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Redação

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 Jornalista/Radialista

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INGLATERRA - Um novo grupo de filtros disponíveis na rede social Instagram vão transformar os internautas em algumas das espécies de aves mais ameaçadas do Reino Unido.

Segundo a BBC News, o tetraz, o maçarico, o papagaio-do-mar, o abibe-comum e o tordo, que estão em risco de extinção, foram transformados em filtros pela artista Hanna Tuulikki. O objetivo é aumentar a conscientização da população sobre a importância da conservação dessas espécies.

Os filtros de realidade aumentada foram inspirados no trabalho do naturalista e gravurista Thomas Bewick, um dos artistas britânicos mais conhecidos de Northumberland.

"Bewick é conhecido por suas gravuras, principalmente de pássaros, bem como por sua inovação técnica", explica Hanna. "À medida que fui aprendendo sobre o trabalho do artista, comecei a questionar-me: 'Como é que ele responderia à devastadora perda de biodiversidade que estamos a enfrentar hoje?'"

Os cinco filtros produzidos pela artista Hannah serão lançados a partir de segunda-feira, 20 de novembro, como parte do projeto "Avi-Alarm".

Os filtros, feitos em colaboração com os artistas digitais Saturn Akin e MV Brown, são incorporados com áudio que combina gravações de campo de cada pássaro com a voz humana.

 

 

POR NOTÍCIAS AO MINUTO BRASIL

EUA - Pela primeira vez, a variação da temperatura média global ficou acima de 2°C na comparação com os níveis registrados antes da Revolução Industrial (1850-1900), considerada o marco a partir do qual as emissões de carbono pelas atividades humanas começam a escalar.

A marca foi ultrapassada na última sexta-feira (17), quando a variação de temperatura (ou anomalia de temperatura, no jargão científico) ficou 2,07°C acima da média pré-industrial. Os dados são do observatório europeu Copernicus e foram divulgados no inicio desta semana.

Números preliminares mostram que a temperatura se manteve alta no sábado (18), quando ficou 2,06°C acima da média do período.

Para definir o número, os cientistas primeiro calculam qual a média de temperatura no período pré-industrial (1850-1900). Em seguida, verificam quanto a temperatura atual variou em relação a essa média.

Assim, o índice registrado na sexta-feira significa que, naquele dia, a média da temperatura no planeta ficou 2,07°C acima dos índices pré-industriais.

O índice recordista foi registrado no mesmo dia em que termômetros ao redor do Brasil superaram os 40°C –como no Rio de Janeiro (RJ), onde uma fã morreu durante o show da cantora Taylor Swift, organizado pela produtora T4F, após a sensação térmica no local ter batido 60°C.

A variação da temperatura diária mundial ter superado os 2°C acima da era pré-industrial é algo simbólico por causa do Acordo de Paris.

O tratado tem como objetivo manter o aumento da temperatura média global "bem abaixo dos 2°C acima dos níveis pré-industriais e buscar esforços para limitar o aumento da temperatura a 1,5°C". A medida é necessária para reduzir significativamente os riscos e impactos das mudanças climáticas.

No entanto, é importante esclarecer que os registros feitos pelo Copernicus não significam que o trato já foi quebrado. Para que seja considerado que o mundo está 2°C mais quente, é preciso que índices como este sejam registrados de modo frequente.

Mas o recorde serve de alerta para o quão próximo o planeta está de atingir os limites acordados internacionalmente: quanto mais perto de ultrapassar a marca definida pelo Acordo de Paris, mais recorrentes devem ser os dias, meses e anos com anomalias de temperatura que ultrapassam os limites de 1,5°C e 2°C em relação aos níveis pré-industriais.

Cientistas do Copernicus ressaltam também que o recorde estabelecido na sexta representa o que é até hoje a maior variação na anomalia da temperatura (ou seja, o maior afastamento da média estimada para o período pré-industrial), e não a temperatura absoluta global mais elevada.

As marcas de dia e mês mais quentes já registrados ainda pertencem a julho deste ano, devido ao calor extremo registrado durante o verão do Hemisfério Norte.

"Os recordes de temperatura global estão sendo quebrados com uma regularidade alarmante", afirma Carlo Buontempo, diretor do Serviço de Mudanças Climáticas do Copernicus.

"Ainda que a quebra dos limites de 1,5°C e 2°C fosse esperada –devido ao aquecimento generalizado e à variabilidade climática– ela tem um impacto chocante. Com a COP28 a apenas dez dias de distância, é crucial entender o que esses números significam para o nosso futuro coletivo", diz o pesquisador.

As emissões de gases de efeito estufa seguem batendo recordes, devido principalmente à queima de combustíveis fósseis e ao desmatamento.

Um estudo recente aponta que países devem produzir 110% mais petróleo, gás e carvão no final da década do que seria necessário para limitar o aquecimento global a 1,5°C e 69% mais do que seria consistente com um planeta 2°C mais quente.

 

 

POR FOLHAPRESS

INGLATERRA - Nos últimos meses da sua vida, Ashley Dale gravou mensagens de voz onde relatava os seus medos e receios - áudios que foi enviando aos seus amigos.

A mulher, de 28 anos, foi assassinada na sua casa, em Liverpool. Um homem armado arrombou a porta da residência e começou a disparar indiscriminadamente, na madrugada de 21 de agosto de 2022.

Ashley não seria o alvo, mas acabou morrendo, segundo relata a BBC.

"A Ashley estava narrando a sua própria história, que levou àquele incidente", acreditam os procuradores, indicando que as suas gravações foram "cruciais" para o caso.

Em tribunal, ouviu-se que o companheiro de Ashley, Lee Harrison, que não estava em casa no momento do tiroteio, era o alvo do mesmo. O homem estaria há muitos anos envolvido num conflito que foi se intensificando.

Tudo isto é relatado nas gravações da mulher, que conseguiu reportar eventos acontecidos em junho (dois meses antes de morrer) e onde compartilhava os seus receios do que poderia vir a acontecer.

"É a primeira vez que vejo que relatos do crime deixadas pela vítima assumem um papel tão preponderante no tribunal", afirmou o inspetor Cath Cummings.

O celular da mulher, encontrado muito perto do seu corpo, assumiu um papel "significativo" em ajudar os detetives a juntar as peças e tentar entender o que se passou naquele dia e porquê.

"Nunca na vida assisti a um caso em que é a própria voz da vítima a dizer-nos o que aconteceu e através dos quais estamos tentando obter evidências. Na realidade temos a vitima a contar-nos [o que se passou]", acrescenta a mesma fonte.

Em algumas das mensagens a mulher afirmava que "não queria que o funeral do Lee" fosse um dos seus próximos eventos e dizia que "tinha um mau pressentimento em relação a tudo" e que sempre saía do carro "sentia que tinha de estar sempre olhando para trás".

No total, foram apreendidos 3.360 objetos relacionados com o caso, dos quais 139 foram dispositivos digitais. Contudo, afirma a BBC, as gravações de voz de Ashley foram as provas mais significantes e reveladoras para o caso.

No final, quatro homens foram presos e acusados de homicídio, no Supremo Tribunal de Liverpool, no Reino Unido.

 

 

POR NOTÍCIAS AO MINUTO BRASIL

ISRAEL - Após vários dias de impasses e trocas de acusações na guerra que devasta a Faixa de Gaza, o governo de Israel e o grupo terrorista Hamas fecharam na madrugada quarta-feira (22), no horário local, o primeiro grande acordo desde o início do conflito, no dia 7 de outubro, para o estabelecimento de uma trégua e a libertação de dezenas de reféns.

Segundo o jornal israelense Times of Israel, a negociação deve permitir a liberação de cerca de 50 dos 240 sequestrados pelo grupo durante a sua brutal incursão de 7 de outubro em troca de quatro dias de cessar-fogo -o primeiro desde o início do conflito. Israel também teria concordado em libertar mulheres e menores de idade palestinos, de acordo com a imprensa local.

Mais cedo, nesta terça-feira (21), o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, havia apelado para que seus pares no governo -o mais à direita da história do país- votassem a favor do acordo. O premiê convocou três reuniões seguidas para tratar do assunto: uma com a cúpula de guerra, outra com nomes ligados à segurança nacional, e, por fim, uma com todo o gabinete instituído a partir do início do conflito, que tem 38 membros.

Depois de apresentar a proposta, Netanyahu declarou que aprová-la era uma decisão difícil, mas correta. Além disso, afirmou que ela permitiria a Tel Aviv continuar a perseguir seu objetivo final com os enfrentamentos -exterminar o Hamas.

O acordo foi costurado durante semanas de conversas em Doha, no Qatar -país que faz a mediação ao lado dos Estados Unidos entre o grupo terrorista e Israel. Cerca de 240 pessoas foram capturadas pelo Hamas em sua sangrenta incursão ao território israelense, quando 1.200 pessoas, a maioria civis, foram assassinadas de forma indiscriminada, segundo contagem de Tel Aviv.

"O retorno dos reféns é uma ordem moral e também parte integrante da resiliência que nos permite vencer a guerra", disse na terça Benny Gantz, membro do gabinete de guerra em Israel. "Estamos fazendo todos os esforços para que retornem o mais rápido possível. Ao mesmo tempo, continuaremos a lutar e a ficar de guarda até conseguirmos uma mudança na realidade de segurança no sul [de Israel]."

Quatro reféns haviam sido libertadas pelo Hamas antes do acordo mais recente, também após mediação do Qatar. Em 20 de outubro, duas mulheres americanas foram soltas. Depois, no dia 23, mais duas mulheres, as primeiras israelenses, foram liberadas.

As negociações pela libertação de reféns têm sido foco de tensão para o governo do premiê Binyamin Netanyahu em meio aos bombardeios intensos em Gaza. Manifestantes pressionam o premiê em atos quase diários que exigem mais esforços pela soltura das vítimas. No sábado (18), por exemplo, familiares de pessoas sequestradas terminaram uma marcha de cinco dias de Tel Aviv para a sede administrativa do país, em Jerusalém, na qual urgiram às autoridades que façam "todo o possível para trazê-las de volta".

A despeito das negociações, autoridades israelenses continuaram a subir o tom de suas acusações contra o Hamas. As IDF (Forças de Defesa de Israel, na sigla em inglês) afirmaram nos últimos dias que militares do país encontraram mais evidências de que o Al-Shifa -o maior hospital da Faixa de Gaza, alvo de uma ofensiva israelense- serve também como centro de operações para o grupo terrorista, o que a facção nega. Essas informações não puderam ser verificadas de forma independente.

Tropas israelenses invadiram o Shifa no último dia 14, numa ação que motivou novas críticas à ofensiva em Gaza. Desde o início da guerra, vários líderes mundiais e representantes de organizações denunciam a morte de civis e questionam a proporcionalidade dos ataques de Israel -em um mês e meio, mais de 13 mil pessoas foram mortas no território palestino, segundo o Ministério da Saúde local, controlado pelo Hamas.

Sob pressão interna e externa, o governo israelense deu prosseguimento às negociações com as facções em Gaza, que chegaram a paralisar após o Jihad Islâmico, segundo maior grupo armado palestino da Faixa de Gaza, divulgar comunicado no qual manifestava insatisfação com a metodologia do acordo.

 

 

POR FOLHAPRESS

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