça o compromisso da Secretaria com a segurança e a mobilidade da cidade”.

Segundo o secretário de Segurança Pública e Mobilidade Urbana, Michael Yabuki, “o objetivo é aproximar a população das regras que garantem segurança no trânsito. As bicicletas elétricas e os ciclomotores já fazem parte da rotina de muitas pessoas, mas é fundamental que todos saibam como utilizá-los de forma correta. Este evento é uma oportunidade de informação e conscientização, para que possamos construir uma mobilidade urbana mais segura e responsável”. 
 
Confira as definições, regras de circulação e os requisitos para regularização de ciclomotores e equipamentos de mobilidade individual:

1 - Bicicleta Elétrica
Veículo de propulsão humana com motor auxiliar.
* Acionamento: pedal assistido.
* Acelerador: não permitido.
* Potência: até 1000 W.
* Velocidade: máx. 32 km/h.
* Circulação autorizada: sem registro/placa e sem CNH.

2 - Autopropelido
Equipamentos como patinetes elétricos, skates elétricos e monociclos.
* Largura: até 70 cm.
* Entre eixos: até 130 cm.
* Potência: até 1000 W.
* Velocidade: máx. 32 km/h.
* Acelerador: permitido.
* Circulação autorizada: sem registro/placa e sem CNH.

3 - Ciclomotor
Veículo de 2 ou 3 rodas com motor a combustão ou elétrico.
* Combustão: até 50 cm³.
* Elétrico: até 4 kW.
* Acelerador: permitido.
* Velocidade: máx. 50 km/h.
* Circulação autorizada: com registro, placa, Autorização para Conduzir Ciclomotor (ACC) ou CNH A e uso obrigatório de capacete.

Confira as regras de circulação. Saiba onde cada veículo pode circular com segurança: 

1 - Calçadas: Permitido somente quando houver autorização local e
com velocidade máxima de 6 km/h, respeitando o pedestre.

2 - Ciclovias e Ciclofaixas: Bicicletas elétricas e autopropelidos podem circular respeitando a velocidade da via. Ciclomotores são proibidos.

3 - Ruas e Avenidas (Até 40km/h): Autopropelidos e bicicletas elétricas podem circular em vias com limite de até 40km/h, se não houver ciclovia. Ciclomotores podem circular normalmente

4 - Vias de Trânsito Rápido e Rodovias: É proibida a circulação de ciclomotores, exceto se houver acostamento. Autopropelidos e bicicletas elétricas nunca podem circular nestas vias.

BRASÍLIA/DF - O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, afirmou, nesta quarta-feira (25), que o fim da escala de seis dias de trabalho por um de folga (6x1) no Brasil deve levar ao aumento da produtividade da economia do país. Em entrevista ao programa Bom dia, Ministro, do Canal Gov, ele defendeu a redução de jornada para os trabalhadores e deu exemplos de empresas que já adotaram novos regimes de trabalho.

Segundo Boulos, um estudo da Fundação Getulio Vargas, em 2024, envolvendo 19 empresas que reduziram a jornada de trabalho apontou aumento de receita de 72% delas e de cumprimento de prazos em 44%. “Estão reduzindo mesmo sem a legislação”, destacou.

“E por que aumenta a produtividade? Com seis dias de trabalho, um de descanso - e às vezes esse um, principalmente para as mulheres, é para fazer serviço de cuidado em casa - quando essa pessoa chega ao trabalho, ela já está cansada. Quando esse trabalhador ou trabalhadora está mais descansado, o resultado é que ele vai trabalhar melhor. Então, o que a gente sustenta é baseado em dados”, afirmou.

O ministro contou ainda que a empresa Microsoft, no Japão, adotou a escala 4 por 3 e teve aumentou de 40% na produtividade individual do trabalhador. Boulos também deu exemplo de outros países.

“A Islândia em 2023 reduziu para 35 horas [semanais], com jornada 4 por 3. Sabe o que aconteceu? A economia da Islândia cresceu 5% e a produtividade do trabalho aumentou 1,5%. Nos Estados Unidos, houve uma redução média de 35 minutos de trabalho por dia nos últimos três anos. Não foi uma lei, isso aconteceu pela própria dinâmica do mercado e aumentou em média 2% da produtividade”, disse.

Segundo Boulos, a baixa produtividade da economia é um dos argumentos de quem é contra a mudança na escala de trabalho.

“Se a produtividade é baixa e você não quer deixar um tempo para o trabalhador fazer um curso de qualificação, como é que vai aumentar a produtividade?”, questionou.

“Aliás, uma parte importante de uma produtividade menor que a média no Brasil não é responsabilidade do trabalhador, é do setor privado que não investe em inovação e tecnologia. Quase todo o investimento em inovação, tecnologia e pesquisa no Brasil é do setor público. O setor privado brasileiro é um dos que menos investe, proporcionalmente aos países no mesmo patamar”, argumentou.

A proposta defendida pelo governo é a redução das atuais 44 horas semanais de trabalho para 40 horas semanais, sem redução de salário, em um regime de, no máximo, cinco dias de trabalho por dois de folga (6x1). A medida deve incluir ainda um período de transição e compensações para micro e pequenas empresas.

“Essa é a proposta que está sendo desenhada para todos os setores da economia no Brasil, por uma questão de dignidade dos trabalhadores”, disse Boulos, destacando que há um avanço na discussão com o Congresso para que o tema seja votado ainda neste semestre.

Em fevereiro do ano passado, foi protocolada na Câmara dos Deputados a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 8/2025 que acaba com a escala 6x1. A PEC estabelece a jornada de trabalho de, no máximo, 36 horas semanais e 4 dias de trabalho por semana, mas há outras propostas no Congresso que tratam da redução de jornada.

Juros

O projeto sofre resistência de setores empresariais que também alegam que a medida levaria ao aumento dos custos operacionais das empresas com a contratação de mais trabalhadores. Para Boulos, há um super dimensionamento do custo da redução de escala de trabalho, mas que para os pequenos será discutido um modelo de adaptação.

O ministro da Secretaria-Geral criticou os juros altos no Brasil e afirmou que isso pressiona mais o setor produtivo.

“Muitas vezes, esses pequenos negócios estão endividados por essa taxa de juro escorchante [abusiva], de agiotagem, que a gente tem no Brasil”, afirmou.

Uns dos instrumentos para controlar a inflação é a taxa básica de juros (a Selic), definida atualmente em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.

Mesmo com o recuo dos preços, a Selic está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. Após chegar a 10,5% ao ano em maio de 2024, a taxa começou a ser elevada em setembro de 2024. A Selic chegou a 15% ao ano na reunião de junho do ano passado, sendo mantida nesse nível desde então.

“Já passou da hora de reduzir essa taxa de juros, porque 15% de juros nenhum trabalhador aguenta e nenhum empresário aguenta. Como é que você vai aumentar o investimento? Como é que você vai arrumar capital de giro com esse custo do dinheiro? Não tem o menor cabimento. Então, parte do problema que vai aliviar os pequenos, os médios e, nesse caso, até os grandes empresários do Brasil é a redução da taxa de juros escorchante e injustificável”, argumentou.

A próxima reunião do Copom ocorre em 27 e 28 de janeiro. Em comunicado, na última reunião em dezembro, o colegiado não deu pistas de quando deve começar a cortar os juros. O BC informou que o cenário atual está marcado por grande incerteza, que exige cautela na política monetária, e que a estratégia da instituição é manter a Selic neste patamar por bastante tempo.

 

AGÊNCIA BRASIL

SÃO PAULO/SP - A 56ª edição da Copa São Paulo de Futebol Júnior movimentou São Carlos nas primeiras semanas do ano. Ao todo, o Estádio Municipal Prof. Luís Augusto de Oliveira “Luisão” recebeu dez partidas e fez a cidade voltar ao mapa das principais sedes da ‘Copinha’ nesta temporada, alcançando marcas expressivas dentro e fora das quatro linhas.

Organizada pela Federação Paulista de Futebol em parceria com a Prefeitura de São Carlos, a competição ofereceu seis jogos em São Carlos na primeira fase e, posteriormente, um duelo de cada fase até as quartas de final. Em alguns casos, o Luisão chegou a receber público superior a 7 mil pessoas, sendo que não houve registros de ocorrência ou anormalidades em nenhuma das ocasiões.

Além da festa nas arquibancadas, a qualidade da estrutura ofertada pela Prefeitura de São Carlos – como estádio, gramado de jogo, campos para treinamento e logística – também agradou a Federação Paulista de Futebol e fez com que o município seguisse sediando jogos nas fases agudas. A vitória do Cruzeiro-MG diante do Guanabara City-GO por 3 a 0 e válida pelas quartas de final, por exemplo, foi a primeira partida desta fase na cidade em sete anos, dado que a última vez que o Luisão havia acolhido jogo deste porte tinha sido em 2019, quando o Guarani fez 2 a 1 no Figueirense-SC.

Outro ponto interessante em 2026 foi a volta dos chamados ‘Grandes de São Paulo’ a São Carlos. Isso porque, desde a derrota do Palmeiras para o Flamengo de Guarulhos por 4 a 3 em 14 de janeiro de 2014, a Capital da Tecnologia não testemunhava jogos dos quatro clubes paulistas de maior expressão.

Desde então, a cidade recebeu equipes nacionais de primeiro escalão, como Botafogo-RJ, Cruzeiro-MG, Fluminense-RJ, Internacional-RS e Vasco da Gama-RJ, mas, com as melhorias e adequações proporcionadas pela Prefeitura para a edição 2024, a presença dos grandes paulistas voltou a ser cogitada e, em 2026, realizada, já que o Santos FC disputou seis partidas em solo são-carlense e ajudou a atrair grande público para todos os jogos.

Para o secretário de Esportes, Fernando Carvalho, a realização da Copinha em São Carlos representa um reconhecimento ao trabalho técnico e estrutural desenvolvido nos últimos anos. “A Federação Paulista de Futebol ficou satisfeita com a qualidade do gramado, dos campos de treinamento, da logística e da organização geral, o que permitiu que a cidade avançasse como sede até as quartas de final. Nosso objetivo é seguir investindo no esporte, tanto no alto rendimento quanto na base, e consolidar São Carlos como referência na realização de grandes competições esportivas”, afirmou Carvalho.

“Depois de 12 anos, recebemos novamente os grandes clubes do Estado na Copa São Paulo de Futebol Júnior, um dos maiores eventos do futebol de base do país. Isso é resultado de planejamento, investimento e muito trabalho da nossa gestão. O Estádio Luisão recebeu jogos importantes, com público expressivo, segurança e organização, mostrando que a cidade tem capacidade, estrutura e compromisso para sediar grandes competições. Além de movimentar a economia e o turismo, eventos como a Copinha fortalecem o esporte, inspiram nossos jovens e projetam São Carlos para todo o Brasil”, finalizou o prefeito Netto Donato.

A final da 56ª edição da Copa São Paulo de Futebol Júnior acontece no próximo domingo (25/11), no Estádio do Pacaembu, em São Paulo.

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