Jornalista/Radialista
SÃO CARLOS/SP - O município de São Carlos receberá, via Ministério da Cultura, a importância de R$ 1.701.822,95. A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria Municipal de Esportes e Cultura, conseguiu a aprovação, no Governo Federal, do Plano de Ação Municipal para execução da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), instituída pela Lei Federal nº 14.399/2022.
O Plano de Ação do município foi elaborado em uma ação conjunta entre sociedade civil e poder público, coordenada pelo Conselho Municipal de Política Cultural de São Carlos e enviado para o Ministério da Cultura pelo Departamento de Artes e Cultura. São Carlos já assinou o Termo de Adesão e agora aguarda o valor ser repassado aos cofres municipais.
Conforme a lei, a execução dos recursos será feita de duas maneiras: uma parte em ações de apoio ao setor cultural por meio de editais, chamadas públicas, prêmios, aquisição de bens e serviços vinculados ao setor cultural e outros instrumentos destinados à manutenção de agentes, espaços, iniciativas, cursos, produções, desenvolvimento de atividades de economia criativa e economia solidária, produções audiovisuais e manifestações culturais, bem como a realização de atividades artísticas e culturais que possam ser transmitidas por meios telemáticos e digitais. A execução será feita ainda com subsídio para manutenção de espaços artísticos e de ambientes culturais que desenvolvam atividades regulares de forma permanente em seus territórios e comunidades.
A diretora do Departamento de Artes e Cultura da Secretaria Municipal de Esportes e Cultura, Valéria Mazzola, explica que esse recurso conquistado é fundamental para a ampliação das atividades culturais do município. “Podemos destacar também o investimento de 20% do valor total do recurso recebido pelo município no fomento das ações, projetos e programas realizados em áreas periféricas, urbanas e rurais, bem como em áreas de povos e comunidades tradicionais, por meio de editais de chamamento público, e outros instrumentos que permitam o apoio à produção cultural nesses territórios. É um recurso muito bem-vindo e o município estará sempre buscando cada vez mais recursos para investimento na arte e cultura em nossa cidade”, salienta Valéria.
Claro que esse dinheiro pode ser investido com artistas do Brasil inteiro que forem realizar o seu trabalho em nossa cidade, mas o que nós esperamos é que os artistas que moram em São Carlos sejam valorizados, ou seja, tenham mais oportunidades de se apresentar, e assim, mostrar que temos pessoas com muito talento.
SÃO CARLOS/SP - A Câmara Municipal realizou na noite de quarta-feira (20), uma sessão solene onde foi entregue o Prêmio Santo Dias de Direitos Humanos, ao Padre João Victor Bulle, em reconhecimento aos relevantes trabalhos realizados junto aos cidadãos em situação de rua. A solenidade foi presidida pela vereadora Laíde das Graças Simões e contou com o vereador Azuaite Martins de França como orador oficial.
O “Prêmio Santo Dias de Direitos Humanos” reconhece o trabalho de pessoas e entidades que desenvolvem ações em defesa dos direitos humanos e firma o compromisso do Legislativo municipal na defesa dos direitos fundamentais da pessoa humana. Santo Dias foi um líder operário metalúrgico, membro da Pastoral Operária de São Paulo, assassinado em 1979, no período da ditadura militar, durante uma greve pacífica na capital paulista e se tornou um símbolo da luta contra a desigualdade.
O HOMENAGEADO - Padre João Victor Bulle, agraciado com o Prêmio Santo Dias, nasceu em 7 de janeiro de 1992, em São Carlos, filho de Ariovaldo Cesar Bulle e Margareth Gouveia de Jesus Bulle (in memoriam). Estudou sempre em escolas públicas até ingressar no Seminário Maior São João Paulo II no ano de 2010, onde cursou Filosofia. Em 2013, no Seminário São Carlos Borromeu, em Campinas, iniciou o Curso de Teologia na PUC-Campinas, concluído em 2016.
Recebeu a Ordenação Diaconal em 11 de dezembro de 2015, desenvolvendo seu ministério na Paróquia de São Francisco de Assis. Em 2017, trabalhou em Araraquara, na Paróquia Nossa Senhora das Graças, quando recebeu sua ordenação de padre, na Catedral São Carlos Borromeu, aos 22 de abril. Regressou a São Carlos em 2018, atuando na Paróquia São João Batista, onde permaneceu até 2022; ano no qual, no mês de outubro, voltou a dedicar-se ao cuidado pastoral da Paróquia São Francisco de Assis, onde está até hoje.
Do ponto de vista social, desde a época de Seminário começou a acompanhar a Pastoral da Criança na Paróquia São Cristóvão, onde fez o curso de líder, tornando-se Membro do Conselho Econômico da mesma Pastoral a nível diocesano, função que desempenha até hoje. Estando em Araraquara, acompanhava a assistência aos vulneráveis realizada pela Paróquia e a Pastoral Carcerária, junto ao Centro de Ressocialização Feminino. Ao voltar para São Carlos, destacou-se no cuidado e defesa da população em situação de rua, junto à Pastoral de Rua da Paróquia São João Batista, principalmente na parceria com a Prefeitura Municipal durante as Operações de Frentes Frias e a Pandemia.
Padre João Victor atua também na atenção às pessoas com deficiência, os encarcerados, os egressos do sistema prisional, os dependentes químicos e as famílias do Jardim Gonzaga, que pertence à Paróquia São Francisco de Assis. Exerce o ofício de Secretário da Cáritas Diocesana de São Carlos e Assessor da Comissão Diocesana para a Ação Sociotransformadora.
ARARAQUARA/SP - Na quinta-feira (21), um homem foi enganado e enviou R$ 3,8 mil para um golpista depois de cair no golpe do “falso médico” na cidade de Araraquara.
O homem, de 60 anos, disse em Boletim de Ocorrência que recebeu uma ligação telefônica onde o interlocutor se apresentou como médico de sua sogra.
Como a paciente está internada no Hospital São Paulo e o criminoso deu detalhes do diagnóstico, o homem acreditou que estava realmente conversando com o médico.
Durante a conversa, o criminoso disse que a sogra da vítima estava tendo uma hemorragia e necessitava urgentemente de uma cirurgia, e caso não fosse realizada, a paciente poderia vir a óbito.
O sujeito, para pressionar a vítima em relação a valores financeiros, ainda disse que o plano demoraria para muito a autorizar o procedimento e isso colocaria a vida da paciente em risco.
Na sequência, o golpista disse que precisaria de R$ 3,8 mil para realizar a cirurgia de emergência e a vítima, enviou o valor através de PIX.
Posteriormente, o criminoso pediu mais R$ 2,9 mil, mas a vítima não enviou e descobriu que se tratava de um golpe. O caso foi registrado como Estelionato e está sendo investigado.
Por Ed Junior / PORTAL MORADA
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